sábado, 30 de julho de 2011

Procurador PETISTA ficou Miope.

O texto que pergunta o que esperam o governo e o Ministério Público para punir os quadrilheiros demitidos deixou muitos leitores intrigados com o sumiço de um obsessivo caçador de culpados. Onde anda o procurador Luiz Francisco de Souza, que encontrava um bandido por dia durante o governo de Fernando Henrique Cardoso?, querem saber vários comentaristas. Parou de enxergar suspeitos em janeiro de 2003, informou o post publicado em 31 de julho de 2009, atualizado em junho deste ano e reproduzido agora na seção O País quer Saber.

Valendo-se de sucessivos pedidos de licença, o procurador a serviço do PT não procura delinquentes há oito anos e meio. Em vez de defender a lei, Luiz Francisco segue em lugar incerto para obedecer a um dos mandamentos da seita companheira: não existem pecadores no rebanho. Existem apenas uns poucos devotos que, muito raramente, cometem erros. São todos irrelevantes. A imprensa é que tenta transformá-los em ocorrências policiais por ser portadora da disfunção cujo nome Dilma Rousseff aprendeu com Jorge Hage: “escandalização do nada”.

O contrário da expressão sem pé nem cabeça é a banalização de tudo. Até das roubalheiras bilionárias praticadas pelo mundaréu de bandidos de estimação.

Parentes de VEREADORES "honestos" se enfurecem com imprensa.

Acusados de uso indevido do dinheiro público, enriquecimento ilícito e formação de quadrilha, todos os nove vereadores de Fronteira, no Triângulo Mineiro, foram presos no dia 19. Segundo o Ministério Público, a quadrilha que se apossou da Câmara Municipal, lacrada por ordem judicial desde fevereiro, desviou para os próprios bolsos, em apenas um ano e meio, R$ 600 mil das “verbas indenizatórias” destinadas à compra de combustível para os carros oficiais. No dia 21, os nove foram levados para depor no fórum de Frutal, onde estão presos.

Obedientes à lei, os policiais estenderam o tratamento dispensado aos detentos sem cadeira na Câmara aos vereadores (todos filiados a partidos integrantes da base alugada federal) Maurílio Carlos de Toledo (PSB), Raidar Mamed (PSDS), Sileide Nunes do Nascimento Faitarone (PP), João Veraldi Júnior (PDT), Nildomar Lázaro da Silva (PR), João Marcelo Soares dos Santos (PDT), Eduardo Florêncio de Souza (PMDB), Daniel dos Reis Linhares Pontes (PMN) e Samer Saroute (PMN). Todos chegaram a bordo de camburões, algemados e vestidos de presidiários.

Acampadas na entrada do fórum, as famílias dos criminosos reagiram à presença de repórteres e câmeras da TV Alterosa com a indignação que tem faltado às vítimas do roubo. Exigindo aos berros “mais respeito aos familiares”, desafiando os jornalistas com gestos obscenos, impediram que as cenas fossem filmadas. Os quadrilheiros só aceitam exibir-se na telinha em liberdade.

Há alguns anos, parentes de ladrões capturados temiam a fúria das vítimas e sentiam vergonha. Hoje, os familiares de políticos bandidos é que se enfurecem ─ e afrontam a gente honesta com o espetáculo da pouca vergonha. A coluna pede desculpas pela divulgação das cenas repulsivas. Mas é preciso mostrar sem camuflagens o que pode acontecer a um país que aceita ficar parecido com um grande clube dos cafajestes.


Cupanherada, deitou e rolou no governo LULA E DILMA.

Em matéria de negócios públicos, não são só os parlamentares que dão o mau exemplo e burlam a Constituição. A superauditoria feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em 142.524 contratos do governo federal assinados entre 2006 e 2010 mostra que as licitações viraram um jogo de cartas marcadas. A ponto de o TCU ter achado casos em que o governo contratou empresas que têm como sócios os servidores públicos do órgão que fez a licitação.

Mais que isso: em meio a licitações de obras e serviços no valor de R$ 104 bilhões, o tribunal encontrou funcionários públicos que além de serem sócios de empresas que fizeram negócios com a União participaram da comissão de licitação que fez a contratação da própria empresa. Diante desse descalabro, a auditoria do TCU concluiu que "as irregularidades estão disseminadas entre todos os gestores". A auditoria foi feita entre abril e setembro do ano passado no Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais (Siasg) e no Comprasnet, principais instrumentos de gerenciamento de todas as licitações e compras do governo federal

A mâe dos banqueiros. eles agradecem, obrigado!!!

O aumento na taxa básica de juros e a alta da inflação levaram o setor público brasileiro a pagar um valor recorde em encargos da dívida no primeiro semestre do ano. Se por um lado o governo teve que segurar investimentos e adiar gastos para economizar, por outro pagou R$ 119,7 bilhões para os credores, o que representa 6,12% do PIB (Produto Interno Brasileiro). Foram R$ 27,5 bilhões a mais do que no mesmo período de 2010. Neste ano, a taxa básica subiu de 10,75% para 12,50% ao ano, o que aumenta significativamente o custo da dívida, pois mais de dois terços dela são indexados à Selic. De janeiro a junho, o setor público, que inclui estatais, Estados, municípios e a União, economizou R$ 78,1 bilhões, o equivalente a quase 4% do PIB. Após o pagamento recorde de juros, porém, o resultado final foi negativo em R$ 41,5 bilhões.

"Os resultados mostram que, se por um lado esse superavit foi atingido e as contas parecem estar sob controle, por outro essa política leva a gastos extremamente excessivos nos juros", afirma o professor de Finanças do Ibmec, Gilberto Braga. Segundo Braga, a única forma de o governo reduzir as despesas com a dívida é diminuindo os gastos, principalmente com a manutenção da máquina pública. Isso ajudaria em duas frentes: reduzindo a necessidade de emissão de novos títulos para financiar as despesas e diminuindo a demanda por produtos e serviços na economia, o que leva à queda da inflação e permite ao Banco Central diminuir a taxa Selic."Existe espaço para isso nesse momento até por conta dessa folga gerada pelo superavit primário. A folga, porém, não deve ser utilizada para aumentar despesa. Esse esforço de corte deve permanecer", completou. (Da Folha de São Paulo)

TCU e Ministério Publico Federal escondem LISTA dos politicos corruptos que roubam o País.

Está no editorial do Estadão, de hoje. Desde o ano passado, antes das eleições, o TCU e o Ministério Público Federal possuem uma lista de políticos que mantêm negócios escusos com o governo, o que é probido por lei. O listão dos corrruptos também é de conhecimento da Mesa da Câmara e da Mesa do Senado, que decidiram mantê-la em sigilo. Só agora, a conta-gotas, começam a ser revelados os Alfredos, os Nascimentos e até mesmo os Malufs que estão roubando despudoradamente os cofres públicos. É roubo sim, porque é ilegal político com mandato estabelecer relação comercial com o governo. Por que o TCU e o MPF esconderam esta lista? Com que direito? Se quem deve punir vira cúmplice, que esperança existe para o
país?Clique na imagem para ampliar e ler
COMENTARIO: A quadrilha é muito grande...TCU, MINISTÉRIO PUBLICO, POLICIA FEDERAL e por aí Vai, tá todo mundo roubando...Tá faltando Vergonha na cara do BRASILEIRO, tá faltandop ATITUDE, tá faltando o BRASILEIRO se espelhar nos ARABES que tiraram na força os seus governantes. Basta...até quando pagaremos IMPOSTOS pra abastecer esses calhordas, vamos PARAR de pagar IMPOSTOS, vamos conclamar as lideranças empresariais deste Pais, vamos deixar de pagar os impostos, como sera que os politicos vão reagir sem dinheiro?????????

A copa de 64 Bilhoes.

Até Pelé está preocupado com a rejeição à Copa do Mundo.

Ele não esperava que os brasileiros ficassem assim tão revoltados.

Que relevariam as denúncias de corrupção de Ricardo Teixeira...

E o superfaturamento dos estádios...

Tudo pelo futebol...

Ele estava completamente enganado...

E já sentiu o tamanho do erro...

Pelé confessou a amigos depois do encontro com a presidente Dilma sua preocupação...

Não está nada confortável em ser o embaixador da Copa de 2014...

"Nós lutamos muito para trazer a Copa para cá...

Era um sonho.

As pessoas teriam obrigação de estar valorizando o Mundial.

Mas não é isso que está acontecendo.

Não esperava essa reação tão forte contra a Copa.

Estou muito preocupado."

Mas ele nem pensa em renunciar ao cargo de 'embaixador'...

O encara como se fosse servir ao Exército...

Missão obrigatória...

Mas está decepcionado...

Ele confessou a amigos que tinha certeza que a população ficaria empolgada...

Não esperava essa chuva de informações sobre como a Copa está sendo concebida...

São denúncias de todos os lados...

A entrevista de Joseph Blatter no Rio...

As intermináveis perguntas sobre corrupção para o presidente da Fifa...

O questionamento sobre o fechamento do aeroporto Santos Dumont...

As queixas sobre o absurdo gasto de R$ 30 milhões com o sorteio da Copa do Mundo...

Só para o sorteio deste sábado...

Pelé está assustado...

É o o embaixador da Copa no Brasil...

Mas não quer ficar falando sobre corrupção, superfaturamento, Ricardo Teixeira...

Ele pretende dar entrevistas no Exterior e falar apenas da Copa dentro do campo...

Mas já sentiu que será bastante difícil...

Não tinha idéia que a Copa no Brasil seria assim...

Com tanto rancor da população...

Até mesmo sua alegria ingênua foi embora ao saber o custo da Copa no Brasil...

Cerca de R$ 64 bilhões...

Mais do que as Copas da Coréia e Japão, Alemanha e África juntas...

Um vexame que o 'embaixador' não tem nem idéia de como explicar ao mundo...

Ainda mais em um país marcado pela desigualdade social...

É...

Talvez seja melhor Pelé falar só de Messi, Neymar, Cristiano Ronaldo...

Quem sabe assim não passe vergonha como embaixador da Copa dos R$ 64 bilhões...

O rei do futebol só deixou certo uma coisa com Dilma...

Ele terá liberdade de continuar com seus acordos publicitários...

Ser embaixador da Copa de 2014 não mudará nada...

A presidente concordou...

Ele vai continuar a fazer suas propagandas e faturando...

Talvez até mais como embaixador...

Aliviado, Pelé tentará cumprir sua difícil missão...

Fazer com que todos pensem em futebol...

E esqueçam o custo e as denúncias da Copa mais cara da história...

terça-feira, 26 de julho de 2011

Pra que serve o DNIT????

Um antro de corrupção. Essa é a definição mais usada recentemente quando o assunto é o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), órgão vinculado ao Ministério dos Transportes - e foco do esquema de corrupção revelado por VEJA. Em meio a uma série de denúncias, a oposição chegou a sugerir a extinção da autarquia, criada há dez anos no governo de Fernando Henrique Cardoso. Na época, o objetivo era reunir em um só órgão o sistema de transportes rodoviário, aquaviário e ferroviário em substituição ao Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER) – que cuidava apenas das rodovias.

Hoje, o Dnit tem sede em Brasília e possui outras 23 superintendências regionais. Também há unidades locais para atender trechos de rodovias, que podem abranger cerca de trinta municípios. Além de contrução de novas vias, o órgão tem o papel de manter as estradas em boas condições. Algo que muitas vezes não é visível em rodovias sob a tutela do governo federal. À parte das estradas esburacadas e perigosas, o órgão possui um problema de gestão: a política está muito acima das preocupações técnicas.

"Não se deve destruir o Dnit com uma única condição: que ele seja honesto. O órgão é um câncer nacional. Tecnicamente, há pessoas competentes lá dentro, mas normalmente sem muito poder de decisão. Mesmo conhecendo a variação de custos, elas são pressionadas a se calar", avalia o professor de engenharia civil da Universidade de Brasília (UnB), Dickran Berberian.

Orçamento bilionário - O órgão é alvo de cobiça de políticos. Não por acaso. O orçamento previsto para este ano é de mais de 15 bilhões de reais. A quantia é muito superior a de ministérios inteiros, como o da Cultura (2,1 bilhões de reais), de Ciência e Tecnologia (8,1 bilhões de reais) e da Justiça (11, 2 bilhões de reais). Diz Berberian: "A relação custo-benefício do Dnit é baixíssima por causa do superfaturamento e incompetência". O Dnit já consumiu até agora mais de 2,7 bilhões de reais - praticamente 70% das despesas totais do Ministério dos Transportes para 2011.

O ponto de partida da corrupção no Dnit é o processo de licitação. Muitos editais são dirigidos, ou mesmo elaborados pela própria empresa participante do pregão – que assume "compromissos" com políticos do PR e do PT antes do leilão. Com isso, a construtora consegue incluir, entre as exigências previstas no edital, atestados de certificação específicos que dificilmente os concorrentes terão. Assim, empresas muitas vezes mais competentes e honestas são eliminadas do processo.

Também é comum as vencedoras conseguirem aditivos, que encarecem as construções. De acordo com a lei, só são permitidos contratos extras que somem até 25% do valor inicial da obra. Ocorre que muitas vezes essa porcentagem não é levada em consideração. Outro caso comum é a ausência de licitação em obras consideradas "emergenciais".

Grande parte dos processos de concorrência é realizada pela sede. As superintendências são reponsáveis por licitações menores, para conservação de rodovias, por exemplo. Portanto, as principais decisões são tomadas de forma centralizada - por uma diretoria colegiada formada por sete representantes. Às unidades regionais cabe o papel mais restrito de acompanhar e fiscalizar as obras realizadas nos estados.

Funcionários - O Dnit também surpreende no que se refere ao número de servidores. São mais de 2.800, quantia sete vezes maior do que a do Ministério do Esporte, por exemplo. Desses, pelo menos 28 eram filiados ao PR antes na crise no setor. De acordo com o (ainda) diretor-geral do departamento, Luiz Antonio Pagot, o efetivo do Dnit é insuficiente para fiscalizar de perto as obras de responsabilidade do órgão.

No fim do ano passado, o departamento realizou uma licitação para contratação de funcionários no mínimo inustitada. A empresa vencedora, Tech Mix, separou caixas de currículos para apresentar ao Dnit, segundo informou ao site de VEJA o dono da empresa, Luis Carlos da Cunha. Mas a escolha ficou a cargo do próprio órgão – que preferiu selecionar os funcionários que já trabalhavam no local. Alguns deles apontam que não recebem os salários completos – que podem ter sido desviados para caixas de partidos.

Essa licitação, aliás, é cercada de suspeitas. O site de VEJA revelou que assinaturas de documentos entregues pela Tech Mix ao Dnit foram falsificadas. As irregularidades em torno do Dnit estão descritas em centenas de investigações e processos abertos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pela Controladoria Geral da União (CGU) e pela Polícia Federal (PF). Resta saber se a faxina realizada pela presidente Dilma Rousseff fará efeito - ou apenas trocará seis por meia dúzia.

comentário: com a pergunta acima " pra que serve o DNIT, prolongo, pra que serve TCM, TCE, TCU, MP e etc...????Não serve pra nadaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.

Fazenda Federal é cumplice de MALUF. Tá tudo explicado!!!

Uma empresa do deputado Paulo Maluf (PP-SP) recebe cerca de 1,3 milhão de reais por ano do governo federal pelo aluguel do prédio onde funciona a sede da Procuradoria da Fazenda Nacional, em São Paulo. Maluf já recebeu 5,5 milhões de reais dos cofres do Ministério da Fazenda desde o fim de 2006, quando o contrato foi celebrado com "dispensa de licitação". De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, o nome do ex-prefeito da capital paulista aparece num relatório sigiloso do Tribunal de Contas da União (TCU) que defende o fim dos negócios envolvendo empresas de deputados e senadores com o poder público federal.

O aluguel tem vigência até dezembro deste ano e foi assinado por meio da empresa Maritrad Comercial Ltda, da qual Paulo Maluf é dono junto com sua mulher, Sylvia. O Tribunal de Contas selecionou a relação de parlamentares que têm contratos com a administração federal e recomendou ao Congresso que seja cumprido o artigo 54 da Constituição, que proíbe deputados e senadores de "firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público" e de serem "proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada".

O contrato do Ministério da Fazenda com a empresa de Maluf foi assinado no dia 12 de dezembro de 2006 pelo prazo de cinco anos, sem licitação. O aluguel pago à Maritrad Comercial hoje gira em torno de 130.000 reais mensais, valor correspondente a 41,5% da locação do imóvel em São Paulo. O restante é repassado para outros proprietários, não vinculados ao Congresso Nacional. O Portal da Transparência do governo federal divulga só os valores anuais do contrato, que são, em média, de 1,3 milhão de reais por ano. O prédio tem 11.000 metros quadrados de área construída.

Justificativa - Procurado pela reportagem do jornal para comentar a locação do imóvel onde funciona a Procuradoria da Fazenda Nacional em São Paulo, o deputado Paulo Maluf (PP-SP) não respondeu aos contatos. A assessoria do parlamentar informou que ele não foi localizado. Já a assessoria do Ministério da Fazenda alegou que escolheu o prédio por meio de dispensa de licitação depois de uma pesquisa de mercado e análise técnica da equipe de engenharia da pasta.

Para dispensar concorrência pública, a assessoria mencionou o inciso X do artigo 24 da Lei de Licitações (Lei 8.666, de 1993). Segundo o texto, é dispensável a licitação para "a compra ou locação de imóvel destinado ao atendimento das finalidades precípuas da administração, cujas necessidades de instalação e localização condicionem a sua escolha, desde que o preço seja compatível com o valor de mercado, segundo avaliação prévia".

De acordo com a assessoria do Ministério da Fazenda, um comunicado foi feito às principais imobiliárias de São Paulo no dia 25 de agosto de 2006 por meio de um anúncio no próprio estado. "A divulgação resultou em 57 imóveis ofertados, e, da análise da Equipe de Engenharia da SAM/FP, foram apontados dois que teriam condições efetivas para atender às necessidades de instalação da procuradoria", informou a assessoria.

Segundo o ministério, o imóvel do qual Maluf é sócio foi escolhido "após a avaliação do valor de locação por parte da Superintendência do Patrimônio da União em São Paulo". A assessoria da pasta informou ainda que o contrato de locação termina no próximo dia 10 de dezembro e há previsão de prorrogação. Além de Maluf, o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) também tem o nome incluído na lista do TCU.

comentário: tá na hora do povo cordeirinho, dar uma resposta!!!eles cobram que paguemos nossos impostos em dia, atrasa pra você ver!!!deixa de pagar o IR, pra você ver se eles (governo) não te prendem, no entanto fazem contratos sem licitação!!!é uma Vergonha. Tá todo mundo comprado!!!!

(Com Agência Estado)

A ladroagem rodoferroviária foi a unica obra do PAC: Programa de Apoio 'a Corrupção.

Até a primeira semana de julho, a duplicação da BR-101 entre os municípios de Palhoça, em Santa Catarina, e Osório, no Rio Grande do Sul, foi reiteramente apresentada por Lula e Dilma Rousseff como “a maior obra rodoviária no PAC no sul do Brasil”. Depois da reportagem de VEJA que abriu as comportas que represavam a roubalheira imensa, o trecho de 348 quilômetros foi sumariamente devolvido ao Ministério dos Transportes. Antes da descoberta da quadrilha, com exceção de atropelamento com vítima, era creditado na conta do Programa de Aceleração do Crescimento qualquer sinal de que as coisas andavam ─ a capinagem de um metro de acostamento, o plantio de um tufo de grama no canteiro central, até a entrega de uma placa de sinalização. Agora, a Mãe do PAC faz de conta que nem conhece uma das crias favoritas.

Enquanto demite pecadores, Dilma capricha na pose de quem não tem nada a ver com o pecado. Tem tudo, grita, por exemplo, a folha corrida do companheiro Hideraldo Caron, enfim afastado da Diretoria de Infraestrutura Rodoviária do Dnit. Há seis anos no cargo por indicação da atual presidente, Caron acumulou nesse período as funções de babá de rodovia. Com tamanha dedicação que acabou estabelecendo recordes de dimensões assombrosas mesmo para um país que perdeu a vergonha. Assinou 23 contratos, quase quatro por ano. E patrocinou 268 termos aditivos que aumentaram o preço em R$ 317,7 milhões.

O buraco negro denunciado seguidamente pelo Tribunal de Contas da União já engoliu quase R$ 2 bilhões, que não incluem pontes e túneis que sequer foram licitados. Uma ponte sobre o canal Laranjeiras já devorou R$ 596 milhões e segue à espera da licença ambiental. Cálculos otimistas garantem que não ficará pronta antes de 2015 a maravilha que Lula prometeu inaugurar em 2010. Deve ter acreditado nos relatórios do PAC. O mais recente adornou com o selo de “obra concluída” o trecho gaúcho ainda em execução.

A ladroagem no Ministério dos Transportes começou a correr solta em janeiro de 2003, quando Lula entregou a guarda do galinheiro ao deputado Valdemar Costa Filho, como parte do pagamento pela cessão do candidato a vice José Alencar. Ficou mais encorpada e veloz em 2004, quando Alfredo Nascimento assumiu a gerência da quadrilha em ação no Dnit e na Valec. E passou a registrar performances de dar inveja a um Usain Bolt em 2007, depois da criação do Programa de Aceleração do Crescimento. Como as verbas engordaram, cresceu também a gula das raposas.

A mãe resolveu renegar a filharada. A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, finge que não é a atual coordenadora-geral do PAC, nem integrante do Comitê Gestor completado por Gleisi Hoffmann, chefe da Casa Civil, e Guido Mantega, ministro da Fazenda. Maurício Muniz Barretto de Carvalho, secretário-executivo do PAC, caiu na clandestinidade. E ninguém sabe que fim levou o Grupo Executivo do PAC, responsável por estabelecer metas, fixar prazos e vigiar gastos. Tudo somado, está claro que a sigla é só uma impostura eleitoreira. É tão real quanto a competência da supergerente de país que virou presidente.

Até agora, o escândalo no Ministério dos Transportes foi a única obra de bom tamanho consumada pelo PAC.

O NOVO IMPERADOR.

Em 30 de março deste ano, quando foi promovido pela Universidade de Coimbra a doutor honoris causa, a pose de Lula com o capelo informou que, a partir daquele momento, a Presidência da República seria pouco para o maior dos governantes desde Tomé de Souza.
comentário: falta pouco pra ele se tornar IMPERADOR DO BRASIL.

sábado, 23 de julho de 2011

Nem tudo está perdido ainda. Leia isto!!!

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Um pacote de projetos para endurecer as penas para crimes contra a administração pública foi apresentado neste semestre pelo senador Pedro Taques (PDT-MT) com objetivo de coibir a prática de corrupção no Brasil. As propostas encontram-se na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, onde devem ser votadas em caráter terminativoDecisão terminativa é aquela tomada por uma comissão, com valor de uma decisão do Senado. Quando tramita terminativamente, o projeto não vai a Plenário: dependendo do tipo de matéria e do resultado da votação, ele é enviado diretamente à Câmara dos Deputados, encaminhado à sanção, promulgado ou arquivado. Ele somente será votado pelo Plenário do Senado se recurso com esse objetivo, assinado por pelo menos nove senadores, for apresentado à Mesa. Após a votação do parecer da comissão, o prazo para a interposição de recurso para a apreciação da matéria no Plenário do Senado é de cinco dias úteis. .

O primeiro projeto do pacote é o PLS 204/2011, que transforma os crimes de concussão (exigir vantagem no exercício da função), corrupção passiva e corrupção ativa em crimes hediondos. A proposta acrescenta ao artigo 1º da Lei dos Crimes Hediondos (Lei 8.072/1990) o inciso VIII trazendo os três delitos e também altera o Código Penal, aumentando a pena mínima para quem cometê-los de dois anos para quatro anos de reclusão. O PLS aguarda designação de relator na CCJ.

"Há uma sensação de que crimes hediondos são apenas aqueles cometidos com violência física direta, ocasionando repulsa nos cidadãos em razão dessa violência. No entanto, deve-se perceber a gravidade dos crimes que violem direitos difusos, coletivos e que atingem grandes extratos da população. É sabido que, com o desvio de dinheiro público, com a corrupção e suas formas afins de delitos, faltam verbas para a saúde, para a educação, para os presídios, para equipar e preparar a polícia, além de outras políticas públicas. O resultado prático dessa situação é a morte diária de milhares de pessoas que poderiam estar vivas caso o Estado garantisse a concretização de seus direitos fundamentais sociais", argumenta o senador na apresentação do projeto.

Outra proposta de Pedro Taques é o Projeto de Lei do Senado 308/2011, que inclui no Código Penal o artigo 357-A, com a tipificação de crime de corrupção de ato judicial. O delito seria a prática de corrupção passiva ou ativa "para favorecer ou prejudicar parte em processo judicial". A pena prevista é de quatro a doze anos de reclusão e multa. Para o senador, a proposta decorre da preocupação de que o "ato corrompido" acarrete em injusta condenação do réu em processo penal.

O terceiro e último projeto do pacote é o PLS 276/2011. A matéria também altera o Código Penal, mas para criar um novo tipo de crime: formação de quadrilha ou bando com o fim de cometer crime contra agente público. A pena para o delito seria de dois a seis anos de reclusão.

Pedro Taques explica que o objetivo é deixar mais rigorosos o tratamento e a punição para a conduta de formação de quadrilha ou bando para crimes cujos alvos são agentes públicos em investigação policial, processo penal ou processo administrativo - promotores, delegados, policiais civis, etc.

As duas últimas propostas aguardam apresentação de relatório para votação na CCJ. O relator designado para as matérias foi o senador Demóstenes Torres (DEM-GO). Uma vez aprovadas na comissão, e sem que haja recurso para votação em Plenário, as três propostas de Pedro Taques seguem para apreciação da Câmara dos Deputados.

OAB - SP lança movimento contra corrupção em agosto..

Todas as OAB-S do Brasil, deveriam levantar essa bandeira e conclamar toda a população para uma passeata em todo o País, afinal que valores e que País deveremos deixar aos nossos filhos e netos???Ou esses senhores (politicos corruptos) acham que são eternos???acham que a roubalheira irá se eternizar????Cansei!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Separatistas Bobinhos, querem que somente o Sul do Pará Vote no Plebiscito.

Eles são muitos bobinhos, querem que somente quem mora no Sul do Pará vote no Plebiscito de 11 de novembro; para os mais esclarecidos, no sul do pará, praticamente não tem Paraense.
Veja o custo para a criação destes estados em video abaixo, se concretizar esta aberração, somente eles "politicos" é que vão se beneficiar, a roubalheira irá aumentar, eles não tem nem aí para os moradores destas regiões, somente visam o beneficio próprio e da panela deles. Infelizmente vivemos num Páis, onde não existe JUSTIÇA, nem MINISTÉRIO PUBLICO, NEM POLICIA, vivemos a mercê da quadrilha de POLITICOS desonestos e que roubam discaradamente e fica por isso mesmo, sem punição, afinal, estes orgãos estão comprados com dinheiro desviado e isso faz parte, em nosso País, do jogo do PODER. A quem recorrer????





ANP: Agência Nacional da Propina.

Mais corrupção, agora na ANP, o acharque é escabroso 'a empresas.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

PT desvia 30 Milhões do DNIT para construir casa.

Eles merecem esta manchete sensacionalista. Eles são desavergonhadamente corruptos. A última é que Hideraldo Caron, do DNIT, desviou R$ 30 milhões do Ministério dos Transportes, para construir uma conjunto residencial para favelados, a pedido do prefeito petista de Canoas, Jairo Jorge, um "unha e carne" com Tarso Genro, o governador petista do Rio Grande do Sul que não pára de elogiar o Caron. Ou seja: o Caron levou R$ 30 milhões do DNIT para casa. Vale a pena ler a matéria

Mais dinheiro afundado na Lama da Corrupção.


Em meio a denúncias de propinas e superfaturamento, o Ministério dos Transportes também terá de responder pela qualidade das obras que executa. Cinco portos fluviais no Amazonas - estado do ex-ministro Alfredo Nascimento - apresentaram problemas e tiveram que ser refeitos ou consertados no último ano.Quatro dessas obras foram concluídas ano passado. Os gastos com os cinco portos somam R$44 milhões, sendo R$33,6 milhões destinados à Eram - Estaleiro do Rio Amazonas, classificada como inidônea no site do Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes (Dnit), envolvido nas denúncias de corrupção.

A assessoria de imprensa do Ministério dos Transportes argumentou que os problemas nos portos deram-se, na maioria dos casos, porque as obras não suportaram as cheias dos rios amazônicos e os sedimentos levados pelas enchentes. Inaugurado em março do ano passado por Dilma Rousseff, que era pré-candidata à Presidência e ministra da Casa Civil, e o então ministro Alfredo Nascimento, o porto de Humaitá teve sua estrutura naval desalinhada por causa de uma poita (peso de ferro) de 28 toneladas que se deslocou antes mesmo de o empreendimento ser entregue oficialmente à fiscalização da Companhia Docas do Maranhão (Codomar) - responsável pelos portos fluviais em todo país. Ou seja, Dilma e Nascimento inauguraram uma obra que ainda não podia ser utilizada pelo público.

O valor da construção em Humaitá foi de R$12,8 milhões, e o responsável pelo empreendimento foi a Eram. A assessoria de imprensa do ministério informou que ocorreu "acúmulo de troncos de árvores, vegetação e cipós, ocasionando esforço acima do dimensionado", o que teria provocado o acidente. O projeto da obra, pelo visto, não previu a força natural das águas do Rio Madeira. O porto de Itacoatiara também apresentou problemas: a ponte de acesso ao cais flutuante do terminal hidroviário cedeu no momento em que uma pá carregadeira sobre pneus estava passando na ponte. Nesse caso, como no anterior, o empreendimento não havia sido recebido oficialmente pela Codomar e coube à Eram arcar com os gastos para o conserto. Valor da obra: R$9,2 milhões. (Matéria de O Globo)

Duda mendonça, um fariseu, quer dividir o Pará, mas perdeu na Bahia sua terra natal!!!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O Pará tá pau - a - pau em matéria de corrupção com Brasília, você arrisca um vencedor???

A Ordem dos Advogados do Brasil no Pará (OAB-PA) rachou de vez. Nove conselheiros pediram ontem a intervenção do Conselho Federal da entidade para afastar o presidente Jarbas Vasconcelos e toda a diretoria, composta pelo vice, Evaldo Pinto, secretário-geral Alberto Albuquerque Campos, tesoureiro Albano Martins Junior, e secretário-geral-adjunto Jorge Medeiros. O pedido foi encaminhado à corregedora-geral da OAB nacional, Márcia Regina Machado Milaré.

O motivo da manifestação dos conselheiros - fato raro nos mais de 100 anos de história da Ordem - foi a desastrada venda do terreno da subseção de Altamira, cuja procuração para o fechamento do negócio teve falsificada a assinatura do vice.

Evaldo Pinto e Jorge Medeiros, ouvidos pelo DIÁRIO, informaram que estavam inclinados a pedir o próprio afastamento da diretoria, mas para fazer isso teriam que submeter-se ao prazo regimental de pelo menos 60 dias. Segundo os conselheiros, o afastamento dos diretores visa “possibilitar aos envolvidos no episódio o sagrado direito da ampla defesa e do contraditório, e, sobretudo, resguardar a imagem da instituição”.

Para eles, se faz necessário “preservar a credibilidade” da OAB paraense perante a classe dos advogados e a sociedade paraense, além de garantir a normalidade das atuações da entidade junto às demandas da sociedade civil.

Outro argumento a favor da saída dos diretores seria o de assegurar a “plena liberdade na apuração dos fatos pela comissão de sindicância do Conselho Federal, de forma independente e isenta”. Os conselheiros acreditam que somente a sindicância federal tem competência de apurar os fatos, evitando qualquer especulação de obstrução aos trabalhos de apuração.

Eles classificam de “equivocada” a decisão tomada por Jarbas Vasconcelos de criar duas comissões para apurar a venda do terreno e a fraude na assinatura do vice, afirmando que isso gera “reais obstáculos” e também “concorrência” ao trabalho da sindicância instaurada pelo Conselho Federal.

A contradição das comissões criadas pelo presidente é que elas iriam investigar a própria diretoria que lhes deu vida, o que tiraria delas a necessária isenção para fazer o trabalho.

Lula capricha na pose de inocente e trata de se afastar da cena do crime!!!

Desde a descoberta da quadrilha em ação no Ministério dos Transportes, o ex-presidente Lula imita o punguista que capricha na pose de inocente enquanto se afasta da vítima para descer do ônibus no primeiro ponto. A expressão de culpado sem culpa não convence nem passageiros que estão cochilando. Até um bebê de colo sabe que a parceria com o PR é mais uma das incontáveis obras repulsivas que compõem a verdadeira herança maldita.

Foi Lula quem doou a Valdemar Costa Neto, ainda em 2002, o Ministério dos Transportes. Na infame reunião sigilosa que deu origem ao esquema do mensalão, o candidato ganhou o vice José Alencar em troca dos direitos de exploração da usina de contratos superfaturados e negociatas multimilionárias. Foi Lula quem descobriu, em 2004, que Alfredo Nascimento era o homem certo para o comando do território sem lei. Ficou tão satisfeito com a performance do ministro meliante que o reinstalou no cargo no segundo mandato e exigiu de Dilma Rousseff que ali o mantivesse.

Só agora, muitos dias depois de desbaratado o bando, o animador de auditório criou coragem para murmurar platitudes sobre mais um escândalo. Primeiro, balbuciou que a sucessora está agindo direito e mudou de assunto. Nesta quinta-feira, subiu o tom de voz dois ou três decibéis para fazer de conta que não tem nada com isso. ““Se as pessoas agirem com honestidade e com decência, todo mundo poderá ser absolvido”, recitou o Padroeiro dos Companheiros Pecadores. “Se cometeram erros, as pessoas devem ser punidas. Isso vale para a presidente Dilma, valia para mim e vale para qualquer um”.

O cinismo que jorra do palavrório é tão nauseante quanto previsível. Haja estômago para suportar um Lula discorrendo sobre honestidade e decência sem temer que um raio bíblico lhe caia sobre a cabeça. Mas nada tem de surpreendente ouvi-lo qualificar de “erros” os assaltos aos cofres públicos que se repetem em ritmo de Fórmula-1 há oito anos e meio, com as bênçãos do Planalto, e não têm data para terminar. Caso use as palavras certas ─ ladroagem, corrupção, roubalheira, fora o resto ─, Lula terá de admitir que nunca antes neste país um presidente da República juntou tantos bandidos no mesmo governo.

O Ministério dos Transportes é só mais um entre quase 40. O PR é apenas uma ramificação da imensa quadrilha federal.

Corrupção Vira Epidemia.

A partir do próprio ministro Alfredo Nascimento, os diretores e altos funcionários do Ministério dos Transportes continuam caindo do galho como bananas podres.

Já são 13 os demitidos, se incluídos o diretor do Dnit (responsável pelas obras em rodovias), Luiz Antônio Pagot, que está "de férias", e o tal Frederico de Oliveira Dias, afilhado do deputado Valdemar Costa Neto, que nem nomeado era, mas tinha até gabinete e telefone no ministério.

Essa história vem de longe, desde sabe-se lá quantos governos, mas ultrapassou qualquer limite quando o governo Lula deu os Transportes de mão beijada para o PR, partido sucedâneo do PL e do Prona, aquele do "meu nome é Enéas!".

O PR não se fez de rogado e, com o tempo, decidiu dispensar os intermediários e ir diretamente ao ponto. Em vez de se contentar com propinas de empreiteiras nas licitações e nos aditamentos para aumentar os valores, a turma passou a usar filhos, mulheres, irmãos e amigos variados para tirar sua casquinha, se é que se pode chamar contratos milionários de "casquinha".

O filho do ministro ficou rico da noite para o dia em negócios com uma empresa que tem contratos com o ministério chefiado pelo papai. A mulher de um dos diretores do Dnit lucrou milhões de reais em Roraima com obras que eram resultado de convênios com o... próprio órgão. O irmão de um superintendente estadual do Dnit fechou contratos de mais de R$ 26 milhões com o... próprio órgão.

Essas barbaridades tão à luz do dia, à frente de todos, durante anos, só ocorrem como resultado da facilidade e da impunidade. Vai ficando tudo tão fácil que os responsáveis vão relaxando, escancarando, até que acabam metendo os pés pelas mãos e, aí, o céu é o limite. Os valores dos contratos, negócios e convênios nunca são modestos. Ao contrário, são fabulosos.

Enquanto isso, as ferrovias inexistem e as estradas brasileiras continuam um fiasco...

Pior do que isso, porque ainda mais nojento, é o desvio das verbas destinadas ao socorro e assistência aos desabrigados pelas chuvas da região serrana do Rio, onde morreram centenas de pessoas no início do ano. Se isso não é crime hediondo, não sei mais o que poderia ser.

E, agora, o jornal "O Globo" cita um estudo da AGU (Advocacia Geral da União) mostrando que 70% das verbas desviadas são de Saúde e Educação e que 45% dos envolvidos são prefeitos ou ex-prefeitos. É estarrecedor. Ou desanimador.

A corrupção virou uma epidemia. A presidente Dilma Rousseff está fazendo a parte dela ao sacudir a bananeira dos Transportes. Espera-se que isso seja só o começo.

E os brasileiros que estudam, trabalham, pagam impostos e já pintaram a cara contra Collor, não estão nem aí? Há um silêncio ensurdecedor.


Por pressão da imprensa,MP de Brasilia aceita denúncia contra promotores.

Nesta semana, o CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) rejeitou recurso e manteve a demissão de Bandarra e Guerner.

Ambos foram condenados administrativamente por "violação de sigilo profissional com a solicitação e obtenção de recompensa" e "exigência de pecuna", e receberam a pena máxima contra um membro do Ministério Público.

Eles responderam no conselho pela acusação de receber propina e favorecer o então governador do DF José Roberto Arruda (ex-DEM), acusado de ser o chefe do esquema.

No começo do ano passado, Arruda foi preso e perdeu o cargo depois que as denúncias vieram a público.

Em dezembro, Guerner e Bandarra foram afastados por 120 dias pelo CNMP. O afastamento terminou em abril.

No dia 20 de abril, a promotora foi presa pela Polícia Federal, em Brasília, sob a acusação, entre outras, de ter tomado aulas para simular problemas mentais.

O Ministério Público Federal suspeita que a promotora comprou atestados médicos falsos e foi treinada para simular problemas mentais, o que baseou o pedido inicial de prisão.

O propósito seria o de atrapalhar as investigações que ela enfrenta desde 2009 por suposto envolvimento com o escândalo do mensalão do DEM.

O marido da promotora, o empresário Jorge Guerner, também foi preso.

Oito dias depois, ela foi solta por decisão do ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Napoleão Nunes Maia Filho.

No início de maio, o CNMP aplicou a pena máxima a Guerner e Bandarra e recomendou a demissão deles.

O processo na Justiça corre em sigilo. No início de junho, a Corte Especial do TRF da 1º Região decidiu que a promotora não tem insanidade mental, como alega a defesa.

Com Agência Brasil

quarta-feira, 20 de julho de 2011

A roubalheira é geral, até MILICO tá roubando!!!

A Polícia Federal abriu ontem três inquéritos para investigar suspeitas de desvios na construção do novo aeroporto internacional da Grande Natal, um dos principais projetos de transportes para a Copa do Mundo de 2014. O terminal está sendo erguido em São Gonçalo do Amarante (RN) e tem suas obras de infraestrutura básica executadas pelo Exército.O aeroporto será operado pela iniciativa privada e foi vendido pelo governo como modelo para o Mundial. O Ministério Público Federal suspeita que a Força pagou a uma empresa por serviços que teriam sido prestados pelos próprios militares. O caso também é investigado pelo Ministério Público Militar, que apura a suspeita de participação de oficiais em possíveis desvios.

Em ofício enviado à PF, a procuradora Cibele da Fonseca, da Procuradoria da República no Rio Grande do Norte, pediu investigação da suposta prática do crime de peculato (desvio praticado por servidor público). Ela investigou quatro licitações do Exército vencidas pela empresa Pedreira Potiguar entre 2008 e 2010.As principais suspeitas estão ligadas a uma concorrência de R$ 13,2 milhões, feita pelo 1º BEC (Batalhão de Engenharia de Construção) do Exército em 2008, para o fornecimento de asfalto usado nas pistas de pouso e nos pátios do aeroporto. Já foram pagos R$ 12,6 milhões. A empresa negou qualquer irregularidade, e o Exército disse que não se manifestaria durante a investigação.

Segundo a Folha apurou, a Procuradoria de Justiça Militar no Recife já tem indícios de que o 1º BEC teria feito pagamentos à empresa em troca de material produzido na usina de asfalto do batalhão. A Procuradoria Militar encontrou evidências de que parte dos serviços de construção de canaletas foi feita por soldados do batalhão e não por funcionários da empresa, como previa o edital de uma das licitações. O dono da Pedreira Potiguar, José Luís Arantes Horto, foi investigado na Operação Via Apia da PF, que apurou desvios em obras da rodovia BR-101. O caso levou à prisão de Gledson Maia, ex-dirigente do Dnit local, sob suspeita de corrupção. A Potiguar e outra empresa de Horto, a Transpedras, doaram cada uma R$ 75 mil para o PR, que comanda o Ministério dos Transportes, nas eleições de 2010. A PF abriu outro inquérito para investigar a contratação da empresa em obras de drenagem na BR-101 em Natal e Parnamirim (RN). O Exército teria feito pagamentos antes do início da obra.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Bispo incentiva criança a vender seus brinquedos e doar tudo a igreja.


Alô Policia!!!

Governo Dilma: é escândalo atrás de escândalo.

Em seis meses de governo, a gestão da presidente Dilma Rousseff se notabilizou pela profusão de escândalos - mais do que por medidas concretas de governo. Dois ministros foram demitidos. Outros dois trocaram de lugar. Dois se safaram por pouco. Outros dois ainda devem explicações.

Antonio Palocci, chefe da Casa Civil, comandava uma consultoria bem-sucedida antes de ingressar no governo. O crescimento patrimonial espantoso levantou suspeitas de que o braço-direito da presidente autou como lobista. Quando resolveu se explicar, Palocci já era um cadáver político.

Sem o principal articulador político do governo, a presidente se viu novamente em apuros. Luiz Sérgio, ministro de Relações Institucionais, tinha poderes limitados. Dilma Roussef evitou mais uma demissão: preferiu rebaixar o petista a ministro da Pesca. Luiz Sérgio trocou de cargo com Ideli Salvatti.

A paz aparente durou pouco tempo. Aloizio Mercadante, responsável pela pasta de Ciência e Tecnologia, também ficou exposto por uma revelação feita por VEJA. Foi ele quem ordenou a compra do falso dossiê contra o então candidato tucano ao governo de São Paulo, José Serra, em 2006. O episódio também respingou em Ideli Salvatti: então senadora, ela ajudou a espalhar o material para a imprensa.

Mercadante e Ideli continuam sob fogo da oposição. O primeiro deve ir à Câmara dos Deputados se explicar. A segunda é alvo de requerimentos de convocação, mas os governistas atuam para blindar a petista.

O último escândalo teve um desfecho nesta quarta-feira. Alfredo Nascimento, ministro dos Transportes, deixou o cargo depois que VEJA revelou o funcionamento de um grande esquema de corrupção na pasta. Dilma ainda protelou a demissão por quatro dias.

Motel - Houve também episódios que não chegaram a derrubar ministros. Ana de Hollanda, da Cultura, foi flagrada usando verba pública para passar o fim de semana no Rio de Janeiro, onde tem casa. Devolveu o dinheiro e ficou no cargo.

Pedro Novais havia aproveitado verba da Câmara dos Deputados para custear uma farra coletiva em um motel de São Luís. Devolveu o dinheiro e ficou no cargo.

Fernando Haddad, campeão de trapalhadas também no governo Lula, manteve a média na nova gestão. Defendeu a distribuição de um livro que ensina crianças a falar errado e se contradisse ao tentar justificar a distribuição do chamado "kit-gay".