domingo, 6 de abril de 2014

Quando a maioria dos indivíduos é imoral, e uma minoria é moral

O terceiro caso é aquele em que as pessoas são majoritariamente más, e apenas algumas são boas. Se o arranjo é este, então também não se pode permitir a existência do estado, uma vez que, por uma questão de distribuição estatística, a maioria daqueles que estiverem no controle do aparato estatal será composta por pessoas más, as quais terão poderes sobre a minoria de pessoas boas. Mais ainda: não se pode permitir qualquer resquício de democracia sob este arranjo, dado que a minoria de pessoas boas será inevitavelmente subjugada pelas vontades democráticas da maioria de malvados. Defender democracia sob este arranjo é uma completa irracionalidade. As pessoas más, que querem infligir maldades sem qualquer temor de represálias, irão inevitavelmente assumir o controle do aparato estatal e utilizar seus poderes para cometer suas maldades sem qualquer temor de represálias. As pessoas boas não agem moralmente porque temem represálias, mas sim porque apreciam a bondade, a serenidade e a paz de espírito — e por isso, e ao contrário das pessoas más, elas não têm nada a ganhar caso assumam o controle do estado. Portanto, neste arranjo podemos ter a certeza de que o estado será controlado por uma maioria formada por pessoas más e irá subjugar todo o resto da população (tanto as pessoas boas quanto as pessoas más). Os maiores perdedores serão, obviamente, as pessoas morais. COMENTÁRIO: Participei por 7 anos de uma estrutura similar a essa ilustrada acima, e só nos demos conta que a coisa é mais embaixo, quando percebemos que o LÍDER MOR que adora DINHEIRO, e já levou o cofre para casa, também faz parte da máfia, que dirige tal "instituição" sobrepujam as LEIS, na verdade o LIDER MOR só tem olhos para os seus amigos mafiosos, talvez por que na infancia um comia o outro...era um troca-troca, só assim podemos entender, a tendencia não masculina proliferando. imagina essa egregora de CÚ.

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