sábado, 29 de setembro de 2012
Papiro do século IV é prova incontestável de que Jesus foi casado com Maria Madalena, Vaticano como sempre diz que é Falso!!!
Cambridge, Massachusetts – Um fragmento de papiro escrito na língua copta no século IV é identificado por uma historiadora especialista em cristianismo antigo da Faculdade de Teologia de Harvard e contém uma frase nunca observada em fragmentos de escritura sagrada: "Jesus disse a eles: 'Minha esposa...'".
O fragmento de papiro é menor que um cartão de visita e, em um dos lados, a escrita desbotada em tinta preta, legível com lente de aumento, preenche oito linhas. Logo abaixo da linha afirmando que Jesus tem uma esposa, está um segundo trecho de frase polêmico, afirmando presumivelmente que: "ela poderá ser minha apóstola."
A historiadora Karen L. King – autora de diversos livros sobre revelações do evangelho e primeira mulher a ocupar a mais antiga cátedra dotada de fundos do país, a cátedra Hollis de teologia – anunciou a descoberta recentemente em um congresso internacional de especialistas em copta ocorrido em Roma.
A procedência do fragmento de papiro é um mistério e o proprietário pediu para permanecer anônimo. Até há pouco tempo, King havia mostrado o fragmento apenas a um círculo reduzido de papirólogos e especialistas em linguística. O grupo chegou à conclusão de que é grande a probabilidade de o documento ser autêntico. Contudo, ela e seus colaboradores afirmam desejar que mais especialistas dessem sua opinião, talvez derrubando suas conclusões.
Mesmo com muitas perguntas sem resposta, a descoberta pode reacender o debate em relação ao fato de Jesus ter sido casado, de Maria Madalena ter sido sua esposa e de ele ter tido uma "apóstola". Esses debates, afirmam os estudiosos, datam dos primeiros séculos do Cristianismo. Contudo, eles são relevantes atualmente, uma vez que o cristianismo global vem alterando a posição da mulher no clero e os limites do casamento.
Essa é uma discussão acalorada principalmente dentro da Igreja Católica Romana, na qual, apesar dos pedidos de mudança, o Vaticano reiterou a instrução de que o sacerdócio não pode ser permitido para mulheres e homens casados por causa do modelo estabelecido por Jesus.
King concedeu entrevista recentemente, quando mostrou o fragmento de papiro, encerrado em uma placa de vidro, a repórteres do The New York Times, The Boston Globe e Harvard Magazine, em seu escritório, no sótão do edifício da Escola de Teologia de Harvard.
A pesquisadora advertiu diversas vezes que o fragmento não deve ser interpretado como comprovação de que Jesus, a personalidade histórica, tenha sido realmente casado. O texto provavelmente foi escrito alguns séculos após a morte de Jesus e a literatura cristã historicamente confiável não faz menção ao assunto, afirmou.
Mas essa descoberta é empolgante, afirmou King, pois é a primeira declaração da antiguidade de que se tem conhecimento a mencionar Jesus falando de sua esposa. O fragmento fornece mais evidências de que entre os primeiros cristãos discutia-se vivamente se Jesus era celibatário ou casado e se seus seguidores deveriam seguir um ou o outro estilo de vida.
"Esse fragmento sugere que entre parte dos primeiros cristãos era tradição crer que Jesus tinha sido casado", afirmou. "Já sabemos que havia controvérsia no século II em relação ao fato de Jesus ter sido ou não casado, apoiada pela discussão sobre se era ou não recomendado aos cristãos casar e manter relações sexuais."
King conheceu pela primeira vez o que chamou de "Evangelho da esposa de Jesus" ao receber o e-mail de um colecionador particular em 2010, pedindo a ela que traduzisse o documento. Especialista em literatura copta, a pesquisadora de 58 anos escreveu livros sobre o evangelho de Judas, o evangelho de Maria Madalena, gnosticismo e a mulher na antiguidade.
O proprietário possui uma coleção de papiros em grego, copta e árabe, e não deseja ter seu nome, nacionalidade, nem localização revelados porque "não quer ser incomodado por pessoas interessadas em comprar o documento", afirmou King.
Não se sabe quando, onde, nem como o fragmento foi descoberto. O colecionador o adquiriu em 1997 de um alemão, seu antigo proprietário, em meio a um lote de papiros. Junto com ele havia um bilhete escrito à mão em língua alemã que fazia menção à citação de um professor de egiptologia de Berlim afirmando que o fragmento é o "único exemplar" de texto em que Jesus afirma ter uma esposa.
O proprietário levou o fragmento até a faculdade de teologia em dezembro de 2011 e o deixou com King. Em março, ela o levou em sua bolsa vermelha para Nova York, a fim de mostrá-lo a seus colegas papirólogos Roger Bagnall e AnneMarie Luijendijk. Bagnall é diretor do Instituto de Estudos do Mundo Antigo da Universidade de Nova York e Luijendijk é professora adjunta de religião na Universidade Princeton.
Eles examinaram o fragmento com o uso de lentes de ampliação acentuada. Ele é muito pequeno – mede apenas 4 centímetros por 8. As letras desiguais e borradas foram escritas à mão por um amador, o que não era incomum na época em que muitos cristãos eram pobres e estavam sendo perseguidos.
O texto foi escrito em copta, língua egípcia que usa caracteres gregos – mais precisamente, na versão tebaica, um dialeto do sul do Egito, afirmou Luijendijk em uma entrevista.
O que convenceu os pesquisadores sobre a grande probabilidade de o texto ser autêntico foi a tinta desbotada sobre as fibras do papiro e os vestígios de tinta aderida às fibras dobradas das bordas rasgadas. A tinta está tão desbotada no lado de trás que é possível visualizar somente essas cinco palavras e uma delas apenas parcialmente: "minha mãe", "três" e "adiante não importa qual".
"Ele seria impossível de falsificar", afirmou Luijendijk, que contribuiu com o artigo de King.
Bagnall argumentou que o falsificador teria que ser especialista em gramática, caligrafia e pensamento copta. A maioria das falsificações que Bagnall já encontrou não passava de linguagem inarticulada. Além disso, se o documento fosse uma falsificação com a intenção de causar comoção ou de enriquecer alguém, por que teria permanecido oculto durante tantos anos?
"É difícil criar um enredo absolutamente plausível, que seria a base para a falsificação de um documento assim. O mundo não está exatamente repleto de papirólogos desonestos", afirmou Bagnall.
De formato retangular, o fragmento teve todos os lados cortados, o que faz com que os textos que completam as frases em cima, em baixo e dos lados, estejam faltando – provavelmente ele foi dividido por algum comerciante interessado em maximizar seus lucros, afirmou Bagnall.
Por isso, a maior parte do contexto está faltando. Contudo, King ficou surpresa ao ver frases como "minha mãe me deu a vida" e "Maria merece isso", que se parecem com fragmentos dos evangelhos de Tomé e Maria. Especialistas acreditam que esses evangelhos foram escritos no final do século II e traduzidos para a língua copta. King supõe que o texto desse fragmento também foi copiado de um texto em grego do século II.
O significado das palavras "minha esposa" é inquestionável, afirmou King. "Essas palavras não têm outro significado." O texto que vem depois de "minha esposa" foi cortado.
King não datou a tinta usando o teste por radio-carbono. Para fazer isso, afirmou a pesquisadora, seria necessário raspar uma quantidade muito grande de material, o que destruiria a relíquia. A pesquisadora planeja submeter a tinta à espectroscopia, que poderá determinar a idade aproximada analisando sua composição química.
King apresentou seu artigo no periódico The Harvard Theological Review, que pediu a análise de três especialistas. Dois deles questionaram a autenticidade do texto. Contudo, eles tinham observado apenas fotografias de baixa resolução do fragmento e desconheciam o fato de papirólogos já terem visto o objeto real e decidido pela autenticidade, afirmou King. Dentre esses dois, um questionou a gramática, a tradução e a interpretação.
Destacado linguista de copta da Universidade Hebraica de Jerusalém, Ariel Shisha-Halevy foi consultado e afirmou por e-mail em setembro: "eu acredito, com base na linguagem e na gramática, que o texto é autêntico".
Atenção POLICIA FEDERAL fechem os aeroportos, os MENSALEIROS estão fugindo!!!!
Juíza não consegue citar Pizzolato em processo
Condenado pelo STF por corrupção passiva, peculato, lavagem de dinheiro, o mensaleiro Henrique Pizzolato está em local ignorado — e, mais grave, pode estar fora do Brasil. Os computadores da PF registram que Pizzolato deixou o país em julho, pouco antes, portanto, do início do julgamento do mensalão, que começou no dia 2 de agosto. Não consta registro de retorno do ex-diretor do Banco do Brasil.
Outra evidência de que Pizzolato pode ter se mandado é que no dia 13 de setembro a juíza do TRF Simone Schreiber assinou um despacho determinando sua citação por edital em um processo a que o mensaleiro responde por “crime contra o sistema financeiro”. Motivo: o oficial de Justiça designado para a missão nunca conseguiu encontrá-lo.
José Dirceu continuava firme e forte em São Paulo, na sexta-feira passada.
Por Lauro Jardim
O Chefão do MENSALÃO!!!
O Ministério Público Federal (MPF) de Brasília pediu à justiça o bloqueio dos bens do ex-presidente Lula da Silva, a quem acusa de improbidade administrativa por ter usado verba pública com claro intento de promoção pessoal.
O bloqueio de bens tem como finalidade garantir a devolução aos cofres públicos de quatro milhões de euros que Lula, segundo o MPF, usou indevidamente.
A acção interposta pelo MPF refere-se ao gasto desses quatro milhões de euros com a impressão e o envio pelo correio de mais de dez milhões de cartas enviadas pela Segurança Social a reformados entre Outubro e Dezembro de 2004, segundo ano do primeiro mandato de Lula.
A missiva avisava os reformados que um convénio estabelecido entre a Segurança Social e o até então desconhecido Banco BMG lhes permitia a partir de então pedirem empréstimos a juros baixos e sem qualquer burocracia àquela instituição bancária, com o desconto das parcelas sendo feito directamente nas reformas.
Até aí não haveria problema, não fossem dois detalhes, que chamaram a atenção dos promotores. O BMG, único banco privado a ser autorizado na altura a realizar esse tipo de empréstimo, conseguiu a autorização em menos de duas semanas, quando o normal seriam vários meses, e as cartas, simples correspondência informativa, eram assinadas por ninguém menos que o próprio presidente da República, algo nada comum para esse tipo de aviso.
Para o Ministério Público, não há dúvida de que Lula e o então ministro da Segurança Social, Amir Lando, que também assinou as cartas e é igualmente acusado na acção, usaram a correspondência para obterem promoção pessoal e lucro político e que a acção do presidente da República favoreceu a extrema rapidez com que o BMG conseguiu autorização para operar o negócio, desrespeitando as normas do mercado. A 13.ª Vara Federal, em Brasília, a quem a acção foi distribuída, ainda não se pronunciou sobre o pedido do MPF.
Alguns comentários do facebook.
Eu também acho, começou desmoronar a imagem desse ladrão de dinheiro público
Responder · 30 · Curtir · Seguir publicação · 20 de Setembro às 16:10
Mary Santana · Jundiaí
Mais uma vez digo: "Justiça seja feita!!!"
Responder · 7 · Curtir · 20 de Setembro às 18:23
Emerson Noronha Cavalcante · UVA- IDJ
Chamar alguém de ladrão sem saber tb é crime.
Responder · 3 · Curtir · 21 de Setembro às 11:21
Marcelo Pedroso de Morais · Bibliotecário na empresa Escola Estadual Coronel Ondino Rodrigues Lima
Quem esta chamando ele de ladrao é ninguem menos que o MPF e nao nós cidadaos, agora se mesmo com a noticia na sua cara ainda defende esse tipo de gente ai os brasileiro nao tem culpa pela tua cegueira.
Meu comentário: Acho que o sol forte, a mudança climática está mudando a opinião dos "homens que comandam a JUSTIÇA" desse País, ou seriam as forças astrais?????
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Lula cancela turnê politica, por falta de PÚBLICO!!!
comentário: A era LULA no fim, só resta agora a ele fazer como GETULIO, se quiser entrar para a história...ADEUS PAI DO MENSALÃO!!!!Falta achar a Mãe!!!!
Marco Aurélio coloca em xeque, o ministro barbosa!!!
Pessoas próximas a Joaquim Barbosa duvidam que o movimento encampado por Marco Aurélio Mello, colocando em xeque a eleição de Barbosa à presidência do STF, prospere na Corte.
Além de uma quebra sem igual de tradição, dizem que tirar a presidência de Barbosa logo após o mensalão o transformaria num mito.
comentário: toda vez que um homem honesto e honrado coloca sua opinião com veemencia, vem o outro time tentar desqualificá-lo. As trevas as quais esse time pertence não vencerá a LUZ...VIVA A LUZ!!!!
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Lula paga 25,00 reais por pessoa para participar do comicio em Salvador, ele esperava 20.000 pessoas, só 3000 compareceram e ainda foram pagas..
Comentário: Deus está retirando a VOZ de Lula, pra impedir que ele continue MENTINDO ao POVO BRASILEIRO!!!!
Barbosa dá asas ao provocador.
O julgamento evolui para o bate-boca. Ricardo Lewandowski recheia o seu voto de pequenas provocações, e, infelizmente, Joaquim Barbosa cede a todas.
Ao comentar a atuação de Emerson Palmieri, tesoureiro do PTB, Lewandowski resolveu ignorar alguns depoimentos, que estão nos autos, indicando que ele tinha controle do dinheiro que circulava pelo PTB, inclusive o irregular.
Barbosa se abespinhou. E o fez, com efeito, em termos impróprios para um ministro, questionando a competência e o rigor do outro. Eu posso fazer isso. Ele não pode. Marco Aurélio e o próprio Ayres Britto acabaram dando socorro a Lewandowski, que exibia um ar compungido. Num dado momento, ameaçou até interromper o seu voto… E acabará fazendo isso se a ficha de Barbosa não cair. E mais um dia precioso se perderia.
sábado, 22 de setembro de 2012
O Mentiroso ataca novamente!!!
Em palestra onde cobrou U$ 200 mil, Lula aplicou uma mentira nos mexicanos. Disse que no Brasil somente 6% dos jovens estão desempregados. Obviamente, estava falando contra algum país. Desta vez, atacava a Espanha, que vive uma profunda crise. No Brasil, 5,3 milhões de jovens entre 18 e 24 anos não trabalham e não estudam. E o desemprego está em cerca de 13%. É uma geração perdida criada pelo dois governos do petista. Lula é um mentiroso contumaz. É um doente. Nem o câncer curou esta doença mental.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
domingo, 16 de setembro de 2012
Se você é banqueiro, você nega um pedido do Presidente da República????
Vocês já viram a capa da revista VEJA. A reportagem traz informações estarrecedoras. O publicitário Marcos Valério sabe que vai para a cadeia — e não será por pouco tempo. E está, obviamente, infeliz e revoltado. Acha que será o principal punido de uma cadeia criminosa que tinha, segundo ele, na chefia, ninguém menos do que Luiz Inácio Lula da Silva, então presidente da República — aquele mesmo que, ao encerrar o segundo mandato, assegurou que iria investigar quem havia inventado essa história de mensalão, “uma mentira”… Reportagem de capa de Rodrigo Rangel, na VEJA desta semana, revela, agora, um Marcos Valério amargo e, como se vê, propenso a falar o que sabe — o que tem feito com alguns amigos. Só que ele está com medo de morrer. Tem certeza de que será assassinado se falar tudo o que sabe. Acho, no entanto, que ele deveria fazê-lo. Os que podem estar interessados na sua morte temem justamente o que ele não contou — e a melhor maneira de preservar o segredo é eliminando-o. Que peça proteção formal ao Estado e preste um serviço aos brasileiros.
Na sessão de quinta-feira do Supremo, num dia em que não temeu em nenhum momento o ridículo, o ministro Dias Toffoli — que vinha tendo uma boa atuação até o julgamento do mensalão (ele decida o que fazer de sua biografia!) — ensaiou uma distinção politicamente pornográfica entre “o valerioduto” (cuja existência ele admitiu, tanto que condenou o empresário) e o “mensalão como chama a imprensa”… Ficou claro que o ministro acha que são coisas distintas, como se o empresário tivesse delinquido, sei lá, apenas por interesse pessoal. A verdade, assegura Valério, é bem outra. Abaixo, seguem trechos da reportagem de VEJA. Reputo como o texto jornalístico mais explosivo publicado no Brasil desde a entrevista de Pedro Collor às Páginas Amarelas da VEJA. Abaixo, uma síntese das sete páginas.
“O CAIXA DO PT FOI DE R$ 350 MILHÕES”A acusação do Ministério Público Federal sustenta que o mensalão foi abastecido com 55 milhões de reais tomados por empréstimo por Marcos Valério junto aos bancos Rural e BMG, que se somaram a 74 milhões desviados da Visanet, fundo abastecido com dinheiro público e controlado pelo Banco do Brasil. Segundo Marcos Valério, esse valor é subestimado. Ele conta que o caixa real do mensalão era o triplo do descoberto pela polícia e denunciado pelo MP. (…) “Da SM P&B vão achar só os 55 milhões, mas o caixa era muito maior. O caixa do PT foi de 350 milhões de reais, com dinheiro de outras empresas que nada tinham a ver com a SMP&B nem com a DNA”.
(…)
LULA ERA O CHEFE DO ESQUEMA, COM JOSÉ DIRCEULula teria se empenhado pessoalmente na coleta de dinheiro para a engrenagem clandestina, cujos contribuintes tinham algum interesse no governo federal. Tudo corria por fora, sem registros formais, sem deixar nenhum rastro. Muitos empresários, relata Marcos Valério, se reuniam com o presidente, combinavam a contribuição e em seguida despejavam dinheiro no cofre secreto petista. O controle dessa contabilidade cabia ao então tesoureiro do partido, Delúbio Soares, que é réu no processo do mensalão e começa a ser julgado nos próximos dias pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa. O papel de Delúbio era, além de ajudar na administração da captação, definir o nome dos políticos que deveriam receber os pagamentos determinados pela cúpula do PT, com o aval do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, acusado no processo como o chefe da quadrilha do mensalão: “Dirceu era o braço direito do Lula, um braço que comandava”.
(…)
(…)
VALÉRIO SE ENCONTROU COM LULA NO PALÁCIO DO PLANALTO VÁRIAS VEZESA narrativa de Valério coloca Lula não apenas como sabedor do que se passava, mas no comando da operação. Valério não esconde que se encontrou com Lula diversas vezes no Palácio do Planalto. Ele faz outra revelação: “Do Zé ao Lula era só descer a escada. Isso se faz sem marcar. Ele dizia vamos lá embaixo, vamos”. O Zé é o ex-ministro José Dirceu, cujo gabinete ficava no 4º andar do Palácio do Planalto, um andar acima do gabinete presidencial. (…) Marcos Valério reafirma que Dirceu não pode nem deve ser absolvido pelo Supremo Tribunal, mas faz uma sombria ressalva. “Não podem condenar apenas os mequetrefes. Só não sobrou para o Lula porque eu, o Delúbio e o Zé não falamos”, disse, na semana passada, em Belo Horizonte. Indagado, o ex-presidente não respondeu.
(…)
PAULO OKAMOTTO, ESCALADO PARA SILENCIAR VALÉRIO, TERIA AGREDIDO FISICAMENTE A MULHER DO PUBLICITÁRIO“Eu não falo com todo mundo no PT. O meu contato com o PT era o Paulo Okamotto”, disse Valério em uma conversa reservada dias atrás. É o próprio Valério quem explica a missão de Okamotto: “O papel dele era tentar me acalmar”. O empresário conta que conheceu o Japonês, como o petista é chamado, no ápice do escândalo. Valério diz que, na véspera de seu primeiro depoimento à CPI que investigava o mensalão, Okamotto o procurou. “A conversa foi na casa de uma funcionária minha. Era para dizer o que eu não devia falar na CPI”, relembra. O pedido era óbvio. Okamotto queria evitar que Valério implicasse Lula no escândalo. Deu certo durante muito tempo. Em troca do silêncio de Valério, o PT, por intermédio de Okamotto, prometia dinheiro e proteção. A relação se tornaria duradoura, mas nunca foi pacífica. Em momentos de dificuldade, Okamotto era sempre procurado. Quando Valério foi preso pela primeira vez, sua mulher viajou a São Paulo com a filha para falar com Okamotto. Renilda Santiago queria que o assessor de Lula desse um jeito de tirar seu marido da cadeia. Disse que ele estava preso injustamente e que o PT precisava resolver a situação. A reação de Okamotto causa revolta em Valério até hoje. “Ele deu um safanão na minha esposa. Ela foi correndo para o banheiro, chorando.”
O PT PROMETEU A VALÉRIO QUE RETARDARIA AO MÁXIMO O JULGAMENTO NO STFO empresário jura que nunca recebeu nada do PT. Já a promessa de proteção, segundo Valério, girava em torno de um esforço que o partido faria para retardar o julgamento do mensalão no Supremo e, em último caso, tentar amenizar a sua pena. “Prometeram não exatamente absolver, mas diziam: ‘Vamos segurar, vamos isso, vamos aquilo’… Amenizar”, conta. Por muito tempo, Marcos Valério acreditou que daria certo. Procurado, Okamotto não se pronunciou.
“O DELÚBIO DORMIA NO PALÁCIO DA ALVORADA”Nos tempos em que gozava da intimidade do poder em Brasília, Marcos Valério diz guardar muitas lembranças. Algumas revelam a desenvoltura com que personagens centrais do mensalão transitavam no coração do governo Lula antes da eclosão do maior escândalo de corrupção da história política do país. Valério lembra das vezes em que Delúbio Soares, seu interlocutor frequente até a descoberta do esquema, participava de animados encontros à noite no Palácio da Alvorada, que não raro servia de pernoite para o ex-tesoureiro petista. “O Delúbio dormia no Alvorada. Ele e a mulher dele iam jogar baralho com Lula à noite. Alguma vez isso ficou registrado lá dentro? Quando você quer encontrar (alguém), você encontra, e sem registro.” O operador do mensalão deixa transparecer que ele próprio foi a uma dessas reuniões noturnas no Alvorada. Sobre sua aproximação com o PT, Valério conta que, diferentemente do que os petistas dizem há sete anos, ele conheceu Delúbio durante a campanha de 2002. Quem apresentou a ele o petista foi Cristiano Paz, seu ex-sócio, que intermediava uma doação à campanha de Lula.
(…)
EMPRÉSTIMOS DO RURAL FORAM FEITOS COM AVAL DE LULA E DIRCEU“O banco ia emprestar dinheiro para uma agência quebrada?” Os ministros do STF já consideraram fraudulentos os empréstimos concedidos pelo Banco Rural às agências de publicidade que abasteceram o mensalão. Para Valério, a decisão do Rural de liberar o dinheiro — com garantias fajutas e José Genoino e Delúbio Soares como fiadores — não foi um favor a ele, mas ao governo Lula. “Você acha que chegou lá o Marcos Valério com duas agências quebradas e pediu: ‘Me empresta aí 30 milhões de reais pra eu dar pro PT’? O que um dono de banco ia responder?” Valério se lembra sempre de José Augusto Dumont, então presidente do Rural. “O Zé Augusto, que não era bobo, falou assim: ‘Pra você eu não empresto’. Eu respondi: ‘Vai lá e conversa com o Delúbio’. ”A partir daí a solução foi encaminhada. Os empréstimos, diz Valério, não existiriam sem o aval de Lula e Dirceu. “Se você é um banqueiro, você nega um pedido do presidente da República?”
(…)
VEJA edição histórica, arrasta o ALI BABÁ para o olho do furacão.
“O tumor da corrupção impune assumiu dimensões tão perturbadoras que talvez só possa ser lancetado por um quadrilheiro de grosso calibre ─ alguém como Marcos Valério”. Foi esse o fecho do post publicado em 26 de agosto (veja a seção Vale Reprise), que resume num dos parágrafos o que ocorreria se o publicitário vigarista que virou diretor-financeiro da quadrilha do mensalão resolvesse abrir o bico.
“As revelações de Roberto Jefferson abalaram as fundações do governo Lula e devassaram o bordel das messalinas disfarçado de templo das vestais. O teor explosivo das histórias que Valério tem para contar é infinitamente maior. Depois da primeira prisão preventiva, ele avisou mais de uma vez que, se fosse abandonado no barco a caminho do naufrágio, afundaria atirando ─ e tinha balas na agulha tanto para mensaleiros juramentados quanto para Lula”.
Não era blefe, atesta mais uma histórica edição de VEJA. Embora não tenha esgotado seu estoque de segredos, o que Marcos Valério já contou é suficiente para convencer o mais fanático petista de que o mensalão existiu, apertar a corda que envolve o pescoço dos antigos comparsas e devolver o ex-presidente Lula ao olho do furacão que quase o levou para longe do poder em 2005.
As revelações começam já na capa ─ “Não podem condenar só os mequetrefes. Só não sobrou para o Lula porque eu, o Delúbio e o Zé não falamos” ─ e se estendem pela reportagem de oito páginas assinada por Rodrigo Rangel. Confiram sete disparos de grosso calibre:
“Lula era o chefe”.
“Dirceu era o braço direito do Lula, o braço que comandava”.
“O Delúbio dormia no Alvorada. Ele e a mulher dele iam jogar baralho com o Lula à noite”.
“O caixa do PT foi de 350 milhões de reais”.
“(Depois da descoberta do escândalo), meu contato com o PT era o Paulo Okamotto. O papel dele era tentar me acalmar”.
“O PT me fez de escudo, me usou como boy de luxo. Mas eles se ferraram porque agora vai todo mundo para o ralo”.
“Vão me matar. Tenho de agradecer por estar vivo até hoje”.
A caixa-preta foi aberta. Só poderá ser fechada por meio da violência. Para impedir que o pior aconteça, basta que as autoridades policiais completem o serviço, o Ministério Público cumpra seu dever e o Judiciário inteiro se mire no exemplo dos oito do Supremo
“As revelações de Roberto Jefferson abalaram as fundações do governo Lula e devassaram o bordel das messalinas disfarçado de templo das vestais. O teor explosivo das histórias que Valério tem para contar é infinitamente maior. Depois da primeira prisão preventiva, ele avisou mais de uma vez que, se fosse abandonado no barco a caminho do naufrágio, afundaria atirando ─ e tinha balas na agulha tanto para mensaleiros juramentados quanto para Lula”.
Não era blefe, atesta mais uma histórica edição de VEJA. Embora não tenha esgotado seu estoque de segredos, o que Marcos Valério já contou é suficiente para convencer o mais fanático petista de que o mensalão existiu, apertar a corda que envolve o pescoço dos antigos comparsas e devolver o ex-presidente Lula ao olho do furacão que quase o levou para longe do poder em 2005.
As revelações começam já na capa ─ “Não podem condenar só os mequetrefes. Só não sobrou para o Lula porque eu, o Delúbio e o Zé não falamos” ─ e se estendem pela reportagem de oito páginas assinada por Rodrigo Rangel. Confiram sete disparos de grosso calibre:
“Lula era o chefe”.
“Dirceu era o braço direito do Lula, o braço que comandava”.
“O Delúbio dormia no Alvorada. Ele e a mulher dele iam jogar baralho com o Lula à noite”.
“O caixa do PT foi de 350 milhões de reais”.
“(Depois da descoberta do escândalo), meu contato com o PT era o Paulo Okamotto. O papel dele era tentar me acalmar”.
“O PT me fez de escudo, me usou como boy de luxo. Mas eles se ferraram porque agora vai todo mundo para o ralo”.
“Vão me matar. Tenho de agradecer por estar vivo até hoje”.
A caixa-preta foi aberta. Só poderá ser fechada por meio da violência. Para impedir que o pior aconteça, basta que as autoridades policiais completem o serviço, o Ministério Público cumpra seu dever e o Judiciário inteiro se mire no exemplo dos oito do Supremo
Marco Valéria abre o bico: LULA era o chefe do mensalão.
Diante da perspectiva de terminar seus dias na cadeia, o publicitário começa a revelar os segredos que guardava - entre eles, o fato de que o ex-presidente sabia do esquema de corrupção armado no coração do seu governo
Rodrigo Rangel
NO INFERNO - O empresário Marcos Valério, na porta da escola do filho, em Belo Horizonte, na última quarta-feira: revelações sobre o escândalo (Cristiano Mariz)
Dos 37 réus do mensalão, o empresário Marcos Valério é o único que não tem um átimo de dúvida sobre o seu futuro. Na semana passada, o publicitário foi condenado por lavagem de dinheiro, crime que acarreta pena mínima de três anos de prisão. Computadas punições pelos crimes de corrupção ativa e peculato, já decididas, mais evasão de divisas e formação de quadrilha, ainda por julgar a sentença de Marcos Valério pode passar de 100 anos de reclusão. Com todas as atenuantes da lei penal brasileira, não é totalmente improvável que ele termine seus dias na cadeia.
Confira outros destaques de VEJA desta semana
Apontado como responsável pela engenharia financeira que possibilitou ao PT montar o maior esquema de corrupção da história, Valério enfrenta um dilema. Nos últimos dias, ele confidenciou a pessoas próximas detalhes do pacto que havia firmado com o partido. Para proteger os figurões, conta que assumiu a responsabilidade por crimes que não praticou sozinho e manteve em segredo histórias comprometedoras que testemunhou quando era o "predileto" do poder. Em troca do silêncio, recebeu garantias. Primeiro, de impunidade. Depois, quando o esquema teve suas entranhas expostas pela Procuradoria-Geral da República, de penas mais brandas. Valério guarda segredos tão estarrecedores sobre o mensalão que ele não consegue mais guardar só para si - mesmo que agora, desiludido com a falsa promessa de ajuda dos poderosos a quem ajudou, tenha um crescente temor de que eles possam se vingar dele de forma ainda mais cruel.
Feita com base em revelações de parentes, amigos e associados, a reportagem de capa de VEJA desta semana reabre de forma incontornável a questão da participação do ex-presidente Lula no mensalão. "Lula era o chefe", vem repetindo Valério com mais frequência e amargura agora que já foi condenado pelo STF. A reportagem tem cinco capítulos - e o primeiro deles pode ser lido abaixo:
"O caixa do PT foi de 350 milhões de reais"
Leandro Martins/Futura Pres
O CHEFE: Segredo guardados por Valério põem o ex-presidente Lula no centro do esquema do mensalão
A acusação do Ministério Público Federal sustenta que o mensalão foi abastecido com 55 milhões de reais tomados por empréstimo por Marcos Valério junto aos bancos Rural e BMG, que se somaram a 74 milhões desviados da Visanet, fundo abastecido com dinheiro público e controlado pelo Banco do Brasil. Segundo Marcos Valério, esse valor é subestimado. Ele conta que o caixa real do mensalão era o triplo do descoberto pela polícia e denunciado pelo MP. Valério diz que pelas arcas do esquema passaram pelo menos 350 milhões de reais. "Da SMP&B vão achar só os 55 milhões, mas o caixa era muito maior. O caixa do PT foi de 350 milhões de reais, com dinheiro de outras empresas que nada tinham a ver com a SMP&B nem com a DNA", afirma o empresário. Esse caixa paralelo, conta ele, era abastecido com dinheiro oriundo de operações tão heterodoxas quanto os empréstimos fictícios tomados por suas empresas para pagar políticos aliados do PT. Havia doações diretas diante da perspectiva de obter facilidades no governo. "Muitas empresas davam via empréstimos, outras não." O fiador dessas operações, garante Valério, era o próprio presidente da República.
Lula teria se empenhado pessoalmente na coleta de dinheiro para a engrenagem clandestina, cujos contribuintes tinham algum interesse no governo federal. Tudo corria por fora, sem registros formais, sem deixar nenhum rastro. Muitos empresários, relata Marcos Valério, se reuniam com o presidente, combinavam a contribuição e em seguida despejavam dinheiro no cofre secreto petista. O controle dessa contabilidade cabia ao então tesoureiro do partido, Delúbio Soares, que é réu no processo do mensalão e começa a ser julgado nos próximos dias pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa. O papel de Delúbio era, além de ajudar na administração da captação, definir o nome dos políticos que deveriam receber os pagamentos determinados pela cúpula do PT, com o aval do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, acusado no processo como o chefe da quadrilha do mensalão: "Dirceu era o braço direito do Lula, um braço que comandava". Valério diz que, graças a sua proximidade com a cúpula petista no auge do esquema, em 2003 e 2004, teve acesso à contabilidade real. Ele conta que a entrada e a saída de recursos foram registradas minuciosamente em um livro guardado a sete chaves por Delúbio. Pelo seu relato, o restante do dinheiro desse fundão teve destino semelhante ao dos 55 milhões de reais obtidos por meio dos empréstimos fraudulentos tomados pela DNA e pela SMP&B. Foram usados para remunerar correligionários e aliados. Os valores calculados por Valério delineiam um caixa clandestino sem paralelo na política. Ele fala em valores dez vezes maiores que a arrecadação declarada da campanha de Lula nas eleições presidenciais de 2002
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Marta diz que LULA é DEUS!!!
Na véspera de assumir o Ministério da Cultura, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) se despediu nesta quarta-feira do Senado elogiada pelos colegas. A petista garantiu que vai participar da campanha de Fernando Haddad (PT) à prefeitura de São Paulo e destacou que o trio formado por ela, Dilma Rosseff e o ex-presidente Lula pode levantar a candidatura petista.
"O trio Lula , Dilma, Marta é muito forte. O Lula é um deus! Dilma é bem avaliada e eu tenho o apelo de quem fez. Então, com a entrada desse trio, vai dar certo. Eu combinei que ia entrar na hora e agora estou entrando", afirmou Marta.
A ex-prefeita negou que estivesse se sentindo vingada por ter sido preterida na disputa da capital paulista. "Não passa por aí. Eu fiquei triste quando aconteceu e não escondi de ninguém. Mas disse: na hora que achar que faço a diferença eu entro. Eu falei para o Haddad primeiro ele gastar sola de sapato, conhecer a cidade", disse a senadora na despedida do Congresso.
A nova ministra disse que tentará aumentar o orçamento da Cultura apenas com emendas parlamentares e não pedindo verba diretamente para a presidenta. "Teve um acréscimo substancial no orçamento (do Ministério da Cultura). Vou tentar ampliar, ver com emendas. Não me debrucei ainda sobre isso. É importante realçar que está satisfatório (o que veio do Governo). Vou ampliar não pedindo para a presidente, vou ampliar com emendas no orçamento", revelou Marta.
A senadora promete " fazer acontecer". Disse que está animada para assumir mais esse desafio e que pretende inovar. "Sempre inovei por onde passei. São Paulo tem inovações que fui eu que deixei como prefeita. Tenho certeza que vou deixar uma marca quando entrar na Cultura, como deixei no Turismo. Estou cada vez mais animada. Gosto do que é difícil. O governo da presidente Dilma precisa de uma marca na Cultura. E é essa marca que eu vou buscar", concluiu a petista
COMENTÁRIO: Essa mulher tá LOUCA!!!!!!!!!!!!!!
"O trio Lula , Dilma, Marta é muito forte. O Lula é um deus! Dilma é bem avaliada e eu tenho o apelo de quem fez. Então, com a entrada desse trio, vai dar certo. Eu combinei que ia entrar na hora e agora estou entrando", afirmou Marta.
A ex-prefeita negou que estivesse se sentindo vingada por ter sido preterida na disputa da capital paulista. "Não passa por aí. Eu fiquei triste quando aconteceu e não escondi de ninguém. Mas disse: na hora que achar que faço a diferença eu entro. Eu falei para o Haddad primeiro ele gastar sola de sapato, conhecer a cidade", disse a senadora na despedida do Congresso.
A nova ministra disse que tentará aumentar o orçamento da Cultura apenas com emendas parlamentares e não pedindo verba diretamente para a presidenta. "Teve um acréscimo substancial no orçamento (do Ministério da Cultura). Vou tentar ampliar, ver com emendas. Não me debrucei ainda sobre isso. É importante realçar que está satisfatório (o que veio do Governo). Vou ampliar não pedindo para a presidente, vou ampliar com emendas no orçamento", revelou Marta.
A senadora promete " fazer acontecer". Disse que está animada para assumir mais esse desafio e que pretende inovar. "Sempre inovei por onde passei. São Paulo tem inovações que fui eu que deixei como prefeita. Tenho certeza que vou deixar uma marca quando entrar na Cultura, como deixei no Turismo. Estou cada vez mais animada. Gosto do que é difícil. O governo da presidente Dilma precisa de uma marca na Cultura. E é essa marca que eu vou buscar", concluiu a petista
COMENTÁRIO: Essa mulher tá LOUCA!!!!!!!!!!!!!!
Marta ganha um Ministério de consolação, ela não vive sem holofotes.
Ana de Hollada foi demitida do Ministério da Cultura. Em seu lugar, assume a senadora Marta Suplicy (PT-SP). Falemos primeiro da que sai. Deixa a pasta aquela que nunca deveria ter sido nomeada. Ao fazê-lo, Dilma escolheu um sobrenome — Buarque de Holanda (o “Hollanda” dela tem dois eles, não sei se por erro de registro ou questões numerológicas) —, não uma gestora para a pasta. Era uma espécie de medalha de reconhecimento pelos serviços prestados ao partido pelo irmão da maninha, o já decano do engajamento “esquerdosamente correto”. A causa mais recente de Chico Jabuti é a candidatura de Marcelo Freixo, a que aderiram 10 de cada 10 militantes de extrema esquerda de Copacabana, Leblon e Ipanema. Mas voltemos.
Ana foi um fiasco na pasta desde o começo. Ficava evidente que não tinha a mais remota ideia do que fazer por lá. Os próprios petistas não se entendiam a respeito. Boa parte do “engajamento cultural” no Brasil é, como sabem, financiada pelo “estado burguês” com o qual os engajados querem acabar. A ideologia mais influente no Brasil continua a ser a do assalto aos cofres públicos, seja com mensaleiros, seja com “artistas” que estão certos de que os desdentados são obrigados a financiar suas metáforas. Por inépcia política e administrativa, Ana não conseguiu ordenar a distribuição do leite de pata estatal para bocas sedentas. Estavam todos descontentes.
Não que sua passagem pela pasta tenha sido irrelevante! Nada disso! Kim Jong-Lula, nosso estimado líder, fará em São Paulo um “Memorial da Democracia”, como sabem. Em São Bernardo, o prefeito Luiz Marinho (PT), seu primeiro-estafeta, decidiu construir um “Museu da Greve”. É isso mesmo! A obra custará R$ 18 milhões. O município arcará com R$ 3,6 milhões. O resto virá do governo federal — parte do dinheiro, Ana prometeu, sairá do… Ministério da Cultura!
Só isso? Não! Ana assegurou que o tal memorial de Lula — o de São Paulo, não o museu de São Bernardo — também contará com recursos da Lei Rouanet. Entenderam, companheiros? Ana pode não ter sabido atender às demandas dos artistas sequiosos de uma verbinha pública, mas assegurou recursos para dois monumentos em homenagem ao Apedeuta! É um escracho!
O grupo de teatro amador a que pertence Bia Lula, neta do Apedeuta, conquistou o direito de captar R$ 300 mil pela Lei Rouanet. A primeira a se apresentar para financiar o espetáculo foi a Oi, ex-Telemar — aquela que havia investido alguns milhões da Gamecorp de Lulinha, filho do Lulão e tio de Bia.A obra dessa gigante ainda não está completa. Ana aprovou outro projeto, se me permitem o vocábulo, “seminal” para a cultura, que envolve o livro “Leite Derramado”, de um tal Chico Buarque de Holanda. A Biblioteca Nacional decidiu financiar a tradução da obra para o coreano. Faz sentido? Claro que faz! Se queremos mimosear os coreanos — os do Sul; no Norte, comandando pelos comunistas, amigos de Chico, livros estrangeiros são proibidos — com o leite derramado pelo irmão de Ana, por que os brasileiros não haveriam de pagar por isso?
A ministra que entraO esforço para tentar impedir a eleição de José Serra (PSDB) em São Paulo já custou dois ministérios: o da Pesca (o tiro, por enquanto, saiu pela culatra) e o da Cultura. Dilma meteu o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), sobrinho de Edir Macedo e bispo da Igreja Universal, no Ministério da Piaba. Ele confessou não saber pôr uma minhoca no anzol. Não era metáfora. Seus antecessores também não sabiam.
Dilma nomeou Crivella num esforço apara diminuir a rejeição a Haddad junto aos evangélicos. Ela o fez num momento em que o ministro Gilberto Carvalho (secretário-geral da Presidência) afirmou que os petistas deveriam disputar eleitores com os evangélicos, enfrentá-los mesmo. Houve mal-estar. A operação Crivella, em São Paulo, não deu tão certo assim. A Igreja Universal, por intermédio de seu partido, o PRB, sustentou a candidatura de Russomanno, e, por enquanto, ele tem tirado votos dos petistas na periferia. Seus obreiros estão encarregados de lembrar algumas das “obras” do ex-ministro da Educação — o kit gay é uma delas.
Agora Dilma faz uma segunda concessão à operação Haddad. Lula esmagou Marta em São Paulo. Tirou-a da disputa na base da brutalidade. Chamou os apoiadores de sua candidatura — que reunia a maioria do PT na cidade — e deu uma ordem: “o candidato é outro”. A senadora foi tratada como velha e ultrapassada. Ela ficou brava e resistiu a entrar na campanha. Finalmente, topou gravar mensagens de apoio ao candidato petista e andou chutando a canela de Serra — afinal, é só o que interessa — e ganhou, de presente, o Ministério da Cultura. Vamos ver se saberá se comportar com o devido decoro, agora que tem um cargo no Executivo e que é ministra de todos os brasileiros — também dos não petistas.
PS – Ah, sim: se vocês procurarem nos arquivos, encontrarão alguns textos antevendo o fiasco que seria Ana de Hollanda no Ministério da Cultura. Estava escrito nas estrelas — quero dizer, na estrela.
Dirceu já está preparado para ser preso.
O ex-ministro José Dirceu afirmou ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a outros aliados que não espera mais ser absolvido pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão.
Relator do mensalão vota pela condenação de 9 por lavagem de dinheiro
Dilma indica ministro do STJ Teori Zavascki para o STF
Ministro relator do mensalão diz que Marcos Valério mentiu em interrogatório
Prestes a ser julgado pelo STF, Dirceu disse ainda que está preparado até para a hipótese da prisão.
Não porque existam provas contra ele, mas pela tendência esboçada pela corte, afirmou Dirceu.
Quatro interlocutores do ex-ministro relataram à Folha conversas em que Dirceu se diz "preparado para o pior". Uma delas ocorreu há dez dias durante reunião com Lula, o ex-ministro Márcio Thomaz Bastos e o petista Sigmaringa Seixas.
Na conversa, Dirceu repetiu que, do ponto de vista técnico, o Supremo não teria como sustentar sua condenação. Mas, na opinião dele, o julgamento trilha um caminho político.
O grupo, que se reuniu no domingo retrasado, chegou a discutir o uso de recursos que possam reverter a decisão do Supremo, os chamados embargos infringentes.
Thomaz Bastos fez uma exposição sobre as próximas etapas na corte. Foi debatido ainda o impacto do julgamento nas eleições municipais.
Na avaliação dos participantes, há reflexo negativo, especialmente nas grandes cidades, mas outros partidos, como o PSDB, não estão imunes ao desgaste. No caso dos tucanos, por causa do "mensalão mineiro", que envolve o empresário Marcos Valério em campanha de Eduardo Azeredo em 1998.
CONFIANÇA
Procurada, a assessoria do ex-ministro da Casa Civil afirmou que "José Dirceu está confiante em sua absolvição pelo STF, pois é inocente das acusações que lhe são feitas na ação penal 470. É o que tem dito sempre que conversa sobre o julgamento".
O STF começa, no próximo capítulo de julgamento, a analisar as acusações de corrupção ativa e passiva imputadas a deputados da base aliada, relativas à compra de apoio político no Congresso.
Esse item, o quarto a ser analisado (e sexto da denúncia da Procuradoria), diz respeito à prática de crimes como corrupção e lavagem de dinheiro, envolvendo PP, PL (hoje PR), PTB e PMDB.
Essa etapa ocorrerá quando o tribunal terminar de julgar a denúncia relativa ao crime de lavagem de dinheiro contra dirigentes do Banco Rural e pessoas ligadas a Marcos Valério.
Se conseguir concluir o julgamento desse capítulo sem usar toda a sessão de quinta-feira, o relator Joaquim Barbosa poderá entrar ainda nesta semana na questão do mensalão propriamente dita
Relator do mensalão vota pela condenação de 9 por lavagem de dinheiro
Dilma indica ministro do STJ Teori Zavascki para o STF
Ministro relator do mensalão diz que Marcos Valério mentiu em interrogatório
Prestes a ser julgado pelo STF, Dirceu disse ainda que está preparado até para a hipótese da prisão.
Não porque existam provas contra ele, mas pela tendência esboçada pela corte, afirmou Dirceu.
| Joel Silva-18.jul.2012/Folhapress |
| José Dirceu entra na casa de sua mãe em Passa Quatro (MG), a duas semanas do início do julgamento do mensalão |
Na conversa, Dirceu repetiu que, do ponto de vista técnico, o Supremo não teria como sustentar sua condenação. Mas, na opinião dele, o julgamento trilha um caminho político.
O grupo, que se reuniu no domingo retrasado, chegou a discutir o uso de recursos que possam reverter a decisão do Supremo, os chamados embargos infringentes.
Thomaz Bastos fez uma exposição sobre as próximas etapas na corte. Foi debatido ainda o impacto do julgamento nas eleições municipais.
Na avaliação dos participantes, há reflexo negativo, especialmente nas grandes cidades, mas outros partidos, como o PSDB, não estão imunes ao desgaste. No caso dos tucanos, por causa do "mensalão mineiro", que envolve o empresário Marcos Valério em campanha de Eduardo Azeredo em 1998.
CONFIANÇA
Procurada, a assessoria do ex-ministro da Casa Civil afirmou que "José Dirceu está confiante em sua absolvição pelo STF, pois é inocente das acusações que lhe são feitas na ação penal 470. É o que tem dito sempre que conversa sobre o julgamento".
O STF começa, no próximo capítulo de julgamento, a analisar as acusações de corrupção ativa e passiva imputadas a deputados da base aliada, relativas à compra de apoio político no Congresso.
Esse item, o quarto a ser analisado (e sexto da denúncia da Procuradoria), diz respeito à prática de crimes como corrupção e lavagem de dinheiro, envolvendo PP, PL (hoje PR), PTB e PMDB.
Essa etapa ocorrerá quando o tribunal terminar de julgar a denúncia relativa ao crime de lavagem de dinheiro contra dirigentes do Banco Rural e pessoas ligadas a Marcos Valério.
Se conseguir concluir o julgamento desse capítulo sem usar toda a sessão de quinta-feira, o relator Joaquim Barbosa poderá entrar ainda nesta semana na questão do mensalão propriamente dita
Maluf tem que pagar 438 mil reais 'a JUSTIÇA DE JERSEY.
Os advogados que defendem o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) e seu filho Flávio na ilha de Jersey terão de pagar 135 mil libras (R$ 438 mil) à Justiça de lá por terem perdido mais um recurso.
A derrota se deu no processo em que a Prefeitura de São Paulo busca repatriar US$ 22 milhões que teriam sido desviados na construção da atual avenida Roberto Marinho.
O deputado terá de pagar as custas porque perdeu o recurso em que tentava provar que a Emurb, que geriu a obra, deveria ser a titular da ação, não a prefeitura. É a terceira vez que Maluf tem de pagar custas ou indenizações à Justiça de Jersey. Maluf diz que ele e seu filho não são citados no processo nem têm conta no exterior
A derrota se deu no processo em que a Prefeitura de São Paulo busca repatriar US$ 22 milhões que teriam sido desviados na construção da atual avenida Roberto Marinho.
O deputado terá de pagar as custas porque perdeu o recurso em que tentava provar que a Emurb, que geriu a obra, deveria ser a titular da ação, não a prefeitura. É a terceira vez que Maluf tem de pagar custas ou indenizações à Justiça de Jersey. Maluf diz que ele e seu filho não são citados no processo nem têm conta no exterior
terça-feira, 11 de setembro de 2012
O apagão da DILMA...
Hoje, ao anunciar que o governo vai devolver o que cobrou a mais dos brasileiros na conta de luz, Dilma Rousseff lembrou do "apagão" ocorrido em 2001. Mas não teve coragem de desfazer o "apagão" da verdade, que ela criou no dia 7 de setembro, ao esconder que um dos motivos para baixar o custo da energia elétrica é que o PT, durante 7 anos, cobrou mais de R$ 7 bilhões, indevidamente. O TCU mandou devolver
Cachoeira tentou comprar software p/ fraudar pregão eletrônico.
Escutas da Polícia Federal mostram bicheiro negociando software e maleta capazes de fazer seu grupo ganhar "tudo quanto é licitação"
O contraventor Carlinhos Cachoeira: ousadia (Dida Sampaio/AE)
O bicheiro Carlinhos Cachoeira negociou a compra de um sistema criado no exterior e capaz de fraudar licitações feitas por meio de pregão eletrônico. Escutas feitas pela Polícia Federal dentro da Operação Monte Carlo mostram Cachoeira e o ex-diretor da empreiteira Delta no Centro-Oeste Claudio Abreu falando sobre o software, que funciona com o auxílio de uma maleta.
Leia também:
De acordo com reportagem publicada na edição desta terça-feira do jornal Folha de S.Paulo, Cachoeira e Abreu citam uma empresa chamada Régula como a fornecedora da maleta, fabricada na Bielorrússia. “Eles são exclusivos no mundo inteiro, cara. A gente ganha todas as licitações", disse Cachoeira em uma das conversas grampeadas pela PF, com autorização judicial.
O método da fraude já é conhecido pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pelo Ministério do Planejamento. Investigação feita pelos órgãos encontrou um programa que identificava os lances dos oponentes e, de maneira quase imediata, dava lances um pouco mais baixos, facilitando a vitória. Em dezembro de 2011, o governo editou portaria para impedir que fossem feitas propostas em menos de vinte segundos após um lance.
A PF ainda investiga se a compra do sistema foi concretizada e se a burla chegou a ser feita em alguma licitação. O representante da Régula no Brasil, Alexandre Marinho, confirmou ter sido procurado por pessoas citadas por Cachoeira, mas não informou em qual produto o grupo tinha interesse. O advogado do bicheiro, Nabor Bulhões, disse desconhecer o uso do software pelo seu cliente
domingo, 9 de setembro de 2012
Quem foi o Pai do Plano Real, quem foi o ALI BABÁ e os 40 mensaleiros????
“Qual foi o presidente que mais fez pelo país?”, perguntou o portal iG numa enquete baseada no conceito de real time. Em sete dias, a moderna plataforma computou 195.028 votos ─ uma amostra de bom tamanho do universo de brasileiros que sabem ler e gostam de manter-se bem informados. Confira o desempenho dos seis concorrentes:
Fernando Henrique Cardoso: 116.306 votos
Lula: 63.312
Itamar Franco: 5.187
Dilma Rousseff: 4.884
Fernando Collor: 4.275
José Sarney: 1.064
Se a escolha fosse feita em dois turnos, portanto, Fernando Henrique ─ pela terceira vez ─ teria vencido Lula já no primeiro. A votação do segundo colocado, que mal passou da metade da obtida pelo vitorioso, ajuda a entender por que a sigla FHC está para o SuperLula como a kriptonita verde para o Super-Homem.
Os outros ex-presidentes amargaram cifras anêmicas. Itamar Franco ficou ligeiramente acima de 5 mil votos. Dilma e Collor, nem isso. Sarney garantiu a lanterninha com um desempenho de vereador dos cafundós do Maranhão.
Faz 10 anos que Lula repete a ladainha da “herança maldita”, agora com Dilma Rousseff caprichando na segunda voz. A enquete do iG reitera que o Brasil que pensa contempla com desdém a choradeira dos farsantes. No universo da internet, só blogueiros estatizados e milicianos fanáticos tentam debitar na conta de FHC os aleijões que o padrinho concebeu, a afilhada pariu e ambos amamentaram. Um deles está em julgamento no Supremo Tribunal Federal.
Embusteiros desmoralizados pela enquete refugiam-se em “pesquisas de popularidade” que mostram a dupla em marcha acelerada para os 100% (ou 103%, se a margem de erro oscilar a favor). A consulta no portal abrangeu quase 200 mil leitores. Para que as usinas de estatísticas atendam às encomendas do governo, bastam algumas centenas de formulários preenchidos por eleitores que ninguém viu.
Os sucessivos recordes estabelecidos pelos campeões de popularidade colidem estrondosamente com pesquisas eleitorais embaladas pelos mesmos fabricantes de porcentagens amigas. Lula se aproxima dos 90% no Recife. A candidatura de Humberto Costa avança pela trilha do penhasco. Dilma passa dos 95% em Belo Horizonte. A campanha de Patrus Ananias, vista por Nelson Rodrigues, lembraria a aridez de três desertos. O ex-presidente e a sucessora somam 180% em São Paulo. Fernando Haddad não atinge sequer os índices historicamente alcançados por qualquer poste companheiro.
Nenhum mistério. Como pesquisas eleitorais podem ser desmoralizadas pela votação real, convém agir com cuidado e rigor científico pelo menos na reta final da disputa, para evitar a perda de todos os clientes sérios que sustentam a turma na entressafra. Pesquisas de popularidade não são submetidas ao testes das urnas. As coisas ficam entre o comerciante e o freguês, sempre em busca de mais uma malandragem que será revendida nos palanques e na imprensa.
O truque se repete há dez anos. Mas o prazo de validade parece estar chegando ao fim. Se Lula fosse tão popular, o filme sobre sua vida não seria um dos maiores fiascos da história do cinema. Se fosse o herói incomparável da classe média emergente, não seria surrado por Ayrton Senna na votação feita pelo SBT para escolher o brasileiro mais importante de todos os tempos.
A enquete apenas reiterou o aviso: é cada vez maior o número de brasileiros que sabem quem fez o Plano Real e quem fez o mensalão.
O infiltrado TOFFOLI arquivou processo de mensaleiro. Por maioria ministros reabriram o caso!!!
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, chamou de "temerária" a decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) José Dias Toffoli de arquivar no ano passado inquérito que investigava um dos réus do processo do mensalão, o deputado federal Pedro Henry (PP-MT). Em março deste ano, a maioria dos ministros do STF deu razão a Gurgel, e o inquérito foi reaberto. Nele, Henry é investigado por suspeita de peculato (desvio de recursos), crime cuja pena varia de 2 a 12 anos de reclusão.
Henry é suspeito de desviar recursos da Câmara dos Deputados para contratar um piloto para o seu avião particular. Christiano Furlan afirmou ter trabalhado em 2004 como piloto do deputado em Mato Grosso, embora fosse lotado em cargo comissionado na liderança do PP (Partido Progressista) na Câmara, em Brasília. A afirmação, feita em reclamação trabalhista, não foi contestada por Henry, que se defendeu dizendo que o avião transportava políticos do Estado, um apoio ao exercício do mandato, e que a Câmara na época não proibia isso.
A Procuradoria apontou "incompatibilidade do exercício da função" e o inquérito passou a tramitar em 2010 no Supremo, sob a relatoria de Toffoli. Em 2011, ele o arquivou, alegando que o fato "não constitui crime" e que decisões anteriores do STF permitiam o trancamento por "atipicidade do fato". Para Toffoli, o trabalho de Furlan poderia ser enquadrado em itens que permitiam ao comissionado "acompanhar a tramitação de proposições de interesse" da Câmara e desempenhar tarefas correlatas de assessoramento.
Roberto Gurgel recorreu afirmando que Furlan atuava só como piloto particular de Henry, "sem nunca sequer ter vindo a Brasília", e disse que seria temerário encerrar a investigação alegando atipicidade dos fatos, "sobretudo quando o titular da ação penal [...] sustenta convicção notadamente contrária". No mensalão, Pedro Henry é acusado de receber, com os ex-deputados José Janene e Pedro Corrêa, R$ 4,1 milhões do esquema montado pelo empresário Marcos Valério de Souza e pelo PT -o repasse de dinheiro a parlamentares será julgado pelo STF nas próximas semanas.(Folha de São Paulo)
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Justiça suiça devolve 6,8 milhões de dólares ao Brasil.
Dinheiro retirado pelo ex-juiz de obras do TRT de SP estava congelado em Genebra e será transferido para o Brasil nas próximas semanas
Nicolau dos Santos Neto, o Lalau: dinheiro desviado de obra pública era depositado em conta na Suíça (Cláudio Rossi)
Leia também:
Luiz Estevão devolverá R$ 80 mi à União por desvio no TRT
Rede de Escândalos: saiba o que fez Lalau
O caso surgiu em 2000, quando o então procurador de Genebra, Bernard Bertossa, passou a suspeitar de uma movimentação milionária na sucursal do banco Santander de Genebra, não condizente com o salário do ex-juiz. O procurador informou as autoridades brasileiras, que já haviam iniciado a investigação sobre o desvio de verbas nas obras do TRT de São Paulo.
As investigações mostraram que, entre 1991 e 1994, dezoito transações levaram para a Suíça 6,8 milhões de dólares para contas do ex-juiz e de sua esposa. A movimentação seria apenas parte de um esquema que levou para fora do Brasil milhões de dólares, inclusive para os Estados Unidos.
Recurso - Em 2005, Lalau seria condenado no Brasil por lavagem de dinheiro e desvio de fundos públicos. Mas isso seria apenas parte do processo em busca do dinheiro desviado. A União abriu um processo em Genebra para reaver o dinheiro desviado que já estava bloqueado na Suíça.
O ex-juiz usou de todos os mecanismos legais para impedir a repatriação do dinheiro. Apresentou três recursos em diversas instâncias na suíça. Agora, a Corte máxima do país confirmou que o dinheiro deve ser devolvido ao Brasil. No último recurso, o ex-juiz e sua esposa alegaram que não tiveram o direito de serem ouvidos pelo tribunal. A Corte rejeitou essa tese e alegou que o recurso não poderia ser considerado.
Yves Klein, um dos advogados em Genebra que atuou à pedido do governo brasileiro, explicou à reportagem que o dinheiro será colocado à disposição do governo de Genebra para então ser transferido para o Brasil. Segundo ele, a Justiça reconheceu que o dinheiro vinha dos fundos desviados da construção do TRT em São Paulo.
"Os milhões confiscados serão transferidos para o Brasil nas próximas semanas", confirmou o advogado. O dinheiro irá para a União, já que os recursos para as obras do TRT vinha de Brasília. O volume repatriado ainda não faria parte do acordo que o ex-juiz teria fechado com a AGU. Lalau cumpre atualmente prisão domiciliar. Procurado, o advogado do juiz Nicolau dos Santos Neto, Celmo de Assis Pereira, não se pronunciou.
(Com Agência Estado)
comentário: enquanto a Justiça Suiça manda ao Brasil 6,8 milhões de dólares que não lhes pertencem, a Justiça de Rondônia Rouba 5 bilhôes de reais dos cofres publicos...seria interessante esses 6,8 milhôes terem ficado na Suiça, por lá eles dariam bom uso do dinheiro...por aqui ainda não temos JUSTIÇA!!!!
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
domingo, 2 de setembro de 2012
Ladrão do Erário Público pede votos!!!!VOTA NELE ABESTADO.
Marcelo Sperandio
TEMPO REAL - Toninho, sua tornozeleira e o monitoramento da PF: ele estava em Brasília (Cristiano Mariz/Rodrigo Oliveira)
A PF descobriu, em junho, que um esquema atribuído a Toninho surrupiou 2,7 milhões de reais de verbas federais destinadas à prefeitura. O dinheiro vinha de dois convênios com o Ministério da Integração Nacional. Um contrato, de 2009, destinou 1,2 milhão de reais à reconstrução de uma ponte e à reforma de duas barragens. Outro, de 2010, no valor de 1,5 milhão de reais, previa a recuperação de 100 quilômetros de estradas vicinais. Segundo a polícia, nenhuma obra foi realizada, e o dinheiro acabou repartido entre Toninho, o contador da prefeitura (seu atual candidato a vice), o secretário municipal de Transportes e os donos das duas construtoras que venceram as licitações fraudulentas. Cada um teria amealhado 540 000 reais. Durante a investigação, servidores e empresários disseram que estavam sendo ameaçados pelo grupo do prefeito para mentir nos depoimentos e negar os desvios. A PF pediu, então, a prisão dos envolvidos. A Justiça rejeitou a solicitação, mas impôs medidas alternativas: afastou Toninho e os dois assessores dos cargos, mandou-os ficar a pelo menos 100 metros da prefeitura e proibiu o contato entre eles. Para verificar se as ordens estão sendo cumpridas, determinou que os três utilizem tornozeleiras eletrônicas - monitoradas em tempo real na tela dos computadores da PF. Se alguma condição for violada, um alerta será disparado automaticamente - e o infrator pode ir para a cadeia.
O monitoramento não tem prazo estabelecido. A Justiça decretou o uso do equipamento até o fim das investigações, ainda sem previsão de conclusão. Toninho Tornozeleira nega todas as acusações: "Sou vítima da maior perseguição política da história do Brasil". Enquanto isso, o prefeito afastado tenta reverter a decisão por conta própria. Depois de cruzar 500 quilômetros de estrada, passou a última semana inteira em Brasília, articulando com amigos e apoiadores o fim do seu "constrangimento", como ele diz. Sobre isso, afirma o delegado da PF Marcelo Freitas: "O político deveria ficar constrangido por roubar dinheiro público, não por usar uma tornozeleira". E a galeria cresce
sábado, 1 de setembro de 2012
Sem comentários!!!!Tire sua conclusões da JUSTIÇA DE BRASILIA!!!
O desembargador Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, determinou a suspensão do processo contra o bicheiro Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, referente às investigações da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal (PF).
O tribunal informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o desembargador suspendeu o do processo até que as companhias telefônicas, responsáveis por linhas que foram usadas pela PF para a investigação, forneçam informações sobre os grampos.
Ainda de acordo com o tribunal, as companhias devem informar extratos telefônicos e identificação de quando e quais dados foram acessados a partir da senha fornecida aos policiais federais para o grampeamento das chamadas.
Enquanto essas informações não forem incluídas nos autos, o processo ficará suspenso, ou seja, nenhuma outra decisão pode ser tomada por parte do juiz responsável pelo caso, Alderico Santos.
A defesa alega que as escutas da PF foram ilegais.
Carlos Cachoeira é acusado de comandar uma quadrilha que explorava jogos ilegais no Estado de Goiás e de ser dono de diversas empresas fantasmas que fraudavam licitações públicas e lavavam dinheiro proveniente de corrupção. Ele está preso desde 29 de fevereiro quando foi deflagrada a Operação Monte Carlo e já teve diversos habeas corpus negados pela Justiça
O tribunal informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o desembargador suspendeu o do processo até que as companhias telefônicas, responsáveis por linhas que foram usadas pela PF para a investigação, forneçam informações sobre os grampos.
Ainda de acordo com o tribunal, as companhias devem informar extratos telefônicos e identificação de quando e quais dados foram acessados a partir da senha fornecida aos policiais federais para o grampeamento das chamadas.
Enquanto essas informações não forem incluídas nos autos, o processo ficará suspenso, ou seja, nenhuma outra decisão pode ser tomada por parte do juiz responsável pelo caso, Alderico Santos.
A defesa alega que as escutas da PF foram ilegais.
Carlos Cachoeira é acusado de comandar uma quadrilha que explorava jogos ilegais no Estado de Goiás e de ser dono de diversas empresas fantasmas que fraudavam licitações públicas e lavavam dinheiro proveniente de corrupção. Ele está preso desde 29 de fevereiro quando foi deflagrada a Operação Monte Carlo e já teve diversos habeas corpus negados pela Justiça
Justiça BANDIDA desvia 2 bilhões em Rondônia.
Folha - A corrupção no Judiciário diminuiu ou ficou mais exposta?
Eliana Calmon - Ficou mais exposta. Não senti que houve uma diminuição.
Qual foi o episódio de corrupção mais grave?
Um desfalque na Justiça do Trabalho em Rondônia, mais de R$ 2 bilhões. Há advogados envolvidos. Um desembargador foi afastado.
A senhora teme retrocesso no combate à corrupção?
Não. Acho que o ministro Francisco Falcão dará continuidade ao trabalho.
Ele empregava a mulher, a filha e a irmã em seu gabinete, quando foi juiz federal.
Na época, isso era comum no Judiciário. Não era ilegal. Era a mistura do público e do privado. Hoje o nepotismo é proibido.
O atual corregedor do TJ-SP, José Renato Nalini, diz que a corregedoria paulista serviu de modelo para o CNJ. A corregedoria paulista é eficiente?
Eu não posso dizer que seja de absoluta eficiência, porque São Paulo é muito grande. Mas a corregedoria paulista controla os seus juízes, coisa que não existe em muitas corregedorias.
O que a inspeção do CNJ no TJ-SP descobriu?
Encontramos algumas irregularidades na folha de pagamento. Uma servidora levava para casa o computador onde estavam os pagamentos aos desembargadores. Ela foi exonerada pela nova administração. Essa funcionária recebeu ordem de nos fornecer o material. Levou dois dias para cumprir.
Quais são as corregedorias mais ineficientes?
Mato Grosso do Sul, Piauí...
Qual o tribunal mais eficiente?
O melhor tribunal em nível geral é o Tribunal de Justiça de Sergipe. Tudo funciona muito bem lá.
Qual é a sua expectativa em relação ao CNJ sob a presidência do ministro Joaquim Barbosa?
Ele é rigoroso, muito ético. Em sessões que presidiu [substituindo Ayres Britto], vi que está antenado com o CNJ. Não tem conversa fiada.
*A senhora se arrepende de ter dito que há "bandidos de toga"? *
Absolutamente. Precisava ser dito, faria tudo outra vez.
A senhora alimenta algum projeto político?
Dizem que eu teria uma eleição ganha para senadora. Não tenho aptidão.
E na advocacia?
Não. Pela minha idade, acho muito penoso bater perna no fórum, fazer sustentação oral. Acho que não poderia fazer advocacia de lobby. Pelo meu perfil, ninguém iria me contratar (risos). Eu penso muito em me filiar, no futuro, a uma ONG na área de denúncias de corrupção
Eliana Calmon - Ficou mais exposta. Não senti que houve uma diminuição.
Qual foi o episódio de corrupção mais grave?
Um desfalque na Justiça do Trabalho em Rondônia, mais de R$ 2 bilhões. Há advogados envolvidos. Um desembargador foi afastado.
A senhora teme retrocesso no combate à corrupção?
Não. Acho que o ministro Francisco Falcão dará continuidade ao trabalho.
Ele empregava a mulher, a filha e a irmã em seu gabinete, quando foi juiz federal.
Na época, isso era comum no Judiciário. Não era ilegal. Era a mistura do público e do privado. Hoje o nepotismo é proibido.
O atual corregedor do TJ-SP, José Renato Nalini, diz que a corregedoria paulista serviu de modelo para o CNJ. A corregedoria paulista é eficiente?
Eu não posso dizer que seja de absoluta eficiência, porque São Paulo é muito grande. Mas a corregedoria paulista controla os seus juízes, coisa que não existe em muitas corregedorias.
O que a inspeção do CNJ no TJ-SP descobriu?
Encontramos algumas irregularidades na folha de pagamento. Uma servidora levava para casa o computador onde estavam os pagamentos aos desembargadores. Ela foi exonerada pela nova administração. Essa funcionária recebeu ordem de nos fornecer o material. Levou dois dias para cumprir.
Quais são as corregedorias mais ineficientes?
Mato Grosso do Sul, Piauí...
Qual o tribunal mais eficiente?
O melhor tribunal em nível geral é o Tribunal de Justiça de Sergipe. Tudo funciona muito bem lá.
Qual é a sua expectativa em relação ao CNJ sob a presidência do ministro Joaquim Barbosa?
Ele é rigoroso, muito ético. Em sessões que presidiu [substituindo Ayres Britto], vi que está antenado com o CNJ. Não tem conversa fiada.
*A senhora se arrepende de ter dito que há "bandidos de toga"? *
Absolutamente. Precisava ser dito, faria tudo outra vez.
A senhora alimenta algum projeto político?
Dizem que eu teria uma eleição ganha para senadora. Não tenho aptidão.
E na advocacia?
Não. Pela minha idade, acho muito penoso bater perna no fórum, fazer sustentação oral. Acho que não poderia fazer advocacia de lobby. Pelo meu perfil, ninguém iria me contratar (risos). Eu penso muito em me filiar, no futuro, a uma ONG na área de denúncias de corrupção
PIB pifio faz o BRASIL perder o posto de 6 economia do mundo.
O fraco resultado da economia brasileira no segundo trimestre sepultou a permanência do Brasil como sexta maior economia do mundo – posto que havia sido atingido no início do ano com o anúncio dos resultados econômicos de 2011, desbancando o Reino Unido. Ainda que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, mostre um estranho otimismo em relação aos próximos trimestres, o resultado atual – alta de 0,5% no PIB no primeiro semestre – coloca o país de volta à sétima posição, atrás de Grã-Bretanha, França, Alemanha, Japão, China e Estados Unidos.
Segundo dados da Economist Intelligence Unit (EIU), centro de estudos econômicos ligado à tradicional revista britânica The Economist, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil nos últimos doze meses soma 2,391 trilhões de dólares, ante 2,415 trilhões de dólares da Grã-Bretanha. No ano passado, a economia brasileira produziu riquezas que totalizaram 2,48 trilhões de dólares, enquanto o país europeu somou 2,26 trilhões de dólares.
Segundo o analista da EIU, Robert Wood, além da desaceleração econômica, a desvalorização do real foi crucial para a queda no ranking. "Desde março, o real enfrenta expressiva queda ante o dólar e isso afetou, parcialmente, o PIB brasileiro na comparação mundial", afirma Wood. Em março de 2012, a moeda americana era cotada a 1,71 real, enquanto, no final de junho, estava em 2,03 reais – mesmo cotação desta sexta-feira. "O desempenho da economia britânica é muito fraco, mas a libra tem se mantido estável em relação ao dólar", acrescenta o economista.
Em abril deste ano, o Fundo Monetário Internacional (FMI) já havia alertado, em seu relatório trimestral, que o Brasil perderia o posto de sexta economia devido ao enfraquecimento do real. De acordo com o FMI, a economia brasileira deve encerrar o ano com um PIB de 2,449 trilhões de dólares, enquanto o da Grã-Bretanha deve chegar a 2,452 trilhões de dólares.
O resultado frustrante ocorre mesmo após as inúmeras medidas de estímulo anunciadas pelo governo federal: o Planalto tem tentado aquecer a economia com medidas que vão do protecionismo para estimular a indústria nacional até a pressão para o corte de juros e expansão do crédito por parte dos bancos públicos e privados. Por último, a presidente Dilma decidiu apelar para o que realmente impulsiona o crescimento sustentável do país: os investimentos em infraestrutura por meio de um agressivo plano de privatizações: o PAC das Concessões. Contudo, o anúncio veio tarde demais para salvar o PIB de 2012
comentário: é bom lembrar que o País não cresceu...os Países industrializados e que desceram, dái o BRASIL ser a 6, e agora perdeu o posto, pois temos no comando uma pessoa que faliu uma loja de 1,99, imagine uma País Gigantesco como o nosso????
Segundo dados da Economist Intelligence Unit (EIU), centro de estudos econômicos ligado à tradicional revista britânica The Economist, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil nos últimos doze meses soma 2,391 trilhões de dólares, ante 2,415 trilhões de dólares da Grã-Bretanha. No ano passado, a economia brasileira produziu riquezas que totalizaram 2,48 trilhões de dólares, enquanto o país europeu somou 2,26 trilhões de dólares.
Segundo o analista da EIU, Robert Wood, além da desaceleração econômica, a desvalorização do real foi crucial para a queda no ranking. "Desde março, o real enfrenta expressiva queda ante o dólar e isso afetou, parcialmente, o PIB brasileiro na comparação mundial", afirma Wood. Em março de 2012, a moeda americana era cotada a 1,71 real, enquanto, no final de junho, estava em 2,03 reais – mesmo cotação desta sexta-feira. "O desempenho da economia britânica é muito fraco, mas a libra tem se mantido estável em relação ao dólar", acrescenta o economista.
Em abril deste ano, o Fundo Monetário Internacional (FMI) já havia alertado, em seu relatório trimestral, que o Brasil perderia o posto de sexta economia devido ao enfraquecimento do real. De acordo com o FMI, a economia brasileira deve encerrar o ano com um PIB de 2,449 trilhões de dólares, enquanto o da Grã-Bretanha deve chegar a 2,452 trilhões de dólares.
O resultado frustrante ocorre mesmo após as inúmeras medidas de estímulo anunciadas pelo governo federal: o Planalto tem tentado aquecer a economia com medidas que vão do protecionismo para estimular a indústria nacional até a pressão para o corte de juros e expansão do crédito por parte dos bancos públicos e privados. Por último, a presidente Dilma decidiu apelar para o que realmente impulsiona o crescimento sustentável do país: os investimentos em infraestrutura por meio de um agressivo plano de privatizações: o PAC das Concessões. Contudo, o anúncio veio tarde demais para salvar o PIB de 2012
comentário: é bom lembrar que o País não cresceu...os Países industrializados e que desceram, dái o BRASIL ser a 6, e agora perdeu o posto, pois temos no comando uma pessoa que faliu uma loja de 1,99, imagine uma País Gigantesco como o nosso????
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