quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
aumento da gasolina é para diminuir o rombo BILIONÁRIO.
A ganância imediatista dos donos de posto de combustíveis já provoca desde ontem uma dorzinha no bolso de quem vai abastecer. Trata-se de uma postura nada ética nos negócios contra o interesse público. O reajuste de preços de gasolina e do diesel nas distribuidoras não deveria ter impacto direto e imediato para o consumidor na bomba de abastecimento. O problema é que teve! No Rio de Janeiro ocorreram altas absurdas de até 10%. Um assalto a bomba armada!
Mais infeliz que tal jogada oportunista é a declaração do ministro Guido Mantega. O apadrinhado de Lula (que mais nada manda na Fazenda) cometeu a burra ousadia de opinar que o aumento “é uma pequena correção que não vai atrapalhar ninguém”. Como de costume, Mantega está erradíssimo. Se a nova alta terá um impacto de 0,16 ponto percentual na inflação, como ele mesmo admitiu, claro que o cidadão-consumidor contribuinte terá alguma perda – por menor que seja.
Além disso, qualquer idiota sabe que o reajuste de combustíveis detona “uma onda psicológica” de aumentos de outros produtos e serviços. Custo de fretes e passagens de ônibus terão de acompanhar a subida. Na prática, o reajuste de 6,6% para a gasolina e 5,4% para o diesel nas refinarias – promovido pela deficitária Petrobras – deveria ter um impacto de 4% a 5% nas bombas, só a partir do mês que vem, de acordo com a área econômica do governo.
A Petrobrás paga caro por subsidiar o preço da gasolina – que é turbinado pela alta carga tributária no Brasil. A numerologia é cruel com a empresa que vende combustível mais barato do que paga pela importação. O aumento anunciado dará um reforço mínimo de R$ 540 milhões e máximo de R$ 650 milhões por mês no caixa da companhia. Mas estatal capimunista continuará perdendo cerca de R$ 1,2 bilhão mensais. Antes do reajuste, o rombo mensal era de R$ 2 bilhões.
Como a Petrobrás não pode desinvestir, a previsão real é que ocorram novos aumentos. Afinal, a defasagem da gasolina está em 11,2% e a do diesel, em 19,7%. Complicado é que qualquer reajuste (sempre inflacionário dos combustíveis) não resolverá os rombos gerados pela má gestão de projetos ambiciosos e metas irreais da Petrobrás – tudo produzido na gestão do baiano José Sérgio Gabrielli, um dos homens da máxima confiança do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Outro apontado pelos investidores como o grande responsável pela incompetente gestão de caixa da Petrobrás é seu diretor financeiro Almir Barbassa. O dirigente é o rolador diário das dívidas junto a grandes bancos internacionais para segurar o tsunami deficitário no caixa da companhia. Todas as principais decisões táticas e estratégicas dos “planos de investimento” empresa passam por ele. Barbassa é imexível porque é aliado da turma de Guido Mantega e do chefão Lula.
O poder de Barbassa é tanto que alguns o consideram o “presidente paralelo” da Petrobrás. Maria das Graças Foster, amiga da Presidenta Dilma Rousseff, é considerada uma técnica competente que herdou uma herança maldita” da má gestão de Gabrielli. Nem Dilma (que presidia, na gestão Lula, o Conselho de Administração da Petrobrás) teve como mexer com o poderoso Barbassa. Nem Graça se engraça com ele. E ainda padece da desgraça de ser atropelada por decisões financeiras dele.
Na gestão (?) Barbassa, a Petrobras opera no vermelho do PT. Gera cerca de US$ 30 bilhões, mas gasta US$ 42 bilhões (nas contas do Credit Suisse First Boston, em projeção para o resultado fechado de 2012). Até setembro, as dívidas somam R$ 133,9 bilhões, valor que é 2,5 vezes a sua geração de caixa. Entre 2009 e 2012, o rombo no caixa da estatal pode ter chegado a US$ 54 bilhões.
Em síntese, a estatal de economia mista tem gasto sistematicamente bem mais do que consegue gerar de receitas. Assim, seu endividamento cresce de forma preocupante. O Citibank prevê que, até o final deste ano, a relação entre a dívida e o patrimônio líquido da Petrobras deve subir para 33,2%. O número chega próximo ao limite de 35%. Se passar disto, a Petrobrás perde seu grau de investimento (investment grade). O desafio é a energia para impedir que tal desgraça aconteça.
O mais grave problema prático da empresa hoje é sua queda de produção – justamente no momento em que o consumo de combustíveis cresce. O mais danoso efeito psicológico contra a Petrobrás, no mercado, é a constante desvalorização de suas ações ordinárias e preferenciais. Os prejuízos irritam investidores estrangeiros e acionistas minoritários brasileiros. No segundo trimestre do ano passado, a Petrobrás registrou prejuízo de R$ 1,3 bilhão. O susto foi o primeiro resultado negativo desde 1999.
Ontem, a Petrobrás perdeu nada menos que R$ 12,5 bilhões em valor de mercado. Mas o número tende a ficar menos feio em médio prazo. Até porque o mercado trabalha com a projeção de que o recente reajuste dos combustíveis vai elevar em R$ 4,3 bilhões o lucro da Petrobras em 2013. Na próxima segunda-feira, para alegria dos grandes jornais que faturam alto com a publicação de cadernos especiais de balanços, a Petrobras vai divulgar os resultados do quarto trimestre de 2012. A previsão é de lucro entre R$ 4,5 e R$ 5 (bilhões).
Desrespeito à tragédia.
Do leitor Pedro Paulo Rocha - Eng./MSc/Prof aposentado, criticando o oportunismo dos petistas com a tragédia de Santa Maria:
“É deveras lamentável a catástrofe que ceifou a vida de quase 250 jovens na flor da idade, devido à incúria das autoridades públicas, do dono da boate e dos músicos, diretamente responsáveis pelo incêndio que destruiu tantas vidas. Contudo, é muito mais lamentável que este infortúnio seja explorado para fins eleitorais por uma pessoa que não se manifestara quando antes também tivemos centenas de mortes nas enchentes e desmoronamentos de Angra dos Reis, Petrópolis, Teresópolis e Friburgo e agora venha, cheia de lágrimas e com voz embargada por uma teatral emoção, cabalar votos para as próximas eleições. Se eu fosse pai de uma das vítimas a teria escorraçado”.
Detonando Renan.
Uma petição on line aberta pela ONG Rio da Paz no site da AVAAZ já reuniu em 24 horas quase 100 mil assinaturas contra a pretensão do político Renan Calheiros voltar a assumir a presidência do Senado.
O manifesto, que será entregue aos senadores antes da votação, tem apoio de diversos políticos brasileiros que se opõem à candidatura de Calheiros e ganhou, em poucas horas, enorme repercussão nas redes sociais.
A AVAAZ é a maior plataforma de campanhas on line do mundo, com mais de 17 milhões de membros em todos os países.
Detalhe: esta campanha contra a posse de Renan tem tudo para bater um recorde de assinaturas
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Guido Mantega apenas cumpre tabela.
Mesmo ainda sem mini-reforma ministerial, prevista para depois do carnaval, desde o final de dezembro o Brasil já tem sua mais forte “ministra da Economia”. O nome dela é Dilma Rousseff. Guido Mantega apita mais nada. Apenas cumpre tabela como Ministro da Fazenda. Não saiu (como chegou a pedir) e nem foi tirado para evitar turbulências no mercado. O silêncio dele, imposto por Dilma, é sintomático.
Quem manda, de fato, na gestão econômica do governo é Dilma, e ninguém mais. Nem o godfather Lula (padrinho de Mantega) apita mais. Inclusive, esta é uma das principais causas de atritos, nos bastidores, entre a criatura e seu criador. Dilma se lançou candidata à reeleição por dois motivos. Porque confia no próprio taco e porque deseja se descolar, gradualmente, de Lula, e, rapidamente, do PT (principalmente da banda petralha mensaleira que nunca a digeriu).
Não foi Mantega o único enquadrado por Dilma. O presidente do Banco Central do Brasil, Alexandre Tombini, também recebeu ordens expressas de não se pronunciar publicamente sem autorização da chefona do Palácio do Planalto. Um assunto proibido para Tombini é qualquer comentário sobre aumento dos combustíveis. Dilma odiou que o Comitê de Política Monetária do BC do B, presidido por Tombini, tenha feito a inédita previsão de um percentual para o reajuste dos combustíveis.
Dilma já avisou que o tema-tabu será decidido, na hora mais conveniente, por ela e a “presidenta” da Petrobrás, sua amiga e afilhada Maria das Graças Foster. Provavemente, a decisão só sai depois do carnaval, ou quando Dilma tiver certeza de que qualquer aumento não terá impacto tão grande no índice de inflação – em preocupante crescimento percentual.
Outro censurado por Dilma foi o empresário Jorge Gerdau Johannpeter, que acumula a presidência do Conselho de Administração do poderoso Grupo Gerdau, juntamente com a Coordenação da Câmara de Gestão e Planejamento do Governo Federal. Não é à toa que, em rodinhas fechadas de amigos e parceiros de negócios, Gerdau esteja falando mal de Dilma. A Presidenta é criticada por seu “centralismo” e “autoritarismo”.
Dilma não liga para tais críticas. Além de assumir pessoalmente o controle da gestão econômica, resolveu fazer política. É para tratar de rumos da economia e de sua reeleição que ela vem promovendo reuniões reservadas, em separado, com grandes empresários. Dilma também pretende assumir o comando da pauta política – já sabendo que tudo vai ficar muito tumultuado e difuso com a provável eleição de Renan Calheiros (para a presidência do Senado) e de Henrique Alves (para o comando da Câmara dos Deputados).
Dilma agora vai adotar o estilo de seu velho inspirador, o falecido Leonel de Moura Brizola. A tática brizolista de Dilma consiste em assumir a ponta de todos os acontecimentos – favoráveis ou desfavoráveis. Uma demonstração disso foi a decisão de voltar imediatamente da reunião de cúpula no Chile para a cidade gaúcha de Santa Maria, onde mais de 230 pessoas morreram no incêndio da danceteria Kiss. O comportamento direto, ofensivo e pragmático de Dilma – já agindo como candidata ao próprio cargo – já incomoda Lula e a petralhada.
Poste é coisa do passado. Dilma pretende seguir a teoria brizolista de que precisa ter “luz própria” e ter a “força do povo” para ser a principal responsável pela reeleição - complicada por uma previsível conjuntura de recessão econômica, porém facilitada pela falta de uma candidatura de oposição com peso suficiente para derrotar a máquina PMDB-PT. Dilma só teme a sabotagem petralha, mas se diz pronta para o embate interno no partido. O resto ela pretende tomar a frente, principalmente da problemática economia, para e atingir seu objetivo de poder.
Imensos desgastes políticos - com o mensalão, Rosegate, Renangate ou Henriquinhogate – só lhe favorecem na estratégia de centralização de decisões. Mas Dilma também terá de se blindar contra problemas oriundos ou “parceiros” de sua “gestão centralizadora”, como no setor energético, seja por risco de apagão, problemas de caixa nas distribuidoras e crise de gestão na Eletrobrás. Dilma gerencia o setor elétrico desde que Lula sssumiu a Presidência da República, em 2003. Fica impossível distanciá-la das causas geradoras de problemas, mesmo jogando a culpa na turma do PMDB: José Sarney, Eduardo Cunha e outros menos votados que dominaram o setor.
A principal preocupação de Dilma é com a Petrobrás. A estatal de economia mista é diretamente comandada por alguém de sua absoluta confiança, mas que enfrenta problemas herdados da complicada gestão de José Sérgio Gabrielli – apadrinhado de Lula. Dilma foi presidente do Conselho de Administração da empresa – cargo agora ocupado pelo Mantega em processo de derretimento político. Dilma sabe que terá de operar o milagre de reverter a situação de uma companhia que hoje gasta mais do que fatura – o que gera prejuízos, provocando a ira de grandes investidores internacionais (que promovem e financiam espionagens, denuncismos e desgaste contra o governo, aqui e lá fora).
Por tudo isso, parafraseando o slogan publicitário da Petrobrás, o desafio da reeleição de Dilma vai depender da energia política dela para encarar de frente problemas de complicadíssima solução política e econômica. Se sobreviver aos desgastes (a guerra invisível promovida por investidores estrangeiros e a sabotagem interna da petralhada que aparelha a República Sindicalista em parceria com o bando do PMDB), Dilma tem chance de se reeleger em 2014 – principalmente por falta de uma oposição consistente.
Disputa na Maçonaria.
Dilmo da Maçonaria?
O luta pelo cargo de Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil promete botar fogo na Maçonaria.
O senador Mozarildo Cavalcanti pediu até licença de seu cargo no Senado para jogar pesado na campanha.
O advogado-sindical Benedito Balouck Filho já soltou seus santinhos de campanha e espera vencer com os votos de lojas do Estado de São Paulo.
Mas o atual Grão-Mestre Geral, Marcos José da Silva, rompido com a turma do Balouck e com medo do crescimento de Mozarildo, pode entrar na disputa pela reeleição, aproveitando a resistência de muitas lojas maçônicas paulistas a Balouck e com apoio forte dos maçons do Rio de Janeiro e adjacências...
Maçonaria política
A Augusta e Respeitável Loja Maçônica Brasil 683 promoverá no próximo dia 6 de fevereiro, a partir das 20h, no templo nobre da Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo, um mega-encontro político.
Com a presença confirmada do Grão-Mestre Francisco Gomes da Silva, e dirigentes e membros de dezenas de lojas maçônicas, acontecerá um conclave sobre o tema: “Brasil, maçons e conjuntura nacional”.
A intenção dos maçons de São Paulo é lançar um trabalho para a formulação de um projeto nacional para o Brasil
domingo, 27 de janeiro de 2013
Não aprendi a ROUBAR!!!!
Tenho que agradecer a meus pais pela boa educação que recebi. No entanto, a par daquele desígnio típico de classe média em legar a boa educação aos filhos (“é a única coisa que podemos lhes deixar...”), existiu uma falha clamorosa dos dois, uma verdadeira lacuna imperdoável, em relação a esses novos tempos: meus pais não me ensinaram a roubar! Que atrasados!
Fiquei, então, desamparado nesta nova civilização. Não consegui até hoje compreender a cabeça de um Dirceu, um Genoíno, nem a matemática obscura do Dr. Delúbio e de seu operador careca, o Marcos Valério, no dantesco episódio do mensalão!
Não consegui ainda entender como um presidente garantia que não era analfabeto para governar, mas que não sabia de coisa nenhuma do que acontecia de ruim (com hiato, mesmo) sob o seu nariz. Como presidente, sabia de tudo; como cúmplice, foi esfaqueado pelas costas e de nada entendia...
Apesar de não saber roubar, de não conhecer os meandros da Lei nº. 8.666 (que pela centesimal não se perca!), com seus superfaturamentos, aditivos, caixas dois, três e laranjas embutidos – fui finalmente salvo em meu estupor pelo último pronunciamento da senhora presidenta.
Suas palavras soaram-me como pérolas, convencendo-me finalmente de que vivemos no paraíso terrestre. Aquele sorriso contagiante, dizendo-nos que finalmente a conta de luz vai baixar e que não haverá mais apagões, sinceramente fizeram-me experimentar um estado de êxtase!
O país vai muito bem, as cidades em segurança, estradas maravilhosas e sem buracos, a saúde, ora essa então em estado quase perfeito, ferrovias cortando o país de norte a sul, sem propinas nem comissões, o rio São Francisco já transposto, irrigando o sertão, que naturalmente não terá mais seca (que, aliás nem existe).
Ainda bem que nossa presidenta, com sua delicadeza sorridente, esmagou de vez a oposição...
Eu, que não aprendi a roubar, fiquei desconfiado de minha sanidade mental e já estava procurando um hospital psiquiátrico para me internar. Porque só o hospício mesmo para alguém que deseje ser oposição num país tão sublime: a juventude livre do crack e da cocaína, completamente inexistente em subúrbios e periferias. Nossas televisões despejando “bom, bonito e barato” material educativo para milhões! Que lindo é o meu Brasil!
Afinal de contas, temos que concordar que os pobres têm moradia garantida e não ficam pendurados em encostas à mercê das chuvas. Isso é coisa do passado, daquela tal herança maldita, porque os espertos sempre são os primeiros a culpar os outros pelo que lhes convém...
A turma de Brasília querendo eleger um velho senador, aquele mesmo que todos já apontaram!, provando que não adianta mais ser oposição, porque ela não resiste diante da majestade de certos altos interesses...
Meu Deus, não sei roubar – perdoa, por favor...
Meus pais, perdoem-me, fiquei para trás, meio desconectado da moda, mas senti-me salvo pelo discurso meigo e carinhoso de nossa presidenta. Minha conta de luz virá menor. Finalmente estou sendo salvo e ela até me garantiu que passei a fazer parte do rebanho dos conformados, não dos vira-latas que torcem contra o país...
Não precisarei ir para um hospital psiquiátrico como na antiga União Soviética. Deixarei a oposição para quem é pago pra isso e tratarei dos meus afazeres, de pertencer à orgulhosa classe C, nesse imenso país de “classe média”, instituído pela linda e viçosa ditadura, que ora exibe, pavoneada, os orgulhosos frutos.
Não preciso mais de Jeová, Adonai, nem Deus: graças à nossa presidenta, finalmente ingressei no paraíso. E já deixei aqui toda a esperança...
Waldo Luís Viana é escritor, economista, poeta e ficou impressionado quando leu “A Divina Comédia”...
BRASIL: a 3 passos da guerra civil.
Pela primeira vez em muito tempo, está havendo alguma discussão sobre a segurança nacional. Isto é bom, mas sem identificarmos corretamente as ameaças, não há como nos preparar para enfrentá-las.
Os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina.
Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas indígenas em uma gigantesca, e declarar sua independência. Isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.
Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola. Talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.
O MST se desloca como um exército de ocupação. As invasões do MST são toleradas, e a lei não aplicada. Os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja: a convulsão social. Este conflito parece inevitável.
O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.
A crise econômica e a escassez de recursos naturais poderão conduzir as grandes potências a tomá-los a manu militari, mas ainda mais provável e até mais perigosa pode ser a ameaça de convulsão interna provocada por três componentes básicos:
— a divisão do povo brasileiro em etnias hostis;
— os conflitos potenciais entre produtores agrícolas e os movimentos dito sociais;
— e as irreconciliáveis divergências entre ambientalistas e desenvolvimentistas.
Em certos momentos chega a ser evidente a demolição das estruturas políticas, sociais, psicológicas e religiosas, da nossa Pátria, construídas ao largo de cinco séculos de civilização cristã. Depois, sem tanto alvoroço, prossegue uma fase de consolidação antes de nova investida.
Isto ainda pode mudar, mas infelizmente os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina. Em havendo, nossa desunião nos prostrará inermes, sem forças para nos opormos eficazmente às pretensões estrangeiras.
A ameaça de conflitos étnicos, a mais perigosa pelo caráter separatista
A multiplicação das reservas indígenas, exatamente sobre as maiores jazidas minerais, usa o pretexto de conservar uma cultura neolítica (que nem existe mais), mas visa mesmo a criação de “uma grande nação” indígena. Agora mesmo assistimos, sobre as brasas ainda fumegantes da Raposa-serra do Sol, o anúncio da criação da reserva Anaro, que unirá a Raposa/São Marcos à Ianomâmi. Posteriormente a Marabitanas unirá a Ianomâmi à Balaio/Cabeça do Cachorro, englobando toda a fronteira Norte da Amazônia Ocidental e suas riquíssimas serras prenhes das mais preciosas jazidas.
Na Amazônia Legal (2009), estão representadas em laranja as terras indígenas. Em 2005, reconhecidas e demarcadas pela Funai, já abrangiam12,41% do total do território brasileiro; outras 123 terras ainda estavam em processo de identificação e demarcação.
O problema é mais profundo do que parece; não é apenas a ambição estrangeira. Está também em curso um projeto de porte continental sonhado pela utopia neomissionária tribalista. O trabalho de demolição dos atuais Estado-nações visa a construção, em seu lugar, da Nuestra América, ou Abya Yala, idealizado provavelmente pelos grandes grupos financistas com sede em Londres, que não se acanha de utilizar quer os sentimentos religiosos quer a sede de justiça social das massas para conservar e ampliar seus domínios. O CIMI, organismo subordinado à CNBB, não cuida da evangelização dos povos indígenas segundo o espírito de Nóbrega, Anchieta e outros construtores de nossa nação. Como adeptos da Teologia da Libertação, estão em consonância com seus colegas que atuam no continente, todos empenhados na fermentação revolucionária do projeto comuno-missionário Abya Yala.
O processo não se restringe ao nosso País, mas além das ações do CIMI, a atuação estrangeira está clara:
— Identificação das jazidas: já feito;
— atração dos silvícolas e criação das reservas sobre as jazidas: já feito;
— conseguir a demarcação e homologação: já feito na maior parte;
— colocar na nossa Constituição que tratados e convenções internacionais assinados e homologados pelo congresso teriam força constitucional, portanto acima das leis comuns: já feito;
— assinatura pelo Itamarati de convenção que virtualmente dá autonomia à comunidades indígenas: já feito.
Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas em uma gigantesca e declarar a independência, e isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.
O perigo não é o único, mas é bastante real. Pode, por si só, criar ocasião propícia ao desencadeamento de intervenções militares pelas potências carentes dos recursos naturais — petróleo e minérios, quando o Brasil reagir.
Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola
Futura distribuição dos territórios quilombolas
A UnB foi contratada pelo Governo para fazer o mapa dos quilombolas. Por milagre, em todos os lugares, apareceram “quilombolas”. No Espírito Santo cidades inteiras, ameaçadas de despejo. Da mesma forma em Pernambuco. A fronteira no Pará virou um quilombo inteiro.
Qual o processo? Apareceram uns barbudos depiercings no nariz, perguntando aos afro-descendentes: "O senhor mora aqui?" "Moro." "Desde 1988?" (o quilombola que residisse no dia da promulgação da Constituição teria direito à escritura). "Sim". "Quem morava aqui?" “Meu avô." "Seu avô por acaso pescava e caçava por aqui?" "Sim” “Até onde?" "Ah, ele ia lá na cabeceira do rio, lá naquela montanha." "Tudo é seu." E escrituras centenárias perdem o valor baseado num direito que não existe. Não tenho certeza de que isto não seja proposital para criar conflitos.
Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Temos de abrir o olho também para esse processo, que conduz ao ódio racial. Normalmente esquerdistas, talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.
Certamente isto vai gerar conflitos, mas até agora o movimento quilombola não deu sinal de separatismo.
Os Conflitos Rurais — talvez os primeiros a eclodir
Lula e o MST: contemporização e apoio
O MST se desloca como um exército de ocupação, mobilizando uma grande massa de miseráveis (com muitos oportunistas), dirigidos por uma liderança em parte clandestina. As invasões do MST são toleradas e a lei não aplicada. Mesmo ciente da pretensão do MST de criar uma “zona livre”, uma “república do MST” na região do Pontal do Paranapanema, o Governo só contemporiza; finge não perceber que o MST não quer receber terras, quer invadi-las e tende a realizar ações cada vez mais audaciosas.
É claro que os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja; a convulsão social, contando, talvez, com o apoio de setores governamentais como o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Segundo Pedro Stédile: “O interior do Brasil pode transformar-se em uma Colômbia. A situação sairá de controle, haverá convulsões sociais e a sociedade se desintegrará.”
Este conflito parece inevitável. Provavelmente ocorrerá num próximo governo, mas se ficar evidente a derrota do PT antes das eleições, é provável que o MST desencadeie suas operações antes mesmo da nova posse.
O ambientalismo distorcido, principal pretexto para uma futura intervenção estrangeira
Já é consenso que o ambientalismo está sendo usado para impedir o progresso, mesmo matando os empregos Caso se imponham os esquemas delirantes dos ambientalistas dentro do governo, com as restrições de uso da terra para produção de alimentos, um terço do território do País ficará interditado a atividades econômicas modernas.
Há reações, dos ruralistas no interior do País, nas elites produtivas e até mesmo em setores do governo, mas as pressões estrangeiras tendem a se intensificar. Se bem que raramente o meio ambiente serviu de motivo para guerra, hoje claramente está sendo pretexto para futuras intervenções, naturalmente encobrindo o verdadeiro motivo, a disputa pelos escassos recursos naturais.
No momento em que a fome ronda o mundo, o movimento ambientalista, a serviço do estrangeiro, mas com respaldo do governo e com apoio de uma massa urbana iludida, chama de “terra devastada” àqueles quadrados verdejantes de área cultivada, que apreciamos ver na Europa e nos Estados Unidos, e impede a construção de hidrelétricas para salvar os bagres. Com a entrada da Marina Silva na disputa eleitoral passada, notou-se, lamentavelmente, que pela conquista dos votos, todos os candidatos passaram a defender o ambientalismo, sem pensar se é útil para o País.
A três passos da guerra civil
O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.
Várias fontes de conflito estão para estourar, dependendo da radicalização das más medidas, particularmente do Ministério da Justiça:
— Roraima não está totalmente pacificada;
— o Mato Grosso do Sul anuncia revolta em função da decisão da Funai em criar lá novas reservas indígenas;
— no Rio Grande, os produtores rurais pretendem reagir às provocações do MST;
— Santa Catarina ameaça usar a PM para conter a fúria ambientalista do ministro Minc, que queria destruir toda a plantação de maçã.
Uma vez iniciado um conflito, tudo indica que se expandirá como um rastilho de pólvora. Este quadro, preocupante já por si, fica agravado pela quase certeza de que, na atual conjuntura da crise mundial o nosso País sofrerá pressões para ceder suas riquezas naturais — petróleo, minérios e até terras cultiváveis — e estando dividido sabemos o que acontecerá, mais ainda quando uma das facções se coloca ao lado dos adversários como já demonstrou o MST no caso de Itaipu.
Bem, ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas notícias, o Exército (que é o mais importante na defesa interna) terá seu efetivo reduzido. Será proposital?
Que Deus guarde a todos vocês.
Gelio Fregapani, Coronel na Reserva do EB, é escritor, comandou o CIGS e atuou na área do serviço de inteligência na região Amazônica pela ABIN, elaborou relatórios como o do GTAM, Grupo de Trabalho da Amazônia.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
O atraso do BRASIL se chama MOLUSCO.
Luiz Inácio Lula da Silva, agindo como Presidente paralelo do Brasil, cria as maiores dificuldades para que a “Presidenta” Dilma Rousseff possa substituir o ministro Guido Mantega – que já manifestou o desejo de deixar a Fazenda. Lula vetou até o nome do economista Ricardo Amorim – que agradava a empresários daqui e do exterior, por ser considerado um grande estrategista global.
O jovem Ricardo Amorim fora indicado pelo ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles. Economista, formado pela USP, é pós-graduado em Administração e Finanças Internacionais pela ESSEC de Paris, Amorim era um nome bem visto até pelo ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso,de quem é amigo. Talvez por tal motivo Lula tenha barrado o nome dele e de outro cogitado entre os empresários: o também economista Armínio Fraga,ex-presidente do BC do B na gestão FHC.
Mantega corre o risco de ficar na Fazenda por falta de um substituto que agrade a Lula – que não deseja a saída do aliado, pressionado pelos ridículos resultados da economia. O grande vencedor do Troféu Algemas de Ouro continua amarrando o governo de sua sucessora. A própria reeleição – que Dilma se viu forçada a anunciar que vai disputar – a tornou ainda mais refém de Lula.
A pressão por mudanças nos rumos da economia é grande. Em quase todas as conversas particulares que Dilma teve com grandes empresários, na última semana, foi discutida a necessidade de uma substituição no Ministério da Fazenda para sinalizar ao mercado que Dilma, em seu terceiro ano de mandato e rumo à reeleição em 2014, implementaria mudanças, principalmente na área fiscal e na ampliação de crédito do BNDES para grandes investimentos em infraestrutura.
O problema de Dilma é que o chefão Lula não colabora, considerando que a saída de Mantega representaria uma derrota pessoal. Nos bastidores, Lula faz questão de deixar claro que é ele quem manda ainda no governo. Tanto que já deixou claro às principais lideranças do PT que vai comandar, pessoalmente, a campanha reeleitoral de Dilma. Brevemente, Lula pretende até dar uma entrevista para assegurar que não disputará o Palácio do Planalto em 2014, para afastar definitivamente especulações sobre o eventual retorno.
Lula vai continuar fazendo o que sabe: cuidar dele mesmo. Por isso, vai reeditar suas caravanas pelo País afora para, na versão marketeira do Instituto Lula, “ressaltar os feitos de seu governo que tem continuidade e progresso com Dilma”. Na verdade, Lula pretende conter o desgaste de sua imagem, no pós-julgamento do mensalão e do ainda vivo escândalo que envolve sua melhor amiga e apadrinhada assessora Rosemary Nóvoa Noronha, na Operação Porto Seguro.
O tempo vai dizer se a estratégia de Lula dará certo. Para 2014, além de apoiar a reeleição da refém Dilma, Lula pode lançar sua candidatura ao Senado por São Paulo – como o Alerta Total já antecipou. Além de ter chances de ser eleito senador, o grande encenador Lula, em campanha pelo estado mais rico da federação, pode ajudar o PT a roubar a jóia da coroa do PSDB. O objetivo político ecológico de Lula é extinguir os tucanos, para sacramentar de vez o projeto petista de 20 anos no poder, principalmente tomando de assalto São Paulo. A capital ele já ganhou com o poste Fernando Haddad...
O problema é que uma vitória do PT em 2014 sacramenta o atraso no desenvolvimento do Brasil. Até agora, nas três gestões de Lula, o País só cresceu (mesmo assim aquém do necessário) graças à conjuntura internacional favorável e não por méritos internos. Como Lula não tratou dos fundamentos da economia – e só fez promessas e bravatas -, investidores internacionais não mais apostam seu dinheiro no Brasil. Assim, o País não vai crescer – até porque não faz poupança interna para isto, com o desperdício da máquina pública.
A gestão econômica de Lula-Dilma tem a incerteza das apostas em um cassino global. O governo baixou os juros, mas continua refém do modelo de especulação, com uma dívida interna trilionária. O crédito (para produção ou consumo) ainda é caro e escasso. Os investimentos em infraestrutura engatinham ou não saem do papel no tempo certo. O câmbio mata os exportadores e não barateia as importações produtivas. Para piorar, a reforma tributária fica apenas na conversa fiada. A alta impostura inviabiliza o crescimento e o desenvolvimento do Brasil, mas financia o capimunismo do Estado gastador e corrupto.
Não existe perspectiva de mudanças para melhor da conjuntura política no Brasil. O quadro institucional tende, inclusive, a aprofundar a própria crise, com o pior dos cenários: tudo ficar como está, com a mesma ineficiência, incomPTência e corrupção sistêmica. Não existe uma alternativa visível e viável de oposição ao esquema petista no curto e médio prazos. A continuidade deles no poder – bastante possível - dificulta ainda mais qualquer possibilidade de mudança pela atual via institucional.
O Governo do Crime Organizado só é combatido virtualmente nas redes sociais. O Executivo gerencia a roubalheira, o Legislativo tira proveito dos esquemas, e o Judiciário ainda é muito lento e ineficiente para coibir os desmandos e assaltos ao patrimônio público. O fato de o Brasil não ter povo com mentalidade cidadã e focado na moralidade e no interesse público inviabiliza transformações para melhor. Assim, a massa ignara com direito a voto a cada dois anos – facilmente influenciada pelos clientelismos e pela marketagem eleitoreira – tende a dar continuidade ao petismo no poder.
Antipremiar Lula com o Troféu Algemas de Ouro tem o efeito simbólico de apontar que ele lidera, com pleno domínio dos fatos, todo um sistema de corrupção capimunista. No entanto, na verdade, quem fica algemado a Lula e seus esquemas é o próprio Brasil – um país sempre na mais avançada vanguarda do atraso, onde poucos privilegiados tiram o melhor proveito do paraíso, enquanto a maioria se conforma com a vidinha de gado, até o dia do abate final.
Lula segue em frente até o dia em que Deus (talvez Ele) apareça para fazer Justiça de verdade. Até lá, dificilmente, alguma coisa vai mudar para melhor no Brasil – nação condenada a ser a grande e rica colônia de exploração mantida na miséria pelos esquemas globalitários. A não ser que, por pré-condições históricas milagrosas e ainda não viabilizadas, seja formulado um projeto de Nação que defina, claramente, o que o Brasil e os brasileiros realmente querem da vida...
Mais provável é que isso aconteça no dia 30 de fevereiro de algum ano antes do fim do mundo...
Que futuro esperamos para nossos filhos e netos?
A parcela ordeira do Povo brasileiro, assiste perplexa e sem compreender, ao processo de corrosão do tecido social, com a destruição de parâmetros da legalidade e cidadania. A impunidade ou a desistência deliberada de punições associam o crime ao exercício da autoridade. É o que se denomina crime organizado.
A resultante desta equação sórdida é a anomia, quando um número elevado e crescente de violações de normas são conhecidas, relatadas, mas não são punidas. As normas reguladoras do comportamento social a cada dia perdem sua validade.
Se o mundo mudou, as normas também sofreram mutações e devem ser acompanhadas, mas há uma grande diferença entre as mudanças necessárias e processos de decomposição.
O cidadão de bem, cumpridor de seus deveres, é extorquido por impostos cada vez mais elevados, assaltado nas vias públicas por radares–pedágios o que o impele a atitudes inadequadas para se proteger. A destruição da indústria nacional. A falência dos serviços de saúde, pais de família sendo assassinados nas ruas, mais mortes que qualquer exército em guerra e as incontáveis situações conflitantes do cotidiano pelas quais passam as famílias brasileiras. Junte-se a isso o acesso negado à informação.
O País está sendo vitima de ataque em todas as suas expressões, impedido de continuar seu trajeto de desenvolvimento para tornar-se uma Nação Soberana.
O trabalho das ONG’S internacionais e nacionais está dividindo o território através das reservas florestais e indígenas, promovendo a luta de classes próprias da doutrina comunista para tomar o poder, evoluindo para manifestações individuais e de grupos de agressão social.
Políticos e pseudo-intelectuais, induzem os jovens às drogas , ao aborto e ao hedonismo, com argumentos sofistas de normalidade. Iludem as classes menos favorecidas com promessas demagógicas ao invés de promoverem o desenvolvimento através de estratégias regionais com participação pública nas decisões.
Introduzem políticas educacionais que premiam a mediocridade e o ócio. Oferecem cotas em escolas públicas não aos pobres e dedicados, mas demagogicamente através da cor da pele. Promovem a extorsão da classe produtiva e ordeira. De onde provém esse ataque?
De várias entidades transnacionais que, defendendo seus interesses em um país rico como o Brasil, corrompem a juventude, a mídia, intelectuais orgânicos líderes em suas instituições e principalmente políticos e entidades governamentais - que são empregados para facilitar o processo de dominação econômico-social.
Portanto, hoje não há oposição aos governos auto-denominados “democráticos”.
Que futuro esperamos para nossos filhos e netos
Principios da ISONOMIA E IGUALDADE são somente pra efeito de prova de concurso, segundo a JUSTIÇA BRASILEIRA.
Mesmo indiciada por formação de quadrilha, falsidade ideológica, tráfico de influência e corrupção ativa, Rosemery Nóvoa Noronha continua com privilégios dignos de uma ex-chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo que é a melhor amiga do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Rose conseguiu permissão especial para entrar e sair pela garagem do Fórum Criminal, sem ser vista pela imprensa, sempre que for prestar depoimentos.
Embora o procedimento seja absolutamente dentro das normas, indica que Rose recebe tratamento especial como investigada na Operação Porto Seguro. A cada 15 dias, Rose tem a obrigação de se apresentar à juíza Adriana Zanetti, da 5.ª Vara Federal Criminal. Mas não se sabe se ela entregou à Justiça o Passaporte diplomático que sempre usou nas viagens que fez sozinha ou acompanhando o chefe Lula – que até agora sequer foi convidado a prestar esclarecimentos sobre o comportamento da afilhada e sua relação pessoal ou de “trabalho” com ela.
Nos bastidores petistas e no governo, a orientação é anular ao máximo qualquer exposição de Rose – principalmente no noticiário. A mídia amestrada pelas grandes verbas oficiais já vem noticiando o mínimo ou nada do Rosegate. Além disso, nenhuma das suspeitas sobre ações de negócios e viagens ao exterior fora da agenda oficial de Rose deverão entrar no processo da Operação Porto Seguro.
A interpretação do privilégio é bem clara. Como Rose ocupou uma posição na escala mais alta do poder, como melhor amiga e pessoa da mais elevada confiança do ex-Presidente da República, a pseudo-lógica da quase anomia vigente no Brasil lhe concede o suposto direito a uma blindagem. Nada custa lembrar que esta mesma proteção, em nome do interesse do Estado, da segurança nacional ou da conjuntura econômica, serviu, direitinho, para o nome de Lula ser mantido bem longe do escândalo do mensalão – embora, injustamente, toda culpa tenha sido imposta, pela teoria do domínio do fato, a José Dirceu – que era o ministro-chefe da Casa Civil colado em Lula.
A divina amiga do endeusado Lula já prestou depoimentos “bem longe dos olhares profanos da imprensa” nos dias 7 e 21 de janeiro. Apesar de todas as evidências contra ela, Rose sequer foi detida nas primeiras-horas da operação Porto Seguro. E nem será depois, pois o caso, quando virar processo, deve demorar os costumeiros quase dez anos para ser julgado. Da primeira instância até os infindáveis recursos ao Superior Tribunal de Justiça e, depois, ao Supremo Tribunal Federal, ao providencial transcorrer de uma década, os eventuais crimes praticados já terão compensado pela lentidão na aplicação da pena.
A defesa de Rosemary alegou que ela vive com trauma da exposição a que vem sendo submetida desde o estouro da Operação Porto Seguro, em 23 de novembro. Por isso Rose conseguiu o direito a entrada e saída pelas portas dos fundos do Judiciário. É como se a apadrinhada de Lula fosse um diamante raro que precisa ser protegido dos olhares da mídia e da sociedade, e não como alguém que terá de responder à Justiça como suposta líder de um megaesquema de compra de pareceres técnicos de órgãos federais. O tratamento especial dispensado a Rose fere qualquer princípio de igualdade, isonomia.
Para que o caso dela não aparecesse como um privilégio, o Judiciário até deu um jeitinho. A Coordenadoria do Fórum Criminal Federal de São Paulo editou a portaria 6/2013. A regra prevê que qualquer juiz poderá solicitar “o isolamento temporário e extremamente necessário dos acessos e/ou passagens pelos corredores e halls das entradas principais e dos elevadores, com apoio da Seção de Segurança do Fórum e até de reforço policial, a fim de garantir e preservar a integridade física das partes envolvidas nos autos dos processos”.
O texto da portaria também recomenda aos jornalistas que tiverem interesse em fazer imagens na parte interior do fórum com câmera de vídeo, máquina fotográfica ou similares “devem requerer autorização prévia via petição aos respectivos juízos das varas”.
Protesto indevido
A petralhada usa um argumento estúpido nas redes sociais para tentar minimizar os efeitos negativos da antipremiação concedida a Lula, por voto popular virtual, no último domingo: o Troféu Algemas de Ouro 2012.
Os fanáticos seguidores do anti-homenageado chefão da Rosemary alegam que Altamir Tojal, que é ligado ao PSDB e ao Instituto Millenium, foi o responsável pelo movimento 31 de julho que deu a “honraria” a Lula e organiza passeatas contra o PT.
A grande pergunta a se fazer aos petralhas é: por acaso a presença ou não do Tojal no evento tira os méritos do dourado algemado virtual?
Comprador
Os grandes bancos brasileiros que se cuidem...
O presidente mundial do Santander, o espanhol Emílio Botín, aproveitou o beija-mão à Presidenta Dilma Rousseff para mandar o direto recado ao mercado de que o banco não pretende vender ativos no Brasil e sim fazer mais compras.
Foi um recado direto para o pessoal do Bradesco, diante dos boatos (sempre negados) de que o banco fundado pelo único Amador realmente profissional desejava assimilar o Santander no Brasil
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
A degeneração Moral e ética de toda uma SOCIEDADE.
Depois de quase 30 anos de administração pública civil, o Brasil saiu, no final do Regime Militar, de uma estruturada promessa de se transformar em uma grande potência, para se tornar um país medíocre, sejam nos aspectos políticos, econômicos ou sociais.
O Brasil é um caso “exemplar” de uma sociedade que concede títulos de “doutor honoris causa”, aplaude, ou protege das malhas das leis, um ex-presidente publicamente acusado, entre muitas outras coisas muito graves, de ser o chefe do maior escândalo de corrupção do país, e de ter passado 19 anos tendo um caso extraconjugal com uma secretária com direito, durante suas gestões presidenciais, a passaporte, mala diplomática, inúmeras viagens ao exterior, e prováveis relacionamentos íntimos extraconjugais nas suntuosas “acomodações” do avião presidencial.
A ignorância, a omissão, a covardia ou a cumplicidade da sociedade com a imoralidade pública e privada é de tal tamanho, que o acusado não demonstra a necessidade de vir a público contestar formalmente tudo do que está sendo acusado, mas, utilizando as mesmas frases feitas se defende: fui traído, não sabia de nada, fui apunhalado pelas costas, sou vítima de mentiras, e por aí afora, fazendo, sistematicamente, de imbecis, idiotas e palhaços, os contribuintes do Circo do Retirante Pinóquio.
Entrar para o poder público no nosso país significa ter um bom emprego adicionado de muitas outras vantagens lícitas e não lícitas, imorais e aéticas, mas raramente seu agente traz na sua consciência uma responsabilidade de servir à sociedade por princípio, a maioria tendo esse comportamento por omissão ou medo de ter sua carreira estagnada, e ser perseguido pelos corruptos e subornadores, e o resto, por cumplicidade voluntária com a prática do ilícito em todas as suas formas, respeitando o DNA do ilícito historicamente impregnado no sague das burguesias e oligarquias que comandam o país.
No poder público o político imoral se sobrepõe ao técnico ou ao mérito de ser servidor público na sua integridade, e os que tentam fazer algo diferente veem suas ações limitadas, ignoradas, ou combatidas.
É exatamente essa cultura de “serviço público” que faz do estamento estatal o inimigo número um disfarçado dos cidadãos que morrem nas filas de hospitais ou nos seus quartos e corredores imundos pela falta de atendimento médico decente, e saem de casa já sem ter a mínima certeza de que não serão assaltados, não serão vítimas de acidentes de trânsito ou, simplesmente, assassinados.
O poder público do nosso país vem se notabilizando no mundo pela prática sistemática do corporativismo imoral e criminoso auto protetor.
Seus principais instrumentos de sobrevivência política são o empreguismo estatal irresponsável e inconsequente para aparelhar o estado a um só partido e seus cúmplices, o assistencialismo comprador de votos das vítimas da falência educacional e cultural, e o suborno de milhares de esclarecidos canalhas.
O poder público nas gestões petistas virou uma grande “família” mafiosa que oferece aos seus membros de qualquer grau infinitas oportunidades de “grandes negócios” associados à corrupção, ao suborno, ao peculato e à formação de quadrilhas, garantindo a felicidade das elites do “orgasmograma” do estado e de seus cúmplices.
Os sócios-cúmplices de carteirinha dessa estrutura estatal degenerada são as centenas de “cidadãos” pertencentes às classes do meio artístico, da academia, do jornalismo marrom, dos empresários, entre muitos outros, que sistematicamente se unem ao poder público Covil de Bandidos para roubar o contribuinte.
No Brasil, como em todos os países que praticam regimes assistencialistas com marcas do socialismo, do comunismo, do fascismo ou de assemelhados, esta natural tendência do poder público corporativista ser corrupto e subornador, tem uma séria agravante, resultante de um lado, da falência da educação e da cultura e, de outro, da transformação dos poderes Legislativo e Judiciário em lacaios do poder Executivo enterrando princípios republicanos de independência de poderes, fatos esses amplamente demonstrados e comprovados como os responsáveis diretos pela degeneração das relações públicas e privadas.
O Brasil se supera a cada dia permitindo agora que o Presidente da Câmara dos Deputados diga a Policia Federal, ao STF, e ao MPF o que é prudente ou não investigar. Fala sério!
Diante da acomodação das Forças Armadas, da transformação do poder público em um Covil de Bandidos, da cumplicidade de milhares de canalhas esclarecidos, e da falência educacional e cultural que transformou mais da metade da população em dependente de benefícios do estado que dispensam o esforço em estudar e empreender, esse quadro social do país dificilmente será modificado, pois o seu principal agente de mudança, o eleitor, majoritariamente atacado pela falência da educação e da cultura, e pelo assistencialismo comprador de votos, sofre de uma crescente perda de valores fundamentais para a justiça social e para o estabelecimento da grandeza de qualquer sociedade: dignidade, honestidade, honra, patriotismo, vergonha na cara, e crença no mérito, no valor do estudo, e retorno do trabalho honesto, como determinantes de crescimento pessoal e profissional.
O Brasil, já considerado um dos mais corruptos, e o maior mercado ativo de drogas do mundo, está célere na trilha do atraso social e econômico diante de um mundo que, apesar das suas crises econômicas, nos coloca com uma defasagem dos instrumentos de crescimento social e econômico do tamanho de algumas décadas.
No final das contas o que estamos vivendo nada mais é do que os resultados da maior fraude política de nossa história, a Fraude da Abertura Democrática, que acabou fazendo do Brasil um Paraíso de Patifes e o poder público um Covil de Bandidos.
Esses resultados não podem ser associados à nenhuma conquista democrática – piada de péssimo gosto – mas tão somente a uma incontrolável degeneração moral e ética de uma sociedade.
Geraldo Almendra é Articulista.
Diario da Dilma, agora voce tem de fato certeza que essa merda chamada BRASIL não cresce.
1º DE DEZEMBRO ─ Sentei ao lado do José Maria Marin no sorteio da Copa das Confederações. Não consegui tirar os olhos daquele acaju. Não sabia que aquilo era possível. O cozinheiro errou no sorteio. No sorteio! Nem para tirar a bolinha da cuia certa nós prestamos! Que são Pedro Canísio nos proteja em 2014.
2 DE DEZEMBRO ─ Nada de caças franceses, americanos ou suecos. Vou comprar esses aviões da Webjet que estão em promoção.
3 DE DEZEMBRO ─ Fui ao Maranhão inaugurar um porto e adivinha quem estava lá. Him! E ainda levou a filha governadora a tiracolo. Fizeram questão de me entregar a Ordem dos Timbiras, achei simpático. Como não dão ponto sem nó, já pedi para liberarem uns dois ou três cargos comissionados. Aprendi: quem mora em São Luís é ludovicense. Vou jogar na cara do Patriota.
4 DE DEZEMBRO ─Ideli ficou irritadíssima quando soube que a princesa está grávida. “É uma arrivista!”, gritava pelos corredores do Planalto, de dedo espetado no ar. Nem contra o caseiro do Palocci ela destilou tanto veneno.
Nem dei trela, pois estou me sentindo avó de novo. Pedi para o Patriota mandar uma caixa de tamarindo para a Kate. É ótimo para enjoo de gravidez! Ele fez cara de pouco caso e eu tive de recorrer a um “Meu querido”. Ele disse que ia mandar. Quero ver!
5 DE DEZEMBRO ─ Gleisi me soprou que a tendência do verão é o cabelo quente: strawberry blonde e rose blonde. Imagina se o Palocci me daria uma informação dessas! Santa hora em que estourou aquele escândalo da consultoria.
Apesar da friagem desse palácio, fiquei triste com a morte do Niemeyer.
6 DE DEZEMBRO ─ Facada pelas costas. Sei. De tantas que diz ter levado, se ainda está de pé é porque já deixou o gênero humano e entrou para a categoria dos queijos suíços.
7 DE DEZEMBRO ─ Depois de mais um Pibinho, tive vontade de mandar o Mantega de volta para a Itália. É sempre a mesma cantilena: “Mês que vem vamos bombar mais que a China.” Baita tró-ló-ló. Crescemos menos que o Peru! O Peru! E agora não dá nem para mandar embora. Aquela revista inglesa ─ como é o nome mesmo? ─ veio fazendo um estardalhaço, querendo ensinar o Pai-Nosso ao vigário. Terei de engolir o Guido mais um tempo em nome da soberania nacional.
8 DE DEZEMBRO ─ Vou ter uma conversa delicada com a Ideli. Sei que ela não estudou em colégio de freira, foi gorda, é de Santa Catarina, casada com um PM, mas precisa moderar a linguagem! De onde foi que ela tirou que dei “chapuletada” no Aécio?! Isso é linguagem? Eu lá sou mulher de dar chapuletada? Que coisa mais disgusting! Imagina minha cara diante do Patriota!
9 DE DEZEMBRO ─ Aquela Regina Casé é uma bola! Morri de rir com ela! Esqueci o nome do programa. A Helena me mandou uma cópia e achei ótimo. O horário é que é ruim.
10 DE DEZEMBRO ─ Eu aqui na Cidade Luz, em pleno Le Bristol, e tendo que almoçar com o Lula! O homem falou três horas seguidas! Até cochilei entre a salada e os queijos. Não pude nem dar uma chegadinha no Bon Marché, o magazine das elegantes, sem aquele monte de brasileiro das Galeries Lafayette. Na verdade, meu plano mesmo era dar um pulo no La Vallée, aquele outlet maravilhoso!! Queria comprar uma gravata para o Lobão e um casaco melhor, para levar para a Rússia. Fica para a próxima.
Ai, que saia justa! Encontrei a Marisa Letícia! Só faltei perguntar receita de cuscuz paulista. Falei pelos cotovelos sobre o nada, fugindo do assunto. Senti que ela está uma arara! São Bernardo deve estar uma Síria.
11 DE DEZEMBRO ─ Aproveitei que o Lula largou do meu pé um instante e mandei comprar o último exemplar do Canard Enchaîné. O jornal continua engraçado, mas falem o que quiserem, nunca mais foi o mesmo desde que pararam de publicar o Diário de Carla Bruni. Que classe, que elegância! Somos muito parecidas, tanto assim que tirei dali minha inspiração.
Menina, que sucesso eu fiz em Paris! Estava ótima, solta, firme, elegante!
12 DE DEZEMBRO ─ Ai que vontade de demitir o Lula. Isso a Economist (lembrei) não sugere!
13 de DEZEMBRO ─ A gente não tem sossego nem para viajar. Esse vai e vem dos royalties me encheu o pacová. Falei que ia vetar, vetei, mas se querem derrubar o veto, me diz, o que eu posso fazer? Ah, vão lamber sabão!
Enquanto escrevo isso, o presidente da República é José Sarney. Os maias sabiam de tudo. (Os índios, não a família do livro.)
14 DE DEZEMBRO ─ Fiz 65 anos! Quem diria! Presidenta do Brasil, avó, festejando na Rússia meu aniversário. Confesso que senti um pouquinho de dor no peito pela falta dele. É uma pena que o Moreno não aguente tanto frio. Aliás, que friaca! A gente fica com aquele nariz vermelho, a orelha gelando…
No túmulo do Lênin, me voltou tudo. De pé, ó vítimas da fome! / De pé, famélicos da terra! Me deu vontade de ir para Jersey e roubar o cofre do Maluf.
O Putin é bem legal, apesar do que di-zem dele. Vamos ver se fechamos uma parceria. Ah, o comunismo é tão elegante!
Que dificuldade colocar um gorro com esse cabelo armado.
15 DE DEZEMBRO ─ Para lavar a égua, anunciei 800 novos aeroportos de uma vez só. Em cada biboca do país vai ter um. A senhora mora em Ouricuri e quer ir para Bodocó? Pois não, basta tocar o jegue para o aeroporto no fim da rua. Quero ver alguém falar em caos aéreo. Como me disse o Vladimir, quem não dança balalaica que fique cuidando do samovar.
16 DE DEZEMBRO ─ Haddad me ligou para dizer que Maluf não tem nem nunca teve cofre em Jersey.
17 DE DEZEMBRO ─ Lembrete: não despedir o Patriota. As viagens estão melhorando.
18 DE DEZEMBRO ─ Quanto mais eu rezo, mais assombração me aparece. O Marcos Valério abriu a boca de novo, o Freud reviveu das catacumbas, o fantasma do Celso Daniel está assombrando mais uma vez, annus horribilis, diria a rainha da Inglaterra.
19 DE DEZEMBRO ─ Finalmente! Soube que na terceira temporada de The Killing, Sarah Lund largou aquele suéter de matar!
21 DE DEZEMBRO ─ Vetei o Fim do Mundo.
23 DE DEZEMBRO ─ Em Paris, comprei uma bela água de colônia para o Lobão. Vamos ver se ele para de encharcar o rosto com Aqua Velva. Eu diria que é o único defeito dele, a imperfeição que o torna humano.
25 DE DEZEMBRO ─ Gabrielzinho ganhou presentes demais neste Natal: o Sarney lhe deu duas concessões de tevê, um pessoal louro mandou entregar três miniaturas de caça sueco e o Temer enviou um embrulhinho fofo com um emprego público vitalício dentro. Esse menino vai ficar muito mimado. Mas é tão bochechudinho!
29 DE DEZEMBRO ─ Impressionante como minhas manhãs rendem quando o Merval tira férias. Aquelas colunas me tomam 40 minutos. No mínimo.
A casquinha do pão engorda tanto quanto o miolo!
30 DE DEZEMBRO ─ Mamãe e titia pensam que a história da Rose é novela. Como não gostam de Salve Jorge, transformaram o bafafá em seriado. Acompanham todos os jornais e ainda querem detalhes. Conto o mínimo possível porque minha tia é íntima da manicure, conta tudo para ela.
31 DE DEZEMBRO ─ Festa boa de Réveillon tem que tocar Tim Maia. Depois do segundo frozen de abacaxi, fico agitadíssima. Fux arrasou cantando Vale Tudo e Um Dia de Domingo. Só não engatou Acenda o Farol porque o Dirceu e o Rui Falcão apareceram de machadinha na mão e ele teve que sair pelos fundos
Oligarquia Mundial quer o PT fora do Governo Brasileiro.
A família de Lula da Silva teria um patrimônio de mais de R$ 700 milhões em imóveis, participações acionárias em empresas, além de investimentos em títulos públicos brasileiros e papéis do tesouro de países europeus, principalmente da França, em cujos bancos os Silva teriam três caixas de segurança para depósitos.
Tais informações sobre a polpuda fortuna de Lula e seus familiares circulam, abertamente, entre conversas dos principais lobistas do eixo Brasília-RJ-SP. A cúpula do Judiciário, as principais figuras do Ministério Público Federal e muitos senadores e deputados já teriam os famosos dossiês contendo esses mesmos dados.
Por isso, transforma-se em ação de alto risco político qualquer tentativa de investigação rigorosa sobre escândalos envolvendo pessoas próximas a Lula – como foi o caso do Mensalão e agora é o caso da Operação Porto Seguro. Na avaliação de lobistas, políticos e da elite do Judiciário todos os caminhos investigados levam a Lula. E o tamanho do patrimônio de sua família não tem mais como ficar escondido – se for alvo de uma ação pente fino, absolutamente dentro da lei.
No País da impunidade, no qual a corrupção opera com ares de normalidade nas relações público-privadas, a sorte de Lula é que ele não está sozinho na impossível ocultação de uma riqueza ostentada. Pelo menos 40 senadores têm patrimônio acima de R$ 1 bilhão – a maioria totalmente incompatível com o salário e a atividade pública e privada do dia-a-dia. A situação é idêntica no chamado “alto clero” da Câmara.
Qualquer apuração oficial que tente relacionar patrimônio com corrupção recebe, nos bastidores, uma mafiosa pressão oculta e contrária de senadores, deputados e empresários (com quem fazem negócios). A impunidade acaba premiada e generalizada por causa da Justiça lenta e da falta de condições políticas e técnicas para uma livre atuação de órgãos públicos (como a Polícia Federal, Receita Federal, COAF e Banco Central).
Assim, o Ministério Público dificilmente tem provas objetivas na hora de oferecer as denúncias. Condenações só acontecem quando o Judiciário aplica o chamado “rigor seletivo”, apelando para teorias como a do “domínio do fato”, que ficou famosa depois de empregada no julgamento dos réus do Mensalão. E as punições só se tornam viáveis quando existe uma grande pressão das conhecidas “forças ocultas” transnacionais – geralmente contrariada ou muito prejudicada em negócios pelos esquemas de corrupção política.
A maior preocupação de Lula é que ele se transformou em alvo de poderosos inimigos externos. Ele hoje sofre duros ataques, chantagens e espionagens ilegais financiadas pelos mesmos sujeitos que o colocaram no poder e, por extensão, ajudaram a construir o belo patrimônio de sua família. A Oligarquia Transnacional que controla de fato o Brasil já descarta o PT e seus líderes.
Por isso, a previsão é de troca de marionetes para a eleição presidencial de 2014. Tudo tende a ficar do jeito parecido – com os esquemas de corrupção funcionando para impedir que o Brasil cresça e se desenvolva -, porém com personagens “renovados” na cúpula do poder. Lula e seus aliados se transformaram em objetos descartáveis. O negócio é esperar para ver como acontecerá o descarte...
domingo, 13 de janeiro de 2013
O petróleo já foi nosso!!!
Na qualidade de cético e pessimista diante da moleza dos governantes para utilizar os conhecimentos e substituir mais rapidamente a matriz de energia, - solar, eólica, hidráulica e outras testadas e engavetadas, - passam pela cabeça as imagens de aborígenes tentando impedir a construção da Usina de Belo Monte. Gente nascida nesta nação, mobilizada por Ongs e outros agentes estrangeiros, financiadas pelos Rockfeller, Rothschild, Morgan, Harriman e outras famílias que há muito perseguem o controle total do planeta.
Getúlio Vargas contratou uma autoridade técnica norte americana, para analisar o petróleo que aflorava no recôncavo baiano. Naquele tempo dependíamos da importação de gasolina, importada do líder de produção mundial, os EUA. O outro grande produtor era a Rússia Soviética. O “mister” que entendia do risco do bordado, mandou selar os poços baianos com cimento e declarou: “Não há petróleo”. Pegou o pagamento pelo consultoria e partiu.
Meses depois o óleo jorrou espontaneamente, com tal força que o Presidente viajou até a Bahia e a foto apareceu nos jornais, a mão melada de óleo negro, o sorriso e a manchete: “O petróleo é nosso!” Foi criada a Petrobrás, uma empresa estatal que em pouco mais de meio século tornou-se gigante. Nos anos 1980/90, sucessivas crises econômicas geradas sob a batuta do FMI, começaram a assolar os países “em desenvolvimento”. Os controladores, insaciáveis, ampliavam seu espaço de poder.
Uma das razões mantidas na moita é que os poços dos EUA já eram insuficientes para assegurar o alto consumo daquele país. A matriz energética ficou intocada. Nenhum governante norte americano indicou a necessidade de economizar gasolina. Melhor ir à guerra e assegurar o controle dos territórios no Oriente Médio, onde estavam as maiores reservas do óleo que garantia a sustentação da matriz energética.
A Europa totalmente dependente das exportações mobilizou a OTAN. E a comunidade mundial foi informada que mais uma vez se defendiam os ideais democráticos, contra “seitas e governos carniceiros”. Previa-se um grande abalo na estabilidade do nível de vida daqueles países do hemisfério norte, altamente industrializados e dependentes do óleo negro, tanto quanto de minerais estratégicos obtidos no “terceiro mundo”, dos “subdesenvolvidos” mentais.
Todos eles, como as nações de pobres que não controlavam mais suas riquezas no hemisfério sul, eram devedores dos bancos e credores dos empréstimos feitos aos países ditos “em desenvolvimento”, ou “terceiro mundo”. Para manter a posição mobilizavam as guerras no Oriente Médio, onde estavam as maiores reservas do óleo que garantia a sustentação da matriz energética. E mobilizavam a guerra silenciosa para submeter mentalmente outros países.
Uma das medidas estratégicas era influir para instalar governantes obedientes, que aderissem à globalização em todo o planeta, que transformassem as instituições em feudos partidários e abrissem todas as portas para a tal concorrência, acabando de vez com as ideias nacionalistas que poderiam derivar para governos fortes em defesa do petróleo, do território, da biodiversidade, dos minerais estratégicos, dos controles sobre a produção e comércio, peitando a invasão estrangeira.
Era urgente avançar com a invasão cultural, jogar os valores tradicionais no lixo. Isto lembra os socialistas fabianos? Isto lembra Gramsci? Isto lembra a doutrina das Internacionais Comunistas? Isto lembra a ação do Foro de São Paulo calada pela nossa imprensa? Isto lembra a escalada das drogas e da violência? Para quem ainda conserva os olhos e ouvidos bem abertos, todas estas associações correspondem às orientações globalitárias, isto é do coletivismo internacionalista que orienta a ação do governo do PT do Foro de São Paulo, tudo associado ao crime organizado globalista.
O petróleo - que poderia vir a ser moeda de troca se tivéssemos avançado na substituição da matriz energética, se a Petrobrás continuasse sob o controle de brasileiros, se as decisões de Estado pudessem ser de fato orientadas por políticas nacionais, em benefício dos nacionais, deixou de ser nossa há muito tempo!
O território com sua biodiversidade e jazidas de minerais estratégicos está cercado e sob controle de políticas externas. Os conservadores e nacionalistas, avis rara (se é que ainda existem), estão amordaçados e incapazes de organização, impedidos de falar na escolas, na mídia... Mas que bom! Ligue a televisão, ouça o rádio, veja os filmes, atente para a propaganda oficial. Vivemos no melhor dos mundos!
Arlindo Montenegro é Apicultor.
Hacker ameaça LULA!!!
Exclusivo – Luiz Inácio Lula da Silva é vítima de uma milionária chantagem cibernética. Um hacker está cobrando a bagatela de US$ 25 milhões, em troca da não divulgação pública de informações financeiras supostamente comprometedoras do ex-Presidente da República Sindicalista do Brazil. O escândalo está providencialmente abafado por aqui – como de costume. Mas pode vazar na imprensa internacional.
A ordem do chantagista é que os milhões de dólares para o “silêncio” fossem depositados em uma conta bancária na Chechênia – de onde opera uma das mais famosas máfias da Federação Russa. O bandido do mundo virtual fez sua ameaça em uma carta (com dados criptografados). Não se sabe por qual motivo específico, o material com a ameaça endereçada a Lula foi entregue no consulado do Brasil, no Chile.
O criminoso invasor de computadores garante ter em seu poder os códigos de segurança de duas caixas de segurança que Lula teria em dois bancos na França. O hacker também assegura ter outras informações pessoais e sigilosas sobre Lula, seus familiares, além de políticos e empresários parceiros em negócios. O certo é que a temporada de dossiês contra o governo e políticos está mais que escancarada no Brasil.
O pirata chantagista seria o mesmo que divulgou criminosamente, no Twitter, o número do CPF, telefone, empresas e propriedades supostamente em nome de Lula e de outros condenados no processo do Mensalão. Até a chantagem ainda não tornada pública, o hacker alegara que divulgava os dados como um protesto contra a Justiça brasileira, apostando que toda a onda de corrupção denunciada no governo Lula “acabaria em nada”.
Em férias em Angra dos Reis, curtindo as mordomias na mansão do bilionário José Seripieri Júnior (controlador da Qualicorp, a maior gestora de planos de saúde do Brasil), Lula permanece providencialmente calado sobre todos os escândalos que afetam seu nome e reputação. Lula já sabe que é o alvo de um grande esquema ilegal de espionagem para acabar com sua carreira política. Só não consegue identificar, com precisão, quem é o mandante principal dos ataques que vem sofrendo desde que estourou a Operação Porto Seguro, da Polícia Federal.
Lula já não sabe como lidar com o desgaste de ser convocado, a qualquer momento, pelo Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, para “prestar esclarecimentos” sobre a atuação de sua apadrinhada Rosemary Nóvoa Noronha em grandes esquemas de corrupção e tráfico de influência. Gurgel já tem em seu poder documentos que comprometem Rose e confirmam sua relação de muita intimidade e ligações permanentes com Lula. São vídeos, fotografias e notas fiscais de gastos acima do padrão salarial de uma mera servidora pública que ocupava o cargo de confiança de Secretária da Presidência da República em São Paulo.
O começo de ano com final 13 (o número do PT) parece azarento para Lula – que não conta mais com foro privilegiado ou qualquer tipo de imunidade para se blindar em investigações ou processos de investigação abertos a pedido do Ministério Público Federal
O Honesto LULA vai se blindar como SENADOR???
Ladrões fizeram uma limpeza milionária na mansão do executivo lusitano Murteira Nabo, na Estrada do Rodízio, em Sintra, Portugal. Ex-presidente da Galp, a empresa petrolífera portuguesa, Nabo é uma figura que tem entre seu rol de amizades e negócios os brasileiros Luiz Inácio Lula da Silva, José Dirceu de Oliveira e Silva e José Sérgio Gabrielli ex-presidente da Petrobrás e que faz parte do Conselho de Administração da Galp). A ação de bandidos contra Nabo pode ser apenas uma mera obra do acaso, já que várias casas foram arrombadas, recentemente, na mesma região.
Pior é a situação do pobre Lula – agora vítima de chantagistas cibernéticos que exigem US$ 25 milhões para não revelar informações financeiras supostamente comprometedoras do ex-Presidente da República Sindicalista do Brazil. O tal hacker deve ser um ingênuo, já que todo mundo sabe que Luiz Inácio Lula da Silva tem uma blindagem mais eficiente que a do Volverine. Lula só não é um X-man porque o amigo Eike se apossou da letrinha para fins de marketagem. Na condição atual. Lula devia escolher uma letrinha mais poderosa: o $. De $talinácio.
Lula não tem mais foro privilegiado nem imunidade. Mas sua blindagem parece aguentar todos os ataques de seus maiores inimigos. Pelo menos, até agora, nada o atinge. Trata-se de um sujeito “incolável” – como poderia classificar o velho e esquecido companheiro sindicalista Antônio Rogério Magri, ex-ministro do Trabalho de Fernando Collor de Mello, que adorava criar palavrinhas novas. No submundo político, a perguntinha nunca quer calar: Será que vão pegar o Lula desta vez?
A resposta mais segura é a negativa. Lula agora é alvo de ataques mais intensos porque persiste uma dúvida sobre seu planejamento político para os próximos dois anos. Concorrer à Presidência da República novamente, embora sua popularidade sempre esteja em alta perante a maioria ignorante do eleitorado, não parece recomendável, por causa do arsenal de escândalos que podem lhe desgastar. O certo é que Lula, apesar do discurso, não confia tanto assim na companheira Dilma Rousseff. O azar dele é que não tem tempo para fabricar outra candidatura à sucessão de 2014.
O cenário mais seguro para Lula é uma candidatura ao Senado pelo Estado de São Paulo. Oito anos de mandato lhe garantiriam bastante tempo de imunidade parlamentar e foro privilegiado para suportar o peso dos ataques que devem se intensificar contra seu santo nome, seja no meio político ou no judicial. Lula sabe que se elege fácil senador. Por isso, não arriscaria uma disputa ao Palácio dos Bandeirantes – conforme tem petista burro e iludido sugerindo. Presidente decair para governador – mesmo que do estado mais poderoso da nossa federação capimunista – não pegaria bem para a vaidade dele.
Senador cairia bem para Lula. Até porque, basta uma pequena mudança de grafia para isto acontecer. Ele já é o maior encenador de nossa República Sindicalista. O filho do Brasil é um artista nato. Vide a interpretação dramática que ele dá ao próprio silêncio em relação a assuntos de extrema gravidade, como o caso (oops) Rosemary Nóvoa Noronha, amiga e ex-assessora de confiança, apanhada pela Polícia Federal mergulhada no oceano de corrupção da Operação Porto Seguro (que ninguém ainda entendeu direito porque recebeu tal denominação).
O Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, ameaça mas não convoca Lula imediatamente para ser ouvido sobre tantos escândalos – desde o desdobramento do mensalão até o Rosegate. Por isto, vale a pena rever o ácido comentário do historiador Marco Antônio Villa, no Jornal da Cultura de 14 de dezembro de 2012, cobrando do Ministério Público Federal uma postura clara, imediata e sem rodeios para indiciar Luiz Inácio Lula da Silva. A petralhada vai ficar ainda mais PT da vida
Agora, a versão sobre a chantagem promovida por um hacker (a serviço de sabe-se lá qual inimigo de Lula) é um indicador de que deve se intensificar o nível dos ataques ao mítico ex-presidente. O vazamento de informações sigilosas sobre o Rosegate (que Lula não tem a coragem e decência de vir a público rebater de maneira consistente e convincente) é outro forte sinal de que o mar de lama não está para Lula. Quem teve interesses econômicos contrariados por Lula agora quer a cabeça dele, custe o que custar.
Como Lula sabe que é a bola furada da vez, joga na defensiva e na dissimulação. Nestas táticas ele é um craque reconhecido transnacionalmente. Por isso, apesar da força e poder de fogo dos inimigos (ocultos para nosotros), Lula ainda tem chance de salvação. A decomposição do mito Lula já começou, mas o processo pode ser tão lento que nem acabe percebido pela maioria que o idolatra e lhe empresta votos a cada dois anos no cassino eleitoral tupiniquim.
Lula deve milhões de explicações. Mas não há nada que outros milhões de dólares acumulados ao longo da vida pública deixem de financiar para assegurar uma impunidade ampla, geral e irrestrita. Ou será que há?
007 já nos ensinou que nem os diamantes são eternos... Quem lida com diamantes sabe muito bem disto. Será que Lula sabe? Ou acabará vítima da espionagem de algum James Bond contratado para detoná-lo
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
BRASIL, a Venezuela do amanhã.
Chávez, talvez morto, vai continuar a presidir a Venezuela. Por que motivo? Porque lá não existe mais oposição que consiga confrontar a ditadura bolivariana. O Legislativo rasgou a Constituição e concedeu ao presidente reeleito o tempo que ele necessitar para restabelecimento, mesmo que ninguém saiba se ele está vivo ou morto, pois foi levado a outro país para tratamento. Hoje à tarde, a Suprema Corte também decidirá a favor do golpe, já que é composta majoritariamente por chavistas. E a imprensa? Amordaçada, censurada, perseguida, submetida a intervenções quase diárias para pronunciamentos oficialistas. Mas o que isso tem a ver com o Brasil?
O representante oficial do Brasil, o petista fundador Marco Aurélio Garcia, foi até Cuba participar de uma reunião sobre a Venezuela. E de lá veio com a decisão de que o mesmo Brasil que expulsou o Paraguai do Mercosul vai apoiar o golpe venezuelano. Uma vergonha que expressa o risco que corre a nossa frágil democracia. Temos aqui, ainda, uma base parlamentar que não se submete completamente ao governo petista e, agora, bolivariano e golpista. Temos aqui, ainda, um STF que surpreendeu o país no julgamento do Mensalão, a maioria indicada pelo PT, mas com alguns membros votando com independência e isenção. Fazendo Justiça com letra maiúscula. Mas os riscos persistem e são cada vez maiores. Aparelhamento do STF e censura à imprensa pela famosa Lei de Meios, tão desejada pela esquerda, despontam como as mais sérias ameaças.
Se Rosa Weber e Luiz Fux votassem como Lewandowaski e Toffoli, o Mensalão nunca teria existido. José Dirceu estaria absolvido e sairia candidato em 2014. João Paulo Cunha seria prefeito de Osasco. E por aí vai. O maior risco, hoje, é que o PT emplaque novos ministros no STF que toffolizem e lewandowskizem as decisões, aparelhando a última instância da democracia. Estes ministros são indicados pela Presidência da República, mas aprovados pelo plenário do Senado, onde há franca maioria governista. Por isto, Santa Rosa e São Luiz! Entraram para a História.
Não há como negar o papel da Imprensa na defesa do Estado de Direito no país. Mesmo com exagerado adesismo de alguns, os maiores veículos de comunicação têm convergido para a defesa dos pilares da nossa democracia. Isto ficou claro no julgamento do Mensalão. Por isso, a insistência petista em aprovar uma lei que tire a independência da mídia e que esvazie o poder dos grandes grupos, os quais são muito mais difíceis de comprar do que pequenos veículos de comunicação. A Veja, por exemplo, depende menos de 5% de publicidade estatal. A Carta Capital tem mais de 50% do seu faturamento oriundo dos cofres públicos.
Enfim, está confirmado que o desejo do PT é transformar o Brasil numa Venezuela. Isto fica claro pela vergonhosa posição brasileira diante do golpe em andamento naquele país. Dependemos de quem para impedir este avanço? Do Legislativo. É ele quem pode bloquear tanto as leis antidemocráticas quanto a nomeação de petistas de carteirinha para o STF, como é o caso de um Cardozo ou de um Adams. Mas o Legislativo acaba de aceitar o condenado Genoíno de volta e não é digno de confiança. Precisamos acordar os nossos senadores e deputados para o fato de que receberão benesses somente até o momento em que forem necessários. Depois, serão descartados. O chavismo é o sonho de consumo do governo do PT. Está aí Marco Aurélio Garcia para comprovar
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Maquiagem contábil do MANTEIGA E DA DILMA.
GOVERNO DILMA FAZ MANOBRA CONTÁBIL PARA "MOSTRAR" QUE ATINGIU A META DE SUPERÁVIT.
"OPERAÇÕES", FEITAS PELO GOVERNO DILMA, MINAM A CREDIBILIDADE DA POLÍTICA ECONÔMICA.
A "manobra contábil", feita pelo governo para cumprir a meta de superávit de 2012 DETERIORA A POLÍTICA FISCAL, MINA A CREDIBILIDADE DA POLÍTICA ECONÔMICA, E LEVANTA SUSPEITAS de que esses artifícios possam ser usados também em 2013.
Nos últimos dias, o governo publicou uma série de medidas de triangulação financeira, envolvendo o Fundo Soberano, o Fundo Fiscal de Investimento e Estabilização (FFIE), a Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para "engordar" o caixa do Tesouro em R$ 19,4 bilhões em dezembro.
A "operação" consumiu a maior parte dos recursos depositados no Fundo Fiscal de Investimentos e Estabilização (FFIE) - onde estavam aplicados os recursos do FUNDO SOBERANO DO BRASIL (FSB), que tem como objetivo: apoiar projetos estratégicos do País, ampliar a rentabilidade dos ativos financeiros mantidos pelo setor público, formar poupança pública, absorver flutuações dos ciclos econômicos e promover a internacionalização de empresas brasileiras!
Essas "OPERAÇÕES", publicadas no Diário Oficial da União desde a semana passada e ALGUMAS COM DATA RETROATIVA a 31 de dezembro de 2012, são legais, MAS NÃO SÃO LEGÍTIMAS, avalia o economista-chefe da SulAmérica, Newton Rosa.
Para ele, o GOVERNO DEVERIA ASSUMIR que teve que adotar uma política fiscal expansionista no ano passado, DEVIDO A DESACELERAÇÃO ECONÔMICA,, e que por isso NÃO PODERÁ CUMPRIR A META de superávit primário de R$ 139,8 bilhões.
“O GOVERNO ESTÁ USANDO DE ARTIFÍCIOS CONTÁBEIS para buscar um número melhor para o superávit, mais próximo da meta. MAS ISSO NÃO ESCONDE A DETERIORIZAÇÃO DA POLÍTICA FISCAL", disse Rosa.
“O USO DE MECANISMOS CONTÁBEIS É A PIOR MANEIRA DE SE FAZER SUPERÁVIT",
disse Rafael Bistafa, economista da Rosenberg Associados.
Todo esse "malabarismo contábil" está sendo bombardeado até mesmo dentro da área econômica do governo.
Além disso, ficou difícil qualquer avaliação sobre a qualidade do resultado, com influência negativa também sobre as contas públicas em 2013 e nos anos seguintes.
"O SUPERÁVIT PRIMÁRIO, QUE ESTAVA MORIBUNDO, AGORA FOI SEPULTADO", disse um integrante da equipe econômica.
Fontes:
O Estado de São Paulo, Agência Estado e Brasília em Tempo Real
domingo, 6 de janeiro de 2013
Um recado p/ Dilma.
Já fiz tudo o era possível um homem fazer; dei milhões de conselhos; já cheguei até a rezar! A fazer promessas, orações; consultei pais de santo... Cansei de dar “duplos”, de “ensinar” dona Dilma a “pilotar” este avião desgovernado chamado Brasil. Mas tudo em vão; de nada adiantou... Dona Dilma: pior do que está é impossível ficar! Chegamos ao fundo da fossa!
Minha querida “Comandante”: a senhora deve estar lembrada do que o seu criador falou, logo no início do seu primeiro ano de governo, ao ser informado que a Constituição não o permitia expulsar do país um jornalista norte-americano que publicou seu grande apreço pela famosa pinga 51. Foi quando ele, já pra lá de “bebo”, exclamou alto, para mundo inteiro ouvir: “Foda-se a Constituição!”. -- Que coisa mais feia, hein, dona Dilma?! -- Pois bem: livre-se dele antes que ele mande a senhora “se foder” também... E a senhora não merece tanto!
O Lula, dona Dilma, como a senhora está cansada de saber, é capaz de tudo; de fazer qualquer sacanagem! Está querendo agora “mandar” nos nossos pálidos ministros do STF, escolhidos a dedo por ele mesmo! Tudo por causa do tal mensalão. Lula quer ser novamente presidente! Mas sabe que se for julgado pelo mensalão, coisa que não vai demorar muito, vai acabar seus dias algemado e preso, junto aos piores bandidos... Lula é capaz de tudo, dona Dilma: até de “trepar”, de pisar no pescoço da própria mãe para subir na vida, como bem dizia o Leonel Brizola, outro grande “Ratón”, como também bem dizia o Fidel Castro, o amante espiritual das nossas alegres esquerdas.
Dona Dilma: para não me alongar muito, devo-lhe dizer algo que está me preocupando muito: há muita gente, muita gente mesmo, dizendo por aí que o povo brasileiro não pode mais se dar ao luxo de pagar caro para que os militares fiquem dentro dos quartéis, treinando para uma hipotética guerra com os “macaquitos” argentinos; ou treinando para desfiles de sete de setembro, deixando a população entregue “às baratas”, ou pior, entregue aos corruptos do seu partido...
Outros dizendo que as Forças Armadas já voltaram de há muito para os quartéis e que está na hora deles “voltarem novamente”... Que não é possível mais aceitar que eles fiquem “na sombra e água fresca”, assistindo o circo pegar fogo e desejando que tudo “se foda”. Já estão querendo, igualzinho como aconteceu em 64, a nossa volta (que Deus nos livre...) para por um pouco de ordem nesta verdadeira esculhambação; nesta verdadeira orgia que virou o Brasil... Veja a que ponto nós chegamos! É por isso que eu lhe digo: -- Por favor, se cuide, dona Dilma, pois já vejo ao longe a “Ira de Lampião”!
Lício Maciel é Coronel Reformado do EB. http://velha-aguia.blogspot.com.br
Uma bóia p/ o Apedeuta.
Um pequeno e próspero empreiteiro de obras, que tem talento para cantor sertanejo e não ingere uma gota de álcool, aproveitou a festa de revellion em um hotel na Costa do Sol para contar causos curiosos de sua vida. Um deles foi a experiência dramática com uma imensa bóia de câmara de ar de trator, durante um fim de semana com amigos de praia. O relato serviria de alegoria sobre a conjuntura político-econômica do Brasil Capimunista, sob gestão da turma da Republiqueta Sindicalista e seus parceiros no Governo do Crime Organizado.
O empreiteiro, que não sabia nadar, sentiu uma aguda dor de barriga. Sua solução imediatista foi pular para o centro da grande bóia, baixar o calção e se aliviar no azul do mar. O incauto poluidor só não imaginava o efeito colateral de sua decisão. A bosta liberada – resultado da liquefação de uma feijoada – veio totalmente à tona. Formou uma ilha dentro da imensa roda. O negócio fedeu mais ainda porque os companheiros do desarranjado resolveram, de repente, tomar o flutuante de assalto. No desespero, diante da conjuntura escatológica, todos jogaram a culpa no cabra. Na prática, pelo vexame passado, a reputação dele quase afundou no mar de sujeira.
Se Luiz Inácio Lula da Silva contasse essa mesma história – eventualmente se passada com ele – seríamos forçados a ficar com pena da vexatória situação dele. Lula é hoje um político que precisa de uma bóia de gigante, para não morrer afogado no oceano de imundices em volta dele e do seu governo que ainda não terminou. A Operação Porto Seguro da Polícia Federal revelou as relações intestinas de Lula com grandes esquemas de corrupção coordenados por sua melhor amiga e apadrinhada Rosemary Nóvoa Noronha, junto com os Irmãos Vieira (que bem poderiam ser personagens da banda maldosa-trapalhona de Walt Disney).
A revista Veja lança novas revelações bostejantes dentro da grande bóia do companheiro de Rose. Informações da agenda da “segunda-dama”, apreendida pela Polícia Federal, vêm à tona com mais fedor que a caganeira relatada no começo deste escatológico artigo. Já ficou confirmado que Rose intermediava pleitos do Banco do Brasil junto ao então Presidente Lula. O ex-vice-presidente do BB, Ricardo Oliveira, confirmou que “Rose levava as demandas instituição do banco para presidente”. Indiciada pelos crimes de formação de quadrilha, tráfico de influência e corrupção passiva, Rose teve 39 reuniões com ocupantes de altos cargos do BB, entre os anos de 2007 e 2010.
Salvo milagrosamente de ligação direta com o Mensalão, será muito difícil dissociar Lula do Rosegate – pela intimidade pública entre ambos. Pouco importa se ela era amante ou não de Lula (como insinuam amigos e inimigos do ex-Presidente). O fato objetivo é que Rose era secretária do gabinete presidencial em São Paulo e assessora de total confiança de Lula – que a apadrinhou na gestão Dilma Rousseff. Rose cuidava de assuntos importantes com Lula. Logo, se ela estava envolvida em maracutaias (como indica o inquérito da Operação Porto Seguro), fica impossível salvar Lula no meio da bóia de corrupção.
Lula não é santo, mas opera milagres. A maior parte da mídia – amestrada pelas verbas de publicidade oficial e por jogos de pressão nos bastidores – vinha silenciando sobre o Rosegate. A Veja voltou a mexer na privada relação de Lula com sua melhor amiga e super-assessora. O negócio continuará fedendo, embora o PT patrocine toda uma ação psicológica para tentar diminuir os danos contra a sagrada imagem de Lula – que continua bem na fita, principalmente entre os desinformados ou deformados pela opinião petralha. Nas redes sociais e entre os segmentos esclarecidos da sociedade brasileira, o filme de Lula está queimado. Na internet, ele é mais que filho do Brasil...
Apesar das denúncias, a blindagem de Lula só cairá se houver agravamento dos problemas na gestão da economia. O timoneiro dele e dos grandes negócios petistas, o ministro Guido Mantega, sofre do mesmo desarranjo intestinal do rapaz da grande bóia. Investidores internacionais (principalmente os contrariados com os prejuízos gerados pelas ordens de Mantega na Petrobrás e na Eletrobrás) cada vez vociferam mais alto contra o Ministro da Fazenda que já está na roça (como se diz na gíria caipira). Atirar em Mantega significa atingir Lula mortalmente. O tiroteio tende a se intensificar nos próximos dias.
O cagaço é geral. Ainda mais com a recente denúncia feita pelo deputado federal Miro Teixeira de que existe uma rede de escutas ilegais contra membros do governo Dilma Rousseff e grandes empresários que fazem negócios com a máquina federal. O que ninguém está revelando é que a arapongagem é promovida por empresas transnacionais de segurança e inteligência. Elas são contratadas pelos maiores investidores internacionais que estão com interesses de negócios contrariados pela petralhada. Os prejudicados ou lesados sabem dar o troco em quem os prejudica. Usando formas legais ou ilegais. O jogo de poder econômico não tem regras limpas em seus bastidores.
Imagina se os arapongas transnacionais revelarem que a Doutora Rose torrou R$ 9 mil em compras no luxuoso Shopping Iguatemi, em São Paulo, nas vésperas do Natal deste ano, como se nada tivesse acontecido e a vida estivesse mais que bela para ela?
O negócio para Lula é se agarrar na bóia. Mas é preciso tomar cuidado porque muita cagada já foi e ainda está por ser feita por aqueles que perderam completamente a noção de como se portar na vida pública – sem imitar o que se faz na privada...
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Gurgel deverá pedir bloqueio dos rendimentos de GENOINO.
O
Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, deverá pedir o bloqueio judicial
dos salários do novo deputado José Genoíno Neto. Os proventos de R$ 26.723,13 e
a verba extra de R$ 34.200 aos quais Genoíno têm direito mensalmente seriam
arrestados para o pagamento da multa de R$ 468 mil da Ação Penal 470, onde ele
foi condenado a 6 anos e 11 meses de prisão em regime semi-aberto por crimes de
formação de quadrilha e corrupção ativa.
Genoíno
pode tomar posse porque o julgamento do mensalão ainda não “transitou em
julgado” e cabem recursos. A posse dele e de outros 13 parlamentares aconteceu a
portas fechadas na presidência da Câmara em recesso. Genoíno sabe que é
candidato a sair pela porta dos fundos do parlamento diretamente para a cela de
um presídio, assim que não couberem mais recursos ao STF – que já decidiu que os
parlamentares condenados em ação penal terão seus mandatos cassados
automaticamente após a publicação da sentença.
Mas
Genoíno prefere aproveitar o “direito que tem” para continuar influindo no
processo político: “Me sinto confortável porque estou seguindo as normas da
democracia e da Constituição do meu país. Além do mais, eu fui eleito em 2010,
quando começou esta campanha condenatória. Eu respeito esta Constituição, lutei
por ela e participei da elaboração e da votação. E quem respeita,
cumpre".
Genoíno
terá grande influência enquanto estiver no mandato herdado de Carlinhos Almeida
(PT-SP), empossado prefeito de São José dos Campos (SP). O irmão de Genoíno,
José Nobre Guimarães (PT-CE), foi escolhido como o líder da bancada do partido
na Câmara. Guimarães é o mesmo que teve um assessor flagrado com US$ 100 mil
dólares na cueca, em 2005. Guimarães também teve o nome citado, em novembro, nas
conversas grampeadas pela Polícia Federal na Operação Águas Claras – na qual 18
pessoas foram presas por suspeitas de fraude em licitações em quatro estados e
no Distrito Federal.
Os
irmãos Genoíno e Guimarães vão colaborar, ainda mais, para o desgaste de imagem
do Partido dos Trabalhadores. Se isto é bom ou ruim, o tempo vai revelar.
Enquanto isto, o cidadão-eleitor-contribuinte brasileiro é submetido à tortura
psicológica de aguentar tamanha falta de ética, honestidade e postura cívica no
maravilhoso e muito bem remunerado mundo dos políticos profissionais – que se
comportam como amadores da verdadeira democracia.
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