quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
VAZOU
No submundo da espionagem privada e militar do Brasil circulava ontem o informe de que os "serviços norte-americanos, CIA, NSA, FBI e Departamento de Justiça, teriam 31 gravações telefônicas de diálogos comprometedores entre Lula e Dilma sobre práticas eleitorais pouco convencionais.
Pelo menos 12 das conversas seriam entre eles e o marketeiro João Santana.
Haveria ainda outras 7 gravações entre Dilma e Antonio Palocci.
Também há inúmeras mensagens em SMS captadas pelos arapongas do Tio Sam.
Para aumentar a temperatura no inferno, existe muito papo telefônico vazado entre ministros do STF.
Conclusão: Dá nojo sobreviver em um País sem soberania e desgovernado pelo crime institucionalizado
IMPOSTOS DOS TROUXAS COMPRAM TUDO E A TODOS
"Na Sicilia, Itália, havia uma poderosa organização criminosa mafiosa que chamavam Cosanostra, destinada a enriquecer seus membros praticando crimes variados: drogas, prostituição, restaurantes, qualquer coisa; lá o judiciário prendeu todos. No Brasil, desde que os petistas assumiram o poder, há uma organização criminosa chamada POLÍTICA que manda nos outros poderes - congresso e judiciário - e consegue manter-se impune usando os impostos para comprar tudo, inclusive eleitores ou, como corre na web, fraudando os resultados das eleições usando um sistema de apuração rejeitado nos outros países".
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
UMA ANDORINHA NÃO FAZ VERÃO, SERÁ???
Diz o dito popular que “uma andorinha só não faz verão”. Na Suíça, na década de 70, a luta solitária de uma “andorinha parlamentar” provocaria mudança fundamental no cenário econômico mundial. Geraria realidade que atormentaria, no futuro, os corruptos e corruptores transnacionais, inclusive os brasileiros. A “andorinha” era professor de sociologia da Universidade de Genebra. Em 1976, lançava o livro “A Suíça acima de qualquer suspeita”. Começava a largada para uma batalha que se prolongaria por décadas. Denunciava o poderoso, intocável e corrompido sistema bancário suíço.
O nome da “andorinha”: Jean Ziegler. A repercussão do livro no mundo acadêmico e na sociedade apontava a necessidade do combate ser travado no parlamento. Eleito deputado, por alguns mandatos, na Confederação Helvética (a Câmara dos Deputados da Suíça), se transformaria no inimigo público nº 1 do “paraíso fiscal”, que tinha na Suíça um porto seguro. O deputado Jean Ziegler, como um D.Quixote moderno, enxergava nos bancos suíços os “moinhos” que deveria guerrear. Ao contrário do personagem de Cervantes, não contava nem com Sancho Pança a ajudá-lo. Era um homem só. Não tinha apoio, nem solidariedade, seja no parlamento ou na sociedade. Renovava o mandato parlamentar por ser um cantão liberal, Genebra.
As campanhas difamatórias patrocinadas pelos banqueiros buscavam intimidar a sua consciência crítica. Ao invés de amedrontado, destemido contra-atacava. Demonstrava que os seus compatriotas eram hipócritas e falsamente liberais frente aos problemas do mundo. Estava ferindo de morte o segredo bancário que tinha “status” de sacralidade. Sua origem vinha desde 1714, ratificado por lei específica em 1934. Os banqueiros de Berna, Lausanne, Zurique e Basiléia, sentindo-se atingidos acionaram a justiça: resolvem processá-lo. Em seguida o parlamento submisso promove a “cassação” da sua imunidade parlamentar. Fora do legislativo, o contra ataque de Jean Ziegler, foi devastador ao lançar o livro “A Suíça Lava Mais Branco”, que se transformaria em “best-seller” mundial. As suas idéias marcariam a sociedade moderna, onde a avassaladora supremacia financeira no mundo contemporâneo encontrou nele, um resistente irremovível.
Os seus opositores, políticos e banqueiros, diziam que eliminar o segredo bancário do “dinheiro sujo” seria uma catástrofe econômica. Ele respondia: “O manejo do dinheiro na Suíça se reveste de um caráter sacramental. Guardar, recolher, contar, especular e ocultar o dinheiro, são todos atos que se revestem de uma majestade ontológica, que nenhuma palavra deve macular e se realizam em silêncio e recolhimento.” Calculava em 27% a parte da Suíça, no conjunto dos mercados financeiros “offshore” do mundo, a frente do Caribe, Luxemburgo e extremo Oriente. Demonstrava que o dinheiro sem origem lícita, fruto do caixa 2, corrupção pública e privada, movimentavam US$ 6 trilhões. No seu livro seguinte, “Os senhores do Crime”, produziria uma obra irretocável sobre a delinquência dos poderosos do mundo.
Em 1989, estava em Genebra, em delegação parlamentar. O saudoso deputado federal Lisâneas Maciel, após a cassação do seu mandato, no governo Ernesto Geisel, se exilara em Genebra, trabalhando no Conselho Mundial de Igrejas. Voltando ao Brasil, depois da anistia, pelo voto, era eleito pelo Rio de Janeiro, em 1982. Durante o exílio havia conhecido Jean Ziegler, casado com uma brasileira. Programou a reunião dos parlamentares brasileiros com o notável suíço. Infelizmente não realizada em função de inesperada viagem de Ziegler. Trabalhando nas Nações Unidas, coordenando o setor responsável para o Direito à Alimentação no mundo, precisara se deslocar em missão urgente para o continente africano.
Quando o Brasil e outros países do mundo podem recuperar partes das fortunas acumuladas pela corrupção depositadas na Suíça, sem a luta solitária de Jean Ziegler, teria sido impossível. Ainda agora, o repatriamento das fortunas acumuladas na “roubança” da Petrobrás, a Justiça e o Ministério Público da Suíça, com os seus homólogos brasileiros, estão atuando de maneira conjunta. Nos Estados Unidos, recentemente o executivo e o judiciário, obrigaram a União dos Bancos Suíços a fornecer os nomes de 52.000 clientes titulares de contas ilegais. Originadas de fraudes no fisco norte americano.
Nos EUA, o crime fiscal sempre foi considerado dos mais danosos à sociedade. Sancionar e punir os “paraísos fiscais” vem sendo posição assumida por nações a exemplo da Inglaterra, França, Alemanha, Canadá, dentre outros. Após processos legais, a justiça e os ministérios públicos, nesses países vêm colecionando êxitos no repatriamento dos bilhões de recursos aplicados em “contas secretas” pelos “ladrões engravatados”.
Em tempo: quando a Confederação Helvética cassou a imunidade parlamentar do deputado Ziegler, o governo suíço chegou a patrocinar emenda constitucional, preconizando que “o segredo bancário seja inscrito e garantido pela Constituição Federal”. Com o livro “A Suíça Lava Mais Branco”, a iniciativa não teve êxito. Neste ano de 2015, o governo da Suíça e sua estrutura jurídica tornaram-se aliados no combate à lavagem do “dinheiro sujo”.
A radical mudança da administração suíça teve como fato determinante a luta solitária de um parlamentar e intelectual talentoso, dono de coragem e destemor invulgar. Processado pelos poderosos, cassado pelo parlamento, continuou a lutar em nova frente, travando o bom combate e, ao final, sendo o grande vitorioso. Deveria servir de exemplo para muitos homens públicos brasileiros
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
NOTA DE RODAPÉ
"Teremos um carnaval com samba nas cadeias e prisões em massa. O cerco está se fechando. Já pegaram o Sergio Gabrielli e agora a nova bomba vem de Portugal. Logo Dilma e seu amigo Lula serão pegos e não temos dúvida esse governo não começa. Vai patinar se perderem eleição para Câmara. A mulher parece um saco de pancada. Os meios internacionais já somem do Brasil com a debandada dos investidores".
OS DIAMANTES SÃO ETERNOS.
De onde vieram 94 diamantes e uma rara joia apreendidos com o ex-diretor Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró? Identificar a origem das pedras, avaliadas por especialistas do mercado em cerca de R$ 65 milhões de reais, é uma das chaves para saber quem efetivamente corrompeu Cerveró e outros dirigentes da Petrobras. Se Cerveró tinha tantos diamantes, imagina quem estava acima dele no esquema... Um clássico filme de 007 já nos ensinou que nem os diamantes são eternos... A blindagem de políticos corruptos, também não... Quem lida com diamantes sabe muito bem disto.
Todo mundo sabe que as comissões de corrupção são pagas com um ativo de fácil negociação no mercado internacional: diamantes. Os países africanos, com quem brasileiros negociam, adoram tal prática O risco que os corruptos correm é serem facilmente identificados na hora de vender as "joias" – geralmente negociadas em Amsterdã e Antuérpia, em operações rigidamente controladas pelos judeus. Quem não negocia as pedras costuma guardá-las em cofres de bancos em Londres e em Paris - o que pode também ser rastreado.
Em 12 de dezembro de 2012, o Alerta Total revelou um informe da inteligência das Forças Armadas, sobre negócios atípicos com pedras preciosas. Militares descobriram que Rosemary Nóvoa Noronha, quando foi chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo, utilizava um passaporte exclusivo de membros do primeiro escalão governamental para viagens de negócio ao exterior que fazia sem a presença do amigo Luiz Inácio Lula da Silva. As pedras preciosas seriam originárias de negócios ocultos feitos pela cúpula petralha na África, principalmente Angola. Tais informações sigilosas sobre o Rosegate não aparecem nas 600 páginas do inquérito da Operação Porto Seguro. O caso se transformou em um processo que corre em estranho segredo judicial...
Serviços de inteligência das Forças Armadas receberam informes de que Rose participaria de negócios com diamantes em pelo menos cinco países: Bélgica, Holanda, França, Inglaterra e Alemanha. As pedras preciosas seriam originárias de negócios ocultos feitos pela cúpula petralha na África, principalmente Angola. Tal informação também foi passada à PGR pelos militares. Foram detectadas dezenas de viagens não-oficiais de Rosemary ao exterior, para "passeios de negócios". O passaporte especial a denunciou. Foram 23 para a França. Para Suíça, ocorreram 18, por via terrestre, partindo de Paris, e mais quatro por via aérea. Rose também fez 12 deslocamentos de avião para a Inglaterra. Outras sete viagens para o Caribe e os Estados Unidos, aconteceram de navio – de acordo com a inteligência militar brasileira. O Rosegate morreu...
Mas a Lava Jato (ainda) não! A dúvida é se será antes ou depois do carnaval que o Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai apertar o botão da descarga contra políticos com direito ao absurdo foro privilegiado para crimes comuns de corrupção por envolvimento na Lava Jato do Petrolão. Outra incerteza é a quantidade exata de "excelências" que serão denunciadas: 30? 40? Chegou-se a especular que seriam 77 deputados e 14 senadores, mais três governadores... A certeza é que a principal e mais famosa autoridade beneficiária dos esquemas permanecerá impune, blindada como de mau costume, sem ter seu nome citado entre réus ou investigados. A dúvida é até quanto tal blindagem será possível de perdurar...
Rodrigo Janot já tem a certeza de que, semana que vem, pedirá ao Supremo Tribunal Federal a devolução, para a primeira instância, dos processos de políticos que perderam o foro privilegiado. Eles sairão das mãos do ministro Teori Zavascki para os cuidados do juiz Sérgio Fernando Moro, da 13a Vara Federal em Curitiba. Quem perdeu mandato eletivo na Câmara, no senado ou em governos estaduais deve estar "apertadinho" de medo. Provavelmente só depois do Carnaval, a partir de 18 de fevereiro (Quarta-feira de Cinzas), é que os poderosos ladrões da República começam a ser denunciados formalmente.
Até agora, a Procuradoria Geral da República mantém em sigilo os nomes de políticos indiciáveis. Mas o Supremo Tribunal Federal e a cúpula do poder sabe direitinho quem são eles. Resta esperar para ver se os mais poderosos serão poupados, em detrimento dos bodes expiatórios. Os cotados para isto são seis ex-deputados federais e dois ex-governadores
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
O PARADOXO, PARTIDO DITO DOS TRABALHADORES RETIRA DIREITOS DOS MESMOS.
http://ucho.info/dilma-rousseff-insiste-em-penalizar-trabalhadores-para-tirar-o-pais-do-atoleiro-da-crise-economica
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
sábado, 17 de janeiro de 2015
O CAOS TOTAL
Está na hora da maioria dos brasileiros deixar de ler e assistir resenha esportiva, deixar de lado carnaval, deixar de lado a bunda das mulatas e se preocupar mais com os destinos do País, que hoje está entregue a uma quadrilha de ladrões, que fazem a festa com o dinheiro público, e por incompetentes que ocupam cargos técnicos sem a menor condição para tal, por pura indicação política.
Essa mulher que ocupa a presidência da república está levando o país ao caos. Ela é limitada em todos os sentidos, não é capaz de concluir um raciocínio, é o poste número um da República e ainda recebe ordens de um crápula. Basta analisar o seu novo Ministério, composto em sua maioria por idiotizados que nos primeiros atos e palavras já mostram para o que vieram.
Teremos um Ministro da Educação, sacado do baú político, que acaba de dizer em entrevista à TV que o brasileiro lê "BASTANTE POUCO"; trágico e cômico. O Ministro dos Esportes, que irá comandar o maior evento esportivo de todo o mundo, disse que "ENTENDE POUCO DE ESPORTE". O Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, inovou; tem projeto no congresso mostrando ser contra o avanço da tecnologia no serviço público para não "GERAR DESEMPREGO". O Ministro da Defesa é um bêbado que na sua primeira alucinação, por excesso de álcool, ou por abstinência, mandará nossas FFAA atacar o "império do mal" (EUA).
Vou contar a última do dona Dilma: ela acaba de cancelar sua participação no Fórum Mundial Econômico em Davos. Um encontro anual que reúne líderes da economia mundial, como empresários, ministros da Economia e presidentes de Bancos Centrais, diretores do FMI, Banco Mundial e organismos internacionais. Isso para poder assistir a posse do cocaleiro da Bolívia em seu terceiro mandato presidencial consecutivo.
Mas, analisando friamente, e sabendo que o Brasil há muito já e motivo de chacota no exterior, talvez seja até melhor ela ficar na Bolívia mascando umas folhas de coca, do que falando idiotices no primeiro mundo como é de costume. O brasileiro, que frequentemente tem que sair do país, agradece.
O cenário interno dá nojo. Ao ligarmos a TV, vemos diariamente membros do governo cobrindo o focinho e sendo escoltados pela Polícia Federal rumo à cadeia. O governo está podre. Nosso congresso não passa de uma fossa, onde metade dos "nobres" se vendem e a outra metade, em quase sua totalidade, é covarde porque cala e consente. Não temos oposição. O nosso judiciário poderá ser avaliado pelo papel desempenhado nos últimos anos pela mais alta corte do País, o Supremo Tribunal Federal (STF). Lá seus membros são escolhidos a dedo pelo poder Executivo. Essa Corte foi transformada em um chiqueiro do Partido dos Trabalhadores (PT).
O País nos últimos 12 anos apodreceu de Norte a Sul, de Leste a Oeste e em todos os níveis; municipal, estadual e federal. Esse último comanda a roubalheira, porque possui a chave do cofre e uma arrecadação de impostos que chega a dois trilhões de reais, recursos que deveriam ser investidos em benefício da sociedade, vão simplesmente engordar a conta corrente de ladrões. Hoje só resta ao cidadão brasileiro pagar impostos e assistir impotente a toda essa pouca vergonha. Até quando?
Humberto de Luna Freire filho é Médico.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
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