sábado, 27 de dezembro de 2014

PARA OS PORCOS DO UNIVERSO.

ESPIRITOS IMPUROS OU ESPIRITOS DE PORCOS.!!! São inclinados ao mal e fazem dele objeto de suas preocupações. Como espiritos, dão conselhos desleais, fomentam a discórdia, a desconfiança e se mascaram de todas as formas para melhor enganar. Ligam-se aos homens de caráter bastante fraco para cederem 'as suas sugestões, a fim de prejudicá-los, satisfeitos em poderem retardar o seu progresso e fazê-los sucumbir nas provas por que passam. Podem ser reconhecidos, em suas manifestações, pela sua linguagem: a trivialidade e a grosseria das expressões, nos espiritos como nos homens, é sempre um indicio de inferioridade moral, senão inteectual. Suas comunicações revelam a baixeza de suas inclinações e, se tentam enganar falando de maneira sensata, não podem sustentar por muito tempo seu papel e acabam sempre por revelar a sua origem. Certos povos fizeram deles divindades malfazejas, outros os designaram sob o nome de demonios, gênios maus e Espiritos do Mal. Quando estão encarnados, os seres que eles animam são inclinados a todos os vicios que engedram as paixões vis e degradantes: a sensualidade, a crueldade, o embuste, a hipocrisia, a cupidez e a avareza sórdida. Fazem o MAL pelo prazer de faze-lo, e muito frequentemente sem motivos, escolhendo suas vitimas, por ÓDIO que tem ao BEM, quase sempre entre as pessoas HONESTAS. São flagelos para a HUMANIDADE, qualquer que seja a categoria social a que pertencem, e o verniz da civilização não os livra da DESGRAÇA E VERGONHA PUBLICAS

sábado, 8 de novembro de 2014

O QUE A OLIMPIADA NOS AGUARDA.

Restaram apenas dois países interessados em sediar os jogos olímpicos de inverno de 2022: China e Cazaquistão. Sobraram apenas estes dois porque a Noruega desistiu da disputa após seus cidadãos pagadores de impostos se rebelarem e dizerem que não estão a fim de dar o dinheiro necessário para fazer dos jogos olímpicos um mero parque de diversões para os empresários corporativistas, políticos e burocratas mais ricos do mundo. CLIQUE AQUI E LEIA NA INTEGRA

quinta-feira, 31 de julho de 2014

COMO O MUNDO IRÁ MUDAR.

O mundo não irá se tornar livre pela criação de novas leis ou por causa da renovação de leis antigas. Também não será por causa de novos líderes políticos e nem por causa do resultado de eleições. Tampouco será por causa de uma mudança no governo. O mundo irá se tornar mais livre somente em decorrência de uma mudança na atitude das pessoas em relação ao governo. Não será por causa de legislações, mas sim em decorrência de um desprezo por legislações. A mudança genuína ocorrerá não quando o estado for reformado, mas quando ele for ignorado. Não quando os políticos forem melhores, mas quando eles forem irrelevantes. Quando as leis criadas pelo estado não mais forem consideradas necessárias ou importantes, o estado deixará de ser respeitado. E quando ele deixar de ser respeitado, ele não mais conseguirá se impor sobre ninguém, pois sua existência deixará de ser exequível. É assim que o mundo irá mudar. Evidências frente à descrença O mundo pode sim se livrar desta relíquia bárbara conhecida como 'estado'. O estado é uma poderosa ficção cujo poder depende totalmente da crença das pessoas em sua necessidade, ou inevitabilidade. Mas a crença no estado não é insuperável. Não é intransponível. Não é algo que está contido em um microchip indestrutível inserido na mente das pessoas. Pressupor que um estado tem de existir ou que ele sempre existirá não é um fato indiscutível. O estado, assim como várias outras superstições hoje tidas como ultrajantes, deploráveis, desumanas ou ineficientes, pode perfeitamente um dia ser jogado na lata de lixo da história. No passado, foram inúmeras as pessoas que riram da noção de que uma instituição tão velha quanto a própria humanidade, a instituição da escravidão, um dia seria ou poderia ser abolida. O senso comum que prevaleceu durante séculos, mesmo entre aquelas pessoas que já haviam percebido a repugnância moral da escravidão, era o de que a escravidão era apenas um aspecto inerente à natureza humana. Reformistas argumentavam que a melhor coisa que podia ser feita era tentar criar uma versão mais humana para a escravidão. A escravidão era uma instituição que, por mais diabólica que fosse e por mais utópicos que parecessem aqueles que defendiam que o mundo seria melhor sem ela, estava aqui para ficar. Alguns dedicaram sucessivos esforços para tentar aprimorar a instituição da escravidão, para ensinar os senhores de engenho a serem "bons" e "mais humanos" para com seus escravos. Alguns criaram regras e costumes com o intuito de limitar os efeitos mais sórdidos da instituição. Mas a instituição em si era considerada tão inevitável quanto a escassez e a morte. O erro fatal deste raciocínio é que a escravidão e o governo, ao contrário da escassez e da morte, são instituições criadas por humanos. Escravidão e governo são, acima de tudo, construções mentais. Suas manifestações físicas não são realidades que os humanos simplesmente encontram na natureza, mas realidades que nós mesmos criamos. E humanos só criam aquilo que antes imaginam. Uma ideia só irá se tornar uma ação caso o indivíduo atuante acredite que vale a pena levar adiante tal ideia. Para subjugar outro ser humano, ou para tolerar e permitir a subjugação de um ser humano por outro, é necessário antes que o indivíduo tenha em mente a ideia da subjugação, e que ele creia que implementá-la é preferível a ignorá-la ou condená-la. Já a escassez e a morte natural não necessitam de nenhum consentimento humano. O velho ditado sobre a morte e os impostos serem inevitáveis é somente metade verdadeiro. Se o estado, assim como a escravidão, é o resultado das ideias de indivíduos, então ele não é inevitável. Algum dia a humanidade ainda irá olhar para trás e vislumbrar a instituição chamada estado com a mesma sensação de vergonha e estupefação que sente hoje em relação à escravidão. Como foi possível que tantas pessoas — várias delas boas pessoas — vivessem suas vidas diariamente cercadas por uma instituição tão corrupta, tão desumana, tão ignóbil, tão coerciva, tão violenta e tão aviltante? Elas realmente consideravam tal instituição necessária? Elas realmente não percebiam o quão degradante tal instituição era? Será difícil entender como tantos humanos consideravam o estado inevitável, tolerável e até mesmo bom. Assim como a escravidão se tornou uma relíquia odiada, o mesmo pode ocorrer ao estado. Como tudo acontece A escravidão não foi abolida por mudanças nas regras, nas leis ou nas lideranças políticas. Tais mudanças normalmente são meras consequências de mudanças na mentalidade e na crença das pessoas. Embora mudanças nas regras, nas leis ou nas lideranças políticas erroneamente recebam os créditos, elas jamais são a causa. A escravidão acabou assim que as ideias das pessoas a respeito dela foram alteradas. As pessoas passaram a acreditar que a escravidão não apenas era um mal, como também era um mal desnecessário. As pessoas começaram a ver a escravidão como algo tão maléfico, que elas se tornaram dispostas a tolerar os inevitáveis sacrifícios de curto prazo trazidos pela abolição da escravidão com o intuito de colher os frutos do aperfeiçoamento de longo prazo da condição humana. O cálculo de custo e benefício foi alterado tão logo a noção de moralidade das pessoas sobrepujou o temor da 'instabilidade institucional'. As desconhecidas consequências da abolição da escravidão se tornaram um risco aceitável quando comparadas aos conhecidos males da instituição, os quais haviam se tornado uma realidade inaceitável. Reforma política Reformas políticas jamais podem produzir liberdade. Elas podem, em raras ocasiões, ampliar um pouco de liberdade para apenas algumas pessoas; porém, enquanto tal ampliação ocorrer via métodos políticos, o que realmente estará ocorrendo é uma barganha que está retirando a liberdade em algumas outras áreas. Quase sempre, haverá um fomento de longo prazo da confiança no estado. Todo o jogo político se resume a rearranjar e a reforçar a necessidade do estado. O jogo político atrai grande atenção e, sendo assim, vários sugerem utilizá-lo como uma maneira de educar as pessoas sobre o poder da liberdade. Mas utilizar a política como ferramenta educacional somente será de alguma valia no longo prazo se tal medida também ensinar às pessoas que, no fundo, a política é um mal, e que o governo jamais pode ser uma instituição benéfica. Se a política meramente inspirar as pessoas a defender a ideia de que o estado pode melhorar as coisas, então ela não irá, no final, tornar a sociedade mais livre. É a descrença na política e no estado o que leva à liberdade. Sempre haverá pessoas com desejo de poder, com desejo de controlar os outros. Somente quando o resto não mais acreditar que tal poder é necessário, e consequentemente não mais obedecer às ordens dos senhores de engenho, poderá a liberdade triunfar. Mudança de foco Humanos querem resolver problemas da maneira mais imediata e direta possível. Queremos saber onde começa o problema da restrição da liberdade. Descobrimos a fonte de maneira gradual e progressiva. Primeiro, o foco está nas pessoas — na liderança política considerada incapaz e corrupta. Isso rapidamente se generaliza para partidos políticos ou grupos, depois para políticas e leis, depois para agências e instituições, até finalmente chegar ao próprio estado. Neste ponto parece que chegamos ao âmago do problema: o estado em si, e não as personalidades, partidos, agências ou leis sob seus auspícios. Porém, uma mudança de foco ainda mais profunda é necessária. O estado não é a raiz do problema. O real problema não é uma instituição, mas uma ideia. A ideia de que o governo é necessário. É esta ideia a culpada de todas as coisas ruins que o estado já fez. Uma pequena mudança de foco já está ocorrendo. Algumas pessoas já percebem que não há diferenças entre partidos políticos. Outras não acreditam que políticos são seres superiores capazes de solucionar problemas criados pelo próprio estado. E já é mais comum ver instituições estatais e os incentivos distorcidos criados pelo governo sendo criticados. Isso é um progresso, mas é muito pouco. Ainda é muito raro ver a existência do próprio estado sendo criticada, e ainda mais raro é ver uma crítica à ideia de que o estado é necessário. A crença em sua necessidade é que o concede todo poder ao estado, o qual, por definição, é repleto de maus incentivos que atraem e estimulam pessoas ruins. Dizer que pessoas, partidos ou políticas são o probo_anel.jpglema é como culpar a calçada por ter quebrado a sua perna após você ter ignorado que o prédio possuía escadas e elevadores e ter decidido pular da janela. Xingar a calçada é inútil e ignorante. A reação adequada seria questionar a necessidade de pular da janela; talvez, ao fazer isso, você descobriria outros métodos menos dolorosos para alcançar o seu objetivo de chegar à rua. Não existe uma forma ou arranjo de estado que seja garantidor da liberdade. A solução sempre será paz, livre mercado e voluntarismo. O anel do poder não pode ser utilizado para o bem; ele deve ser jogado no fogo antes que o bem seja utilizado como desculpa para o mal. Mudando vidas e mudando a vida Não quero aqui subestimar as possíveis consequências de algumas tentativas de se reformar o estado. Por meio de tais esforços, vidas podem ser mudadas. Uma decisão judicial pode salvar um indivíduo ou toda uma vizinhança de ser demolida e desapropriada pelo estado. A revogação de uma regulamentação pode mudar para melhor a vida de um empreendedor, permitindo que ele finalmente possa correr atrás de seu sonho. Tais medidas são análogas a donativos enviados para regiões que sofreram desastres naturais; elas podem genuinamente mudar vidas e oferecer um grande alívio. Elas podem mudar vidas, mas não podem mudar a vida. Desastres sempre ocorrerão. Assim como as condições que geraram fome não são melhoradas com o alívio instantâneo da pessoa que recebe donativos, as ações estatais que destroem a liberdade não são abolidas quando determinadas ações estatais momentaneamente deixam de estorvar uma vizinhança ou de regular um determinado setor da economia. O estado sempre continuará — pois depende disso — buscando sua própria expansão, e crescerá em cima de todos os pontos fracos que encontrar, garantindo que um incontável número de vidas continue dependentes de sua existência, mas sem que as condições gerais de vida sejam fundamentalmente alteradas. Tratar a doença é uma medida nobre, mas não é o mesmo que erradicar a doença. Mudar vidas é um trabalho nobre e gratificante. Mas para aqueles corajosos o bastante para sonhar, mudar a vida é uma bem-aventurança, e é algo que só pode ser feito por meio do enfraquecimento — e não do aperfeiçoamento — do estado. O que fazer? A única tática que merece ser perseguida é a do esclarecimento. O esclarecimento próprio e o dos outros, sempre de maneira contínua. Isso não significa dizer às pessoas em que acreditar ou o que fazer. Trata-se muito mais de descoberta do que de educação. Um professor, por meio do fornecimento de informações, pode ajudar um aluno a descobrir a verdade, mas o aluno tem de ter a curiosidade e a ânsia da descoberta. É o próprio descobridor quem decide se quer ou não descobrir. Torne-se uma pessoa livre e a sua liberdade será um estímulo e um farol para outras que também querem ser mais livres. Comporte-se como uma pessoa livre e todos irão querer imitá-lo. Crie liberdade na sua própria vida, troque ideias, seja aberto e receptivo ao poder da criatividade humana. Liberte sua mente e você começará a libertar a mente dos outros — não ao dizer a eles em que acreditar, mas ao demonstrar e discutir a superioridade das ideias de liberdade. O mercado não produz inovações e tecnologias porque pessoas espertas dão ordens a terceiros; o mercado produz inovações e tecnologias porque se trata de um arranjo em que há uma contínua troca de idéias, um contínuo fluxo de criação e imitação, de tentativa e erro — o maior jogo ininterrupto de trocas econômicas. A construção de uma sociedade livre não tem de esperar que o estado se torne limitado ou ausente; com efeito, o estado só irá desaparecer após uma sociedade livre ter sido construída para substituí-lo. O fantástico poder das ideias irá destruir as bases que sustentam o estado tão logo pessoas livres começarem a viver e a respirar ideias que demonstrem a vida, a energia, o prazer, o progresso e a satisfação da liberdade. Isso não significa que todos aqueles que querem liberdade devem fazer a mesma coisa. Demonstrar e discutir as ideias de uma sociedade livre é uma tarefa tão ampla e evolucionária que abre inúmeras portas. As diferenças intrínsecas aos seres humanos no que diz respeito às suas habilidades e interesses levam a inúmeros esforços, e o esclarecimento e o preparo permitem um amplo espaço para diferenciações. Nossas diferenças irão se manifestar nas outras pessoas com quem trocarmos ideias, bem como nos métodos e meios que utilizarmos. A construção da sociedade livre tem de se basear na troca de ideias. Só assim a mudança poderá ser duradoura. Não se deve enganar, adular, forçar, atiçar, empurrar, subornar ou ditar ordens. Tais medidas irão, no final, levar a menos liberdade, e não a mais. A liberdade não é inevitável, mas é possível. Um estado que não esmague a liberdade não é uma realidade possível. Enquanto o estado for considerado algo necessário, ele irá existir; e ele sempre crescerá para muito além de seus limites originalmente imaginados e desejados. Todos os estados tendem a saquear e a depredar a sociedade que o sustenta até destruí-la e destruir a si próprio; o que varia é apenas a velocidade com que isso ocorre. Mas se a crença na necessidade do estado permanecer, o estado deposto será rapidamente substituído por um estado novo, e todo o processo será reiniciado. A única fundação sobre a qual uma sociedade pode ser construída sem entrar em colapso é a crença na possibilidade de uma vida sem políticos e burocratas nos apontando armas e ditando ordens. Esta é uma crença que tem de se tornar popular. Argumentos consequencialistas (práticos) e deontológicos (morais) contra o estado são válidos, mas insuficientes. As pessoas sempre irão aceitar um sistema imoral e ineficiente caso acreditem que ele seja necessário. Tão logo elas descobrirem que tal sistema é desnecessário, elas irão abandoná-lo e fornecer razões práticas e morais para fazê-lo. Mas, para que isso aconteça, a crença na necessidade do estado tem de ser derrubada. Realista e radical Se abrirmos nossa imaginação, há ampla e abundante evidência de ordem sem o estado. Normas e instituições não-estatais produzem a maior parte do mundo que vemos ao nosso redor. Historicamente, a sociedade precede o estado, e há ampla evidência de soluções não-estatais para aqueles problemas os quais fomos ensinados que somente o estado pode resolver. Sempre que as pessoas se tornam capazes de imaginar soluções melhores, elas imediatamente deixam de apoiar soluções inferiores (mesmo diante do desconhecido, caso elas acreditem na premissa) e deixam de proibir novas experimentações. Pessoas com uma imaginação pequena demais para visualizar um automóvel podem perfeitamente aceitar restrições à construção de estradas. No entanto, pessoas que embora sejam incapazes de visualizar a manifestação específica de um automóvel, sejam capazes de imaginar o progresso humano e as invenções capazes de surpreendê-las, serão muito mais reticentes em restringir a construção de algo que seja uma promessa desconhecida. etica.jpgÉ exatamente por isso que não é necessário que todos nós compartilhemos a mesma visão — ou sequer um mesmo ideal específico — em relação a um mundo sem políticos e burocratas. Temos, no entanto, de ser corajosos, audazes e tolerantes o bastante para vermos nas relações humanas o potencial para a ordem sem o estado. Aqueles que conseguem imaginar tal mundo têm a tarefa de abrir a mente de terceiros para esta mesma possibilidade. Mostrem a elas, inspirem-nas e deixem-nas intrigadas. Onde a imaginação é deficiente, também o é a liberdade. A dissolução do estado não depende de as pessoas se tornarem melhores ou que a moralidade mude, ou que haja um próximo passo na evolução. É uma falácia crer que o governo é necessário e inevitável. Ele pode desaparecer a qualquer momento. É tudo uma questão de mudarmos nossas crenças, paradigmas e teorias a respeito do mundo. É necessário apenas que percebamos que o estado não é necessário. Eu digo "apenas" estando perfeitamente ciente de que o poder de imaginação necessário para entender a desnecessidade do estado não é pequeno. Abrir nossas mentes a esta possibilidade é o maior e mais promissor desafio intelectual e prático de nossa era.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

ATÉ QUE ENFIM UMA ÓTIMA REPORTAGEM DA GLOBO.

COMENTÁRIO: SÓ FAÇO UMA OBSERVAÇÃO, PEQUENA MAS RELEVANTE, QUANDO O REPORTER PERGUNTA AO "ASSESSOR" QUE OS VEREADORES, ASSEMBLEIAS LEGISLATIVAS, TRIBUNAIS DE CONTAS, SÃO CUMPLICES DO ROUBO, ELE OMITE A JUSTIÇA, TEM QUE INCLUIR TAMBÉM.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

BURROCRACIA BRASILEIRA

No Chile, País mais adiantado que o BRASIL, demora 11 minutos para se abrir uma empresa, aqui no PAIS governado por INCOMPETENTES, demora mais de 60 dias. CLIQUE AQUI E LEIA

MOBRAL quer fazer o País regredir a IDADE DAS CAVERNAS.

É isso que dá colocar MOBRAL no poder, este cidadão recentemente se formou em DIREITO e se não me falha a memória também recentemente aprendeu a ler, perdoe-me os advogados, mas na época em que me formei quem fazia RH ou ciências humanas era a RABADA, os últimos da fila, pois os INTELIGENTES faziam MEDICINA, e os médios INTELIGENTES faziam CE, no meu caso eu fiz CIABA, onde a média para passar ultrapassa as maiores universidades do PAIS, estudei física com um livro russo chamado HALIDAY, totalmente em inglês, isto nos meados de 1989, imagina o atraso que este sujeito quer impor ao povo brasileiro, mas do que o País já está atrasado. CLIQUE AQUI E LEIA NA INTEGRA COMENTÁRIO 2: Em todo o mundo civilizado, os mais INTELIGENTES controlam as massas, sempre foi assim e sempre será, no caso do BRASIL, somos governados por um PRESIDENTE ANALFABETO, uma PRESIDENTA OCA, em diversos cargos da administração publica tem MOBRAIS decidindo, foram colocados de paraquedas, até mesmo em INSTITUIÇÕES que se dizem sérias tem os MOBRAIS que recentemente aprenderam a ler e cagam conhecimento em cima de você, como se eles fossem ILUMINDADOS, no caso do BRASIL, este País tem o eixo invertido, o País caminha para trás, um PIB ridículo, 0,1%, cadê os GENIOS????desse partido????diversos funcionários PUBLICOS que somente com o 1 grau ganham mais que um PHD na universidade...o País todo é uma tremenda MERDA, e ainda tem gente que acha que o País tá no rumo certo...ME POUPE!!!

sexta-feira, 23 de maio de 2014

DESEMBARGADORAS SÃO AFASTADAS PELO CNJ POR FAVORECER QUADRILHA.

O plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por ampla maioria de votos, determinou nesta segunda-feira (19) o afastamento do cargo das desembargadoras do Tribunal de Justiça do Pará, Marneide Merabet e Vera Araújo de Souza, além de instauração de procedimento administrativo disciplinar, o PAD, contra elas. O plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por ampla maioria de votos, determinou nesta segunda-feira (19) o afastamento do cargo das desembargadoras do Tribunal de Justiça do Pará, Marneide Merabet e Vera Araújo de Souza, além de instauração de procedimento administrativo disciplinar, o PAD, contra elas. As duas magistradas são suspeitas de fraude no processo ajuizado por Francisco Nunes Pereira, em que ele argumentou ter direito adquirido sobre R$ 2,3 bilhões depositados no Banco do Brasil. Sem fonte conhecida, a fortuna foi depositada na conta de Pereira por mais de cinco anos. O afastamento deve durar até que o PAD seja julgado pelo CNJ >>>>>>CLIQUE AQUI E LEIA NA INTEGRA COMENTÁRIO: O problema disso tudo infelizmente está enraizado pelos TJ de todo o BRASIL, e se for puxar a linha desse novelo, até defunto levanta...em caso de se confirmar as acusações contra essas duas desembargadoras, simplesmente não vai acontecer NADA, o máximo que pode acontecer é elas serem aposentadas compulsoriamente e a SOCIEDADE BRASILEIRA continuar sustentando até a MORTE, e é isso que tem que mudar nesse PAÍS DAS MARAVILHAS, a SOCIEDADE não pode ser penalizada e ficar pagando por toda a vida, isso pra mim soa como uma premiação ou seja faça a coisa errada que no máximo você ainda recebe vitaliciamente uma aposentadoria...QUE PAÍS E ESSE????

sexta-feira, 2 de maio de 2014

MAÇONS PERSEGUEM CIDADÃO POR QUESTIONAR ADMINISTRAÇÃO.

COMENTÁRIO: Aqui em Belém tivemos algo parecido, um G33 MOBRAL que só tem o 2 grau e se intitula dono da loja (NUNCA VIU UMA INTEGRAL E DERIVADA), e em outra época ja passou a mão na TESOURARIA da loja, e é protegido do LIDER MOR que brincava de médico na infancia junto com ele e que adora ROUBAR METAIS dos BODES. Dizem que 1.5 milhão e meio que existia, hoje tem míseros 300.000. Essa turma adora METAL e ROUBAR eleições...aliás nada de diferente dos POLITICOS SAFADOS aqui no mundo PROFANO. Se ocultam na "ORDEM" para esconder seus reais objetivos: ROUBAR!!!nÃO É MESMO ESPURIOS????OU ESTOU ESCREVENDO ABOBRINHAS???

sexta-feira, 25 de abril de 2014

O Cartel dos TAXIS contra os aplicativos de carona.

O setor de táxis sempre foi um ótimo exemplo de mercado totalmente protegido pelo estado e blindado da concorrência. No Brasil, os serviços de táxi são regulamentados pelas prefeituras, as quais emitem licenças que permitem que apenas determinadas pessoas realizem tal serviço. Em quase todo o resto do mundo o funcionamento é o mesmo: só pode prestar serviços de táxi quem o estado permite. Em linhas gerais, a regulação funciona da seguinte maneira: uma prefeitura anuncia que irá emitir uma licença — também chamada de alvará — para um serviço de táxi. Ato contínuo, esta licença adquire um valor de mercado, o qual varia de cidade para cidade. No Rio de Janeiro, uma licença custa cerca de R$60 mil. Em São Paulo, o valor varia de R$70 a R$120 mil. Se você for operar no Aeroporto de Congonhas, o valor pode chegar a R$250 mil CLIQUE AQUI E LEIA NA INTEGRA

quinta-feira, 10 de abril de 2014

PIGN - pequenas igrejas grandes negócios.

COMENTÁRIO: O Autor fala de igrejas, mas eu falo de lojas maçonicas ESPURIAS e até GRANDES LOJAS totalmente ESPURIAS, que não são recohecidas pelo PODER CENTRAL MAÇONICO e ficam posando para a sociedade como se fossem os representantes da MAÇONARIA, não são!!!O autor do vídeo fala exatamente o que acontece nessas lojas e grandes lojas, pois eles usam o mesmo MODUS OPERANDI: , eliminação da OPOSIÇÃO para a perpetuação no PODER, tudo com o unico objetivo de ROUBAR e TER O CONTROLE. Um encobre o outro nessa organização, se um que passou para a TESOURARIA e roubou, o LIDER MOR POLITICO SAFADO, encobre, pois participa do ROUBO, nessa tipo de organização até EX LIDER MOR, TRANSOU com ESPOSA DE OBREIRO, é uma SURUBADA. Essa organização abriga BÍGAMO, abriga VIADO DISFARÇADO e até REAL, abriga ESTELIONATÁRIO, Diversos advogados do CAPETA, Abriga COBRAS E PORCOS e até CALOTEIROS DA MENSALIDADE, esse tipo de INSTITUIÇÃO é MORALMENTE CORRUPTA NA SUA ESSÊNCIA. ou eu estou escrevendo abobrinhas????hein seus SAFADOS!!!.ou estou escrevendo mentiras??? COMENTÁRIO 2: Temos também informações do além-vida que certos ESPURIOS MALDITOS tem prática com MAGIA NEGRA e que estes fizeram um trabalho espiritual junto com uma mulher parente desse grupo, fiquem certos que toda AÇÃO, TERÁ UMA REAÇÃO, e que este FEITIÇO que vocês fizeram será desfeito, e o que vai ocorrer agora...é que o FEITIÇO virá contra os FEITICEIROS E FEITICEIRAS. O tempo dirá.!!!

domingo, 6 de abril de 2014

Quando a maioria dos indivíduos é imoral, e uma minoria é moral

O terceiro caso é aquele em que as pessoas são majoritariamente más, e apenas algumas são boas. Se o arranjo é este, então também não se pode permitir a existência do estado, uma vez que, por uma questão de distribuição estatística, a maioria daqueles que estiverem no controle do aparato estatal será composta por pessoas más, as quais terão poderes sobre a minoria de pessoas boas. Mais ainda: não se pode permitir qualquer resquício de democracia sob este arranjo, dado que a minoria de pessoas boas será inevitavelmente subjugada pelas vontades democráticas da maioria de malvados. Defender democracia sob este arranjo é uma completa irracionalidade. As pessoas más, que querem infligir maldades sem qualquer temor de represálias, irão inevitavelmente assumir o controle do aparato estatal e utilizar seus poderes para cometer suas maldades sem qualquer temor de represálias. As pessoas boas não agem moralmente porque temem represálias, mas sim porque apreciam a bondade, a serenidade e a paz de espírito — e por isso, e ao contrário das pessoas más, elas não têm nada a ganhar caso assumam o controle do estado. Portanto, neste arranjo podemos ter a certeza de que o estado será controlado por uma maioria formada por pessoas más e irá subjugar todo o resto da população (tanto as pessoas boas quanto as pessoas más). Os maiores perdedores serão, obviamente, as pessoas morais. COMENTÁRIO: Participei por 7 anos de uma estrutura similar a essa ilustrada acima, e só nos demos conta que a coisa é mais embaixo, quando percebemos que o LÍDER MOR que adora DINHEIRO, e já levou o cofre para casa, também faz parte da máfia, que dirige tal "instituição" sobrepujam as LEIS, na verdade o LIDER MOR só tem olhos para os seus amigos mafiosos, talvez por que na infancia um comia o outro...era um troca-troca, só assim podemos entender, a tendencia não masculina proliferando. imagina essa egregora de CÚ.

segunda-feira, 31 de março de 2014

GLUI Grande Loja Unida da Inglaterra não reconhece 98% das Potencias ditas reconhecidas no BRASIL.

Quando se Trata de falar em reconhecimento e regularidade muitos se aviltam em dizer eu sou reconhecido e você não, recentemente comecei uma busca por mais informações a este respeito e para minha surpresa vi que pelos documentos da GRANDE LOJA UNIDA DA INGLATERRA - GLUI nem a COMAB nem muitas Grandes Lojas no Brasil "NÃO" são reconhecidas, dessa forma fica a pergunta aos IIrm.'.: Por que se admite uns e não outros? ou seja por comodismo? por agradabilidade? CLIQUE AQUI E LEIA COMENTÁRIO: Bom eu não iria comentar isso, mas percebi que tem tido diversos acessos, então vamos lá: Imagine caro leitor que eu monte uma faculdade, e que ofereça, faça propaganda, do curso de direito, oferecendo as disciplinas relativas ao curso: direito penal, civil, constitucional etc..., só que eu não revelo a nenhum aluno, que eu não tenho o RECONHECIMENTO DO MEC, o que aconteceria???uma enxurrada de processos em cima de mim, pois eu estou LUDIBRIANDO os alunos, ao final quando eles acharem que são reconhecidos, o MEC diz que NÃO. No caso da Maçonaria acontece a mesma coisa, uns fundam LOJAS e começam a ministrar os RITOS, é parecido com essas IGREJAS, mas não possuem REGULARIDADE, não são reconhecidas pelo PODER CENTRAL DA MAÇONARIA, que fica em LONDRES, lembram do meridiano de Grenwich??o marco zero??, pois bem convencionou-se que ficaria em Londres, então o BRASIL pode dizer agora que o meridiano de grenwich fica aqui???NÃO E NÃO, pois alteraria todas as cartas náuticas do PLANETA, imaginem a confusão que ia causar...então tem certas GRANDES LOJAS do BRASIL, que romperam com o GOB (Grande Oriente do Brasil - Primeira obediência maçônica do Brasil), e montaram suas LOJAS, só que não são reconhecidos pelo poder maçônico central (GLUI- GRANDE LOJA DA INGLATERRA), daí serem considerados ESPURIOS por não terem o RECONHECIMENTO, tem até "MAÇONARIA" que vende pela televisão, acho que alguns leitores já viram em canal de tv fechado, a LISTA é IMENSA aqui no BRASIL, principalmente como forma de CAÇAR NIQUEL, sugiro aquele que quer entrar para a MAÇONARIA LEGITIMA, que se instrua primeiro, pesquise, e só então o faça, não faça pela indução de algum amigo, pesquise e pesquise....com essa DESINFORMAÇÃO do publico e da sociedade e até mesmo no mundo MAÇONICO, muitas GRANDES LOJAS DO BRASIL, pegam carona na VERDADEIRA MAÇONARIA, e posam para fotos com autoridades locais, tudo isso que a VERDADEIRA MAÇONARIA ABOMINA, as VAIDADES!!!!!

sábado, 29 de março de 2014

O DIZIMO.

COMENTÁRIO: Quando certos otários descobrirem que patrocinam viagens pelo globo terrestre, quando descobrirem que seu LIDER MOR só está interessado no seu $$$$$$$$$$,e o que voce pode oferecer pra ele, quando esses otários descobrirem que seu LIDER MOR não difere em nada de um POLITICO VAGABUNDO que levou o cofre para casa, que a prestação de contas é furada,quando se fizer uma auditoria que não seja PORCA, quando a VERDADE for jogada, quero ver a cara desses DESPOTAS, desses VAGABUNDOS, DESSE BIGAMO, DESSE HIPOCRITA, DESSE JAGUNÇO, DESSES FARSANTES, DESSES ESPURIOS SE PASSANDO POR ORIGINAIS, aí a cobra vai fumar...O PORCO VAI CORRER, OS BODES VÃO VOAR...alguns já voaram e a revoada vai aumentar.

quarta-feira, 26 de março de 2014

MUDA BRASIL.

COMENTÁRIO: é seus políticos de merda, a hora de vocês está chegando...profetizo o dia que vocês ficarão com medo de mostrar a cara de bandido que vocês tem...hipócritas que ROUBAM, não é mesmo???Vagabundos???ficam gastando o dinheiro que não é de vocês... heim, seus miseráveis...ficam fazendo capa de batman na televisão , não é mesmo??vocês pensam que enganam quem???adoram um dinheiro???adoram vida boa!!!adoram viajar pelo mundo, a custa de otários que ficam pagando...não é mesmo cafajeste!!!tamanho VELHO...não é mesmo FILHA DA PUTA!!!te cuida que a tua hora vai chegar...não é mesmo MAFIOSOS!!!mas lembrem-se que MÁFIA tem perdas. já viram o filme O PODEROSO CHEFÃO??? /

domingo, 23 de março de 2014

LIÇÃO DE MORAL EM DILMA.

COMENTÁRIO: Tem muita gente por aí também usando desse mesmo modus operandi e se achando dono do dinheiro, dinheiro suado de todos, dinheiro que deveria ajudar pessoas necessitadas, dinheiro que deveria ser bem empregado e não financiar viagens e extravagâncias, dinheiro que deveria ajudar aqueles que ajudaram a ter o montante; usar dinheiro em viagens e pagar despesas pessoais com dinheiro dos outros é fácil, quero ver pagar do próprio bolso e ainda tem aqueles que passaram a mão no dinheiro suado e quando denunciados em épocas anteriores, o que foi feito???nada!!!!o paizão como sempre passou a mão na cabeça, afinal porco come farelo. E QUEM SE JUNTA A PORCO, PORCO É; SÃO TÃO APEGADOS AO METAL, QUE SÃO CAPAZES DE LEVAR O COFRE PARA CASA, E FARELO PRA PORCO, NÃO COMPRA CARÁTER NEM MORAL.

O MARCO CIVIL NA INTERNET, O FUTURO.

sexta-feira, 21 de março de 2014

NEPOTISMO NA "JUSTIÇA"

Esse nepostismo também impera nas instituições, principalmente naquelas que passam para a sociedade que são homens "corretos" com "reputação" ilibada....me engana que eu gosto....quando se veem ameaçados, correm pra debaixo das asas do paizinho ou tiozinho como queiram. e este faz exatamente o que seus filhinhos querem, como para passar a mão na cabeça das crianças mimadas. Essa prática não é de agora, é de sempre. Otário daquele que pensa que está no meio de "homens íntegros"...Como então melhorar ou lapidar a pedra bruta? se seus líderes são coniventes com praticas mafiosas, é por isso que proliferam aos 4 cantos do País ADVOGADOS DO CAPETA, pois esses passam uma falsa imagem, mas no fundo, fazem exatamente ou pior do que muitos que estão no poder se LOCUPLETANDO ILICITAMENTE a custa de inocentes que bancam suas despesas $$$$$$$$$$$$$$$$....O BATMAN DEVERIA COBRAR ROYALTIES, POIS TEM MUITA GENTE USANDO A CAPA DELE.

quarta-feira, 19 de março de 2014

GOVERNO: SINÔNIMO DE CORRUPÇÃO.

Por que há essa percepção generalizada de que políticos são corruptos? Qual exatamente é o arranjo que gera incentivos para que eles sejam corruptos? Existe realmente uma maneira de ser diferente? O intuito aqui é estabelecer uma teoria muito simples sobre a corrupção. O poder do estado — e, por conseguinte, o poder daqueles que detêm cargos de poder dentro da máquina estatal — é o poder de pilhar, usurpar e dar ordens. Quem detém o poder estatal detém a capacidade de se locupletar. A capacidade de se locupletar estando dentro da máquina estatal é a definição precípua de corrupção. A corrupção sistemática necessariamente acompanha um governo. Ela está presente na história de absolutamente todos os governos. Varia apenas a intensidade e o grau de exposição e de denúncia pela mídia. A teoria por trás destas conexões é simples. O governo detém o monopólio da criação de leis. E o monopólio da criação de leis gera oportunidades para se roubar legalmente. Roubar legalmente significa aprovar uma lei ou regulamentação que favoreça um determinado grupo à custa de todo o resto da economia, principalmente os pagadores de impostos. Grupos de interesse — por exemplo, grandes empresas ou empresários com boas ligações políticas — ansiosos por adquirir vantagens que não conseguem obter no livre mercado irão procurar determinados políticos e fazer lobby para "convencê-los" a aprovar uma determinada legislação que lhes seja benéfica. Essa legislação pode ser desde a imposição de tarifas de importação até a criação de agências reguladoras que irão cartelizar o mercado e impedir a entrada de novos concorrentes. Pode também ser uma mera emenda orçamentária que irá beneficiar alguma empreiteira que será agraciada com a concessão de alguma obra pública. Em todos esses casos, o dinheiro público estará sendo desviado e desperdiçado, seja em obras superfaturadas, seja na criação de burocracias desnecessárias e que irão apenas encarecer os preços dos bens e serviços e reduzir sua qualidade. E quanto maior o volume de dinheiro público desviado, maior é a fatia que acaba indo parar no bolso desses próprios políticos. O fato é que o voto destes políticos em prol da criação destas legislações anti-mercado ou destas emendas orçamentárias é um bem econômico para essas empresas. Mas há um problema: se esses legisladores não cobrarem um preço pelo seu voto favorável — isto é, se o custo para se fazer lobby for zero —, então a demanda por legislações específicas será infinita. Sendo assim, esses legisladores terão de elevar o preço do seu voto com o intuito de estabelecer parâmetros para os espertalhões que estão brigando pelo seu voto favorável. Esse preço inclui contribuições de campanha, dinheiro em contas no exterior, favores corporativos, publicidade favorável, e vários outros. Suborno e propina são apenas as formas mais cruas desse leilão. O resultado final é uma corrupção endêmica que não pode ser eliminada. E ela será tanto maior quanto maior for o tamanho e o escopo do estado. Não existe algo como um governo limpo e transparente. Senadores, deputados e burocratas reguladores — todos estão, de uma forma ou de outra, propensos a esta atitude. Mesmo um político ou burocrata que seja genuinamente honesto pode ser acusado de conivência, pois não irá denunciar seus colegas. Roubo e corrupção perpassam o governo em todas as suas atitudes e medidas. Todas as atitudes e medidas do governo sempre envolvem mentiras, injustiças, malversações, delitos, propinas, subornos, favorecimentos, fraudes, deturpações, negociatas, emendas favoráveis e exploração. E essas são apenas as coisas publicáveis. A corrupção, aliás, já começa pela linguagem. "Contribuições de campanha" ou "doações" são apenas um eufemismo para 'propina'. Quem dá dinheiro a políticos o faz ou porque acredita no que eles dizem defender ou porque espera influenciar seus votos legislativos. Tais pessoas sempre esperam ganhar algo que necessariamente virá à custa de outros. Políticos que recebem contribuições de campanha se tornam meros porta-vozes dos interesses de seus financiadores. O dinheiro irá ajudar o candidato a criar uma coalizão que poderá usar o poder do estado em benefício de um determinado grupo de interesse sem sofrer nenhuma resistência excessiva. Afinal, trata-se de um roubo legalizado. A grande arte da política está em conseguir, simultaneamente, aplausos dos favorecidos e apoio dos que estão sendo roubados. O político gerencia um esquema de extorsão semelhante ao da máfia. Seu salário é pago pelas vítimas, ou seja, pelos pagadores de impostos que não têm voz ativa. Seus "complementos salariais" — o chamado "por fora" — são pagos por grupos de interesse, o que fará com que ele espolie ainda mais os pagadores de impostos. Tudo é feito com grande astúcia, sendo a função do político convencer as vítimas de que elas não estão sendo espoliadas. Isso ele sempre consegue. O político é, acima de tudo, um falso. Corrupção sistemática — não apenas a corrupção que envolve meios financeiros, mas também a corrupção da linguagem e das atitudes — necessariamente acompanha um governo. Qualquer governo. E a corrupção é endêmica porque a política é a arte da ladroagem. Quando eleito, um político irá se esforçar para garantir seus interesses e os interesses de seus financiadores da melhor forma possível. Para que mais serve um governo? Governo é roubo. Governo é corrupção (1922-2007) foi o primeiro aluno Ph.D de Mises nos Estados Unidos. Ele lecionou economia no Grove City College, de 1956 a 1992, tendo sido contratado assim que chegou. Após ter se aposentado, tornou-se presidente da Foundation for Economic Education, 1992-1997. Foi um scholar adjunto do Mises Institute e, em outubro de 2004, ganhou prêmio Gary G. Schlarbaum por sua defesa vitalícia da liberdade.

segunda-feira, 17 de março de 2014

quarta-feira, 12 de março de 2014

O ESTADO SÓ FAZ M....

O expediente nem havia começado, mas a fila que se formou na avenida Presidente Vargas, em Belém, ia até a metade do quarteirão. Dezenas de pessoas aguardavam, do lado de fora de um banco, a abertura das portas para poder fazer pagamentos. Outra agência ficou lotada de clientes, o que gerou muita reclamação de quem precisa utilizar serviços bancários com frequência. O motivo das críticas é o encerramento da parceria com uma rede de farmácias, que prestava serviços para a população que desejava pagar suas contas clique aqui e leia na integra COMENTÁRIO: A reportagem só esquece de informar o real motivo para que o GRUPO BIG BEN efetivasse a paralisação dos serviços, então vamos informar...Em tudo que o Estado se mete ele presta o pior serviço, e isso a gente está cansado de saber: EDUCAÇÃO, SEGURANÇA, SANEAMENTO, SAUDE tudo aqui neste País e uma MERDA...mas os MALDITOS IMPOSTOS são de primeiro mundo, pois bem, o MINISTÉRIO PUBLICO chegou na BIG BEN como é de praxe desses servidores públicos na maior arrogância, dando ultimatum ao empresário da referida rede de farmácias, que os funcionários da rede BIG SERVIÇOS (que oferecia os serviços de pagamento de contas bancárias) fossem equiparados a BANCÁRIOS, vejam que ABSURDO, querem transferir a responsabilidade para o EMPRESÁRIO, aumentando assim seus custos e também ainda tem a pressão do SINDICATO DOS VIGILANTES que queriam que as farmácias desta rede contratassem um segurança armado para "proteger" o local, já que na visão deles era um banco também, ora senhores leitores...o empresário prestou este serviço, lógico visando o lucro, pois sem o lucro não sobrevive, mas mais que o lucro em si, ele estava criando fluxo de pessoas para comprar em sua rede de farmácias...nada mais inteligente, aí vem o SR ESTADO, determinar que aqueles trabalhadores fossem equiparados a BANCÁRIOS...resumo da opera, o empresário DEMITIU todo mundo que trabalhava dessa forma não aceitando a IMPOSIÇÃO DO MINSTÉRIO PUBLICO, e eu também faria a mesma coisa...agora quero ver o MINISTÉRIO PÚBLICO abrir postos bancários para favorecer a população....tudo em que se metem fazem MERDA. Vão abrir uma empresa pra ver com quantos paus se faz uma canoa!!!

segunda-feira, 10 de março de 2014

NOTA DE AGRADECIMENTO.

Queremos agradecer a todos os leitores de nosso blog, nosso blog tem o interesse de deixar o nosso leitor esclarecido nos mais diversos temas, como economia, atualidades, hermetismo e esoterismo, além de politica, com quase 11.000 acessos, nosso Blog que começou timidamente hoje conta com leitores no BRASIL, EUA, ALEMANHA E IRLANDA. Nosso MUITO OBRIGADO!!!.

domingo, 9 de março de 2014

JESUS NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO?????

Não. Simplesmente não se sabe a data em que Jesus nasceu. Não há essa informação na bíblia. A data de 25 de dezembro foi escolhida muitos anos depois, por decreto. Até o século IV não existia o costume de celebrar o nascimento de Jesus. A comemoração e a data surgiram de um decreto do Papa Júlio I, no ano 354, como forma de facilitar a conversão daqueles que profetizavam crenças mais antigas. O dia 25 de dezembro nada mais é do que o Solstício de Inverno. Era costume de vários povos realizar grandes festas nesse dia. Os Celtas celebravam no dia 25 de dezembro, se preparando para o difícil inverno que iriam enfrentar. Os antigos Romanos homenageavam nessa data o deus Saturno, deus da agricultura, pois durante o inverno eles deixavam a terra descansar. Já o imperador Aureliano proclamou o dia 25 de dezembro como o “Dia do Nascimento do Sol Invencível”, dia no qual o nascimento do deus Sol era comemorado. Tratava-se do deus persa Mitra, muito venerado na região de Roma. A decisão do referido Papa foi de “cristianizar” as comemorações da data, igualando Jesus ao venerado deus Sol, de forma a facilitar a conversão daqueles chamados “pagãos”, já que as comemorações já faziam parte dos costumes dos povos, principalmente do povo de Roma, onde a própria Igreja estava sediada. Então que dia Jesus nasceu? Essa é uma pergunta difícil de se responder, porém, pode-se afirmar que não foi em Dezembro. Conforme o Evangelho de Lucas, quando Jesus nasceu, haviam pastores à noite no campo, com seus rebanhos. Isso seria impossível em dezembro, que é uma época de frio intenso na região de Belém, e que os pastores costumavam abrigar seus rebanhos para que não morressem de frio. Assim como nesse período seria impossível, por causa das baixas temperaturas, realizar um parto em um estábulo, ou mesmo em uma cabana, conforme algumas traduções. O mais provável é, na situação comentada pelo Evangelho, Jesus tenha nascido entre os meses de Março e Outubro, ou seja, fora do período de Inverno

RECONHECIMENTO E REGULARIDADE MAÇONICOS!!!

Quem é regular? Para alguns maçons, uma Obediência Regular é aquela que tem reconhecimento da Grande Loja Unida da Inglaterra (GLUI), visto essa ser a 1ª Grande Loja da história, tida por isso como a Grande Loja Mãe do Mundo. Para esses, não importa se uma Obediência possuir reconhecimento de outras 200 Obediências Regulares nos cinco continentes ou até mesmo da própria Obediência a que eles pertencem. Se não tiver o reconhecimento da GLUI, não é regular. No Brasil, há atualmente apenas 05 Obediências com o tão desejado reconhecimento da GLUI: GOB, GLESP, GLMERJ, GLMEES e GLMMS. O GOB conseguiu reconhecimento da GLUI em 1919, quase 100 anos após sua fundação. Já as quatro citadas Grandes Lojas, fundadas a partir de 1927, possuem tratados mais atuais. Como justificativa para a negativa de reconhecimento, a GLUI declarava que as Grandes Lojas brasileiras não poderiam ser reconhecidas por terem recebido Carta Constitutiva de um Supremo Conselho do REAA, e não de uma Obediência Simbólica, como ditam suas regras (1º dos 8 Princípios de Reconhecimento – A regularidade de origem: uma Grande Loja deverá ser regularmente fundada por uma Grande Loja devidamente reconhecida, ou por pelo menos três Lojas regularmente constituídas.). Mas com o passar dos anos, a GLUI já reconheceu as 04 mencionadas, e vem flertando com outras. A regra para reconhecimento mudou? Não. Mas trata-se apenas de uma “regra de conveniência”. Dessa forma, tudo indica que esse número de 05 Obediências brasileiras “regulares” perante a GLUI tende a aumentar. Já sobre o Rito Escocês no Brasil, a história se complica um pouco mais e esse mesmo argumento de regularidade defendido por uns cai por simples incoerência. Muitos dos maçons reconhecidos pela GLUI, são membros de um Supremo Conselho do REAA espúrio. Em contrapartida, muitos outros que ainda não têm reconhecimento da GLUI, são membros do Supremo Conselho do REAA reconhecido internacionalmente. Acaba que aqueles que declaram que o reconhecimento da Grande Loja Mãe do Mundo é a única regularidade válida, não se importam de serem membros de um Supremo Conselho REAA que não tem o reconhecimento do Supremo Conselho REAA Mãe do Mundo, o da Jurisdição Sul dos EUA, e de todos os demais Supremos Conselhos regulares do mundo. Em resumo: muitos dos defensores da “regularidade” nos Graus Simbólicos com base no reconhecimento são espúrios nos Graus Superiores do REAA. Contraditório, não? A bagunça já começou e ainda nem entramos na discussão mais polêmica: a GLUI, que tem um pouco mais de 250 mil maçons, é realmente a regra? A primeira sempre manda? Ou será que os EUA, que possuem mais de 2,5 milhões de maçons, seria a regra? Aliás, a regra é realmente se balizar pelos outros? Isso não seria um tipo de “colonialismo”? Talvez o ideal não fosse haver um Conselho, uma Confederação, algo como uma ONU maçônica? Como fica as chamadas “Prince Hall”, que têm o reconhecimento da GLUI e não tem da maioria das Grandes Lojas dos EUA? São reconhecidas pelos estrangeiros, mas não são para muitos daqueles de seu próprio país. Ou duas Obediências mexicanas, que não se reconhecem, mas ambas têm o reconhecimento da GLUI? São regulares para a Inglaterra, mas não se consideram entre si. Enfim, quem é regular e quem não é? Na verdade, regularidade e reconhecimento são coisas diferentes, que não devem ser confundidas. A regularidade é com base em regras claras de origem e de funcionamento. Regras de origem: ser constituída por uma Grande Loja Regular ou por três Lojas Regulares, num território idependente, e ser soberana em sua administração. Regras de funcionamento: crença num Ser Superior; sigilo; simbolismo operativo; divisão apenas em três graus: Aprendiz Companheiro e Mestre; observar a Lenda do Terceiro Grau; juramento perante o Livro Sagrado; presença do Livro Sagrado, Esquado e Compasso; investigar a Verdade; proibição de discussões politico-partidárias e religiosas. Se uma Obediência atende a essas regras, ela é indiscutivelmente regular. Já o reconhecimento é um ato administrativo, de relações exteriores, e cada Obediência tem autonomia para reconhecer ou não outra Obediência regular, assim como retirar esse reconhecimento quando quiser. Se uma Obediência é soberana, ela é responsável pelos seus próprios reconhecimentos, independente de outrem. Então, quando se tratar de regularidade, preocupe-se se tal Obediência é reconhecida pela sua Obediência, e não se é para uma ou outra Obediência. Você, como maçom, deve seguir as decisões da sua Obediência, e não da de ninguém. Da mesma forma, a sua Obediência, seguindo os landmarks, deve ser soberana, não se subordinando às decisões de qualquer outra. Enfim, quando se trata de Maçonaria Brasileira, desconfie das afirmações. Nada é tão simples quanto parece. A aberração de ontem pode ser a tradição de amanhã e, algumas vezes, os princípios de igualdade e fraternidade ficam à mercê da vaidade ou prejudicados por uma história que não fomos nós que escrevemos. Mas o presente, esse sim está em nossas mãos.

NÃO SEJA INDUZIDO AO ERRO!!!!

Diferentemente da CMSB e da COMAB, que são confederações, o GOB é uma federação. Isso significa que os Grandes Orientes Estaduais estão estritamente subordinados ao Poder Central. O GOB é a obediência maçônica mais antiga do Brasil e possui 26 Grandes Orientes Estaduais, não possuindo apenas no Estado do Amapá. Possui quase 2.500 Lojas e mais de 60.000 membros. O GOB segue o modelo de gestão do Grande Oriente da França, possuindo Assembléias Legislativas e Tribunais de Justiça. Possui reconhecimento da GLUI (Grande Loja Unida da INGLATERRA), com a qual mantém forte relação. Já a COMAB e a CMSB, por serem confederações, cada confederada é responsável pelos seus tratados de reconhecimento. Nenhuma confederada da COMAB possui reconhecimento da GLUI. Já na CMSB, atualmente as Grandes Lojas de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul possuem tal reconhecimento. no Estado do Pará a GLEPA não possui tal reconhecimento da GLUI, portanto é IRREGULAR. O tratado com a GLUI é considerado relevante e de suma importância, visto a GLUI ser a 1ª Obediência Maçônica fundada na história, se considerando “Mãe” das demais regulares em todo o MUNDO.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

MANIFESTO DA MAÇONARIA - GOSC.

Vivemos um dos momentos mais difíceis de nossa história. O povo está sendo mantido na ignorância e sustentado por um esquema que alimenta com migalhas a miséria gerada por essa mesma ignorância. A tirania mudou sua face. Já não encontramos os tiranos do passado que, com sua brutalidade, aniquilavam as cabeças pensantes, cortando o pescoço. Os tiranos de hoje saqueiam a Pátria e degolam as cabeças de outra forma. A tirania se mostra pela corrupção que impera em todos os níveis. Encontramos mais viva do que nunca as palavras do Imperador Romano Vespasiano, que na construção do Grande Coliseu disse:“DAI PÃO E CIRCO PARA O POVO”. Esse grande circo acontece todos os dias diante de nossos olhos,especialmente sob a influência da televisão, que dá ao povo essa fartura de “pão” e de “circo”. Quando pensamos que a fartura acaba, surgem mais opções. Agora vemos a Pátria sendo saqueada para a construção de monumentais estádios de futebol, atualmente chamados de arenas, nos moldes do que era o Coliseu, uma arena. Enquanto isso os hospitais estão falidos, arruinados,caindo aos pedaços. Brasileiros morrem nas filas e nos corredores desses hospitais; já outros filhos da Pátria morrem pelas mãos de bandidos inescrupulosos que se sentem impunes diante de um Estado inoperante, ineficiente e absolutamente corrompido. Saúde não existe, educação não há, segurança, muito menos. Porém, a construção dos “circos” continua! Mas o pão e o circo também vêm dos “Big Brothers”, das “Fazendas”, das novelas que de tudo mostram, menos os verdadeiros valores e virtudes pessoais. Quanto mais circo, mais pão ao povo. E o mais triste é que o povo, mantido na ignorância, é disso que mais gosta. Nas tardes, manhãs e noites, não faltam essas opções de “lazer”. O Coliseu está entre nós. O circo está entre nós. Já o pão, esse vem do bolsa isto, do bolsa aquilo, mantendo o povo dependente do esquema, subtraindo-lhe a dignidade e a capacidade de conquistar melhores condições de vida com base em suas qualidades, em seus méritos, em suas virtudes. Agora, o circo se arma em torno do absurdo que se coloca à população de que o problema de saúde é culpa dos médicos. Iludem e enganam o povo, pois fazem cair no esquecimento o fato de que o problema de saúde no Brasil é estrutural, pois o cidadão peregrina sem encontrar um lugar digno, nem mesmo para morrer. Então, absurdamente, em desrespeito aos filhos da Pátria, são capazes de abrir as portas para profissionais estrangeiros, alguns poucos não cubanos. Os tiranos têm a audácia de repassar R$ 40.000.000,00 mensais que são sangrados dos cofres públicos para sustentar um outro governo falido e também tirano, o cubano; um dinheiro sem controle e sem fiscalização. Os pobres profissionais que de lá vêm, não têm culpa. É um povo sem liberdade, sem direito de expressão, escravo da tirania. Esses médicos recebem migalhas daquele governo. Mal conseguem sustentar a si e a seus familiares. Os R$ 40.000.000,00 que serão mensalmente enviados para Cuba solucionariam o problema de inúmeros pequenos hospitais pelo interior deste País. Mas não é a isto que ele servirá. Nós estamos a financiar um trabalho explorado, escravizado,de profissionais que não têm asseguradas as mínimas condições de dignidade de pessoa humana, porque simplesmente não são homens livres. E nós, brasileiros, devemos nos envergonhar de tudo isto, porque estamos sendo responsáveis e coniventes por sustentar todo esse esquema, todos esses vícios, comportando-nos de maneira absolutamente inerte. Esses governantes, que tanto criticam o trabalho escravo, também não esclarecem à população o fato de um médico brasileiro receber o mísero valor de R$ 2,00 por uma consulta pelo SUS. Do valor global anual que recebem, ainda é descontado o Imposto de Renda,através de uma escorchante tributação sobre o serviço prestado,que pode chegar ao percentual de 27,5%. Em atitude oposta, remuneram aqueles que não são filhos da Pátria, os estrangeiros, com o valor de R$ 10.000,00 mensais por profissional, cabos eleitorais desses governantes. Profissionais da saúde no Brasil, servidores públicos de carreira, à beira da aposentadoria, com dedicação de uma vida inteira, receberão quando da aposentadoria metade do valor pago ao estrangeiro. Não podemos aceitar a armação desse circo,em cujo picadeiro o povo brasileiro é o palhaço ! A Maçonaria foi a grande responsável por movimentos históricos e por gritos de liberdade em defesa da dignidade do homem. Foi por Maçons que se deu o grito de Independência do Brasil,da Proclamação da República, da Abolição da Escravatura. Foi por Maçons que se deu o brado da Revolução Farroupilha. E o que está fazendo a Maçonaria de hoje ao ver o circo armado,com a distribuição de um pão arruinado pelo vício que sustenta essa miséria intelectual ? Não podemos ficar calados e inertes ! A Maçonaria, guardiã da liberdade, da igualdade e da fraternidade, valores que devem imperar entre todos os povos, precisa reagir, precisa revitalizar seu grito,seu brado para a libertação do povo. Esse é o nosso dever, pois do contrário não passaremos de semente estéril, jogada na terra apenas para apodrecer e não para germinar. A Loja Maçônica Acácia das Neves incita a todos os Irmãos: para que desencadeemos um movimento de mudança, de inconformismo, fazendo ecoar de forma organizada, a todas as Lojas e os Maçons desta Pátria,o nosso dever de cumprir e fazer cumprir a nossa missão de levantar Templos à virtude e de cavar masmorras aos vícios. Fraternalmente, Alaor Francisco Tissot Grão-Mestre - GOSC COMENTÁRIO: Parabéns ao Grão Mestre pela atitude de coragem...Lider não pode cruzar os braços, tem que tomar posição em favor da JUSTIÇA em favor da retidão, e combater a TIRANIA onde ela estiver, não ficar posando de avental e favorecendo "amigos". AVANTE MAÇONS HONESTOS DO BRASIL.!!!

DESABAFO DE UM HONESTO CONTRA A MÁFIA DO STF.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

AMENIZANDO AS PERVERSIDADES

Um dos mais ardilosos truques criados pelos defensores de políticas socialistas foi o de recorrer a expressões aparentemente nobres utilizadas para conferir uma aura de legitimidade moral a atos essencialmente maléficos. Assim, confiscar a propriedade alheia e espoliar o dinheiro de terceiros passou a ser chamado de "espalhar a riqueza", "redistribuir a renda", "cuidar dos menos afortunados", e "atender aos desejos da maioria". Façamos um experimento mental para ver se você aprova um ato essencialmente criminoso. Imagine que haja várias viúvas já idosas em sua vizinhança. Elas não têm a aptidão física para fazer faxina em suas casas, limpar suas janelas, cozinhar e efetuar outras tarefas domésticas. Tampouco têm elas meios financeiros para contratar alguém para ajudá-las CLIQUE AQUI E LEIA

ÁGUAS DE MARÇO, TÁ CHEGANDO O VERÃO.

O BANDO

COMEÇA A CAÇA AOS COMENTARISTAS.

Qual a hipótese mais grave e preocupante que teria motivado a demissão de três comentaristas que atuavam nos noticiários do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) – Denise Campos de Toledo, Carlos Chagas e eu –, comunicada aos três na sexta-feira, 7 de fevereiro: a oficial ou a paralela? O diretor de jornalismo da empresa, Marcelo Parada, me comunicou que um tal “comitê de programação” da emissora havia decidido extirpar a opinião dos telejornais da casa em nome do primado da notícia. Numa versão aparentemente mais técnica, que circulou em textos divulgados em redes sociais por blogueiros simpáticos à causa, os comentários em questão prejudicavam a “dinâmica” dos noticiários CLIQUE AQUI E LEIA

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Da Pobreza à prosperidade de Hong Kong.

Com milhões de refugiados chineses, sofrendo com um embargo comercial e com sua infraestrutura estrangulada, a Hong Kong do início da década de 1950 parecia confirmar os prognósticos pessimistas feitos no século XIX. No entanto, esta enxurrada de refugiados era composta por milhões de indivíduos que, embora completamente pobres, fugiram para Hong Kong em busca de liberdade. E embora Hong Kong não possuísse a infraestrutura adequada para recebê-los, ela fornecia ampla liberdade para qualquer indivíduo que quisesse colocar seus talentos empreendedoriais em ação. Não havia na ilha as mesmas restrições cambiais vigentes no Reino Unido e em grande parte da Europa — o que significava que o dólar de Hong Kong, que era ancorado à libra esterlina, era livremente conversível em outras moedas —, e a quantidade de regulamentações sobre a economia era desprezível. A combinação entre mão-de-obra à procura de trabalho e empreendedores com conhecimento e algum capital oriundos de Xangai — até então a grande cidade capitalista chinesa — forneceu a matéria-prima para o crescimento industrial iniciado na década de 1950. A economia começou a prosperar. LEIA MAIS

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Como a INTERNET nos ensina os beneficios do Livre Mercado.

A World Wide Web foi inventada em 1992 pelo físico britânico, cientista da computação e professor do MIT Sir Tim Berners-Lee como um simples mecanismo de compartilhamento de artigos científicos entre seus colegas. A essencial e principal inovação da rede foi o uso do hipertexto — o mecanismo pelo qual, ao clicarmos em um link, normalmente uma palavra ou uma frase que aparece em destaque, fazemos automaticamente o download de um documento. Embora esta seja uma ideia muito simples, a rede mudou completamente o mundo em que vivemos. Seu surgimento e sua ascensão são também um esplêndido exemplo do que acontece quando o setor privado é deixado desimpedido e com plena liberdade para suprir as necessidades do mercado. CLIQUE AQUI E LEIA NA INTEGRA.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

DESGRAÇADOS, VOCÊS DESTRUIRAM TUDO...MALDITOS VOCES TODOS IRÃO PARA O INFERNO!!!

No filme original, de 1968, o personagem principal (Taylor) e outros 2 astronautas despertam de uma profunda hibernação e descobrem que sua nave espacial sofreu um acidente e caiu em um planeta “parecido” com a Terra, onde seres humanos são aprisionados por macacos falantes, os quais possuem o domínio da tecnologia. heston-beach Planeta dos Macacos – 1968 No final, em uma cena épica na praia, Taylor vê a imagem da Estátua da Liberdade destruída, revelando que, na verdade, o planeta em que eles estavam era a própria Terra, porém, eles estavam na Terra centenas de anos no futuro. Mostrando que os seres humanos, através de guerras e irracionalidade, conseguiram se auto-destruir… e os macacos tomaram seu lugar. Nesta cena, o personagem, inconformado com a revelação, diz a celebre frase: ❝ “Desgraçados! Vcs destruíram tudo! Malditos! Vcs vão todos para o inferno!” CLIQUE AQUI E LEIA

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

SOMENTE 20% DOS CARROS ROUBADOS SAÃO RECUPERADOS.

Fingindo de morto – A imprensa brasileira continua preguiçosa e interpretando os fatos de maneira pontual, sem qualquer análise mais ampla e detalhada. Do contrário, esse comodismo pode ser de encomenda. Estatísticas da Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo apontam que apenas 40% dos veículos roubados ou furtados na capital paulista são recuperados. Ou seja, a cada cinco veículos levados pelos ladrões, apenas dois são localizados pela polícia clique aqui e leia mais

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

IMPOSTO É PIOR QUE ROUBO!!!

Identificar impostos como roubo parece trivial - afinal, o que é o roubo senão a subtração forçada dos bens de uma pessoa? Aparentemente, os impostos compartilham dessa definição. Afinal, é impossível pensar em impostos sem pensar que é obrigatório, forçoso pagá-los. Mas, embora "imposto" e "roubo" signifiquem "subtração forçada dos bens de alguém", normalmente a palavra "roubo” é usada para falar desse ato quando este é executado por entes privados. Já a palavra "imposto" é usada em conexão com o estado. CLIQUE AQUI E LEIA NA INTEGRA.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

DIVIDA DO BRASIL 78% DO PIB, VEJA A REALIDADE QUE A MIDIA ESCONDE!!!!

A negativa do povo da Islândia a pagar a dívida que as elites abastadas tinham adquirido com a Grã Bretanha e a Holanda gerou muito medo no seio da União Europeia. Prova deste temor foi o absoluto silêncio na mídia sobre o que aconteceu. Nesta pequena nação de 320.000 habitantes a voz da classe política burguesa tem sido substituída pela do povo indignado perante tanto abuso de poder e roubo do dinheiro da classe trabalhadora. O mais admirável é que esta guinada na política sócio-económica islandesa aconteceu de um jeito pacífico e irrevogável. Uma autêntica revolução contra o poder que conduziu tantos outros países maiores até a crise atual. Este processo de democratização da vida política que já dura dois anos é um claro exemplo de como é possível que o povo não pague a crise gerada pelos ricos.

E.U.A INVADIRAM O IRAQUE POIS NÂO TERIAM SOBREVIVIDO DE OUTRA FORMA.

Enquanto a invasão dos EUA no Iraque cerca de uma década atrás foi baseada em mentiras sobre arsenais de armas inexistentes, as razões subjacentes para a invasão foram muito mais terríveis. O Iraque havia encontrado o calcanhar de aquiles dos EUA, e o levaria à falência se não fosse impedido. CLIQUE AQUI E LEIA NA INTEGRA

CURSOS ON LINE AMERICANOS SÃO MELHORES QUE FACULDADES NO BRASIL.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

MEGA SENA O ARRANCA DINHEIRO DOS OTÁRIOS.

COMÉRCIO, A BENÇÃO DA CIVILIZAÇÃO!!!

Como seria se tivéssemos o seguinte sistema econômico? Este sistema inundaria o globo com bens gratuitos diuturnamente, não pedindo nada em troca e dando praticamente tudo para todos. A maior parte de tudo aquilo que ele gerasse consistiria de bens gratuitos, e todos os seres humanos vivos teriam acesso a eles. Qualquer indivíduo que acumulasse lucros privados o faria unicamente porque serviu com excelência aos outros seres humanos, e tal sistema inevitavelmente faria com que esta pessoa revelasse suas ideias e truques: todas as pessoas do planeta saberiam os motivos do sucesso de alguém. Este sistema, desta forma, serviria a todas as raças e classes. Ele serviria farta e servilmente ao homem comum e derrubaria as elites quando estas se tornassem soberbas e arrogantes. Ele faria com que fosse benéfico e proveitoso para todos incluir cada vez mais pessoas em seu potencial produtivo e dar a todas elas uma participação nos resultados CLIQUE AUI E LEIA NA INTEGRA.

Gastos do GOVERNO e funcionários PUBLICOS não geram RIQUEZA!!!

Vários economistas de orientação pró-livre mercado defendem o corte de gastos do governo — majoritariamente na forma de redução de ministérios, de agências reguladoras e de outras formas de burocracia estatal — com a justificativa de que isso permitirá uma redução de impostos. Outros defendem esses mesmos cortes de gastos com a justificativa de que tais cortes irão liberar recursos e mão-de-obra para o setor privado, consequentemente tornando a economia mais produtiva. Em comum, todos estes economistas dizem que estes tipos de emprego público não são produtivos. E então, empregos públicos são ou não são "empregos produtivos"? CLIQUE AQUI E LEIA NA INTEGRA.