Georgios Markuris, um técnico em informática que trabalha na Universidade de Atenas, nunca pensou que iria chegar a ser um dos 20 mil gregos aos quais a crise privou de uma casa.
Markukis, que também trabalhou como músico e até já viajou para a América Latina para aprender a música local, relata como chegou a esta situação de pobreza. "Perdi meu emprego e entrei em uma profunda depressão. Me transformei em outra pessoa. Perdi meus amigos e minha família. Há três meses me vi na rua, sem um lar", explica.
Desde que a crise da dívida explodiu em meados de 2010 e a Grécia foi objeto de um plano de resgate da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI) em troca de duras medidas de austeridade, cerca de meio milhão de pessoas perderam seus empregos, dezenas de milhares de empresas fecharam e o número de pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza aumentou drasticamente.
Mas uma das faces mais duras desta crise é a dos indivíduos sem-teto, um fenômeno até então quase desconhecido na Grécia, mas que agora é muito comum na capital.
No último ano, o número de cidadãos vivendo nas ruas aumentou 25% e a maioria tem 'um perfil totalmente diferente' do de antes, explica Olga Theodorikakou, coordenadora da associação humanitária 'Klimaka'. "Eles são da classe média. Até pouco tempo tinham um trabalho e uma casa. O único fator que os transformou em sem-teto foi o desemprego", diz.
Markuris reconhece que é um 'sortudo', já que encontrou abrigo na Klimaka, mas em todo o país existem apenas 300 vagas, ou seja, uma para cada 67 pessoas sem lar.
O problema está relacionado, segundo Spyros Psikhas, ex-representante grego na federação europeia de associações de ajuda aos sem-teto, com o fato de a Grécia não reconhecer as pessoas que não têm casa como um grupo em risco de exclusão social, o que impede que existam políticas adequadas para lutar contra o problema.
"A Grécia carece de um verdadeiro Estado de bem-estar social. Os desempregados recebem um auxílio durante um ano, mas depois ficam sem nada. Os trabalhadores autônomos nem sequer têm direito ao desemprego", explica Panos Tsakloglu, professor da Universidade de Economia e Negócios de Atenas. "Até agora era a família que evitava que estas pessoas caíssem na pobreza. Mas agora isto também está falhando", acrescenta.
A ONG Médicos do Mundo (MdM) dispõe de quatro centros na Grécia e até o ano passado parecia impensável que os pacotes que distribui fossem recebidos pela população local de um país que, desde 1981, faz parte da UE, uma das regiões mais prósperas do planeta.
Mas não é mais assim: se há um ano apenas 7% dos atendidos pela MdM era gregos, agora são mais de 30%.
"Quando uma pessoa perde seu emprego na Grécia, deve começar a pagar pelos serviços médicos. Talvez se pense que o preço não é alto (5 euros por consulta), mas se as famílias dependem inclusive da caridade para comer, é muito dinheiro", conta Nikitas Kanakis, presidente da MdM Grécia.
Só em Atenas, as organizações de caridade distribuem cerca de 20 mil refeições diárias. Um desses locais é o centro Kyada, onde por volta de 2 mil pessoas se amontoam na filas e é fácil reconhecer os novos pobres.
Suas roupas denotam seu recente pertencimento à classe média e é evidente seu desconforto nessa situação. A comida - um prato de ervilhas e uma rabanada - termina rápido e os que ficam sem comer esboçam resignação e se conformam com uma bebida.
Psikhas se queixa que o Estado está tendo que ser substituído pelas ONGs: "Acho que os políticos não se dão conta do que vem pela frente".
Olga considera que os novos sem-teto são 'facilmente reintegráveis' na sociedade, já que são pessoas qualificadas e em idade produtiva.
"Mas se passarem mais de um ano na rua, se acostumam a isso e acreditam que não há nenhuma saída. Então as possibilidades de poderem voltar a uma situação normal são muito poucas", alerta.
O marinheiro Giorgos é um deles. Há duas décadas trabalhava na poderosa frota comercial grega. "Viajávamos pelo Mediterrâneo. Gostava muito da Espanha", lembra.
Há anos, vive na rua, à mercê das intempéries, das drogas, da miséria. Ele dá uma tragada em seu cachimbo de heroína e se submerge no pesado e prazeroso sonho de suas lembranças, tentando esquecer o que o cerca
comentário: Corrupção ao longo de décadas, maquiagem contábil e o berço da "democracia" está em frangalhos...A Grécia anuncia o fim da democracia representativa...este modelo de democracia com politicos nos representando não dá certo...já mostrou que a sociedade não tem mais condições de manter tantos desvios de recursos públicos, de tanta gente enriquecendo ilicitamente (politicos)...esta crise anuncia o inicio do fim...esta história parece a de um País tropical...você não acha????Mera semelhança não é pura coincidência.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Presa 7 vereadora na Bahia.
A vereadora de Mucuri, no extremo sul da Bahia, Justina Souza Cruz (PMDB) se apresentou à polícia e foi internada em um hospital de Teixeira de Freitas, informou na segunda-feira o Ministério Público Estadual (MP). Sétima parlamentar presa acusada de corrupção, ela teve a prisão decretada na noite de domingo pelo juiz Leonardo Coelho, que mandou prender também o vereador Manoel Negino (PSDB) e o ex-parlamentar Agripino Botelho, foragidos até o início da noite de ontem.
Oito dos nove vereadores de Mucuri estariam envolvidos em um esquema para beneficiar três empresários do ramo imobiliário na cidade. Seis parlamentares e os empresários estão presos desde a semana passada. O cartório da Delegacia de Teixeira de Freitas, onde estão os vereadores e os empresários, confirmou que Justina Souza Cruz se apresentou e foi para um hospital. Marcus Vinícius Costa, delegado titular, não foi localizado. A promotora Milena Moreschi, de Mucuri, disse que não tinha ainda informações sobre o motivo da internação da vereadora, nem onde a mesma repousa.
A agência A Tarde obteve a informação de que Justina estaria internada no Hospital São Paulo, em Teixeira de Freitas. A unidade não confirmou, mas também não negou a internação. O advogado da vereadora não quis ter o nome divulgado. Ele disse que não sabia que a parlamentar estava hospitalizada e confirmou apenas que ela tinha se apresentado à polícia.
Além de Justina, estão presos os vereadores Carlos Gonçalves de Souza (PSDB), Roberto Correia Bastos (PSC), Gisele Aparecida Seguro Gazzinelli (PTB), Roberto Alves dos Santos (PSC), Márcio de Jesus Machado (PDT), e Wilson Pereira Cabral (PR); e os empresários Arlei Francisco Vercov, Alam Gomes Santos e Wilson Campos dos Santos, mais conhecido como Som.
comentário: tomara que essa onda se espalhe pelo País...vai faltar presidio. Todos eles merecem...pelo menos o pontapé inicial foi dado...vamos ver daqui pra frente.
Oito dos nove vereadores de Mucuri estariam envolvidos em um esquema para beneficiar três empresários do ramo imobiliário na cidade. Seis parlamentares e os empresários estão presos desde a semana passada. O cartório da Delegacia de Teixeira de Freitas, onde estão os vereadores e os empresários, confirmou que Justina Souza Cruz se apresentou e foi para um hospital. Marcus Vinícius Costa, delegado titular, não foi localizado. A promotora Milena Moreschi, de Mucuri, disse que não tinha ainda informações sobre o motivo da internação da vereadora, nem onde a mesma repousa.
A agência A Tarde obteve a informação de que Justina estaria internada no Hospital São Paulo, em Teixeira de Freitas. A unidade não confirmou, mas também não negou a internação. O advogado da vereadora não quis ter o nome divulgado. Ele disse que não sabia que a parlamentar estava hospitalizada e confirmou apenas que ela tinha se apresentado à polícia.
Além de Justina, estão presos os vereadores Carlos Gonçalves de Souza (PSDB), Roberto Correia Bastos (PSC), Gisele Aparecida Seguro Gazzinelli (PTB), Roberto Alves dos Santos (PSC), Márcio de Jesus Machado (PDT), e Wilson Pereira Cabral (PR); e os empresários Arlei Francisco Vercov, Alam Gomes Santos e Wilson Campos dos Santos, mais conhecido como Som.
comentário: tomara que essa onda se espalhe pelo País...vai faltar presidio. Todos eles merecem...pelo menos o pontapé inicial foi dado...vamos ver daqui pra frente.
Concurso "algemas de ouro" vote você também.
RIO - Depois de levar milhares de cariocas às ruas em protestos contra a corrupção, o Movimento 31 de Julho resolveu terminar o ano de uma forma bem-humorada: lançou esta semana no Facebook o concurso "Algemas de Ouro 2011"."Como os malfeitos do poder continuam acontecendo e os corruptos não são presos nem devolvem o dinheiro acumulado com fraudes, desvios e consultorias heterodoxas, este prêmio é mais uma homenagem aos campeões da impunidade no Brasil", anuncia o grupo na página do concurso.
São nove candidatos, entre eles seis ministros que deixaram o governo da presidente Dilma Rousseff sob suspeitas de irregularidades: Antonio Palocci, Alfredo Nascimento, Wagner Rossi, Pedro Novais, Orlando Silva e Carlos Lupi. Completam a lista a deputada federal Jaqueline Roriz (absolvida pela Câmara, depois de flagrada em vídeo recebendo dinheiro), José Dirceu (ex-ministro e réu no processo do mensalão), além do presidente do Senado, José Sarney.
Cada usuário pode votar apenas uma vez até o dia 31 de dezembro, quando a enquete será encerrada. Em janeiro, serão entregues os "prêmios" Algemas de Ouro, de Prata e de Bronze aos "vencedores".
- O ex-ministro José Dirceu estava disparado, mas agora o Sarney começar a encostar - diz Ana Luiza Archer, do Movimento 31 de Julho.
Na página do Facebook, o grupo explica os motivos pelos quais foram escolhidos os dez candidatos
São nove candidatos, entre eles seis ministros que deixaram o governo da presidente Dilma Rousseff sob suspeitas de irregularidades: Antonio Palocci, Alfredo Nascimento, Wagner Rossi, Pedro Novais, Orlando Silva e Carlos Lupi. Completam a lista a deputada federal Jaqueline Roriz (absolvida pela Câmara, depois de flagrada em vídeo recebendo dinheiro), José Dirceu (ex-ministro e réu no processo do mensalão), além do presidente do Senado, José Sarney.
Cada usuário pode votar apenas uma vez até o dia 31 de dezembro, quando a enquete será encerrada. Em janeiro, serão entregues os "prêmios" Algemas de Ouro, de Prata e de Bronze aos "vencedores".
- O ex-ministro José Dirceu estava disparado, mas agora o Sarney começar a encostar - diz Ana Luiza Archer, do Movimento 31 de Julho.
Na página do Facebook, o grupo explica os motivos pelos quais foram escolhidos os dez candidatos
Existe luz no fim do túnel.

Um grupo de juízes federais começou a coletar ontem assinaturas para um manifesto público condenando as críticas feitas pela Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) à atuação da corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon.
"Entendemos que a agressividade das notas públicas da Ajufe não retrata o sentimento da magistatura federal. Em princípio, os juízes federais não são contrários a investigações, promovidas pela corregedora. Se eventual abuso investigatório ocorrer é questão a ser analisada concretamente", afirma o manifesto, para realçar que "não soa razoável, de plano, impedir a atuação de controle da corregedoria
A ideia surgiu em lista de discussão de magistrados federais na internet. Foi proposta pelo juiz federal Rogério Polezze, de São Paulo.
Ganhou adesões após a manifestação do juiz Sergio Moro, do Paraná, especializado em casos de lavagem de dinheiro, não convencido de que houve quebra de sigilo de 200 mil juízes.
"Não estou de acordo com as ações propostas no STF nem com as desastradas declarações e notas na imprensa", disse Moro. "É duro como associado fazer parte dos ataques contra a ministra."
"Não me sinto representado pela Ajufe, apesar de filiado", afirmou o juiz federal Jeferson Schneider, de Mato Grosso Paraná, em mensagem na lista de discussão dos juízes. Marcello Enes Figueira disse que "assinava em baixo do que afirmou o colega Sergio Moro".
O juiz federal Odilon de Oliveira, de Campo Grande (MS), também aderiu, afirmando que "entregar" a ministra era um "absurdo" que a Ajufe cometia. "A atitude da Ajufe, em represália à ministra é inaceitável", diz o juiz Eduardo Cubas, de Goiás.
O juiz Roberto Wanderley Nogueira, de Pernambuco, criticou as manifestações das entidades. E disse que "a ministra não merece ser censurada, e tanto menos execrada pelos seus iguais, pois seu único pecado foi ser implacável contra a corrupção".
O presidente da Ajufe, Gabriel Wedy, atribuiu a iniciativa à proximidade das eleições para renovação da diretoria da Ajufe, em fevereiro. "É um número bastante pequeno, diante de 2.000 juízes federais", disse. "São manifestações democráticas e respeitamos o direito de crítica."
A Ajufe e outras duas associações de juízes entraram ontem com representação na Procuradoria-Geral da República contra Calmon, para que seja investigada sua conduta na investigação sobre pagamentos atípicos a magistrados e servidores.
Para os juízes, a ministra quebrou o sigilo fiscal dos investigados, ao pedir que os tribunais encaminhassem as declarações de imposto de renda dos juízes.
"Não se pode determinar ou promover a 'inspeção' das 'declarações de bens e valores' dessas pessoas, porque tais declarações são sigilosas e não poderiam ser objeto de qualquer exame por parte da corregedora nacional de Justiça", diz a representação.
Calmon não comentou a representação dos juízes. Anteontem, a ministra disse que os magistrados e servidores são obrigados a entregar aos tribunais todo ano a declaração de Imposto de Renda.
Segundo Calmon, os dados são entregues aos tribunais justamente para que a corregedoria tenha acesso, e não para "ficarem dentro de arquivos".
O objetivo da corregedora é cruzar as informações com levantamento do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), que apontou 3.438 juízes e servidores com movimentações atípicas.
A polêmica começou quando o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski mandou parar a investigação no Tribunal de Justiça de São Paulo, primeiro alvo da corregedoria do CNJ.
Os juízes então passaram a acusar a ministra Eliana Calmon de quebrar o sigilo de todos os magistrados e servidores que foram alvo da varredura do Coaf, um total de mais 200 mil pessoas.
A ministra rebateu e disse que as acusações são uma maneira de tirar o foco da investigação do CNJ
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
CNJ merece estátua.
As entidades de classe da magistratura deveriam erguer uma estátua em homenagem ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça). A varredura financeira da vida de 216.800 juízes, servidores e parentes encontrou 3.438 movimentações suspeitas --apenas 1,6% do universo investigado.
Ora, é um dado que deveria ser comemorado. Na prática, a medida resultou num atestado de boa conduta, digamos assim, de 98,4% dos CPFs que passaram pelo escrutínio do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão subordinado ao Ministério da Fazenda.
Mas pensam diferente a AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), a Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho) e a Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil). Essas entidades enxergaram a varredura como uma afronta à lei.
Esquisito.
A demonização dos juízes deve ser evitada. Os dados recomendam isso. Afinal, o levantamento do CNJ mapeou suspeitas a respeito de uma minoria. A corregedora do CNJ, Eliana Calmon, disse que boa parte dessas suspeitas poderá ser esclarecida com o exame detalhado caso a caso. Portanto, esse 1,6% tende a ficar menor.
Por que tanto barulho?
Porque o CNJ resolveu investigar peixes graúdos. Decidiu comprar briga com as cúpulas dos tribunais estaduais e com o presidente do STF, Cesar Peluso, que tem agido com um corporativismo que incomoda colegas seus do Supremo Tribunal Federal.
As entidades de classe da magistratura e o ministro Peluso não querem dar satisfações à opinião pública. Não enxergaram que o Brasil mudou. Não aceitam que a sociedade faça uma distinção entre o que é legal e o que é moralmente correto. Apelam ao formalismo jurídico, esquecendo-se de que o direito não é imutável. Por isso, não querem jogar luz sobre pagamentos milionários de auxílio-moradia dos anos 90.
Peluso e o ministro do STF Ricardo Lewandovski receberam esse benefício. Integrantes do Tribunal de Justiça de São Paulo e do STJ (Superior Tribunal de Justiça) também se encontram na mesma situação.
Nada mais justo, para usar a palavra precisa no caso, do que fornecer à sociedade uma explicação dos valores e dos motivos dos pagamentos.
O que a AMB, a Anamatra, a Ajufe e alguns ministros de tribunais superiores querem é usar um escudo legalista para deixar na sombra assuntos que merecem uma explicação política. Parece que vão perder essa batalha.
comentário: Sugiro retirar a estátua da JUSTIÇA aquela que tem a venda nos olhos e substituir pela do CNJ. Isso sim é que é JUSTIÇA, viu togados corporativistas.
Ora, é um dado que deveria ser comemorado. Na prática, a medida resultou num atestado de boa conduta, digamos assim, de 98,4% dos CPFs que passaram pelo escrutínio do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão subordinado ao Ministério da Fazenda.
Mas pensam diferente a AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), a Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho) e a Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil). Essas entidades enxergaram a varredura como uma afronta à lei.
Esquisito.
A demonização dos juízes deve ser evitada. Os dados recomendam isso. Afinal, o levantamento do CNJ mapeou suspeitas a respeito de uma minoria. A corregedora do CNJ, Eliana Calmon, disse que boa parte dessas suspeitas poderá ser esclarecida com o exame detalhado caso a caso. Portanto, esse 1,6% tende a ficar menor.
Por que tanto barulho?
Porque o CNJ resolveu investigar peixes graúdos. Decidiu comprar briga com as cúpulas dos tribunais estaduais e com o presidente do STF, Cesar Peluso, que tem agido com um corporativismo que incomoda colegas seus do Supremo Tribunal Federal.
As entidades de classe da magistratura e o ministro Peluso não querem dar satisfações à opinião pública. Não enxergaram que o Brasil mudou. Não aceitam que a sociedade faça uma distinção entre o que é legal e o que é moralmente correto. Apelam ao formalismo jurídico, esquecendo-se de que o direito não é imutável. Por isso, não querem jogar luz sobre pagamentos milionários de auxílio-moradia dos anos 90.
Peluso e o ministro do STF Ricardo Lewandovski receberam esse benefício. Integrantes do Tribunal de Justiça de São Paulo e do STJ (Superior Tribunal de Justiça) também se encontram na mesma situação.
Nada mais justo, para usar a palavra precisa no caso, do que fornecer à sociedade uma explicação dos valores e dos motivos dos pagamentos.
O que a AMB, a Anamatra, a Ajufe e alguns ministros de tribunais superiores querem é usar um escudo legalista para deixar na sombra assuntos que merecem uma explicação política. Parece que vão perder essa batalha.
comentário: Sugiro retirar a estátua da JUSTIÇA aquela que tem a venda nos olhos e substituir pela do CNJ. Isso sim é que é JUSTIÇA, viu togados corporativistas.
Lewandowski nega ter sido beneficiado.
Na Folha Online:
Leia abaixo a íntegra da nota do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski em nega ter sido beneficiado com a decisão que suspendeu inspeção feita pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) na folha de pagamento do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Ministro Lewandowski divulga nota sobre o caso
Sobre notícia veiculada hoje (21) a respeito de liminar proferida em mandado de segurança impetrado pela Associação dos Magistrados Brasileiros, Associação dos Juízes Federais e da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, o ministro Ricardo Lewandowski esclarece o seguinte:
1. Eu estava em meu gabinete no STF por volta das 21 horas do dia 19, último do corrente ano Judiciário. Diante da ausência do relator sorteado, ministro Joaquim Barbosa, e dos demais ministros, foi-me distribuído o referido mandado segurança para apreciação de pedido de liminar.
2. Concedi a liminar em caráter precaríssimo, tão somente para sustar o ato contestado, até a vinda das informações, as quais, por lei, devem ser prestadas pela autoridade coatora no prazo de dez dias. Tomei a decisão, em face da amplitude das providências determinadas pela corregedoria do Conselho Nacional de Justiça, que compreendem a quebra do sigilo de dados fiscais e bancários de um número indeterminado e indiscriminado de magistrados e servidores de vários tribunais de todo o país, inclusive dos respectivos cônjuges e filhos, cumprindo o indeclinável dever de prestar jurisdição.
3. Após a vinda das informações, o processo será encaminhado para o relator sorteado ou, no recesso forense, à presidência do tribunal, para decisão definitiva quanto à liminar.
4. Cabe esclarecer que a decisão de minha autoria não me beneficia em nenhum aspecto, pois as providências determinadas pela corregedoria do CNJ, objeto do referido mandado de segurança, à míngua de competência legal e por expressa ressalva desta, não abrangem a minha pessoa ou a de qualquer outro ministro deste tribunal, razão pela qual nada me impedia de apreciar o pedido de liminar em questão.
Por Reinaldo Azevedo
comentário: E você cidadão, ainda acredita em PAPAI NOEL, se sim então você acredita neste honorável ministro de reputação "ilibada" e alto conhecimento juridico....rsrsrsrsrsr
Leia abaixo a íntegra da nota do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski em nega ter sido beneficiado com a decisão que suspendeu inspeção feita pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) na folha de pagamento do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Ministro Lewandowski divulga nota sobre o caso
Sobre notícia veiculada hoje (21) a respeito de liminar proferida em mandado de segurança impetrado pela Associação dos Magistrados Brasileiros, Associação dos Juízes Federais e da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, o ministro Ricardo Lewandowski esclarece o seguinte:
1. Eu estava em meu gabinete no STF por volta das 21 horas do dia 19, último do corrente ano Judiciário. Diante da ausência do relator sorteado, ministro Joaquim Barbosa, e dos demais ministros, foi-me distribuído o referido mandado segurança para apreciação de pedido de liminar.
2. Concedi a liminar em caráter precaríssimo, tão somente para sustar o ato contestado, até a vinda das informações, as quais, por lei, devem ser prestadas pela autoridade coatora no prazo de dez dias. Tomei a decisão, em face da amplitude das providências determinadas pela corregedoria do Conselho Nacional de Justiça, que compreendem a quebra do sigilo de dados fiscais e bancários de um número indeterminado e indiscriminado de magistrados e servidores de vários tribunais de todo o país, inclusive dos respectivos cônjuges e filhos, cumprindo o indeclinável dever de prestar jurisdição.
3. Após a vinda das informações, o processo será encaminhado para o relator sorteado ou, no recesso forense, à presidência do tribunal, para decisão definitiva quanto à liminar.
4. Cabe esclarecer que a decisão de minha autoria não me beneficia em nenhum aspecto, pois as providências determinadas pela corregedoria do CNJ, objeto do referido mandado de segurança, à míngua de competência legal e por expressa ressalva desta, não abrangem a minha pessoa ou a de qualquer outro ministro deste tribunal, razão pela qual nada me impedia de apreciar o pedido de liminar em questão.
Por Reinaldo Azevedo
comentário: E você cidadão, ainda acredita em PAPAI NOEL, se sim então você acredita neste honorável ministro de reputação "ilibada" e alto conhecimento juridico....rsrsrsrsrsr
Roubo de Min. demitido chega a 1.1 bilhão.
Além de derrubar cinco ministros este ano, as investigações de desvio de recursos públicos em órgãos federais identificaram ao menos 88 servidores públicos, de carreira ou não, suspeitos de envolvimento em ações escusas que acumulam dano potencial de R$1,1 bilhão. Esse valor inclui recursos pagos e também dinheiro cuja liberação chegou a ser barrada antes do pagamento. A recuperação do que saiu irregularmente dos cofres públicos ainda dependerá de um longo e penoso processo, até que parte desse dinheiro retorne ao Erário.
Os desvios foram constatados em investigações da Controladoria Geral da União (CGU) e dos cinco ministérios cujos titulares foram exonerados - Transportes, Agricultura, Turismo, Esporte e Trabalho. Outros dois ministros - da Casa Civil e da Defesa - caíram este ano, mas não por irregularidades neste governo. Antonio Palocci (Casa Civil) saiu por suspeitas de tráfico de influência antes de virar ministro, e Nelson Jobim (Defesa), após fazer críticas ao governo. A contabilidade exclui investigações ainda não encerradas pela Polícia Federal, que apura se houve ou não pagamento de propina a servidores, apontados como facilitadores dos esquemas de corrupção em Brasília e nos braços estaduais dos órgãos federais.(De O Globo)
comentário: eles não são obrigados a devolver o que roubaram...somente a receita federal obriga você, cidadão, a recolher o IR, senão você é enquadrado na malha fina, lhe ameaçcam com o bloqueio da sua conta, e de seus bens. Continue pagando seu imposto...seja cordeirinho...obedeça sempre!!!!Afinal você foi treinado para isso ao longo dessas décadas.
Os desvios foram constatados em investigações da Controladoria Geral da União (CGU) e dos cinco ministérios cujos titulares foram exonerados - Transportes, Agricultura, Turismo, Esporte e Trabalho. Outros dois ministros - da Casa Civil e da Defesa - caíram este ano, mas não por irregularidades neste governo. Antonio Palocci (Casa Civil) saiu por suspeitas de tráfico de influência antes de virar ministro, e Nelson Jobim (Defesa), após fazer críticas ao governo. A contabilidade exclui investigações ainda não encerradas pela Polícia Federal, que apura se houve ou não pagamento de propina a servidores, apontados como facilitadores dos esquemas de corrupção em Brasília e nos braços estaduais dos órgãos federais.(De O Globo)
comentário: eles não são obrigados a devolver o que roubaram...somente a receita federal obriga você, cidadão, a recolher o IR, senão você é enquadrado na malha fina, lhe ameaçcam com o bloqueio da sua conta, e de seus bens. Continue pagando seu imposto...seja cordeirinho...obedeça sempre!!!!Afinal você foi treinado para isso ao longo dessas décadas.
domingo, 25 de dezembro de 2011
STF nem liga para opinião pública...o resultado do mensalão já foi articulado desde 2007 com Lewandovsky.
Às nove e meia da noite de 28 de agosto de 2007, o ministro Ricardo Lewandowski chegou ao restaurante em Brasília ansioso por comentar com alguém de confiança a sessão do Supremo Tribunal Federal que tratara da denúncia do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, sobre o escândalo do mensalão. Por ampla maioria, os juízes endossaram o parecer do relator Joaquim Barbosa e decidiram processar os 40 acusados de envolvimento na trama. Sem paciência para esperar o jantar, Lewandowski deixou a acompanhante na mesa, foi para o jardim na parte externa, sacou o celular do bolso do terno e, sem perceber que havia uma repórter da Folha por perto, ligou para um certo Marcelo. Como não parou de caminhar enquanto falava, a jornalista não ouviu tudo o que disse durante a conversa de 10 minutos. Mas qualquer das frases que anotou valia manchete.
“A tendência era amaciar para o Dirceu”, revelou de saída o ministro, que atribuiu o recuo dos colegas a pressões geradas pelo noticiário jornalístico. “A imprensa acuou o Supremo”, queixou-se. Mais algumas considerações e o melhor momento do palavrório: “Todo mundo votou com a faca no pescoço”. Todo mundo menos ele: o risco de afrontar a opinião pública não lhe reduziu a disposição de amaciar para José Dirceu, acusado de “chefe da organização criminosa”. Só Lewandowski ─ contrariando o parecer de Joaquim Barbosa, a denúncia do procurador-geral e a catarata de evidências ─ discordou do enquadramento do ex-chefe da Casa Civil por formação de quadrilha. “Não ficou suficientemente comprovada a acusação”, alegou. O mesmo pretexto animou-o a tentar resgatar também José Genoíno. Ninguém divergiu tantas vezes do voto de Joaquim Barbosa: 12. Foi até pouco, gabou-se na conversa com Marcelo: “Tenha certeza disso. Eu estava tinindo nos cascos”.
Ele está tinindo nos cascos desde 16 de março de 2006, quando chegou ao STF 26 dias antes da denúncia do procurador-geral. Primeiro ministro nomeado por Lula depois do mensalão, Lewandowski ainda não aprendera a ajeitar a toga nos ombros sem a ajuda das mãos quando virou doutor no assunto. Para tornar-se candidato a uma toga, bastou-lhe a influência da madrinha Marisa Letícia, que transmitiu ao marido os elogios que a mãe do promissor advogado vivia fazendo ao filho quando eram vizinhas em São Bernardo. Mas só conseguiu a vaga graças às opiniões sobre o mensalão, emitidas em encontros reservados com emissários do Planalto. Ele sempre soube que Lula não queria indicar um grande jurista. Queria um parceiro de confiança, que o ajudasse a manter em liberdade os bandidos de estimação.
Passados mais de quatro anos, Lewandowski é o líder da bancada governista no STF ─ e continua tinindo nos cascos, comprovou a recente entrevista publicada pela Folha. Designado revisor do voto do relator Joaquim Barbosa, aproveitou a amável troca de ideias para comunicar à nação que os mensaleiros não seriam julgados antes de 2013. “Terei que fazer um voto paralelo”, explicou com o ar blasé de quem chupa um Chicabon. “São mais de 130 volumes. São mais de 600 páginas de depoimentos. Tenho que ler volume por volume, porque não posso condenar um cidadão sem ler as provas. Quando eu receber o processo eu vou começar do zero”. Como o relatório de Joaquim Barbosa deveria ficar pronto em março ou abril, como precisaria de seis meses para cumprir a missão, só poderia cloncluir seu voto no fim de 2012. O atraso beneficiaria muitos réus com a prescrição dos crimes, concedeu, mas o que se há de fazer? As leis brasileiras são assim. E assim deve agir um magistrado judicioso.
A conversa fiada foi bruscamente interrompida por Joaquim Barbosa, que estragou o Natal de Lewandowski e piorou o Ano Novo dos mensaleiros com o presente indesejado. Nesta segunda-feira, o ministro entregou ao revisor sem pressa o relatório, concluído no fim de semana, todas as páginas do processo e um lembrete desmoralizante: “Os autos do processo, há mais de quatro anos, estão digitalizados e disponíveis eletronicamente na base de dados do Supremo Tribunal Federal”, lembrou Barboza. Lewandowski, portanto, só vai começar do zero porque quis. De todo modo, o que disse à Folha o obriga a terminar a tarefa no primeiro semestre. Se puder, vai demorar seis meses para formalizar o que já está resolvido há seis anos: vai absolver os chefes da quadrilha por falta de provas.
As sucessivas manobras engendradas para adiar o julgamento confirmam que os pecadores não estão convencidos de que a bancada governista no STF é majoritária. Ficarão menos intranquilos se Cezar Peluso e Ayres Brito, que se aproximam da aposentadoria compulsória, forem substituídos por gente capaz de acreditar que o mensalão não existiu. Para impedir que o STF faça a opção pelo suicídio moral, o Brasil decente deve aprender a lição contida na conversa telefônica de 2007. Já que ficam mais sensatos com a faca no pescoço, os ministros do Supremo devem voltar a sentir a carótida afagada pelo fio da lâmina imaginária.
“A tendência era amaciar para o Dirceu”, revelou de saída o ministro, que atribuiu o recuo dos colegas a pressões geradas pelo noticiário jornalístico. “A imprensa acuou o Supremo”, queixou-se. Mais algumas considerações e o melhor momento do palavrório: “Todo mundo votou com a faca no pescoço”. Todo mundo menos ele: o risco de afrontar a opinião pública não lhe reduziu a disposição de amaciar para José Dirceu, acusado de “chefe da organização criminosa”. Só Lewandowski ─ contrariando o parecer de Joaquim Barbosa, a denúncia do procurador-geral e a catarata de evidências ─ discordou do enquadramento do ex-chefe da Casa Civil por formação de quadrilha. “Não ficou suficientemente comprovada a acusação”, alegou. O mesmo pretexto animou-o a tentar resgatar também José Genoíno. Ninguém divergiu tantas vezes do voto de Joaquim Barbosa: 12. Foi até pouco, gabou-se na conversa com Marcelo: “Tenha certeza disso. Eu estava tinindo nos cascos”.
Ele está tinindo nos cascos desde 16 de março de 2006, quando chegou ao STF 26 dias antes da denúncia do procurador-geral. Primeiro ministro nomeado por Lula depois do mensalão, Lewandowski ainda não aprendera a ajeitar a toga nos ombros sem a ajuda das mãos quando virou doutor no assunto. Para tornar-se candidato a uma toga, bastou-lhe a influência da madrinha Marisa Letícia, que transmitiu ao marido os elogios que a mãe do promissor advogado vivia fazendo ao filho quando eram vizinhas em São Bernardo. Mas só conseguiu a vaga graças às opiniões sobre o mensalão, emitidas em encontros reservados com emissários do Planalto. Ele sempre soube que Lula não queria indicar um grande jurista. Queria um parceiro de confiança, que o ajudasse a manter em liberdade os bandidos de estimação.
Passados mais de quatro anos, Lewandowski é o líder da bancada governista no STF ─ e continua tinindo nos cascos, comprovou a recente entrevista publicada pela Folha. Designado revisor do voto do relator Joaquim Barbosa, aproveitou a amável troca de ideias para comunicar à nação que os mensaleiros não seriam julgados antes de 2013. “Terei que fazer um voto paralelo”, explicou com o ar blasé de quem chupa um Chicabon. “São mais de 130 volumes. São mais de 600 páginas de depoimentos. Tenho que ler volume por volume, porque não posso condenar um cidadão sem ler as provas. Quando eu receber o processo eu vou começar do zero”. Como o relatório de Joaquim Barbosa deveria ficar pronto em março ou abril, como precisaria de seis meses para cumprir a missão, só poderia cloncluir seu voto no fim de 2012. O atraso beneficiaria muitos réus com a prescrição dos crimes, concedeu, mas o que se há de fazer? As leis brasileiras são assim. E assim deve agir um magistrado judicioso.
A conversa fiada foi bruscamente interrompida por Joaquim Barbosa, que estragou o Natal de Lewandowski e piorou o Ano Novo dos mensaleiros com o presente indesejado. Nesta segunda-feira, o ministro entregou ao revisor sem pressa o relatório, concluído no fim de semana, todas as páginas do processo e um lembrete desmoralizante: “Os autos do processo, há mais de quatro anos, estão digitalizados e disponíveis eletronicamente na base de dados do Supremo Tribunal Federal”, lembrou Barboza. Lewandowski, portanto, só vai começar do zero porque quis. De todo modo, o que disse à Folha o obriga a terminar a tarefa no primeiro semestre. Se puder, vai demorar seis meses para formalizar o que já está resolvido há seis anos: vai absolver os chefes da quadrilha por falta de provas.
As sucessivas manobras engendradas para adiar o julgamento confirmam que os pecadores não estão convencidos de que a bancada governista no STF é majoritária. Ficarão menos intranquilos se Cezar Peluso e Ayres Brito, que se aproximam da aposentadoria compulsória, forem substituídos por gente capaz de acreditar que o mensalão não existiu. Para impedir que o STF faça a opção pelo suicídio moral, o Brasil decente deve aprender a lição contida na conversa telefônica de 2007. Já que ficam mais sensatos com a faca no pescoço, os ministros do Supremo devem voltar a sentir a carótida afagada pelo fio da lâmina imaginária.
STF esse honestissimo órgão.
A Lei da Ficha Limpa termina o ano com um ponto de interrogação sobre seu alcance. Em março, o Supremo Tribunal Federal decidiu que apenas em 2012 candidatos com ficha suja ficariam proibidos de se candidatar. Faltou decidir, no entanto, se a lei poderia barrar políticos com processos julgados antes da sanção da lei e aqueles com processo sem trânsito em julgado, ou seja, quando ainda é possível recorrer. O julgamento foi retomado em novembro, mas foi adiado para evitar o risco de um empate, já que a Corte ainda esperava a posse de Rosa Maria Weber, que ocupou a vaga deixada com a aposentadoria da ministra Ellen Gracie.
Em maio, a lei que mobilizou milhões no País, completou um ano. Mesmo aprovada na Câmara em tempo considerado recorde e ter feito Joaquim Roriz renunciar à candidatura pelo governo do Distrito Federal, a lei acumularia só boas notícias não fossem as dúvidas jurídicas que ela carrega.
Na avaliação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a aplicação efetiva da lei depende dessas decisões. '(Sem isso,) a lei e nada será a mesma coisa', afirmou o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, quando a Ficha Limpa completou um ano.
O último julgamento, no início de dezembro, foi interrompido pela segunda vez por um pedido de vista do ministro Dias Toffoli, que disse não ter certeza se conseguiria ainda em 2011 liberar as ações para julgamento. Por enquanto, só são conhecidos dois votos, ambos favoráveis a declarar constitucional a norma.
Fichas sujas assumem. A primeira leva de políticos graúdos atingidos pela Lei da Ficha Limpa está livre, exercendo mandatos parlamentares. A decisão do STF de que a lei só valerá a partir das eleições de 2012 permitiu a posse de políticos que haviam sido eleitos em 2010, mas foram barrados pela lei. Em julho, assumiram vagas na Câmara dos Deputados João Pizzolatti (PP-SC), Janete Capiberibe (PSB-AP) e Magda Moffato (PTB-GO).
No dia 8 de novembro, foi a vez de Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), o primeiro dos três senadores eleitos e barrados pela Lei da Ficha Limpa na hora de assumirem os mandatos. Ex-governador da Paraíba, ele teve o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2009, acusado de compra de votos durante a campanha de 2006. Em seu discurso de posse, o tucano criticou a decisão judicial que impediu sua posse, afirmando que 'juiz nenhum pode substituir o povo'.
Três semanas depois, tomou posse o senador João Capiberibe (PSB-AP), que também havia sido condenado pelo TSE por compra de votos, nas eleições de 2002. Ele foi o segundo candidato a senador mais votado do Amapá, com mais de 130 mil votos.
Em 14 de dezembro, o STF autorizou a posse de um dos símbolos da primeira 'faxina' operada pela Lei da Ficha Limpa: Jader Barbalho (PMDB-PA). Eleito senador com quase 1,8 milhão de votos, ele havia sido barrado por ter renunciado a um mandato anterior para evitar sua cassação em um processo de quebra de decoro. No Twitter, Jader afirmou: 'A Justiça venceu. O Supremo Tribunal Federal liberou, hoje à tarde, minha posse no Senado. Obrigado, meu Pará'.
comentário: Para votar a LEI do FICHA LIMPA o Min Peluso se absteve ou melhor deu seu voto e disse que teria que esperar a posse do novo ministro para desempatar, no caso do seu amigO JADER ele votou 2 vezes rapidinho...entenderam seus idiotas meros pagadores de impostos?????É por isso que a JUSTIÇA DE BRASILIA é a mais honesta do mundo.
Em maio, a lei que mobilizou milhões no País, completou um ano. Mesmo aprovada na Câmara em tempo considerado recorde e ter feito Joaquim Roriz renunciar à candidatura pelo governo do Distrito Federal, a lei acumularia só boas notícias não fossem as dúvidas jurídicas que ela carrega.
Na avaliação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a aplicação efetiva da lei depende dessas decisões. '(Sem isso,) a lei e nada será a mesma coisa', afirmou o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, quando a Ficha Limpa completou um ano.
O último julgamento, no início de dezembro, foi interrompido pela segunda vez por um pedido de vista do ministro Dias Toffoli, que disse não ter certeza se conseguiria ainda em 2011 liberar as ações para julgamento. Por enquanto, só são conhecidos dois votos, ambos favoráveis a declarar constitucional a norma.
Fichas sujas assumem. A primeira leva de políticos graúdos atingidos pela Lei da Ficha Limpa está livre, exercendo mandatos parlamentares. A decisão do STF de que a lei só valerá a partir das eleições de 2012 permitiu a posse de políticos que haviam sido eleitos em 2010, mas foram barrados pela lei. Em julho, assumiram vagas na Câmara dos Deputados João Pizzolatti (PP-SC), Janete Capiberibe (PSB-AP) e Magda Moffato (PTB-GO).
No dia 8 de novembro, foi a vez de Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), o primeiro dos três senadores eleitos e barrados pela Lei da Ficha Limpa na hora de assumirem os mandatos. Ex-governador da Paraíba, ele teve o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2009, acusado de compra de votos durante a campanha de 2006. Em seu discurso de posse, o tucano criticou a decisão judicial que impediu sua posse, afirmando que 'juiz nenhum pode substituir o povo'.
Três semanas depois, tomou posse o senador João Capiberibe (PSB-AP), que também havia sido condenado pelo TSE por compra de votos, nas eleições de 2002. Ele foi o segundo candidato a senador mais votado do Amapá, com mais de 130 mil votos.
Em 14 de dezembro, o STF autorizou a posse de um dos símbolos da primeira 'faxina' operada pela Lei da Ficha Limpa: Jader Barbalho (PMDB-PA). Eleito senador com quase 1,8 milhão de votos, ele havia sido barrado por ter renunciado a um mandato anterior para evitar sua cassação em um processo de quebra de decoro. No Twitter, Jader afirmou: 'A Justiça venceu. O Supremo Tribunal Federal liberou, hoje à tarde, minha posse no Senado. Obrigado, meu Pará'.
comentário: Para votar a LEI do FICHA LIMPA o Min Peluso se absteve ou melhor deu seu voto e disse que teria que esperar a posse do novo ministro para desempatar, no caso do seu amigO JADER ele votou 2 vezes rapidinho...entenderam seus idiotas meros pagadores de impostos?????É por isso que a JUSTIÇA DE BRASILIA é a mais honesta do mundo.
Justiça Paraense (honesta) INVERTE os valores morais.
Os valores morais estão mesmo invertidos no Brasil.
Na sexta-feira (10), um cidadão que emitiu notas fiscais frias para dar cobertura a uma fraude, praticada pelos donos do principal grupo de comunicação da Amazônia, O Liberal, afiliado à Rede Globo de Televisão, através da qual tiveram acesso a dinheiro público da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), me ameaçou de agressão e tentou me intimidar.
Meu “crime” foi o de ter denunciado a fraude em meu Jornal Pessoal, que se transformou em denúncia do Ministério Público Federal, aceita pela Justiça Federal, mas arquivada em 1º grau sob a alegação de que o crime prescreveu. O juiz responsável pela sentença, Antônio de Almeida Campelo, titular da 4ª Vara Criminal Federal de Belém, tentou me impor sua censura, para que não pudesse mais escrever a respeito do processo. Como a ordem era ilegal, não a acatei. Cinco dias depois, diante da reação pública, o juiz voltou atrás e revogou a sua determinação. Mas o incidente de sexta mostra que as tentativas de me intimidar prosseguirão.
Eu saía do almoço em um restaurante no centro de Belém, às 15h15, quando um cidadão se aproximou de mim subitamente. Ele parecia ter esperado o momento em que fiquei só no caixa. Como se postou bem ao meu lado, o cumprimentei, mesmo sem identificá-lo de imediato. Ele reagiu de forma agressiva. Como minha saudação tinha sido um “Tudo bem?”, ele respondeu: “Vai ver o que fizeste contra mim no teu jornal”.
“O quê?”, disse eu. Ele se tornou mais agressivo ainda: “Da próxima vez eu vou te bater, tu vais ver”. Aí me dei conta de tratar-se de Rodrigo Chaves, dono da empresa, a Progec, que cedera as notas fiscais frias para os irmãos Romulo Maiorana Júnior e Ronaldo Maiorana, donos do projeto para implantar em Belém uma indústria de sucos regionais, no valor (atualizado) de R$ 7 milhões, projeto esse aprovado pela Sudam, em 1995.
Observei que o cidadão estava com um copo de vidro cheio de refrigerante e que o apertava com força. Deixando o salão do restaurante com o copo, tornava-se evidente que, com seu tom agressivo, planejava usá-lo contra mim. Mantive-me calmo, sem reagir. Paguei e saía, quando ele começou a gritar, me chamando de palhaço. Continuei seguindo e fui até a seccional da Polícia Civil, onde apresentei queixa contra a ameaça de agressão física.
A primeira reportagem do Jornal Pessoal sobre a fraude praticada pelos irmãos Maiorana saiu em maio de 2002, na edição 283. Desde então, venho acompanhando o assunto. Nunca fui contestado pelos Maiorana, nem por Rodrigo Chaves. Ao ser intimado a comparecer à Receita Federal, ele admitiu serem frias as nove notas fiscais e dois recibos que emitiu entre 1996 e 1997 para a Indústria Tropical Alimentícia. Com esses papéis, a empresa justificou a construção de um galpão, onde funcionaria a fábrica de sucos. A estrutura teria sido posta abaixo por um vendaval, que teria ocorrido na área, mas atingiu apenas a construção dos irmãos Maiorana.
Com base em vasta documentação, comprovando a fraude com as notas e o desvio de recursos públicos, a Receita Federal encaminhou o inquérito ao Ministério Público Federal, em 2000. O MPF fez a denúncia em 2008, enquadrando os Maiorana em crime contra o sistema financeiro nacional (mais conhecido como crime de colarinho branco). Nessa época, a fraude de 1995 já havia prescrito. Por isso, o crime não podia mais ser punido. Restavam as manobras que permitiram aos Maiorana receber colaboração financeira dos incentivos fiscais da Sudam em 1996 e 1997.
No total, em valor da época, os irmãos tiveram acesso a R$ 3,3 milhões. O projeto, ao final, absorveria R$ 20 milhões de então. Para receber o dinheiro, eles tinham que entrar com 50% de capital próprio. Mas não tiraram um centavo do bolso. No dia da liberação do recurso pela Sudam, eles emprestavam de um banco privado o valor equivalente, que devia ser a contrapartida de recursos próprios, mas só o mantinham em conta por um dia. No dia seguinte o dinheiro era devolvido ao banco.
O MPF só fez a denúncia pelo crime de fraude para a obtenção de dinheiro público. Não imputou aos Maiorana o outro delito, o de desvio de recursos públicos, caracterizado pela fraude na construção do galpão que o inusitado vendaval teria destruído. A prova da construção eram as notas fiscais fornecidas pelo cidadão que me ameaçou de agressão física.
A ameaça foi perpetrada num dia histórico para o Pará, a primeira unidade da federação brasileira a decidir, pelo voto direto e universal dos seus cidadãos, se aceita ou não a divisão do seu território, o 2º maior do país, para a criação de dois novos Estados, de Carajás e Tapajós. O próprio presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o também ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowsi, veio testemunhar pessoalmente esse momento histórico. Foi a primeira vez que um presidente do TSE participou de uma sessão do TRE do Pará. Mas não chegou a testemunhar um ato representativo de como age e pensa parte da elite paraense que monopoliza o poder na capital e, pensando só em si, dá motivos às regiões mais distantes de tentar se separar do Estado para conseguir maior atenção e cuidados, numa terra marcada pela desigualdade social, violência e a impunidade. E onde ficou famosa a frase de um caudilho: de que, por aqui, “lei é potoca”.
O grupo de comunicação dos irmãos Maiorana tomou parte na campanha, dizendo-se intérprete da vontade da população. Já publicou dezenas de editoriais contra o ex-senador Jader Barbalho, acusando-o de ter enriquecido apropriando-se de dinheiro público, com destaque para o dinheiro da Sudam, que teria desviado para os próprios bolsos. Mas os Maiorana, que cometeram o mesmo crime, não querem que ninguém escreva sobre seus atos. Um deles, Ronaldo Maiorana, beneficiário das notas frias do meu quase agressor, me agrediu fisicamente quase sete anos atrás, em janeiro de 2005, tendo a cobertura de dois militares da ativa da PM paraense, que transformou em seus capangas.
Por ironia, essa agressão se consumou em outros dois restaurantes da rede Pomme d’Or, onde agora fui ameaçado por um integrante da confraria dos Maiorana. Por outra ironia, tive que ir de novo à mesma seccional onde dei a primeira queixa. As agressões, ameaças e intimidações prosseguirão? O poder público fará a sua parte, de fazer respeitar a lei e dar garantias ao cidadão do exercício de seus direitos?
Aguardo as respostas, que cobro como um simples cidadão, às vezes sozinho, mas convicto do seu direito. E da obrigação que sua profissão lhe impõe: dizer a verdade. Mesmo que ela incomode poderosos e truculentos.
Lúcio Flávio Pinto é editor do Jornal Pessoal
comentário: É o sujo falando do mal lavado, e a nossa JUSTIÇA PARAENSE, (50% pertence ao JADER E OS OUTROS 50% AOS MAIORANAS)será que a nossa JUSTIÇA DE BRASILIA (HONESTISSIMA POR SINAL) DESEMPATA????SOMOS TODOS REFÉNS DESSES TOGADOS.
Na sexta-feira (10), um cidadão que emitiu notas fiscais frias para dar cobertura a uma fraude, praticada pelos donos do principal grupo de comunicação da Amazônia, O Liberal, afiliado à Rede Globo de Televisão, através da qual tiveram acesso a dinheiro público da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), me ameaçou de agressão e tentou me intimidar.
Meu “crime” foi o de ter denunciado a fraude em meu Jornal Pessoal, que se transformou em denúncia do Ministério Público Federal, aceita pela Justiça Federal, mas arquivada em 1º grau sob a alegação de que o crime prescreveu. O juiz responsável pela sentença, Antônio de Almeida Campelo, titular da 4ª Vara Criminal Federal de Belém, tentou me impor sua censura, para que não pudesse mais escrever a respeito do processo. Como a ordem era ilegal, não a acatei. Cinco dias depois, diante da reação pública, o juiz voltou atrás e revogou a sua determinação. Mas o incidente de sexta mostra que as tentativas de me intimidar prosseguirão.
Eu saía do almoço em um restaurante no centro de Belém, às 15h15, quando um cidadão se aproximou de mim subitamente. Ele parecia ter esperado o momento em que fiquei só no caixa. Como se postou bem ao meu lado, o cumprimentei, mesmo sem identificá-lo de imediato. Ele reagiu de forma agressiva. Como minha saudação tinha sido um “Tudo bem?”, ele respondeu: “Vai ver o que fizeste contra mim no teu jornal”.
“O quê?”, disse eu. Ele se tornou mais agressivo ainda: “Da próxima vez eu vou te bater, tu vais ver”. Aí me dei conta de tratar-se de Rodrigo Chaves, dono da empresa, a Progec, que cedera as notas fiscais frias para os irmãos Romulo Maiorana Júnior e Ronaldo Maiorana, donos do projeto para implantar em Belém uma indústria de sucos regionais, no valor (atualizado) de R$ 7 milhões, projeto esse aprovado pela Sudam, em 1995.
Observei que o cidadão estava com um copo de vidro cheio de refrigerante e que o apertava com força. Deixando o salão do restaurante com o copo, tornava-se evidente que, com seu tom agressivo, planejava usá-lo contra mim. Mantive-me calmo, sem reagir. Paguei e saía, quando ele começou a gritar, me chamando de palhaço. Continuei seguindo e fui até a seccional da Polícia Civil, onde apresentei queixa contra a ameaça de agressão física.
A primeira reportagem do Jornal Pessoal sobre a fraude praticada pelos irmãos Maiorana saiu em maio de 2002, na edição 283. Desde então, venho acompanhando o assunto. Nunca fui contestado pelos Maiorana, nem por Rodrigo Chaves. Ao ser intimado a comparecer à Receita Federal, ele admitiu serem frias as nove notas fiscais e dois recibos que emitiu entre 1996 e 1997 para a Indústria Tropical Alimentícia. Com esses papéis, a empresa justificou a construção de um galpão, onde funcionaria a fábrica de sucos. A estrutura teria sido posta abaixo por um vendaval, que teria ocorrido na área, mas atingiu apenas a construção dos irmãos Maiorana.
Com base em vasta documentação, comprovando a fraude com as notas e o desvio de recursos públicos, a Receita Federal encaminhou o inquérito ao Ministério Público Federal, em 2000. O MPF fez a denúncia em 2008, enquadrando os Maiorana em crime contra o sistema financeiro nacional (mais conhecido como crime de colarinho branco). Nessa época, a fraude de 1995 já havia prescrito. Por isso, o crime não podia mais ser punido. Restavam as manobras que permitiram aos Maiorana receber colaboração financeira dos incentivos fiscais da Sudam em 1996 e 1997.
No total, em valor da época, os irmãos tiveram acesso a R$ 3,3 milhões. O projeto, ao final, absorveria R$ 20 milhões de então. Para receber o dinheiro, eles tinham que entrar com 50% de capital próprio. Mas não tiraram um centavo do bolso. No dia da liberação do recurso pela Sudam, eles emprestavam de um banco privado o valor equivalente, que devia ser a contrapartida de recursos próprios, mas só o mantinham em conta por um dia. No dia seguinte o dinheiro era devolvido ao banco.
O MPF só fez a denúncia pelo crime de fraude para a obtenção de dinheiro público. Não imputou aos Maiorana o outro delito, o de desvio de recursos públicos, caracterizado pela fraude na construção do galpão que o inusitado vendaval teria destruído. A prova da construção eram as notas fiscais fornecidas pelo cidadão que me ameaçou de agressão física.
A ameaça foi perpetrada num dia histórico para o Pará, a primeira unidade da federação brasileira a decidir, pelo voto direto e universal dos seus cidadãos, se aceita ou não a divisão do seu território, o 2º maior do país, para a criação de dois novos Estados, de Carajás e Tapajós. O próprio presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o também ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowsi, veio testemunhar pessoalmente esse momento histórico. Foi a primeira vez que um presidente do TSE participou de uma sessão do TRE do Pará. Mas não chegou a testemunhar um ato representativo de como age e pensa parte da elite paraense que monopoliza o poder na capital e, pensando só em si, dá motivos às regiões mais distantes de tentar se separar do Estado para conseguir maior atenção e cuidados, numa terra marcada pela desigualdade social, violência e a impunidade. E onde ficou famosa a frase de um caudilho: de que, por aqui, “lei é potoca”.
O grupo de comunicação dos irmãos Maiorana tomou parte na campanha, dizendo-se intérprete da vontade da população. Já publicou dezenas de editoriais contra o ex-senador Jader Barbalho, acusando-o de ter enriquecido apropriando-se de dinheiro público, com destaque para o dinheiro da Sudam, que teria desviado para os próprios bolsos. Mas os Maiorana, que cometeram o mesmo crime, não querem que ninguém escreva sobre seus atos. Um deles, Ronaldo Maiorana, beneficiário das notas frias do meu quase agressor, me agrediu fisicamente quase sete anos atrás, em janeiro de 2005, tendo a cobertura de dois militares da ativa da PM paraense, que transformou em seus capangas.
Por ironia, essa agressão se consumou em outros dois restaurantes da rede Pomme d’Or, onde agora fui ameaçado por um integrante da confraria dos Maiorana. Por outra ironia, tive que ir de novo à mesma seccional onde dei a primeira queixa. As agressões, ameaças e intimidações prosseguirão? O poder público fará a sua parte, de fazer respeitar a lei e dar garantias ao cidadão do exercício de seus direitos?
Aguardo as respostas, que cobro como um simples cidadão, às vezes sozinho, mas convicto do seu direito. E da obrigação que sua profissão lhe impõe: dizer a verdade. Mesmo que ela incomode poderosos e truculentos.
Lúcio Flávio Pinto é editor do Jornal Pessoal
comentário: É o sujo falando do mal lavado, e a nossa JUSTIÇA PARAENSE, (50% pertence ao JADER E OS OUTROS 50% AOS MAIORANAS)será que a nossa JUSTIÇA DE BRASILIA (HONESTISSIMA POR SINAL) DESEMPATA????SOMOS TODOS REFÉNS DESSES TOGADOS.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Bandidos de Toga não querem ser chamados de "bandidos de toga" só de Bandidos!!!
No mais recente capítulo do entrave que expôs a divisão e o clima de guerra do Judiciário brasileiro, a corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon, afirmou na quinta-feira, 22, que quase metade dos magistrados paulistas esconde seus rendimentos e que por trás da crise está um movimento corporativista para enfraquecer o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Em resposta às associações de magistrados, ela disse que essas entidades são "maledicentes e mentirosas". "Este é o ovo da serpente", disse. Segundo ela, em São Paulo foi descoberto que 45% dos magistrados descumpriram a legislação que obriga os servidores públicos a apresentarem todos os anos sua declaração de renda para que eventualmente ela seja analisada por órgãos de controle, como o CNJ. Em Mato Grosso do Sul, ninguém entregou.
comentário: Resumo da ópera a " Lei" ou seja o IR só é válido para os BRASILEIROS que os sustentam no seu precioso cargo, já que são FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS, enquanto quem não é JUIZ/DESEMBARGADOR E ASSEMELHADOS tem que declarar o IR, uma perguntinha idiota? sonegação fiscal não é crime????Sonegar imposto não é crime????Quero ver esta RECEITA FEDERAL enquadrar esses JUIZES, duvido..................................
comentário: Resumo da ópera a " Lei" ou seja o IR só é válido para os BRASILEIROS que os sustentam no seu precioso cargo, já que são FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS, enquanto quem não é JUIZ/DESEMBARGADOR E ASSEMELHADOS tem que declarar o IR, uma perguntinha idiota? sonegação fiscal não é crime????Sonegar imposto não é crime????Quero ver esta RECEITA FEDERAL enquadrar esses JUIZES, duvido..................................
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Honorável bandido mandou Senado omitir alta dos gastos em balanço contábil, resumindo este balanço é uma FARSA!!!

O Senado decidiu ignorar o crescente aumento de gastos na Casa puxado pelas despesas com pessoal e publicou nesta quarta-feira um balanço da gestão José Sarney (PMDB-AP) sob o título "Mais econômico, mais ágil e mais transparente". Publicado no jornal oficial da Casa, o material de 12 páginas oculta que até o início de dezembro o Senado já tinha alcançado o mesmo volume de despesas de todo o ano de 2010 e que os gastos com pessoal vêm crescendo em ritmo acelerado desde 2009.
Segundo dados do próprio Portal da Transparência da Casa, até o dia 14 de dezembro já foram empenhados 2,97 bilhões de reais em despesas, superando em 31 milhões de reais o que foi gasto em 2010. O orçamento total da Casa para 2011 é de 3,3 bilhões de reais.
O crescimento constante dos gastos no Senado é puxado pelas despesas com pessoal. Até a mesma data, na qual não está inclusa ainda integralmente a folha de pagamentos de dezembro, já foi despendido 2,55 bilhões de reais, valor que já é 7 milhões de reais maior do que os gastos de todo o ano passado. O crescimento não é exclusividade deste ano, visto que em 2009, primeiro ano da atual passagem de Sarney pela Presidência, os gastos com pessoal foram de 2,22 bilhões de reais. Segundo a administração do Senado, até o fim de 2011 os gastos com a folha de pagamento vão bater em 2,76 bilhões de reais.
O maior aumento de gastos é com aposentadorias e pensões. A Casa já superou em 2011 a marca de 1 bilhão de reais em despesas na área. No ano passado, esses gastos ficaram em 937 milhões de reais, enquanto em 2009 representaram 730 milhões de reais. Até o fim do ano, a Casa vai gastar mais 112 milhões de reais nessa rubrica.
As despesas com funcionários terceirizados também cresceram em 2011. Foram 62,8 milhões de reais despendidos até o início de dezembro, montante igual ao gasto com locação de mão de obra durante 2010. Estão ainda previstos mais cerca de 9 milhões de reais em pagamentos nesta área relativas a serviços prestados em 2011.
"Boas notícias" - Os números descritos acima não estão no balanço divulgado pelo Senado. A Casa procurou enfatizar só as "boas notícias". Destacou a redução do pagamento de horas extras que caíram de 37,8 milhões de reais em 2010 para 5,8 milhões de reais neste ano e medidas como pregões eletrônicos e reformulação do sistema de plano de saúde dos servidores. No material, que tem na capa uma foto de Sarney ao lado de estudantes, parece não ser necessária a reforma administrativa que a Casa mais uma vez deixou para depois.
O Senado mais uma vez promete mudanças somente para o futuro. A proposta para o orçamento do próximo ano prevê que as despesas sejam mantidas nos mesmos patamares de 2011. Mesmo com este objetivo, a Casa já anunciou um novo concurso para a contratação de mais 246 funcionários.
Atualmente, o Senado conta com 3,2 mil servidores efetivos, 3 mil funcionários de indicação política, além de mais de 3 mil terceirizados.
A administração da Casa justifica o aumento da folha salarial na administração de Sarney pela aprovação de um plano de carreira no ano passado. Parte do impacto já recaiu sobre a folha de 2010 e o aumento restante foi dado aos funcionários em janeiro de 2011. Foram contratados ainda outros 77 servidores efetivos aprovados em concurso público ao longo deste ano.
Em relação ao crescimento dos gastos com inativos, a Casa vive um momento de aposentadorias em série. Somente neste ano, mais de 410 servidores requereram aposentadoria. Em 2010, esse número foi de 171 funcionários. Ao todo, o Senado paga aposentadorias e pensões a mais de 3,1 mil pessoas, segundo a administração.
(Com Agência Estado
Filho de Michael Douglas tem pena aumentada por ter sido pego com droga na cadeia.

Cameron Douglas, filho do ator Michael Douglas, teve sua pena aumentada em quatro anos e meio por um juiz nova-iorquino nesta quarta-feira. O jovem já cumpre sentença de cinco anos por tráfico de drogas.
O juiz condenou Cameron, de 33 anos, por posse de drogas dentro da prisão na qual cumpre a pena inicial, imposta em abril de 2010 após ser detido em um hotel de Nova York tentando vender uma grande quantidade de metanfetamina por 15 mil dólares. "Sinto-me envergonhado e derrotado", disse Cameron antes da nova sentença do juiz, segundo o diário nova-iorquino Daily News.
O filho de Michael Douglas também pediu que a pena fosse substituída por algum tratamento de desintoxicação, algo que o magistrado não aceitou, embora tenha recomendado sua mudança para uma prisão onde possa receber ajuda contra a dependência. O juiz aproveitou para criticar as autoridades penitenciárias por terem permitido que a droga chegasse a Cameron, que teria convencido sua advogada em pelo menos quatro ocasiões a levar narcóticos dentro de seu sutiã.
Clemência negada - Durante o processo do ano passado, vários amigos e familiares de Cameron enviaram cartas ao juiz pedindo clemência, entre eles o próprio Michael Douglas. Para tentar explicar a situação de seu filho, o ator recorreu aos antecedentes de abusos de álcool e drogas presentes em sua família, assim como ao peso da fama e ao fato de Cameron ser fruto de "um casamento fracassado". "Amo meu filho, mas não estou cego diante de seus atos. Não quero que seja destruído", assegurou o ator em sua carta manuscrita de cinco páginas.
Também foram entregues na ocasião cartas do lendário ator Kirk Douglas, avô de Cameron, e da atriz Catherine Zeta-Jones, esposa de Michael
comentário: este Blog deixa mais um exemplo para a INJUSTIÇA BRASILEIRA, se espelhar...sei que é muito dificil, quase IMPOSSÍVEL, mas fica a dica.
Presidente do STF, que recebeu 700 mil, informa que ele e sua turma não podem e não devem ser investigados por ninguém.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, repudia insinuações irresponsáveis de que o ministro Ricardo Lewandowski teria beneficiado a si próprio ao conceder liminar que sustou investigação realizada pela Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra magistrados de 22 tribunais do país. Em conduta que não surpreende a quem acompanha sua exemplar vida profissional, o ministro Lewandowski agiu no estrito cumprimento de seu dever legal e no exercício de suas competências constitucionais. Inexistia e inexiste, no caso concreto, condição que justifique suspeição ou impedimento da prestação jurisdicional por parte do ministro Lewandowski.
Nos termos expressos da Constituição, a vida funcional do ministro Lewandowski e a dos demais ministros do Supremo Tribunal Federal não podem ser objeto de cogitação, de investigação ou de violação de sigilo fiscal e bancário por parte da Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça. Se o foi, como parecem indicar covardes e anônimos "vazamentos" veiculados pela imprensa, a questão pode assumir gravidade ainda maior por constituir flagrante abuso de poder em desrespeito a mandamentos constitucionais, passível de punição na forma da lei a título de crimes."
comentário: O Presidente do STF repete a máxima de LUIS XIV, quando disse que o ESTADO ERA ELE...resumo da história, foi guilhotinado...mas isso na França, aqui neste País sem LEI onde todos roubam...nada acontece e nada acontecerá.!!!
Nos termos expressos da Constituição, a vida funcional do ministro Lewandowski e a dos demais ministros do Supremo Tribunal Federal não podem ser objeto de cogitação, de investigação ou de violação de sigilo fiscal e bancário por parte da Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça. Se o foi, como parecem indicar covardes e anônimos "vazamentos" veiculados pela imprensa, a questão pode assumir gravidade ainda maior por constituir flagrante abuso de poder em desrespeito a mandamentos constitucionais, passível de punição na forma da lei a título de crimes."
comentário: O Presidente do STF repete a máxima de LUIS XIV, quando disse que o ESTADO ERA ELE...resumo da história, foi guilhotinado...mas isso na França, aqui neste País sem LEI onde todos roubam...nada acontece e nada acontecerá.!!!
Bandidos de Toga movimentaram 176 milhões em dinheiro vivo.
Uma varredura determinada pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) na movimentação financeira de todos os servidores e magistrados do Judiciário -com exceção dos tribunais superiores- está na origem da guerra deflagrada no mundo jurídico. Determinado em julho de 2010, o levantamento atingiu 216.800 pessoas -entre servidores, juízes e parentes- e apontou que 3.438 deles tiveram movimentações consideradas suspeitas. A corregedoria contesta esses números. Além disso, serviu de base para que, no início deste mês, a corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon, determinasse uma devassa em 22 tribunais. O objetivo era apurar um eventual enriquecimento de seus integrantes.
A varredura provocou reação indignada da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), que acusa o conselho de quebrar ilegalmente o sigilo bancário e fiscal dos integrantes do Judiciário. A entidade pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) que anulasse as inspeções e teve o pedido aceito pelo ministro Ricardo Lewandowski, que na última segunda-feira concedeu liminar suspendendo a investigação recém-iniciada pelo conselho. Como a Folha revelou ontem, a decisão beneficiou o próprio Lewandowski, porque também suspendeu uma investigação sobre pagamentos feitos a vários juízes por conta de uma antiga dívida trabalhista. Por sua vez, o CNJ alega que tem o dever de investigar os servidores do Judiciário, incluindo as suspeitas de enriquecimento ilícito.
O levantamento sigiloso sobre movimentações financeiras atípicas no Judiciário foi solicitado em julho de 2010 pelo então corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp. Ele solicitou ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão que pertence ao Ministério da Fazenda, a análise dos CPFs de todos os membros dos tribunais estaduais, federais, trabalhistas e militares. Além de apontar 3.438 casos suspeitos, o Coaf informou que as movimentações atípicas se concentraram em cinco Estados (São Paulo, Rio, Minas, Bahia e Paraíba) e no Distrito Federal. De R$ 173,6 milhões de operações feitas em dinheiro, e postas sob suspeita, R$ 60,6 milhões estão concentradas na Justiça paulista (estadual, militar e do Trabalho), no TJ do Distrito Federal e no TJ da Bahia.
Nesse grupo, segundo o Coaf, oito pessoas movimentaram R$ 16,7 milhões: dois titulares de cartórios, três juízes, um desembargador, um aposentado e um empresário. Por entender que o CNJ "passou a investigar eventual prática de crime, e não de infração disciplinar administrativa", a AMB, a Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho) e a Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) requereram ao Supremo a anulação e imediata suspensão dessas investigações.
Como o ministro Joaquim Barbosa, relator sorteado, não estava no STF, o pedido foi distribuído ao ministro Ricardo Lewandowski, que concedeu a liminar. As três associações alegaram que a corregedoria submetera 216.800 mil magistrados e servidores "ao constrangimento ilegal de quebra de sigilo bancário e fiscal". As entidades sustentaram que o plenário do CNJ não foi informado previamente sobre o pedido ao Coaf. "Tomei a decisão, em face da amplitude das providências determinadas pela Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça, que compreendem a quebra do sigilo de dados fiscais e bancários de um número indeterminado e indiscriminado de magistrados e servidores", afirmou Lewandowski, em nota.
Eliana determinou que as inspeções sigilosas começassem em São Paulo. A ordem era examinar declarações de bens de quem tivesse informado rendimentos anuais superiores a R$ 500 mil nos últimos cinco exercícios.No ato, a corregedora alertou que a conclusão dependeria de verificar-se a compatibilidade dos bens e rendas: "A simples movimentação financeira de altas somas pode não caracterizar ilícito, mas pagamento regular de créditos salariais, heranças e prêmios de loteria".(Da Folha de São Paulo
comentário: tá tudo explicado agora porque o Min primo do collor suspendeu os poderes do CNJ. Precisa explicar mais alguma coisa?????
A varredura provocou reação indignada da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), que acusa o conselho de quebrar ilegalmente o sigilo bancário e fiscal dos integrantes do Judiciário. A entidade pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) que anulasse as inspeções e teve o pedido aceito pelo ministro Ricardo Lewandowski, que na última segunda-feira concedeu liminar suspendendo a investigação recém-iniciada pelo conselho. Como a Folha revelou ontem, a decisão beneficiou o próprio Lewandowski, porque também suspendeu uma investigação sobre pagamentos feitos a vários juízes por conta de uma antiga dívida trabalhista. Por sua vez, o CNJ alega que tem o dever de investigar os servidores do Judiciário, incluindo as suspeitas de enriquecimento ilícito.
O levantamento sigiloso sobre movimentações financeiras atípicas no Judiciário foi solicitado em julho de 2010 pelo então corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp. Ele solicitou ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão que pertence ao Ministério da Fazenda, a análise dos CPFs de todos os membros dos tribunais estaduais, federais, trabalhistas e militares. Além de apontar 3.438 casos suspeitos, o Coaf informou que as movimentações atípicas se concentraram em cinco Estados (São Paulo, Rio, Minas, Bahia e Paraíba) e no Distrito Federal. De R$ 173,6 milhões de operações feitas em dinheiro, e postas sob suspeita, R$ 60,6 milhões estão concentradas na Justiça paulista (estadual, militar e do Trabalho), no TJ do Distrito Federal e no TJ da Bahia.
Nesse grupo, segundo o Coaf, oito pessoas movimentaram R$ 16,7 milhões: dois titulares de cartórios, três juízes, um desembargador, um aposentado e um empresário. Por entender que o CNJ "passou a investigar eventual prática de crime, e não de infração disciplinar administrativa", a AMB, a Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho) e a Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) requereram ao Supremo a anulação e imediata suspensão dessas investigações.
Como o ministro Joaquim Barbosa, relator sorteado, não estava no STF, o pedido foi distribuído ao ministro Ricardo Lewandowski, que concedeu a liminar. As três associações alegaram que a corregedoria submetera 216.800 mil magistrados e servidores "ao constrangimento ilegal de quebra de sigilo bancário e fiscal". As entidades sustentaram que o plenário do CNJ não foi informado previamente sobre o pedido ao Coaf. "Tomei a decisão, em face da amplitude das providências determinadas pela Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça, que compreendem a quebra do sigilo de dados fiscais e bancários de um número indeterminado e indiscriminado de magistrados e servidores", afirmou Lewandowski, em nota.
Eliana determinou que as inspeções sigilosas começassem em São Paulo. A ordem era examinar declarações de bens de quem tivesse informado rendimentos anuais superiores a R$ 500 mil nos últimos cinco exercícios.No ato, a corregedora alertou que a conclusão dependeria de verificar-se a compatibilidade dos bens e rendas: "A simples movimentação financeira de altas somas pode não caracterizar ilícito, mas pagamento regular de créditos salariais, heranças e prêmios de loteria".(Da Folha de São Paulo
comentário: tá tudo explicado agora porque o Min primo do collor suspendeu os poderes do CNJ. Precisa explicar mais alguma coisa?????
A casa caiu para a CAIXA.
A Casa caiu para Caixa Econômica Federal Compare os números sorteados nos concursosMega Sena: 1225 e 1226 !!!
1225- números sorteados = 31/ 32 / 34 / 40 / 50/ 55 ocorrido dia 23/10/2010. 1226 - números sorteados = 10 / 31 / 40 / 50 / 55 / 56 ocorrido dia 27/10/2010
Link resultado 1225
http://www1.caixa.gov.br/loterias/loterias/megasena/megasena_resultado.asp#
Link resultado 1226
http://www1.caixa.gov.br/loterias/loterias/megasena/megasena_resultado.asp#
O que foi que aconteceu?????? nunca tivemos tantos números repetidos em jogos consecutivos!!!! A GRANDE FARSA É DESCOBERTA! SE VOCÊ FAZ APOSTAS, ESTÁ SENDO ENGANADO!!! Simples esqueceram de remover as bolinhas fraudadas.
A Polícia Federal desconfiou que estivesse havendo algum tipo de fraude na MEGA SENA e, mal começaram as investigações, pegaram várias pessoas envolvidas no esquema, entre elas, funcionários, auditores, e muito peixe grande, ligadas diretamente ao governo.
Era muita gente envolvida no esquema. Eles fraudavam o peso da bolinha, fazendo sempre dar os números que eles quisessem e botavam 'laranjas' para jogar em diferentes Estados.
Você que achava estranho a Mega Sena acumular tantas vezes seguidamente, e quando saía o prêmio, apenas uma pessoa ganhava, geralmente em algum lugar bem distante.. Só podia ser algum tipo de fraude mesmo!!!
Descobriram membros da quadrilha com 4 Bilhões em contas nos paraísos fiscais; o que menos tinha, tinha 8 milhões..
Isso é sacanagem com o povo brasileiro, que trabalha demais; muitos deixam até de comer alguma coisa para fazer uma fezinha!O que muito me admira é que quase não houve divulgação!!!!!!
Na TV só passou uma vez no Jornal da Record, e outra na BAND... Certamente foram censurados.... Está na cara que o governo não quer perder a bocada que fatura cada semana com os jogos, e nem quer mais CPIs...
Está notícia não pode ficar na gaveta, espalhem!!!
Vamos nos unir e dar fim a essa grande rede de corrupção que envolve o nosso país.
Colabore com a DIVULGAÇÃO e ajude a desmantelar essa corja de corruptos que levam 45% do seu salário em impostos e ainda têm coragem de levar mais... Passe para todos da sua lista de contatos....
O BRASIL todo precisa saber!!! - O único jeito de acabarmos com essa patifaria é ninguém jogar mais em nada. Aí , a CAIXA ECONÔMICA vai ter um enorme prejuízo e, talvez só assim fará alguma coisa. E o que as autoridades vão fazer agora??? Esconder como fizeram quando essa notícia vazou???
DIVULGUE... MAS DIVULGUE MESMO, PARA VER SE ACONTECE ALGUMA COISA!!!
comentário: SIMPLESMENTE É IMPOSSÍVEL SAIR 4 NUMEROS DE UM CONCURSO COM UM INTERVALO DE 1 SEMANA...ENTREI NO SITE DA CAIXA E COMPROVEI A FRAUDE, COMPROVE VOCE TAMBÉM...E AGORA????CADE O MINISTÉRIO PUBLICO, CADE A OAB, ESTÃO CALADOS...????OU SÃO CONIVENTES????PRIMEIRO FOI DOAR 4 BILHOES A UM BANCO FALIDO (PAN AMERICANO) DINHEIRO PÚBLICO, SUOR DE TODOS, DEPOIS ESSA QUADRILHA FRAUDA OS RESULTADOS DA MEGA SENA...O GOVERNO HONESTO ABAFA, LÓGICO!!!NÃO QUER PERDER DINHEIRO...E VOCÊ PAGADOR DE IMPOSTOS????BOBINHO????CONTINUA FAZENDO SUA FÉ NA CAIXA...ESSE PAÍS NÃO TEM MAIS JEITO....CANSEI!!!
1225- números sorteados = 31/ 32 / 34 / 40 / 50/ 55 ocorrido dia 23/10/2010. 1226 - números sorteados = 10 / 31 / 40 / 50 / 55 / 56 ocorrido dia 27/10/2010
Link resultado 1225
http://www1.caixa.gov.br/loterias/loterias/megasena/megasena_resultado.asp#
Link resultado 1226
http://www1.caixa.gov.br/loterias/loterias/megasena/megasena_resultado.asp#
O que foi que aconteceu?????? nunca tivemos tantos números repetidos em jogos consecutivos!!!! A GRANDE FARSA É DESCOBERTA! SE VOCÊ FAZ APOSTAS, ESTÁ SENDO ENGANADO!!! Simples esqueceram de remover as bolinhas fraudadas.
A Polícia Federal desconfiou que estivesse havendo algum tipo de fraude na MEGA SENA e, mal começaram as investigações, pegaram várias pessoas envolvidas no esquema, entre elas, funcionários, auditores, e muito peixe grande, ligadas diretamente ao governo.
Era muita gente envolvida no esquema. Eles fraudavam o peso da bolinha, fazendo sempre dar os números que eles quisessem e botavam 'laranjas' para jogar em diferentes Estados.
Você que achava estranho a Mega Sena acumular tantas vezes seguidamente, e quando saía o prêmio, apenas uma pessoa ganhava, geralmente em algum lugar bem distante.. Só podia ser algum tipo de fraude mesmo!!!
Descobriram membros da quadrilha com 4 Bilhões em contas nos paraísos fiscais; o que menos tinha, tinha 8 milhões..
Isso é sacanagem com o povo brasileiro, que trabalha demais; muitos deixam até de comer alguma coisa para fazer uma fezinha!O que muito me admira é que quase não houve divulgação!!!!!!
Na TV só passou uma vez no Jornal da Record, e outra na BAND... Certamente foram censurados.... Está na cara que o governo não quer perder a bocada que fatura cada semana com os jogos, e nem quer mais CPIs...
Está notícia não pode ficar na gaveta, espalhem!!!
Vamos nos unir e dar fim a essa grande rede de corrupção que envolve o nosso país.
Colabore com a DIVULGAÇÃO e ajude a desmantelar essa corja de corruptos que levam 45% do seu salário em impostos e ainda têm coragem de levar mais... Passe para todos da sua lista de contatos....
O BRASIL todo precisa saber!!! - O único jeito de acabarmos com essa patifaria é ninguém jogar mais em nada. Aí , a CAIXA ECONÔMICA vai ter um enorme prejuízo e, talvez só assim fará alguma coisa. E o que as autoridades vão fazer agora??? Esconder como fizeram quando essa notícia vazou???
DIVULGUE... MAS DIVULGUE MESMO, PARA VER SE ACONTECE ALGUMA COISA!!!
comentário: SIMPLESMENTE É IMPOSSÍVEL SAIR 4 NUMEROS DE UM CONCURSO COM UM INTERVALO DE 1 SEMANA...ENTREI NO SITE DA CAIXA E COMPROVEI A FRAUDE, COMPROVE VOCE TAMBÉM...E AGORA????CADE O MINISTÉRIO PUBLICO, CADE A OAB, ESTÃO CALADOS...????OU SÃO CONIVENTES????PRIMEIRO FOI DOAR 4 BILHOES A UM BANCO FALIDO (PAN AMERICANO) DINHEIRO PÚBLICO, SUOR DE TODOS, DEPOIS ESSA QUADRILHA FRAUDA OS RESULTADOS DA MEGA SENA...O GOVERNO HONESTO ABAFA, LÓGICO!!!NÃO QUER PERDER DINHEIRO...E VOCÊ PAGADOR DE IMPOSTOS????BOBINHO????CONTINUA FAZENDO SUA FÉ NA CAIXA...ESSE PAÍS NÃO TEM MAIS JEITO....CANSEI!!!
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Dilma mente e continua não se importando com a vida dos Brasileiros pagadores de impostos.
Em 13 de janeiro deste ano, depois de sobrevoar a Região Serrana do Rio, a presidente Dilma Rousseff convocou a imprensa para avisar que não permitiria a reedição de uma tragédia daquelas dimensões. Primeiro, admitiu que se tratava de um problema federal. Em seguida, prometeu acabar com deslizamentos nos morros com obras de contenção de encostas, prometeu um mundaréu de medidas preventivas, prometeu instalar redes de saneamento básico, prometeu remover os ameaçados por desastres naturais, prometeu casas para os flagelados e prometeu voltar mais tarde para inaugurar o colosso de promessas.
Nesta quinta-feira, o ministro Aloízio Mercadante apareceu no Senado para mandar um recado aos brasileiros em geral e, em particular, aos milhões de moradores de áreas de risco. “Morrerão pessoas neste verão. E nos próximos”, confessou. Rebatizou a temporada de chuvas fortes de “extremos climáticos”, culpou a natureza e comunicou que o governo não fez nada do que prometeu. A discurseira de Dilma foi outro embuste. As vítimas da tragédia anunciada estão entregues à própria sorte.
O Brasil tem sido poupado de furacões, tsunamis e terremotos, registrei no comentário de um minuto para o site de VEJA. Mas é sistematicamente assolado pela incompetência das dilmas e dos mercadantes. Não se sabe qual dos fenômenos é mais devastador. O vídeo editado pela repórter Fernanda Nascimento, que alterna trechos da discurseira da presidente e do palavrório do ministro, deixa claro que as dilmas e os mercadantes são igualmente traiçoeiros. É mais que um documento político. É a prova de um crime.
Nesta quinta-feira, o ministro Aloízio Mercadante apareceu no Senado para mandar um recado aos brasileiros em geral e, em particular, aos milhões de moradores de áreas de risco. “Morrerão pessoas neste verão. E nos próximos”, confessou. Rebatizou a temporada de chuvas fortes de “extremos climáticos”, culpou a natureza e comunicou que o governo não fez nada do que prometeu. A discurseira de Dilma foi outro embuste. As vítimas da tragédia anunciada estão entregues à própria sorte.
O Brasil tem sido poupado de furacões, tsunamis e terremotos, registrei no comentário de um minuto para o site de VEJA. Mas é sistematicamente assolado pela incompetência das dilmas e dos mercadantes. Não se sabe qual dos fenômenos é mais devastador. O vídeo editado pela repórter Fernanda Nascimento, que alterna trechos da discurseira da presidente e do palavrório do ministro, deixa claro que as dilmas e os mercadantes são igualmente traiçoeiros. É mais que um documento político. É a prova de um crime.
Distrito Federal vende vagas em órgãos públicos...atenção concurseiros.
Há duas semanas, o site de VEJA revelou o funcionamento de um esquema de venda de vagas de vigilantes em órgãos públicos federais. A ilegalidade é operada dentro da Patrimonial, empresa que oferece mão de obra para ministérios, estatais e para a Universidade de Brasília. Agora, surgem mais duas pessoas que admitem ter alimentado o esquema. A história relatada é idêntica: intermediários, que também trabalham para a Patrimonial, são encarregados de recolher os recursos - o preço, que era de 4 000 reais, chega atualmente a 5 000. O pagamento é feito em dinheiro vivo e a contratação se dá dias depois. O atravessador fica com uma pequena parte do dinheiro. O restante é repassado a dois diretores da empresa: Pedro dos Santos Lira, que comanda a área operacional, e Wander Silvano de Queiroz, responsável pelos contratos de vigilância.
Uma das pessoas ouvidas pelo site de VEJA ainda trabalha na Patrimonial e prefere manter a identidade sob sigilo. A outra decidiu mostrar o rosto: é Edivandro Rodrigues. Ele comprou uma vaga por 5 000 reais. Recebeu a garantia de que iria trabalhar no horário noturno. Mas o acerto não durou muito tempo. O vigilante ficou um mês no Ministério da Justiça e outro na Infraero. No terceiro mês, teve o horário alterado: a nova escala se chocava com o outro emprego de Edivandro. A intenção era forçar a saída do funcionário para liberar a vaga e vendê-la de novo. Os apelos a Wander não funcionavam. Edivandro teve de deixar o cargo.
O vigilante havia feito um empréstimo para conseguir entrar no esquema: "Paguei 5 000 e estou devendo é 8 000. Essa máfia existe e todo dia coloca gente na Patrimonial. A jogada é colocar as pessoas e mandam embora meses depois", descreve Edivandro. Quando comprou a vaga, Edivandro entregou o dinheiro a Wilson Arruda, vigilante do Ministério da Justiça. Depois do acerto, o intermediário parou de atender aos telefonemas. Ficaram o prejuízo e o arrependimento.
Aviso prévio - Outro personagem ouvido por VEJA diz que prefere não se identificar. Ele está no cargo desde abril de 2010. Mas já recebeu o aviso prévio e deve ser demitido em breve. Na época, o vigilante diz ter pago 4 000 reais pela vaga. "Eles pedem para entregar o dinheiro junto com o curículo. O pessoal do RH não sabe do esquema", conta. O agente de segurança faz uma estimativa que coincide com a avaliação feita por um personagem da primeira reportagem do site de VEJA sobre o caso: "De cada dez vigilantes que eles precisam, pelo menos cinco ou seis entram por esse esquema".
Se as contas estiverem certas, o esquema se transformou numa máquina milionária: a Patrimonial tem cerca de 2 000 funcionários, a maior parte deles na área de vigilância. A companhia também fornece mão de obra na área administrativa. E mantém contratos com órgãos importantes do governo federal: além da Infraero e do Ministério da Justiça, a empresa cede trabalhadores para órgãos como a Caixa Econômica Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Universidade de Brasília e o Senado Federal.
O Ministério Público do Trabalho já investiga o caso. O Sindicato dos Vigilantes também tomou conhecimento de casos semelhantes. Moisés da Consolação, um dos diretores da entidade no Distrito Federal, diz que há relatos de irregularidades semelhantes também em outras empresas: "Isso chegou até nós e estamos apurando", diz ele.
Silêncio - Os apontados como responsáveis pelo esquema ilegal optam pelo silêncio. A Patrimonial não se pronuncia. Talvez porque Pedro dos Santos Lira, que gosta de se exibir em lanchas no Lago Paranoá, é o número 2 da companhia, abaixo apenas do proprietário. Wander Silvano de Queiroz mantém contato direto com os vigilantes e é responsável por desocupar as vagas para manter o processo de venda. Um método que, até agora, não dá sinais de que que vai ter fim.
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Uma das pessoas ouvidas pelo site de VEJA ainda trabalha na Patrimonial e prefere manter a identidade sob sigilo. A outra decidiu mostrar o rosto: é Edivandro Rodrigues. Ele comprou uma vaga por 5 000 reais. Recebeu a garantia de que iria trabalhar no horário noturno. Mas o acerto não durou muito tempo. O vigilante ficou um mês no Ministério da Justiça e outro na Infraero. No terceiro mês, teve o horário alterado: a nova escala se chocava com o outro emprego de Edivandro. A intenção era forçar a saída do funcionário para liberar a vaga e vendê-la de novo. Os apelos a Wander não funcionavam. Edivandro teve de deixar o cargo.
O vigilante havia feito um empréstimo para conseguir entrar no esquema: "Paguei 5 000 e estou devendo é 8 000. Essa máfia existe e todo dia coloca gente na Patrimonial. A jogada é colocar as pessoas e mandam embora meses depois", descreve Edivandro. Quando comprou a vaga, Edivandro entregou o dinheiro a Wilson Arruda, vigilante do Ministério da Justiça. Depois do acerto, o intermediário parou de atender aos telefonemas. Ficaram o prejuízo e o arrependimento.
Aviso prévio - Outro personagem ouvido por VEJA diz que prefere não se identificar. Ele está no cargo desde abril de 2010. Mas já recebeu o aviso prévio e deve ser demitido em breve. Na época, o vigilante diz ter pago 4 000 reais pela vaga. "Eles pedem para entregar o dinheiro junto com o curículo. O pessoal do RH não sabe do esquema", conta. O agente de segurança faz uma estimativa que coincide com a avaliação feita por um personagem da primeira reportagem do site de VEJA sobre o caso: "De cada dez vigilantes que eles precisam, pelo menos cinco ou seis entram por esse esquema".
Se as contas estiverem certas, o esquema se transformou numa máquina milionária: a Patrimonial tem cerca de 2 000 funcionários, a maior parte deles na área de vigilância. A companhia também fornece mão de obra na área administrativa. E mantém contratos com órgãos importantes do governo federal: além da Infraero e do Ministério da Justiça, a empresa cede trabalhadores para órgãos como a Caixa Econômica Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Universidade de Brasília e o Senado Federal.
O Ministério Público do Trabalho já investiga o caso. O Sindicato dos Vigilantes também tomou conhecimento de casos semelhantes. Moisés da Consolação, um dos diretores da entidade no Distrito Federal, diz que há relatos de irregularidades semelhantes também em outras empresas: "Isso chegou até nós e estamos apurando", diz ele.
Silêncio - Os apontados como responsáveis pelo esquema ilegal optam pelo silêncio. A Patrimonial não se pronuncia. Talvez porque Pedro dos Santos Lira, que gosta de se exibir em lanchas no Lago Paranoá, é o número 2 da companhia, abaixo apenas do proprietário. Wander Silvano de Queiroz mantém contato direto com os vigilantes e é responsável por desocupar as vagas para manter o processo de venda. Um método que, até agora, não dá sinais de que que vai ter fim.
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Presidente do STF (Pelluso) não sabe ler no computador.
O ofício que Cezar Peluso enviou a Joaquim Barbosa na semana passada, durante a licença médica de cinco dias do ministro relator do caso do Mensalão, não ficou sem resposta.
No ofício, Peluso dizia que Barbosa deveria liberar os autos aos outros ministros para não retardar mais o processo.
Na resposta, Barbosa afirmou que todo o processo já foi digitalizado há quatro anos e está disponível para consulta por todo e qualquer ministro do STF – algo que Peluso deveria saber; é de se estranhar tamanha falta de intimidade com o assunto.
Noutro trecho, Barbosa deixou claro que não é subordinado a Peluso.
Por Lauro Jardim
No ofício, Peluso dizia que Barbosa deveria liberar os autos aos outros ministros para não retardar mais o processo.
Na resposta, Barbosa afirmou que todo o processo já foi digitalizado há quatro anos e está disponível para consulta por todo e qualquer ministro do STF – algo que Peluso deveria saber; é de se estranhar tamanha falta de intimidade com o assunto.
Noutro trecho, Barbosa deixou claro que não é subordinado a Peluso.
Por Lauro Jardim
Justiça Brasileira é conivente com o crime de lavagem de dinheiro.
A Folha de São Paulo põe na capa que o Brasil aumentou de forma significativa na última década sua capacidade de atrair investimentos produtivos de empresas estrangeiras. O país deverá receber mais de 5% do total de novos recursos aplicados por multinacionais em todo o mundo, de acordo com projeções da Sobeet (Sociedade Brasileira de Estudos e Empresas Transnacionais). É pouco perto dos mais de 17% que serão destinados à China. Mas é o dobro do que o Brasil conseguiu atrair na década passada, em média.
Por sua vez, O Globo informa que o Brasil virou um paraíso de lavagem de dinheiro e que o governo federal admite a impunidade. 43,2 mil empresas e pessoas físicas passaram a ser investigadas por suspeita de lavagem de dinheiro nos últimos 23 meses - mil a mais que o total de investigados nos quatro anos anteriores. Somente no ano passado, 30,5 mil se tornaram alvo dos "relatórios" que o Coaf envia às polícias, à Receita Federal e ao Judiciário. Foi o triplo do registrado em 2009. Os tribunais receberam 3,5 mil novos inquéritos e ações penais por lavagem, no ano passado, mas os resultados são rarefeitos, segundo uma avaliação feita em abril pelo governo brasileiro em conjunto com a agência intergovernamental especializada (Gafi/Fatf).
Por sua vez, O Globo informa que o Brasil virou um paraíso de lavagem de dinheiro e que o governo federal admite a impunidade. 43,2 mil empresas e pessoas físicas passaram a ser investigadas por suspeita de lavagem de dinheiro nos últimos 23 meses - mil a mais que o total de investigados nos quatro anos anteriores. Somente no ano passado, 30,5 mil se tornaram alvo dos "relatórios" que o Coaf envia às polícias, à Receita Federal e ao Judiciário. Foi o triplo do registrado em 2009. Os tribunais receberam 3,5 mil novos inquéritos e ações penais por lavagem, no ano passado, mas os resultados são rarefeitos, segundo uma avaliação feita em abril pelo governo brasileiro em conjunto com a agência intergovernamental especializada (Gafi/Fatf).
Mais 1,2 bilhão pelo ralo.
A revisão pela Polícia Federal (PF) de um dos casos mais rumorosos nas gestões petistas revelou a amplitude dos desvios do dinheiro público e a persistência dos riscos nos aeroportos brasileiros. Depois de deflagrar a Operação Caixa Preta, em janeiro de 2010, a PF continuou a investigar os contratos assinados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) para execução de obras em dez aeroportos. Um novo laudo foi produzido por peritos do Instituto Nacional de Criminalística, da PF, em fevereiro deste ano. O valor do superfaturamento nas obras, a cargo de diferentes empreiteiras, foi revisado de R$ 991 milhões para R$ 1,2 bilhão, valor efetivamente pago de forma indevida, segundo os peritos. O Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek foi o segundo com maior valor superfaturado, R$ 206,6 milhões, montante inferior apenas aos desvios detectados no Aeroporto Santos Dumont (RJ), R$ 238,7 milhões.
O Correio teve acesso a uma cópia do laudo da PF, de número 334/2011. Uma das conclusões dos peritos diz respeito à segurança nos dez aeroportos investigados. A pista de pousos e decolagens de apenas um deles, o de Congonhas (SP), tem a chamada área de segurança de fim de pista (Resa, na sigla em inglês). A Resa é preconizada pela Convenção de Aviação Civil Internacional e é considerada importante para a segurança de pousos e decolagens. No Aeroporto de Congonhas, essas áreas só passaram a existir depois do acidente com um Airbus A320 da TAM, em julho de 2007. "A ausência das áreas de segurança foi considerada um dos fatores contribuintes para o acidente", citam os peritos da PF no laudo.
A Infraero confirmou ao Correio que os aeroportos investigados continuam sem as áreas de segurança. "A inexistência de Resa em alguns aeroportos da rede não compromete a segurança das operações, pois a Infraero pratica certos processos operacionais, como o deslocamento da cabeceira da pista", diz a estatal, por meio da assessoria de imprensa. Um plano de trabalho, em parceria com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), prevê a implantação de Resa em todos os aeroportos, segundo a Infraero. Essa foi uma das sugestões dos peritos da PF.
Entre os aeroportos investigados estão o de Goiânia, Guarulhos (SP) e Vitória, que juntamente com os aeroportos Santos Dumont, de Brasília e de Congonhas, foram os recordistas em superfaturamento na execução de obras contratadas entre 2003 e 2006, durante as duas gestões do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dinheiro embolsado pelas empreiteiras, por meio do superfaturamento, seria suficiente para construir todas as casas de uma cidade de 123,5 mil habitantes, comparam os peritos.
Poucas vezes se viu uma operação da PF com um montante tão grande de recursos desviados. Depois de concluir o relatório final, em janeiro de 2010, as investigações prosseguiram — ainda há inquéritos abertos. Foi nesse contexto que o novo laudo foi requisitado, em fevereiro deste ano, aos peritos criminais. O resultado foi encaminhado às Procuradorias da República nos estados, que também investigam o superfaturamento nos aeroportos. É o caso do Ministério Público Federal (MPF) de Goiás. Na semana passada, o MPF propôs uma medida cautelar de protesto, direcionada ao presidente da Infraero, Antonio Gustavo Matos do Vale. O objetivo dessa medida é avisar o presidente da estatal sobre as irregularidades detectadas. O superfaturamento no aeroporto de Goiânia chegou a R$ 109,1 milhões, segundo o laudo da PF. (Correio Braziliense)
O Correio teve acesso a uma cópia do laudo da PF, de número 334/2011. Uma das conclusões dos peritos diz respeito à segurança nos dez aeroportos investigados. A pista de pousos e decolagens de apenas um deles, o de Congonhas (SP), tem a chamada área de segurança de fim de pista (Resa, na sigla em inglês). A Resa é preconizada pela Convenção de Aviação Civil Internacional e é considerada importante para a segurança de pousos e decolagens. No Aeroporto de Congonhas, essas áreas só passaram a existir depois do acidente com um Airbus A320 da TAM, em julho de 2007. "A ausência das áreas de segurança foi considerada um dos fatores contribuintes para o acidente", citam os peritos da PF no laudo.
A Infraero confirmou ao Correio que os aeroportos investigados continuam sem as áreas de segurança. "A inexistência de Resa em alguns aeroportos da rede não compromete a segurança das operações, pois a Infraero pratica certos processos operacionais, como o deslocamento da cabeceira da pista", diz a estatal, por meio da assessoria de imprensa. Um plano de trabalho, em parceria com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), prevê a implantação de Resa em todos os aeroportos, segundo a Infraero. Essa foi uma das sugestões dos peritos da PF.
Entre os aeroportos investigados estão o de Goiânia, Guarulhos (SP) e Vitória, que juntamente com os aeroportos Santos Dumont, de Brasília e de Congonhas, foram os recordistas em superfaturamento na execução de obras contratadas entre 2003 e 2006, durante as duas gestões do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dinheiro embolsado pelas empreiteiras, por meio do superfaturamento, seria suficiente para construir todas as casas de uma cidade de 123,5 mil habitantes, comparam os peritos.
Poucas vezes se viu uma operação da PF com um montante tão grande de recursos desviados. Depois de concluir o relatório final, em janeiro de 2010, as investigações prosseguiram — ainda há inquéritos abertos. Foi nesse contexto que o novo laudo foi requisitado, em fevereiro deste ano, aos peritos criminais. O resultado foi encaminhado às Procuradorias da República nos estados, que também investigam o superfaturamento nos aeroportos. É o caso do Ministério Público Federal (MPF) de Goiás. Na semana passada, o MPF propôs uma medida cautelar de protesto, direcionada ao presidente da Infraero, Antonio Gustavo Matos do Vale. O objetivo dessa medida é avisar o presidente da estatal sobre as irregularidades detectadas. O superfaturamento no aeroporto de Goiânia chegou a R$ 109,1 milhões, segundo o laudo da PF. (Correio Braziliense)
Bandidos do toga ganham no STF.
Em decisão liminar nesta segunda-feira (19), o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello suspendeu o poder "originário" de investigação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) contra magistrados, determinando que o órgão só pode atuar após as corregedorias locais. A liminar concedida pelo ministro deve ser levada a plenário na primeira sessão do ano que vem, no início de fevereiro, para que seus colegas avaliem o tema. Até lá, no entanto, as funções da corregedoria do CNJ estarão esvaziadas. Ficarão prejudicadas aquelas investigações que tiveram início diretamente no conselho, antes que tenham sido analisadas nas corregedorias dos tribunais onde os juízes investigados atuam.
comentário: resumindo ele mandou que as corregedoria estaduais investiguem...é justamente aí que reside o problema...eles são corporativistas, se protegem uns aos outros, então fica tudo como está...seria mais lógico esse Marco Aurélio alterar a nossa constituiçãozinha, o que por sinal é muito fácil...altere o artigo, ou melhor...institucionalize o crime, já que não tem punição mesmo!!!!Vamos pagar impostos, meros pagadores....eles precisam receber os salários deles!!!!Eles são funcionários publicos....honestos, de ilibada reputação, de caráter infálivel...eles se acham Deus.
comentário: resumindo ele mandou que as corregedoria estaduais investiguem...é justamente aí que reside o problema...eles são corporativistas, se protegem uns aos outros, então fica tudo como está...seria mais lógico esse Marco Aurélio alterar a nossa constituiçãozinha, o que por sinal é muito fácil...altere o artigo, ou melhor...institucionalize o crime, já que não tem punição mesmo!!!!Vamos pagar impostos, meros pagadores....eles precisam receber os salários deles!!!!Eles são funcionários publicos....honestos, de ilibada reputação, de caráter infálivel...eles se acham Deus.
Ministro vota 2 vezes para ajudar amigo!!!
Ministros sem as mínimas condições técnicas para o exercício do cargo de maior responsabilidade no Judiciário. Ministros que votam pela mão de políticos, que antecipam votos e comemoram as vitórias com "lagostadas". Ministros que cometem ilícitos morais e éticos para fazer valer pontos-de-vista exclusivamente pessoais. Ministros que não julgam causas em função de dor nas costas. A Suprema Corte virou uma palhaçada. Deveriam usar roupas mais berrantes, os seus ministros.
De O Globo
O ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF), reclamou da decisão do presidente da Corte, Cezar Peluso, de votar duas vezes para garantir o mandato de Jader Barbalho (PMDB-PA) no Senado. Para Barbosa, a solução para desempate, prevista no regimento interno do STF, é inconstitucional. O protesto foi feito em despacho no qual negou o recurso proposto pela senadora Marinor Brito (PSOL-PA), que queria permanecer na cadeira que hoje é de direito de Jader.
"Tendo em vista que não se deve combater ilegalidades com a prática de outras ilegalidades, nego seguimento ao mandado de segurança", escreveu. "Entendo que o inciso IX do art. 13 do regimento interno do Supremo Tribunal Federal (o voto duplo do presidente para desempate), é manifestamente inconstitucional. Não há em qualquer dispositivo da Constituição Federal autorização para que o voto de qualquer juiz tenha peso maior do que o voto dos demais".
Em novembro, o plenário começou a julgar o recurso de Jader. Apesar de ter obtido votos para ser eleito em 2010, ele tinha sido barrado pela Lei da Ficha Limpa. O julgamento do recurso de Jader terminou empatado. Os ministros decidiram esperar a posse da ministra Rosa Maria Weber para resolver o impasse. Na semana passada, Peluso mudou de ideia e votou pela segunda vez. Barbosa reclamou que, apesar de ser o relator, a decisão foi tomada em sua ausência. Ele citou trecho do regimento interno do STF segundo o qual o relator tem a atribuição de "ordenar e dirigir o processo".
comentário: Esse ministro é uma PIADA!!!!STF não é um poder independente, e sim dependente dos POLITICOS...tudo farinha do mesmo saco.
De O Globo
O ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF), reclamou da decisão do presidente da Corte, Cezar Peluso, de votar duas vezes para garantir o mandato de Jader Barbalho (PMDB-PA) no Senado. Para Barbosa, a solução para desempate, prevista no regimento interno do STF, é inconstitucional. O protesto foi feito em despacho no qual negou o recurso proposto pela senadora Marinor Brito (PSOL-PA), que queria permanecer na cadeira que hoje é de direito de Jader.
"Tendo em vista que não se deve combater ilegalidades com a prática de outras ilegalidades, nego seguimento ao mandado de segurança", escreveu. "Entendo que o inciso IX do art. 13 do regimento interno do Supremo Tribunal Federal (o voto duplo do presidente para desempate), é manifestamente inconstitucional. Não há em qualquer dispositivo da Constituição Federal autorização para que o voto de qualquer juiz tenha peso maior do que o voto dos demais".
Em novembro, o plenário começou a julgar o recurso de Jader. Apesar de ter obtido votos para ser eleito em 2010, ele tinha sido barrado pela Lei da Ficha Limpa. O julgamento do recurso de Jader terminou empatado. Os ministros decidiram esperar a posse da ministra Rosa Maria Weber para resolver o impasse. Na semana passada, Peluso mudou de ideia e votou pela segunda vez. Barbosa reclamou que, apesar de ser o relator, a decisão foi tomada em sua ausência. Ele citou trecho do regimento interno do STF segundo o qual o relator tem a atribuição de "ordenar e dirigir o processo".
comentário: Esse ministro é uma PIADA!!!!STF não é um poder independente, e sim dependente dos POLITICOS...tudo farinha do mesmo saco.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Paguem mais impostos!!!
O governo federal arrecadou R$ 78,968 bilhões em impostos e contribuições em novembro, e no acumulado do ano as receitas sofreram forte desaceleração, informou a Receita Federal nesta quinta-feira.
O aumento real em novembro ante o mesmo mês do ano passado ficou em 6,39% sobre igual mês do ano passado. Em outubro, a arrecadação havia ficado em R$ 89,202 bilhões, valor corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA
No acumulado do ano, o governo arrecadou R$ 892,572 bilhões, com crescimento real de 11,69% frente aos R$ 799,177 bilhões recolhidos de janeiro a novembro de 2010.
O número indica uma expressiva desaceleração, aproximando-se do patamar previsto pela Receita Federal de que o ano terá crescimento de 11% a 11,5%. Em outubro, o crescimento acumulado estava em 12,23%.
COMENTÁRIO: Nosso Governo arrecada ano após anos. mais impostos e nos dá em troca o pior serviço na área da saúde, da segurenaça pública, do saneamento básico e um dos mais miseráveis salários minimos do mundo...ainda tem a desfaçatez de querer ressucitar um imposto (cpmf) com a mesma desculpa de melhorar a saúde, pois como bem sabemos milhares de brasileiros perdem a vida todos os dias nos PSM de todo o País...uma administração (gestores públicos) falha ou melhor eficiente na arte de roubar dinheiro público, escândalo atrás de escândalo, e as autoridades competentes nada fazem, nada punem, os crimes de desvio de dinheiro públicos ficam totalmente impunes...poucas pessoas com a mesma desculpa de "ajudar o povo" desviam o dinheiro, dinheiro este que mata aquele que precisa de um leito num PSM e não encontra...a gana desses arrecadadores de impostos (governo) não tem limites, não tem fim...o máximo que eles puderem tirar do povo brasileiro, eles o farão, somos vistos por eles como meros pagadores de impostos...o que mudou desde a revolução francesa????somente as vestimentas...estamos na mesma situação...o povo assistindo eles (governo) a comerem do bem bom, a provar do melhor whisky, do melhor vinho da melhor comida, ainda pagam garotas de programa com dinheiro público, nada acontece...são pegos roubando e a presidente diz que é "malfeitos"; a nossa Justiça não os pune, por que faz parte da mesma farinha!!!farinha do mesmo saco...somos um povo oprimido por este sistema negro corrupto...as cadeias super-lotadas onde só se vê pobre/negro e ladrão de celular...os verdadeiros ladrões estão livre, leves e soltos...uma justiça, que não pune corruptos, ou melhor joga no mesmo time...estamos a ver navios...não vejo uma mudança de mentalidade nos brasileiros...um povo muito ordeiro, muito omisso, só sabe dizer amém, a essas autoridades que ditam as regras e matam, sufocam, aprisionam milhares de brasileiros...vamos pagar mais impostos, pagadores de impostos, vamos dar mais dinheiro pra eles dividirem e construirem castelos, terem ilhas particulares, terem estações de rádio e tv e tudo mais o que o dinheiro público pode proporcionar, dinheiro do suor de todos os brasileiros.
O aumento real em novembro ante o mesmo mês do ano passado ficou em 6,39% sobre igual mês do ano passado. Em outubro, a arrecadação havia ficado em R$ 89,202 bilhões, valor corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA
No acumulado do ano, o governo arrecadou R$ 892,572 bilhões, com crescimento real de 11,69% frente aos R$ 799,177 bilhões recolhidos de janeiro a novembro de 2010.
O número indica uma expressiva desaceleração, aproximando-se do patamar previsto pela Receita Federal de que o ano terá crescimento de 11% a 11,5%. Em outubro, o crescimento acumulado estava em 12,23%.
COMENTÁRIO: Nosso Governo arrecada ano após anos. mais impostos e nos dá em troca o pior serviço na área da saúde, da segurenaça pública, do saneamento básico e um dos mais miseráveis salários minimos do mundo...ainda tem a desfaçatez de querer ressucitar um imposto (cpmf) com a mesma desculpa de melhorar a saúde, pois como bem sabemos milhares de brasileiros perdem a vida todos os dias nos PSM de todo o País...uma administração (gestores públicos) falha ou melhor eficiente na arte de roubar dinheiro público, escândalo atrás de escândalo, e as autoridades competentes nada fazem, nada punem, os crimes de desvio de dinheiro públicos ficam totalmente impunes...poucas pessoas com a mesma desculpa de "ajudar o povo" desviam o dinheiro, dinheiro este que mata aquele que precisa de um leito num PSM e não encontra...a gana desses arrecadadores de impostos (governo) não tem limites, não tem fim...o máximo que eles puderem tirar do povo brasileiro, eles o farão, somos vistos por eles como meros pagadores de impostos...o que mudou desde a revolução francesa????somente as vestimentas...estamos na mesma situação...o povo assistindo eles (governo) a comerem do bem bom, a provar do melhor whisky, do melhor vinho da melhor comida, ainda pagam garotas de programa com dinheiro público, nada acontece...são pegos roubando e a presidente diz que é "malfeitos"; a nossa Justiça não os pune, por que faz parte da mesma farinha!!!farinha do mesmo saco...somos um povo oprimido por este sistema negro corrupto...as cadeias super-lotadas onde só se vê pobre/negro e ladrão de celular...os verdadeiros ladrões estão livre, leves e soltos...uma justiça, que não pune corruptos, ou melhor joga no mesmo time...estamos a ver navios...não vejo uma mudança de mentalidade nos brasileiros...um povo muito ordeiro, muito omisso, só sabe dizer amém, a essas autoridades que ditam as regras e matam, sufocam, aprisionam milhares de brasileiros...vamos pagar mais impostos, pagadores de impostos, vamos dar mais dinheiro pra eles dividirem e construirem castelos, terem ilhas particulares, terem estações de rádio e tv e tudo mais o que o dinheiro público pode proporcionar, dinheiro do suor de todos os brasileiros.
JUSTIÇA, a brasileira condena ex-deputada por corrupção passiva.
O juiz Paulo Cézar Alves Sodré, da 7ª Vara da Justiça Federal, condenou a ex-deputada federal Celcita Pinheiro (DEM) por prática de crime de corrupção passiva, no processo que apurou a participação da ex-parlamentar no chamado “Escândalo dAs Sanguessugas”, envolvendo a compra superfaturada de ambulâncias.
Ela foi condenada a dois anos de reclusão em regime fechado, o que deverá ser transformado em penas alternativas.
Celcita, entretanto, conseguiu se livrar e foi absolvida da acusação de formação de quadrilha, conforme denúncia feita pelo Ministério Público Federal, em 2007, que a acusa de recebimento de vantagem indevida e lavagem de dinheiro.
além da ação penal, o MPF também moveu uma ação que apontou a prática de improbidade administrativa, que pode levar a ex-deputada a ter os direitos políticos suspensos.
De acordo com a denúncia, na condição de deputada federal, Celcita propôs emendas ao Orçamento Geral da União (OGU) direcionadas para a compra de ambulâncias superfaturadas.
Segundo o MPF, Celcita integrava o “braço político” do que ficou nacionalmente conhecido como a "Máfia das Sanguessugas", responsável por garantir os recursos no Orçamento da União e destiná-los aos municípios e entidades de interesse da organização criminosa.
Ao apresentar as emendas em conluio com a organização, os deputados embolsavam por volta de 10 a 15% do valor de cada emenda orçamentária, conforme a denúncia.
Mato Grosso acabou se tornando pivô do escândalo, já que a Planam, empresa responsável pelo fornecimento das ambulâncias superfaturadas, funcionava no estado e era de propriedade do empresário Darci Vedoin, que mora em Cuiabá.
Funcionamento
Na primeira fase, acordava-se a confecção de emendas parlamentares ao orçamento geral da União, com vistas à destinação de verbas para aquisição de unidades móveis de saúde.
A segunda fase correspondia à execução orçamentária, quando eram confeccionados os pré-projetos e projetos, que formalizavam os convênios com os municípios, autorizando a efetiva descentralização dos recursos federais.
A seguir, já no âmbito municipal, a licitação era manipulada para assegurar que a compra fosse feita mediante carta-convite, o que impossibilita a livre concorrência pelo menos preço oferecido pelos fornecedores. Assim, ficava assegurado que a compra seria feita com as empresas que integravam a organização criminosa.
Na etapa final, o “lucro” da empreitada era distribuído entre os empresários, lobistas e agentes públicos que compunham a organização, segundo o Ministério Público.
Com esse método, a quadrilha conseguiu fornecer mais de mil unidades móveis de saúde, ao preço médio de R$ 110 mil reais, movimentando recursos federais da ordem de R$ 110 milhões de reais.
Outro lado
A ex-deputada Celcita Pinheiro foi procurada pela reportagem, mas não foi encontrada pelo seu telefone. A decisão é de primeira instância e a defesa da ex-parlamentar ainda pode recorrer junto ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região.
comentário: 2 anos???e ainda pode ser transformado em pena alternativa...JUSTIÇA me desculpe mas vocês estão de brincadeira...o povo paga enormes salários a vocês e vocês dão em resposta a alguém que ROUBOU uma pena dessas...por gentileza por que vocês não alteram a constituição, coloquem uma clausula pétrea que é NORMAL ROUBAR, pois vocês que detém o poder de punir não o fazem, não o exercem...ISSO É O FIM DOS TEMPOS, MAS NO PAÍS DA BANANADA NÃO TEM FIM!!!!É UMA VERGONHA MUNDIAL ESSA JUSTIÇA!!!!!
Ela foi condenada a dois anos de reclusão em regime fechado, o que deverá ser transformado em penas alternativas.
Celcita, entretanto, conseguiu se livrar e foi absolvida da acusação de formação de quadrilha, conforme denúncia feita pelo Ministério Público Federal, em 2007, que a acusa de recebimento de vantagem indevida e lavagem de dinheiro.
além da ação penal, o MPF também moveu uma ação que apontou a prática de improbidade administrativa, que pode levar a ex-deputada a ter os direitos políticos suspensos.
De acordo com a denúncia, na condição de deputada federal, Celcita propôs emendas ao Orçamento Geral da União (OGU) direcionadas para a compra de ambulâncias superfaturadas.
Segundo o MPF, Celcita integrava o “braço político” do que ficou nacionalmente conhecido como a "Máfia das Sanguessugas", responsável por garantir os recursos no Orçamento da União e destiná-los aos municípios e entidades de interesse da organização criminosa.
Ao apresentar as emendas em conluio com a organização, os deputados embolsavam por volta de 10 a 15% do valor de cada emenda orçamentária, conforme a denúncia.
Mato Grosso acabou se tornando pivô do escândalo, já que a Planam, empresa responsável pelo fornecimento das ambulâncias superfaturadas, funcionava no estado e era de propriedade do empresário Darci Vedoin, que mora em Cuiabá.
Funcionamento
Na primeira fase, acordava-se a confecção de emendas parlamentares ao orçamento geral da União, com vistas à destinação de verbas para aquisição de unidades móveis de saúde.
A segunda fase correspondia à execução orçamentária, quando eram confeccionados os pré-projetos e projetos, que formalizavam os convênios com os municípios, autorizando a efetiva descentralização dos recursos federais.
A seguir, já no âmbito municipal, a licitação era manipulada para assegurar que a compra fosse feita mediante carta-convite, o que impossibilita a livre concorrência pelo menos preço oferecido pelos fornecedores. Assim, ficava assegurado que a compra seria feita com as empresas que integravam a organização criminosa.
Na etapa final, o “lucro” da empreitada era distribuído entre os empresários, lobistas e agentes públicos que compunham a organização, segundo o Ministério Público.
Com esse método, a quadrilha conseguiu fornecer mais de mil unidades móveis de saúde, ao preço médio de R$ 110 mil reais, movimentando recursos federais da ordem de R$ 110 milhões de reais.
Outro lado
A ex-deputada Celcita Pinheiro foi procurada pela reportagem, mas não foi encontrada pelo seu telefone. A decisão é de primeira instância e a defesa da ex-parlamentar ainda pode recorrer junto ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região.
comentário: 2 anos???e ainda pode ser transformado em pena alternativa...JUSTIÇA me desculpe mas vocês estão de brincadeira...o povo paga enormes salários a vocês e vocês dão em resposta a alguém que ROUBOU uma pena dessas...por gentileza por que vocês não alteram a constituição, coloquem uma clausula pétrea que é NORMAL ROUBAR, pois vocês que detém o poder de punir não o fazem, não o exercem...ISSO É O FIM DOS TEMPOS, MAS NO PAÍS DA BANANADA NÃO TEM FIM!!!!É UMA VERGONHA MUNDIAL ESSA JUSTIÇA!!!!!
Os números não mentem jamais!!!Dilma, a ineficiente!!!

Governo gastou apenas 16,9 % do previsto com o PAC (Programa de aceleração da corrupção). No Minha Casa, Minha Vida, o valor não chega a míseros 1%.
O governo aplicou em 2011 muito menos do que o previsto para alguns dos principais programas mantidos pelo Executivo. O ritmo lento de execução atinge o carro-chefe da gestão petista: dos 40,9 bilhões autorizados para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) neste ano, 6,9 bilhões (16,9%) foram pagos. Outros 16,6 bilhões foram usados para cobrir restos a pagar da primeira etapa do PAC, ainda no governo Lula.
O índice de execução é ainda menor quando são levados em conta outros programas, como o Minha Casa, Minha Vida (0,79%), o Luz para Todos (0,27%), a implantação de sistemas de esgoto (0,41%) e a Polícia Nacional sobre Drogas (16,37%). Um dos raros setores com aplicação razoável dos recursos previstos foi o Programa de Agricultura Familiar (Pronaf), com pagamento de 50,9% do destinado. O percentual empenhado do PAC até agora é de 69,5% e, do Minha Casa, Minha Vida, 69,8%.
Algumas despesas, entretanto, aumentaram. O gasto com pessoal subiu 11,8% na comparação com 2010. Ao todo, foram gastos 732 bilhões de reais com salários e encargos trabalhistas.
O balanço foi apresentado nesta quinta-feira pelo líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP). Os dados foram obtidos do Siafi, o sistema de acompanhamento de gastos do governo, e levaram em conta o período entre 1º de janeiro e 12 de dezembro.
"A presidente Dilma está menos eficiente até do que o Lula", disse o líder tucano durante a divulgação dos dados. "Isso é reflexo do congelamento da máquina. E esse é o maior desafio da presidente: enxugar, qualificar e botar para funcionar".
Duarte Nogueira defende a redução do número de ministérios – hoje são 39. "O país funcionaria bem com 27 ou 28 ministérios. Eles receberam 26 do governo Fernando Henrique", afirmou.
Ao fazer um balanço da relação do Planalto com o Congresso, Duarte Nogueira disse que o resultado foi frustrante. "O ano começou com uma expectativa muito grande: a presidente falando em reforma polícia, tributária, em combate implacável à corrupção. O que se viu foi totalmente o contrário", disse
comentário: Contra FATOS não há argumentos, eu não disse que há alguns meses atrás que ela faliu uma loja de 1,99, imaginem o Brasil????Nós estamos F.......
Candidatos do PT obedecem a ordem de LULA, unem-se em torno do Dr do mensalão.

Uma reunião clandestina na mansão onde funcionou a “República de Ribeirão Preto” juntou em Brasília, na madrugada desta terça-feira, os seis candidatos do PT ao título de Homem sem Visão de 2011. Alertada pelo caseiro, a Comissão Organizadora do prêmio escalou para acompanhar o misterioso encontro um repórter disfarçado de garçom. Segue-se o relato do nosso enviado especial:
Abrindo a reunião, o ex-ministro Márcio Thomaz Bastos informou que era portador de um bilhete de Lula. Depois de explicar que não iria mostrar os garranchos do chefe por causa dos erros de português, o doutor do mensalão tirou um papel do bolso e leu em voz alta o seguinte. ‘Vocês precisam se unir para tirar o Carlos Lupi da liderança da enquete. O PT não pode perder a eleição para o PDT. Nosso partido é o maior celeiro de HSV do mundo. O doutor Márcio vai falar o resto’”.
Depois de guardar o papel no bolso, o jurista que inventou o recurso não-contabilizado disse que o chefe havia decidido que o melhor nome para unir o grupo era o dele. “Eu também acho”, continuou Márcio. “Primeiro, porque vocês todos são meus clientes ou vão ser daqui a pouco. Segundo, porque o conjunto da minha obra me permite aspirar ao troféu de HSV do ano. Terceiro, porque o Lula mandou”. A menção ao chefe foi recebida com aplausos pelos cinco presentes à reunião. O doutor declarou que considerava aprovada a candidatura única e colocou o microfone à disposição dos companheiros.
Primeiro a usar da palavra, Aloízio Mercadante disse que revogaria imediatamente a candidatura irrevogável e pediu a Márcio que o ajudasse a transferir-se para o Ministério da Educação. Sentado ao lado do Herói da Rendição, Antonio Palocci ofereceu os serviços da sua empresa de consultoria, de graça, e pediu ao doutor que o ajudasse a conseguir o indulto de Natal. Iriny Lopes declarou que apoiaria com muito entusiasmo “um companheiro que jamais toparia ofender a família brasileira aparecendo de lingerie num comercial de televisão”. Em seguida, pediu ao pronto-socorro dos bandidos de estimação que convença Dilma Rousseff a aumentar a verba da Secretaria de Políticas para as Mulheres.
Ideli Salvatti berrou que Márcio “é mais bonito que o Renan e o Sarney juntos”. Sempre aos gritos, também pediu ao advogado-geral dos mensaleiros que a honrasse com o convite para um jantar a dois. À vontade numa camiseta assombrosa, Tarso Genro informou que, apesar de ocupar o segundo lugar na enquete, cumpriria imediatamente a ordem de Lula. Mas revelou que ficaria mais feliz ainda se ganhasse do renomado jurista um parecer favorável à concessão do título de “cidadão brasileiro honorário ilustre” ao companheiro assassino Cesare Battisti. No fim do falatório de Tarso, o som de um camburão interrompeu a discurseira. Todos saíram em desabalada carreira.
É isso, leitores-eleitores! O Pacto de Brasília dará resultado? Ou o eleitorado rejeitará a jogada eleitoreira? Como reagirá Carlos Lupi? Os demais concorrentes continuarão em palanques individuais ou vão render-se à polarização? Ninguém sabe! O segundo turno só termina no dia 19! Quase uma semana de briga de foice no escuro! O povo vai decidir no voto! E que vença o pior
comentário: Lembram do Márcio???Era o advogado do Sefer, coincidência...não????A nossa Justiça Paraense o absolveu!!!Mas a Justiça Celestial Divina não o absolverá podem ter certeza disso, assim como 2 + 2 = 4...Se esses PROFANOS soubessem!!!!Ah!!!se soubessem!!!!
Um Juiz, 3 prontuários e uma capivara.
Nos países em que a lei vale para todos, um juiz de Direito e três prontuários só são vistos juntos no tribunal ─ o magistrado no centro da mesa e a trinca no banco dos réus. No Brasil, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso, foi ao encontro dos senadores Renan Calheiros, Romero Jucá e Valdir Raupp com a placidez sem remorso de quem vai a uma festa de formatura. Tampouco pareceu incomodá-lo a chegada de um quarto bucaneiro do PMDB: Henrique Eduardo Alves, líder da bancada na Câmara dos Deputados. Nem se permitiu ficar ruborizado com o tema a ser discutido: Jader Barbalho.
Eleito senador pelo Pará em outubro de 2010, Barbalho coleciona delinquências há tanto tempo e com tamanha intensidade que a capivara que carrega conseguiu enredar-se nas malhas da Lei da Ficha Suja, esgarçadas pela passagem de delinquentes de grosso calibre. Mais de um ano depois de devolvido ao Congresso pelas urnas, ainda não havia conseguido instalar-se no novo esconderijo na Casa do Espanto. Nesta quarta-feira, depois da conversa com os candidatos permanentes a uma temporada na cadeia, Peluso desempatou em favor de Barbalho a votação no ST. Por seis togas a cinco, o velho caso de polícia foi autorizado a voltar ao Senado.
Como demonstra meu amigo Reinaldo Azevedo, o voto de Peluso é perfeitamente justificável do ponto de vista jurídico. Mais um motivo para que Peluso se dispensasse da cena de promiscuidade explícita, que decididamente não rima com a independência dos três Poderes. O presidente do Supremo não pode trocar ideias com gente que, de um juiz, só merece ouvir a voz de prisão
comentário: alguém aí quer comentar????ou precisa dizer mais alguma coisa???
Eleito senador pelo Pará em outubro de 2010, Barbalho coleciona delinquências há tanto tempo e com tamanha intensidade que a capivara que carrega conseguiu enredar-se nas malhas da Lei da Ficha Suja, esgarçadas pela passagem de delinquentes de grosso calibre. Mais de um ano depois de devolvido ao Congresso pelas urnas, ainda não havia conseguido instalar-se no novo esconderijo na Casa do Espanto. Nesta quarta-feira, depois da conversa com os candidatos permanentes a uma temporada na cadeia, Peluso desempatou em favor de Barbalho a votação no ST. Por seis togas a cinco, o velho caso de polícia foi autorizado a voltar ao Senado.
Como demonstra meu amigo Reinaldo Azevedo, o voto de Peluso é perfeitamente justificável do ponto de vista jurídico. Mais um motivo para que Peluso se dispensasse da cena de promiscuidade explícita, que decididamente não rima com a independência dos três Poderes. O presidente do Supremo não pode trocar ideias com gente que, de um juiz, só merece ouvir a voz de prisão
comentário: alguém aí quer comentar????ou precisa dizer mais alguma coisa???
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
STJ libera Marcos Valério.
Depois de ficar uma semana e meia preso, o empresário mineiro Marcos Valério Fernandes deixou a carceragem da Polícia Interestadual (Polinter), no centro de Salvador, na Bahia, no fim da manhã desta quarta-feira. O pivô do mensalão, preso desde o dia 2 deste mês por suspeita de envolvimento com um esquema de grilagem de terras no interior da Bahia, saiu da prisão por volta das 11h30, segundo informações da Polinter.
Nesta terça-feira, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Sebastião Reis Júnior determinou a soltura do empresário, garantindo a ele o direito de esperar em liberdade o julgamento de um habeas corpus pela 6ª Turma do tribunal. O pedido da defesa havia sido negado pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) na semana passada. Francisco Marcos Castilho dos Santos, sócio de Marcos Valério na empresa DNA Propaganda, também teve liberdade concedida pelo STJ.
Na segunda-feira, o STJ mandara soltar outra sócia de Marcos Valério na DNA, Margareth Maria de Queiroz Freitas, que também foi presa no último dia 2, na Operação Terra do Nunca. Realizada pelo Ministério Público da Bahia e pela Polícia Civil, a operação desmontou um esquema de grilagem de terras e falsificação de documentos públicos em São Desidério, no oeste baiano. Além de Marcos Valério, Margareth e Francisco, a polícia prendeu em Belo Horizonte Ramon Hollerbach, sócio do empresário na empresa SMP&B. Outras 10 pessoas detidas na Bahia e uma em São Paulo também foram levadas para Salvador.
Segundo o Ministério Público da Bahia, Marcos Valério contava com a ajuda de advogados e oficiais de cartório na falsificação de documentos públicos, criando matrículas falsas de imóveis inexistentes e até de terrenos da União em nome de suas empresas. Os documentos eram apresentados como garantia no pagamento de dívidas das empresas de Marcos Valério.
Mensalão - Marcos Valério é um dos 36 réus da ação penal 470, em trâmite no Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar o mensalão, maior escândalo do governo Lula. O empresário foi apontado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como o operador do esquema descoberto em 2005 e comandado por José Dirceu, então chefe da Casa Civil do governo Lula.
O mensalão consistia na compra de votos de deputados na Câmara Federal, para aprovar projetos do governo. Cada deputado custava cerca de 30 000 reais por mês. Segundo denúncia do Ministério Público, a fatura era paga com dinheiro público, desviado por um esquema criado por Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, e Marcos Valério. Na ação, o empresário responde por formação de quadrilha, falsidade ideológica, corrupção passiva e ativa, peculato, lavagem de dinheiro, delito de gestão fraudulenta de instituição financeira e evasão de divisas
comentário: mais uma da JUSTIÇA comprada!!!Quem mandou ser pobre!!!
Nesta terça-feira, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Sebastião Reis Júnior determinou a soltura do empresário, garantindo a ele o direito de esperar em liberdade o julgamento de um habeas corpus pela 6ª Turma do tribunal. O pedido da defesa havia sido negado pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) na semana passada. Francisco Marcos Castilho dos Santos, sócio de Marcos Valério na empresa DNA Propaganda, também teve liberdade concedida pelo STJ.
Na segunda-feira, o STJ mandara soltar outra sócia de Marcos Valério na DNA, Margareth Maria de Queiroz Freitas, que também foi presa no último dia 2, na Operação Terra do Nunca. Realizada pelo Ministério Público da Bahia e pela Polícia Civil, a operação desmontou um esquema de grilagem de terras e falsificação de documentos públicos em São Desidério, no oeste baiano. Além de Marcos Valério, Margareth e Francisco, a polícia prendeu em Belo Horizonte Ramon Hollerbach, sócio do empresário na empresa SMP&B. Outras 10 pessoas detidas na Bahia e uma em São Paulo também foram levadas para Salvador.
Segundo o Ministério Público da Bahia, Marcos Valério contava com a ajuda de advogados e oficiais de cartório na falsificação de documentos públicos, criando matrículas falsas de imóveis inexistentes e até de terrenos da União em nome de suas empresas. Os documentos eram apresentados como garantia no pagamento de dívidas das empresas de Marcos Valério.
Mensalão - Marcos Valério é um dos 36 réus da ação penal 470, em trâmite no Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar o mensalão, maior escândalo do governo Lula. O empresário foi apontado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como o operador do esquema descoberto em 2005 e comandado por José Dirceu, então chefe da Casa Civil do governo Lula.
O mensalão consistia na compra de votos de deputados na Câmara Federal, para aprovar projetos do governo. Cada deputado custava cerca de 30 000 reais por mês. Segundo denúncia do Ministério Público, a fatura era paga com dinheiro público, desviado por um esquema criado por Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, e Marcos Valério. Na ação, o empresário responde por formação de quadrilha, falsidade ideológica, corrupção passiva e ativa, peculato, lavagem de dinheiro, delito de gestão fraudulenta de instituição financeira e evasão de divisas
comentário: mais uma da JUSTIÇA comprada!!!Quem mandou ser pobre!!!
STF libera JADER para tomar posse no senado.
Em uma decisão relâmpago, o Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou recurso do candidato Jader Barbalho (PA) para que tome posse no Senado. O presidente da Corte, ministro Cezar Peluso, decidiu proferir o voto de minerva e desempatou o julgamento que havia sido interrompido em novembro, depois que 5 ministros votaram a favor e 5 contra o peemedebista. O voto de “qualidade”, como é chamado, está previsto no Regimento Interno do STF, e diz que o presidente pode desempatar julgamentos.
A decisão de Peluso ocorreu um dia depois que ele se encontrou com os senadores do PMDB Renan Calheiros (AL), Valdir Raupp (RO) e Romero Jucá (RR) e com o deputado Henrique Eduardo Alves (RN), que fizeram um apelo a favor de Jader. Com a decisão, o peemedebista deverá ocupar a vaga de Marinor Britto (Psol-PA).
Caso - Jader foi barrado pela Lei da Ficha Limpa em outubro do ano passado por ter renunciado ao mandato no Senado para escapar de um processo de cassação. Ele é suspeito de desviar recursos do Banpará e da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam). A Lei da Ficha Limpa, sancionada em junho de 2010, torna inelegíveis os políticos que renunciarem para escapar de punição.
Diante do empate e da indicação da nova ministra, a indicação é aguardar a nomeação e a posse para resolver o impasse”, determinou Cezar Peluso na votação de 9 de novembro. Rosa Maria Weber Candiota teve o nome aprovado pelo Senado nesta terça-feira e aguarda a nomeação da presidente Dilma Rousseff para ocupar a 11ª cadeira do STF
comentário: reina o mais profundo silêncio.
A decisão de Peluso ocorreu um dia depois que ele se encontrou com os senadores do PMDB Renan Calheiros (AL), Valdir Raupp (RO) e Romero Jucá (RR) e com o deputado Henrique Eduardo Alves (RN), que fizeram um apelo a favor de Jader. Com a decisão, o peemedebista deverá ocupar a vaga de Marinor Britto (Psol-PA).
Caso - Jader foi barrado pela Lei da Ficha Limpa em outubro do ano passado por ter renunciado ao mandato no Senado para escapar de um processo de cassação. Ele é suspeito de desviar recursos do Banpará e da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam). A Lei da Ficha Limpa, sancionada em junho de 2010, torna inelegíveis os políticos que renunciarem para escapar de punição.
Diante do empate e da indicação da nova ministra, a indicação é aguardar a nomeação e a posse para resolver o impasse”, determinou Cezar Peluso na votação de 9 de novembro. Rosa Maria Weber Candiota teve o nome aprovado pelo Senado nesta terça-feira e aguarda a nomeação da presidente Dilma Rousseff para ocupar a 11ª cadeira do STF
comentário: reina o mais profundo silêncio.
Será que a Dilma tem moral???
Na semana passada, o presidente do PT, Rui Falcão, afirmou que, “por sua história”, o ministro Fernando Pimentel “está acima de qualquer suspeita”.
Há uns 15 dias, o notório governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, disse que “a palavra do governador vale como prova”.
Ontem, foi a vez de Dilma Rousseff inovar o bestialógico político ao se referir a Pimentel: “O governo só acha o seguinte: é estranho que o ministro preste satisfações ao Congresso da vida privada, da vida pessoal passada dele. Se ele achar que deve ir, ele pode ir. Se ele achar que não deve ir, ele não vai”. E emendou que ele tem de prestar satisfações sobre assuntos de governo apenas.
A presidente acaba de inovar o conceito de moralidade pública. Quando um sujeito põe os pés num ministério, larga para trás o seu passado. Já seria uma consideração bastante exótica ainda que Pimentel fosse consultor, sei lá, de uma rede de padarias. Mas não! É evidente que, a exemplo de Antonio Palocci, pôs a sua condição de homem público a serviço de interesses privados, com o agravante de que um de seus clientes tinha negócios com a Prefeitura de Belo Horizonte, onde ele mantém uma óbvia rede de influência. Seu sócio na “consultoria”, diga-se, exercia lá cargo de confiança. Demitiu-se depois que o escândalo veio à tona.
Dilma se esforça para dar a impressão de que a consultoria de Pimentel é aquilo que não é: mera relação entre entes privados, que não guarda qualquer relação com o dinheiro público — que segue sendo público, note-se, ainda que seja municipal. O conceito de moralidade, que deve pautar um ministro de estado, parece ser um pouco mais rigoroso do que esse esboçado pela Soberana.
A presidente pode aproveitar a reforma ministerial que deve fazer no começo do ano para nomear para o ministério da deputada Jaqueline Roriz. Afinal, a acusação que pesava contra ela era anterior à sua eleição. Pode-se dizer que se tratava de algo relacionado à sua sua “vida privada”. Foi a sua absolvição, diga-se, que levou o Conselho de Ética a mudar de prática: agora, eventos acontecidos até cinco anos da eleição podem, sim, resultar em cassação de mandato. Dilma deve achar excesso de rigor.
A manutenção de Pimentel como um dos coordenadores da campanha eleitoral e a sua posterior nomeação para o ministério já foram decisões um tanto acintosas de Dilma Rousseff. Afinal, era ele o chefe da tal equipe de “pré-campanha”, coordenada por Luiz Lanzetta, que foi flagrada tentando montar um dossiê contra José Serra. E quem estava naquele grupo? Justamente o ex-jornalista que agora virou herói dos petralhas com o seu explícito analfabetismo moral — entre outros analfabetismos. Chega a ser constrangedor. Não é mesmo melancolicamente engraçado que Pimentel, o “consultor”, esteja na pré-história do tal livro delirante, que incendeia a libido dos petralhas?
A excitação se explica! Eles estão tentando se explicar há pelo menos seis ministros, não é mesmo? E poderiam ser oito. O governo do Distrito Federal, por sua vez, já se tornou, literalmente, um caso de polícia. Estavam precisando de algo que os reunisse. Por que não, então, recorrer à lama, a exemplo do que fizeram com a falsa lista de Furnas, tentando incriminar inocentes?
Dinheiro público
Há uma dimensão nessa história toda que precisa ser explicitada. A rede criminosa organizada para caluniar, difamar, injuriar, levantar falsas evidências, mentir É FINANCIADA COM DINHEIRO PÚBLICO. Há dias, numa cerimônia sobre direitos humanos, Dilma fez juras de amor à imprensa livre — e é bom que assim seja porque, de fato, a Constituição não lhe permite criar qualquer embaraço ao trânsito das informações.
Mas é preciso que se fique atento: o subjornalismo financiado pelo governo federal, por alguns governos estaduais e por estatais constitui uma ameaça a direitos fundamentais. Afinal, recursos públicos são mobilizados para que uma súcia de delinqüentes — todos expulsos das grande empresas de comunicação em razão dos métodos que empregavam — ataque os “inimigos do regime”. Promovessem, vá lá, o debate de idéias, o confronto ideológico, já não seria nada recomendável, mas talvez fosse tolerável. O que se tem é outra coisa: trata-se de uma gangue organizada pelo aparelho de estado para atacar os inimigos “do partido”. Só Stálin fez melhor…
Reitero: poucas coisas na República brasileira foram tão viradas e reviradas como as privatizações, inclusive pela arapongagem petista. Se algo tivesse havido de irregular, o PT teria botado a boca no trombone. Lula passou oito anos desconstruindo a imagem de FHC na base do puro proselitismo. Lembro-me que os petistas, na oposição, chegaram a propor uma CPI para investigar 45 (!) casos de corrupção. Durante as campanhas eleitorais, os tais 45 sempre voltam à tona e são mantidos em sites da canalha petralha. Pensem um pouco: por que, então, no poder, esses homens ilibados não deram um jeito de punir os responsáveis?
Modus operandi
Eis aí. Estamos diante de um modus operandi. “A máquina” está em ação. De um lado da peleja, os inimputáveis, os acima de qualquer suspeita, os que só dão explicações se quiserem; do outro, as vítimas dessa máquina, alimentada, reitero, com dinheiro público
Há uns 15 dias, o notório governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, disse que “a palavra do governador vale como prova”.
Ontem, foi a vez de Dilma Rousseff inovar o bestialógico político ao se referir a Pimentel: “O governo só acha o seguinte: é estranho que o ministro preste satisfações ao Congresso da vida privada, da vida pessoal passada dele. Se ele achar que deve ir, ele pode ir. Se ele achar que não deve ir, ele não vai”. E emendou que ele tem de prestar satisfações sobre assuntos de governo apenas.
A presidente acaba de inovar o conceito de moralidade pública. Quando um sujeito põe os pés num ministério, larga para trás o seu passado. Já seria uma consideração bastante exótica ainda que Pimentel fosse consultor, sei lá, de uma rede de padarias. Mas não! É evidente que, a exemplo de Antonio Palocci, pôs a sua condição de homem público a serviço de interesses privados, com o agravante de que um de seus clientes tinha negócios com a Prefeitura de Belo Horizonte, onde ele mantém uma óbvia rede de influência. Seu sócio na “consultoria”, diga-se, exercia lá cargo de confiança. Demitiu-se depois que o escândalo veio à tona.
Dilma se esforça para dar a impressão de que a consultoria de Pimentel é aquilo que não é: mera relação entre entes privados, que não guarda qualquer relação com o dinheiro público — que segue sendo público, note-se, ainda que seja municipal. O conceito de moralidade, que deve pautar um ministro de estado, parece ser um pouco mais rigoroso do que esse esboçado pela Soberana.
A presidente pode aproveitar a reforma ministerial que deve fazer no começo do ano para nomear para o ministério da deputada Jaqueline Roriz. Afinal, a acusação que pesava contra ela era anterior à sua eleição. Pode-se dizer que se tratava de algo relacionado à sua sua “vida privada”. Foi a sua absolvição, diga-se, que levou o Conselho de Ética a mudar de prática: agora, eventos acontecidos até cinco anos da eleição podem, sim, resultar em cassação de mandato. Dilma deve achar excesso de rigor.
A manutenção de Pimentel como um dos coordenadores da campanha eleitoral e a sua posterior nomeação para o ministério já foram decisões um tanto acintosas de Dilma Rousseff. Afinal, era ele o chefe da tal equipe de “pré-campanha”, coordenada por Luiz Lanzetta, que foi flagrada tentando montar um dossiê contra José Serra. E quem estava naquele grupo? Justamente o ex-jornalista que agora virou herói dos petralhas com o seu explícito analfabetismo moral — entre outros analfabetismos. Chega a ser constrangedor. Não é mesmo melancolicamente engraçado que Pimentel, o “consultor”, esteja na pré-história do tal livro delirante, que incendeia a libido dos petralhas?
A excitação se explica! Eles estão tentando se explicar há pelo menos seis ministros, não é mesmo? E poderiam ser oito. O governo do Distrito Federal, por sua vez, já se tornou, literalmente, um caso de polícia. Estavam precisando de algo que os reunisse. Por que não, então, recorrer à lama, a exemplo do que fizeram com a falsa lista de Furnas, tentando incriminar inocentes?
Dinheiro público
Há uma dimensão nessa história toda que precisa ser explicitada. A rede criminosa organizada para caluniar, difamar, injuriar, levantar falsas evidências, mentir É FINANCIADA COM DINHEIRO PÚBLICO. Há dias, numa cerimônia sobre direitos humanos, Dilma fez juras de amor à imprensa livre — e é bom que assim seja porque, de fato, a Constituição não lhe permite criar qualquer embaraço ao trânsito das informações.
Mas é preciso que se fique atento: o subjornalismo financiado pelo governo federal, por alguns governos estaduais e por estatais constitui uma ameaça a direitos fundamentais. Afinal, recursos públicos são mobilizados para que uma súcia de delinqüentes — todos expulsos das grande empresas de comunicação em razão dos métodos que empregavam — ataque os “inimigos do regime”. Promovessem, vá lá, o debate de idéias, o confronto ideológico, já não seria nada recomendável, mas talvez fosse tolerável. O que se tem é outra coisa: trata-se de uma gangue organizada pelo aparelho de estado para atacar os inimigos “do partido”. Só Stálin fez melhor…
Reitero: poucas coisas na República brasileira foram tão viradas e reviradas como as privatizações, inclusive pela arapongagem petista. Se algo tivesse havido de irregular, o PT teria botado a boca no trombone. Lula passou oito anos desconstruindo a imagem de FHC na base do puro proselitismo. Lembro-me que os petistas, na oposição, chegaram a propor uma CPI para investigar 45 (!) casos de corrupção. Durante as campanhas eleitorais, os tais 45 sempre voltam à tona e são mantidos em sites da canalha petralha. Pensem um pouco: por que, então, no poder, esses homens ilibados não deram um jeito de punir os responsáveis?
Modus operandi
Eis aí. Estamos diante de um modus operandi. “A máquina” está em ação. De um lado da peleja, os inimputáveis, os acima de qualquer suspeita, os que só dão explicações se quiserem; do outro, as vítimas dessa máquina, alimentada, reitero, com dinheiro público
Mensalão vai prescrever, segundo STF.
Réus do mensalão terão as penas prescritas antes que o julgamento esteja concluído. O escândalo é de 2005 e não há ainda prazo para finalizar o processo no Supremo Tribunal Federal, diz o ministro Ricardo Lewandowski. O mensalão tem 38 réus e está à espera do voto do ministro-relator, Joaquim Barbosa. Em seguida, Lewandowski terá incumbência de revisar o processo. Só então poderá ser marcado um julgamento pelo plenário do STF.
“Terei que fazer um voto paralelo ao voto do ministro Joaquim. São mais de 130 volumes. São mais de 600 páginas de depoimentos. Quando eu receber o processo eu vou começar do zero. Tenho que ler volume por volume porque não posso condenar um cidadão sem ler as provas”, disse Lewandowski em entrevista à Folha e ao UOL. Indagado se dificilmente o mensalão seria concluído em 2012, respondeu: “Sim, porque eu não posso, não tenho uma previsão clara”.
Como há réus primários, corre-se então o risco de que as penas para muitos ali sejam prescritas? “Sem dúvida nenhuma. Com relação a alguns crimes não há dúvida nenhuma que poderá ocorrer a prescrição.” Quando um réu é primário, a pena imputada pode ser menor em relação a um criminoso com ficha suja. Entre os crimes que podem caducar, disse Lewandowski, está o de formação de quadrilha.
No processo original do mensalão, 24 pessoas eram denunciadas por formação de quadrilha, crime para o qual a pena pode ser de um a três anos de reclusão. “[Alguns] podem não ser punidos. Mas essa foi uma opção que o Supremo Tribunal Federal teve que fazer com que todos os réus fossem julgados no mesmo processo. Se apenas aqueles que tivessem foro privilegiado, exercendo mandato no Congresso fossem julgados no STF, talvez esse problema da prescrição não existiria por conta de uma tramitação mais célere.” Na ocasião, o ministro se manifestou pelo desmembramento do processo.
Como o caso está em curso, não é possível saber quais os crimes imputados que irão prescrever. É necessário primeiro saber se serão condenados e a extensão das penas. Se os que são acusados por formação de quadrilha receberem penas de apenas dois anos de reclusão, essa punição já estaria prescrita agora
COMENTÁRIO: Veja como esse STF trata de um dos casos mais absurdos da POLITICA NACIONAL, dá pra acreditar nesta JUSTIÇA DE ARAQUE????
“Terei que fazer um voto paralelo ao voto do ministro Joaquim. São mais de 130 volumes. São mais de 600 páginas de depoimentos. Quando eu receber o processo eu vou começar do zero. Tenho que ler volume por volume porque não posso condenar um cidadão sem ler as provas”, disse Lewandowski em entrevista à Folha e ao UOL. Indagado se dificilmente o mensalão seria concluído em 2012, respondeu: “Sim, porque eu não posso, não tenho uma previsão clara”.
Como há réus primários, corre-se então o risco de que as penas para muitos ali sejam prescritas? “Sem dúvida nenhuma. Com relação a alguns crimes não há dúvida nenhuma que poderá ocorrer a prescrição.” Quando um réu é primário, a pena imputada pode ser menor em relação a um criminoso com ficha suja. Entre os crimes que podem caducar, disse Lewandowski, está o de formação de quadrilha.
No processo original do mensalão, 24 pessoas eram denunciadas por formação de quadrilha, crime para o qual a pena pode ser de um a três anos de reclusão. “[Alguns] podem não ser punidos. Mas essa foi uma opção que o Supremo Tribunal Federal teve que fazer com que todos os réus fossem julgados no mesmo processo. Se apenas aqueles que tivessem foro privilegiado, exercendo mandato no Congresso fossem julgados no STF, talvez esse problema da prescrição não existiria por conta de uma tramitação mais célere.” Na ocasião, o ministro se manifestou pelo desmembramento do processo.
Como o caso está em curso, não é possível saber quais os crimes imputados que irão prescrever. É necessário primeiro saber se serão condenados e a extensão das penas. Se os que são acusados por formação de quadrilha receberem penas de apenas dois anos de reclusão, essa punição já estaria prescrita agora
COMENTÁRIO: Veja como esse STF trata de um dos casos mais absurdos da POLITICA NACIONAL, dá pra acreditar nesta JUSTIÇA DE ARAQUE????
TRE de Roraima, cassa mandato do governador e vice.
O Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR) cassou, na noite desta terça-feira, o mandato do governador do estado, José de Anchieta Júnior (PSDB) e do vice, Chico Rodrigues (sem partido). Ambos são acusados de crime eleitoral a arrecadação ilícita no pleito do ano passado. A decisão do tribunal foi tomada por três votos a dois.
Segundo a acusação do Ministério Público Eleitoral (MPE), Anchieta Júnior e seu vice compraram 45.000 camisetas amarelas – cor de sua campanha – por 247.000 reais e distribuíram o brinde entre os eleitores. A promotoria ainda alega que houve movimentação financeira ilícita nas despesas de campanha com pessoal e pagamento de colaboradores – o dinheiro foi entregue em espécie, o que é proibido por lei.
Em seu relatório, Erick Linhares, o relator do caso diz que houve abuso do poder econômico na campanha eleitoral com a distribuição de 45.000 camisetas, o que atingiria quase 20% do eleitorado de Roraima. “Esse fato ganha ainda mais realce e relevância quando se observa que a eleição foi decidida por uma diferença ínfima de 0,82% dos votos válidos”, diz o texto. A lei 9.504/97 veda a utilização e distribuição de camisetas, brindes ou quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor.
O juiz Jorge Fraxe também afirma que o governador declarou ter gasto mais de 5 milhões de reais com despesa de pessoal, mas o valor não chegou a 1,7 milhão de reais. “O dinheiro sacado não se destinou exclusivamente ao pagamento de pessoal”, afirma. O relatório também mostra que a empresa Transvig foi usada para depósito de dinheiro de campanha. “Mais de 800.000 reais transportados pela Transvig do Comitê do PSDB para a campanha dos réus não têm origem declarada”.
A decisão será publicada no Diário da Justiça Eletrônico nesta quinta-feira. O governador terá o prazo de até três dias após a publicação para recorrer da decisão – o que seus advogados já informaram que pretendem fazer. Até que o recurso seja julgado, Anchieta Filho permanece no cargo
comentário: Até Roraima que não figura no cenário nacional tá fazendo a coisa certa, enquanto aqui em Belém (terceira cidade mais corrupta do Brasil, depois é lógico de BRASILIA E ALAGOAS), O TRE local nem se pronuncia sobre o caso do DESPREFEITO DUDU, alguém sabe me dizer quanto foi a negociata?????
Segundo a acusação do Ministério Público Eleitoral (MPE), Anchieta Júnior e seu vice compraram 45.000 camisetas amarelas – cor de sua campanha – por 247.000 reais e distribuíram o brinde entre os eleitores. A promotoria ainda alega que houve movimentação financeira ilícita nas despesas de campanha com pessoal e pagamento de colaboradores – o dinheiro foi entregue em espécie, o que é proibido por lei.
Em seu relatório, Erick Linhares, o relator do caso diz que houve abuso do poder econômico na campanha eleitoral com a distribuição de 45.000 camisetas, o que atingiria quase 20% do eleitorado de Roraima. “Esse fato ganha ainda mais realce e relevância quando se observa que a eleição foi decidida por uma diferença ínfima de 0,82% dos votos válidos”, diz o texto. A lei 9.504/97 veda a utilização e distribuição de camisetas, brindes ou quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor.
O juiz Jorge Fraxe também afirma que o governador declarou ter gasto mais de 5 milhões de reais com despesa de pessoal, mas o valor não chegou a 1,7 milhão de reais. “O dinheiro sacado não se destinou exclusivamente ao pagamento de pessoal”, afirma. O relatório também mostra que a empresa Transvig foi usada para depósito de dinheiro de campanha. “Mais de 800.000 reais transportados pela Transvig do Comitê do PSDB para a campanha dos réus não têm origem declarada”.
A decisão será publicada no Diário da Justiça Eletrônico nesta quinta-feira. O governador terá o prazo de até três dias após a publicação para recorrer da decisão – o que seus advogados já informaram que pretendem fazer. Até que o recurso seja julgado, Anchieta Filho permanece no cargo
comentário: Até Roraima que não figura no cenário nacional tá fazendo a coisa certa, enquanto aqui em Belém (terceira cidade mais corrupta do Brasil, depois é lógico de BRASILIA E ALAGOAS), O TRE local nem se pronuncia sobre o caso do DESPREFEITO DUDU, alguém sabe me dizer quanto foi a negociata?????
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
PSDB vai processar falsários do PT.
Nota à Imprensa
O PSDB manifesta repúdio e indignação diante das graves revelações vindas a público sobre a ardilosa fraude arquitetada por integrantes do PT com o intuito de criar falsas acusações contra adversários políticos e desviar as atenções do Judiciário, da imprensa e da sociedade em geral, sobre o verdadeiro escândalo que tornou-se conhecido como Mensalão do PT. É vergonhosa a indefensável e criminosa associação ocorrida entre deputados do PT e o falsário Nilton Monteiro – atualmente preso e que responde a acusações de falsificação de promissórias que somam mais de R$ 300 milhões – com o objetivo de produzir e divulgar documentos falsos, agora revelados pelas escutas telefônicas realizadas pela Polícia Federal.
É também vergonhoso ver confirmada, mais uma vez, a ausência de limites entre os interesses público e o partidário, seja através do oferecimento de privilégios em instituições públicas, seja através do uso de servidores pagos com o dinheiro do contribuinte, como é o caso do assessor parlamentar e do primeiro advogado oferecido pelo PT para auxiliar na fraude e defender o falsário. O PSDB vai preparar uma representação à Procuradoria Geral da República e vai requisitar à Polícia Federal cópias de todas as gravações existentes. Além disso, vai orientar os seus filiados citados na falsa lista a entrarem com ações criminais e por indenização por danos morais contra os responsáveis pela fraude
O PSDB manifesta repúdio e indignação diante das graves revelações vindas a público sobre a ardilosa fraude arquitetada por integrantes do PT com o intuito de criar falsas acusações contra adversários políticos e desviar as atenções do Judiciário, da imprensa e da sociedade em geral, sobre o verdadeiro escândalo que tornou-se conhecido como Mensalão do PT. É vergonhosa a indefensável e criminosa associação ocorrida entre deputados do PT e o falsário Nilton Monteiro – atualmente preso e que responde a acusações de falsificação de promissórias que somam mais de R$ 300 milhões – com o objetivo de produzir e divulgar documentos falsos, agora revelados pelas escutas telefônicas realizadas pela Polícia Federal.
É também vergonhoso ver confirmada, mais uma vez, a ausência de limites entre os interesses público e o partidário, seja através do oferecimento de privilégios em instituições públicas, seja através do uso de servidores pagos com o dinheiro do contribuinte, como é o caso do assessor parlamentar e do primeiro advogado oferecido pelo PT para auxiliar na fraude e defender o falsário. O PSDB vai preparar uma representação à Procuradoria Geral da República e vai requisitar à Polícia Federal cópias de todas as gravações existentes. Além disso, vai orientar os seus filiados citados na falsa lista a entrarem com ações criminais e por indenização por danos morais contra os responsáveis pela fraude
domingo, 11 de dezembro de 2011
Eu já sabia!!!!
O Não venceu como era de se esperar, agora francamente...eles dizem em números oficiais que gastaram 13 milhões para fazer esse plebiscito que não daria em nada, ou seja ficaria como está, não seria mais útil ter utilizado esse dinheiro para construir mais hospitais, mais escolas; Por que não fizeram uma votação pela INERNET onde o custo seria minimo????É muita ladroagem, agora um recado aos POLITICOS HONESTOS SEPARATISTAS, isso fica como um alerta pra vocês...O povo está cada vez mais se informando e se nós (O POVO) percebessemos que vocês teriam o seentimento nobre de ajudar de melhorar a vida desses nosso irmãos que tem dificuldade nessas regiões, com toda certeza vocês sairiam VENCEDORES, mas o povo não é bobo, vocês queriam dar esse ENGODO somente para criar cargos a PANELINHA DE VOCÊS, por isso como vocês não tem sentimentos NOBRES, meu voto é NÃO E SEMPRE SERÁ NÃO. Não vou contribuir para uns PICARETAS ficarem cada vez mais RICOS enquanto a POPULAÇÃO mingua, morre nas filas dos hospitais.
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