quinta-feira, 28 de março de 2013

Governo Dilma está destruindo a PETROBRÁS.

Brasília - O que deveria ser uma bonança de petróleo virou uma nuvem de incertezas. A produção de petróleo do Brasil está caindo. Até mesmo a indústria de etanol do país, uma vez modelo de energia renovável invejado, teve de importar dos Estados Unidos. Cinco anos se passaram desde a descoberta do pré-sal pela Petrobras – um trunfo para o país se posicionar entre as principais companhias do mundo. Mas hoje temos uma outra realidade: a gigante Petrobras, conhecida por sua força, não consegue acompanhar as demandas de crescimento de energia do país. A Petrobras enfrenta uma dívida que só cresce, grandes projetos estão atolados em atrasos e campos mais antigos, antes prodígios, produzem cada vez menos petróleo. Em vez de simbolizar a ascensão do Brasil como uma potência mundial, a Petrobras incorpora a lentidão da economia brasileira. Até pouquíssimo tempo, a Petrobras era a segunda em valor para a ExxonMobil (empresa multinacional de petróleo e gás dos Estados Unidos). Contudo, suas fortunas caíram a ponto de valer menos do que a companhia nacional de petróleo da Colômbia! O debate está cada vez mais amargo para Dilma Rousseff, que usa a Petrobras para combater a inflação, que volta a assombrar a população brasileira, e a desaceleração da economia do país. Para Adriano Pires, consultor de energia, “A Petrobras, antes, era indestrutível. Hoje, não é mais o caso. A Petrobras é hoje uma ferramenta de curto prazo para a política brasileira, usada para proteger a indústria nacional da concorrência e combater a inflação. Se este processo for mantido, o resultado será desastroso.” Analistas de energia afirmam que o governo está usando a Petrobras para promover seus próprios objetivos políticos. A administração de Dilma, por exemplo, tem lavradas às medidas destinadas a relançar a indústria de construção naval do país, exigindo a Petrobras a comprar muitos de seus navios e plataformas de petróleo a partir de estaleiros brasileiros. Até a revista Exame, descrevendo a acumulação de problemas da Petrobras acusou o governo de “destruir a maior empresa do Brasil”. O sentimento, não só no país, é de desânimo. E este desânimo reflete, pelo menos em parte, a estatura da Petrobras.

Farinha do mesmo SACO.

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quarta-feira, 27 de março de 2013

Pai do Mensalão quer que financiamento PRIVADO seja crime INAFIANÇAVEL

Ao tratar de reforma política em debate nesta terça-feira (26), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que o financiamento privado de campanha se torne "crime inafiançável". "Nós precisamos de uma reforma política. Eu sou defensor do financiamento público de campanha como forma de moralizar a política. E mais ainda, eu acho que não só se deveria aprovar o financiamento público de campanha como tornar crime inafiançável o financiamento privado", defendeu o ex-presidente. Lula ressaltou a dificuldade de uma reforma política ser aprovada porque, segundo ele, aqueles que estão no Congresso querem manter o status quo. O ex-presidente também defendeu o fortalecimento dos partidos políticos e criticou as legendas de aluguel "por vender espaço na TV e negociar no Congresso". "Partido tem de ser uma parte representativa de uma parte da sociedade", disse. (Folha Poder)

terça-feira, 26 de março de 2013

Investidores da PTrobrás querem a cabeça do SENHOR X.

Exclusivo - Almir Gulherme Barbassa, diretor financeiro da Petrobrás e considerado por muitos o “verdadeiro gestor da empresa”, corre o risco de ser implodido pela presidente da companhia, Maria das Graças Foster, caso avance um Inquérito Administrativo em andamento na Comissão de Valores Mobiliários – órgão cujo slogan é proteger quem investe no futuro do Brasil no mercado acionário. Graça Foster já recebeu de assessores um dossiê sobre o caso e já avalia a hora de substituir Barbassa. O que Graça fizer tem o apoio da sua melhor amiga, a Presidenta Dilma Rousseff, que não engolia o super-poder de Barbassa quando presidia o Conselho de Administração da Petrobrás na Era Lula. O caso Barbassa, que pode gerar tensão entre Dilma e Lula, será sacramentado na próxima Assembléia Geral da Petrobrás, em abril. Responsável pela rolagem diária das dívidas da Petrobrás junto a grandes bancos internacionais, para fazer caixa, Barbassa só não foi ainda detonado porque tem padrinhos fortes: o ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente da Petrobrás e amigo de Lula, José Sérgio Gabrieli, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que também preside o Conselho de Administração da Petrobrás. A CVM investiga, em sigilo, denúncias de investidores sobre os motivos que estariam por trás da decisão da Petrobrás em não recomprar ações após a “maior capitalização do mundo”, em setembro de 2010, que injetou R$ 120 bilhões no caixa da estatal de economia, com emissão de 4 bilhões de ações, para prometidos investimentos no pré-sal. A CVM também fica obrigada a apurar a suspeita de que a Petrobrás aplicou em ativos proibidos, via fundo exclusivo em vez de fazer a recompra prevista de ações. Nesse mesmo rolo, que parece uma bomba difícil de ser desarmada, a CVM também investiga, dentro do mais alto sigilo, qual a relação de Almir Barbassa e do membro do Conselho Fiscal da estatal, Nelson Rocha Augusto, com as bilionárias aplicações mensais em vários fundos multimercado. Os alvos são os Fundos BB Milênio 6 (do Banco do Brasil) e o Santander Vênus e Marte, além de outros sequer identificado por investidores. A CVM nega acesso aos processos PAS CVM RJ 15/06 e RJ 2010/9547. Os processos têm relação direta com outros dois: CVM RJ 2011-5450 e CVM RJ 2012-3836. No caso do Fundo Vênus, surge outro problema político, pois mexe com o Santander. Ele foi criado na época em que o banco era presidido por Fábio Coletti Barbosa, que, por mera coincidência, fazia parte do Conselho de Administração da Petrobrás, como “representante dos acionistas minoritários. Fábio Barbosa também era o perito financeiro, e conselheiro da BR Distribuidora e da PFICO (Petrobrás International Finance Co). Curiosamente, era Almir Barbassa quem presidia as duas subsidiárias da empresa. Investidores recordam que o Santander e o Itaú eram os bancos credenciados para fazer a recompra de ações pós-capitalização. Também por coincidência, o ex-presidente da Petrobrás na gestão Lula, José Sérgio Gabrielli, foi parar no Conselho de Administração da Itausa – a holding que controla o Itaú-Unibanco. O negócio fica ainda mais complicado se forem investigados, profundamente, os fundos convergentes com o BB Milênio. Investidores sugerem que a CVM faça um estudo aprofundado sobre o Banco do Brasil BBDTVM e suas subsidiárias BBDTVM EUA e BBDTVM Londres. Todas são presididas por Nelson Rocha Augusto – que atua no Conselho Fiscal da Petrobrás há mais de 10 anos. Augusto é considerado homem de confiança do ex-ministro Antônio Palocci Filho – que hoje anda bastante sumido do noticiário... Investidores vão mais fundo na questão dos fundos. Recomendam à CVM que apure a rentabilidade no ano de 2007 de todos os fundos associados ao BB Milênio 6. A intenção é descobrir se a Petrobrás e o fundo de pensão de seus empregados, a Petros, aplicaram em ativos proibidos via fundos exclusivos multimercado. Investidores suspeitam que haja conflito de interesses nas operações internacionais da Petrobrás e suas subsidiárias. Daí vem a insistente ira contra Almir Barbassa – que comandava pessoalmente todos os negócios, até surgir a informação de que agora é Graça Foster quem manda na área internacional da Petrobrás. Será mesmo? Um outro caso grave pode virar processo na CVM ou se transformar em pesada ação em tribunais internacionais, principalmente no de Nova York. Trata-se da revelação de que lobistas (se passando por membros do alto escalão do governo Lula-Dilma e por supostos assessores da direção da Petrobrás) tentaram auferir vantagens indevidas na formação de parcerias para explorar o pré-sal. Segundo empresários do setor de óleo & gás, também pequenos acionistas da Petrobrás, lhes foram oferecidas participações em empreendimentos, com uma condição considerada incomum e mafiosa: “cinco por cento deve ter a participação do Senhor X”. Os investidores internacionais não falam abertamente. Mas afirmam ter uma ideia bem concreta de quem seria o tal “Senhor X” em nome do qual lobistas condicionavam a participação nos futuros empreendimentos, para que tudo fosse viabilizado. Investidores confidenciam que o grupo do “Senhor X” também sugeria que a joint venture para o promissor negócio no pré-sal também deveria contar com a participação de uma petrolífera europeia que já é parceira da Petrobrás em vários campos de exploração fora do pré-sal. Sabe-se que pelo menos dois altos dirigentes do PT têm íntimas relações com tal empresa, na qual a família do “Senhor X” também teria uma participação acionária dispersa, inferior a 4%, para não chamar a atenção do mercado. Os investidores já deixam claro que o “Senhor X” não é Eike Batista – que também tem empresa petrolífera e que gosta de usar a letra X em seus negócios. O “Senhor X” é um personagem com influência direta no governo brasileiro, ditando regras na Petrobrás desde a gestão de José Sérgio Gabrielli. Por isso, os investidores preparam ações judiciais para que seja feita uma auditoria independente em todos os contratos da estatal – principalmente naqueles ligados ao pré-sal. Além das suspeitas de superfaturamento, prejudicando o caixa da companhia e seus resultados, uma investigação sobre empresas parceiras pode revelar como funciona o grupo do “Senhor X”. Um investidor ouvido pelo Alerta Total garante que se trata de um esquema de “delinquência generalizada” mexendo com um volume muito maior de dinheiro que o famoso escândalo do Mensalão que condenou a cúpula petista. Por isso, investidores sugerem que um dos alvos da auditoria internacional, feita a pedido da Justiça de Nova York, seja a PFICo (Petrobras International Finance Co) que é uma das grandes caixas-pretas no sistema Petrobrás. Antes que um escândalo maior estoure e saia do controle, começa uma operação “amansa investidor” na Petrobrás. A empresa acena com a possibilidade de ceder espaço, de verdade, para os acionistas minoritários elegerem seu legítimo representante para o Conselho de Administração, na próxima Assembléia Geral Ordinária, em abril. Acena-se para os donos de ações ordinárias a indicação de Mauro Rodrigues da Cunha, presidente da Associação de Investidores do Mercado de Capitais (Amec). Mas quem tem ações preferenciais terá de continuar a ser representado pelo empresário Jorge Gerdau Johannpeter – dono do grupo siderúrgico Gerdau – por imposição do acionista majoritário, o governo federal. Os problemas na Petrobrás podem sobrar para Lula. Os acionistas querem responsabilizá-lo pela propaganda enganosa sobre “a Arábia Saudita em que o Brasil se transformaria, em breve, com a exploração de petróleo e gás de alta qualidade na camada pré-sal”.

Protejam o PAPA.

A América Latina foi massacrada, por décadas, pela TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO, rito pagão, que sob a falsa promessa do Paraíso na Terra, pratica a tirania, o terrorismo, a guerrilha, a discriminação social, a violência e o crime, sufocando a fé. Com a queda do Muro de Berlim em 1989 e, subsequente, esboroamento do Comunismo na Europa Oriental, dezenas de grupos terroristas e partidos comunistas latino-americanos (FARC, SENDERO, TUPAC, MST, PT, PCB, PCdoB e etc) com o apoio de Cuba, reuniram-se, em São Paulo em 1990, no antigo Hotel Danúbio, e fundaram o FORO DE SÃO PAULO, sob a presidência de Fidel Castro. Rapidamente, o Foro se imbricou com os militantes da Teologia da Libertação, para tentar criar a URSAL (União das Repúblicas Socialistas da América Latina). A exemplo do que ocorreu com o próprio Lênin, o Foro de São Paulo, fortalecido com a falsa mística da Teologia da Libertação, também é financiado pela Banca Internacional, a partir da City de Londres. O capital internacional e a mística do Foro de São Paulo, com sua “igreja progressista”, dominaram vários países da América Latina, elegendo seus presidentes, como: Venezuela, Brasil, Paraguai, Equador, Bolívia, Uruguai e Argentina. Quase concretizaram o projeto político do ressurgimento do comunismo internacional. O materialismo da Teologia da Libertação solapou a fé no Catolicismo, fortalecendo as religiões pentecostais, porque as pessoas professam religiões para satisfazer o espírito e não para militar politicamente. Paralelamente à desconstrução da Religião Católica Apostólica Romana nas Américas, o próprio Vaticano sofreu com divisões internas, que enfraqueceram o papado. A Igreja Católica perdeu a isenção fiscal na Europa, fato que causou déficits no Estado do Vaticano, cuja saúde financeira é essencial para evangelização. Na América Latina, apesar de enfrentar evasão de crentes, a Igreja Católica, ainda goza de isenção fiscal e, caso único, é a religião oficial do Estado, na Argentina. Cristina Kirchner, membro do Foro de São Paulo, aliada de Chaves, Lula, Hugo, Fidel Castro e outros, sentindo o obstáculo aos seus projetos, representado pelas posições corretas e firmes do Cardeal Jorge Bergoglio, tentou excluir a Igreja Católica da Constituição Argentina, fato que seria “um passo adiante”, no projeto de enfraquecimento da fé Católica e consequente avanço da tirania Comunista na América Latina. De forma iluminada, o Papa Bento XVI, arquitetou a Reconquista das Américas pela fé, fortalecendo, ao mesmo tempo, o Papado, o Vaticano e a Religião Católica. Magnânimo, renunciou à chefia da Igreja e apoiou a eleição do Cardeal argentino, o jesuíta Jorge Bergoglio, homem de fé verdadeira e de passado e vida exemplares. A Companhia de Jesus, a qual pertence o Papa Francisco, é a ordem religiosa mais forte e disciplinada do Catolicismo, que promoveu a Evangelização das Américas e do Mundo. São os Fundadores da cidade São Paulo, com Nóbrega e Anchieta. A eleição de Francisco, o jesuíta, fortaleceu, ao mesmo tempo, o Papado, o Estado do Vaticano e a fé Católica Apostólica Romana, nas Américas e no mundo. A partir da Argentina, a eleição do Papa Francisco já promoveu a Reconquista das Américas pela fé, asfixiando a Teologia da Libertação e o poder político do Foro de São Paulo. A fé é instrumento do bem e embasa o progresso humano, consubstanciando o alicerce para desenvolvimento político, social, humano, econômico e, para o aprimoramento institucional dos países. Porém, a Reconquista das Américas pela fé de Francisco, contraria os interesses político-econômicos e ideológicos do Foro de São Paulo e de seus militantes, que certamente reagirão à evidente perda de poder. O passado terrorista deles acrescenta um componente de alto risco para os objetivos da fé. Além disso, a eleição do Papa Francisco, contraria os interesses dos Financistas da City, a quem serve o Foro de São Paulo, como facilitador de seus projetos de poder e exploração dos povos. Todos esses fatores apontam para o Risco de violência contra a figura Central do Processo de Reconquista da Fé Católica: o Papa Francisco. Por tudo isso, é de suma importância, que as Forças de Segurança se antecipem, para garantir a incolumidade do Papa Francisco, mormente, em sua próxima visita ao Brasil, para o Congresso Mundial da Juventude, que será a Apoteose da Reconquista da Fé Católica nas Américas. Não se pode esquecer, que o Papa João Paulo II, que contrariou o Comunismo Soviético, foi alvo de atentado, que quase lhe custou a vida. Caso ocorra a tragédia de um atentado contra o Papa Francisco, todo o desenvolvimento humano, que ele já está promovendo, será prejudicado, inviabilizando, não só o fortalecimento da fé Católica, mas todo aprimoramento institucional, que a Reconquista da fé certamente ensejará. Para impedir, que a “Idade das Trevas” prevaleça, sobre a luz, é fundamental a Segurança do Papa Francisco e de tudo o que ele representa, para o Brasil, as Américas e o mundo. Antônio José Ribas Paiva é Presidente da Associação dos Usuários de Serviços Públicos.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Poderosos compram Tudo, até a nossa HONESTA JUSTIÇA.

Não posso citar nomes, não posso citar fatos com precisão para não correr o risco de ser processado por gente poderosa. Posso, no entanto, falar por suposição, por hipótese, e assim fazer com que outras pessoas compartilhem comigo em pensamento coisas que não posso garantir serem verdadeiras, apesar das informações verdadeiras que tenho sobre o caso. Imaginem uma família poderosa, amiga de outra família poderosa virem seus filhos envolvidos num acidente automobilístico criminoso onde os filhos de outras famílias não poderosas morreram. Imaginem provas cabais serem destruídas, imaginem perícias serem alteradas, imaginem as famílias poderosas influenciando a justiça e fazendo tantas outras coisas ilegais, imorais e sórdidas para proteger os filhos culpados pelo acidente. Imaginem os filhos dos poderosos serem flagrados alcoolizados com provas testemunhais e laboratoriais. Imaginem a pressão para que a pessoa, médica, responsável pelo atestado do alcoolismo sofreu para mudar o resultado e, apesar de toda a pressão, não tenha mudado. Imaginem, por último, depois de todo o escândalo do Evangélico, em pleno Tribunal do Júri, no julgamento dos filhinhos dos poderosos, o advogado de defesa dos réus brandir a prova do atestado de alcoolismo anexada ao processo: “Excelência, doutor juiz, senhores promotores, senhoras e senhores: Dentre tantas provas tentando incriminar os réus, restou uma que pode levá-los à condenação por crime doloso: é a prova de que eles estavam embriagados no ato que culminou com a morte de dois outros jovens. Essa prova é um atestado de laboratório assinado por um médico. Esse atestado é que pode ser a peça fundamental do processo para julgá-los por crime doloso. Excelência, promotores, senhoras e senhores, toda a confiança, credibilidade, responsabilidade e ética é o que se exige de quem assina um atestado como esse. Agora, excelência, promotores, senhoras e senhores, sabem os senhores quem assina esse atestado, sabem quem teve a autoridade para assinar esse atestado? Qual é a pessoa, médica, autoridade eticamente responsável, de fé pública, de confiança e competência que assina esse atestado senhores? É inacreditável, mas a pessoa que assinou esse atestado é a doutora chefe da UTI do Hospital Evangélico, presa durante uma investigação sobre mortes induzidas no referido hospital. É a doutora Virgínia Soares de Souza.” Não será isso estarrecedor? Pois é, isso é muito mais do que uma ironia. A desmoralização da doutora Virgínia não será um prato cheio para a defesa dos filhinhos dos poderosos? O que acabam de ler não é uma teoria da conspiração, é apenas uma suposição. S

PT perde na MAÇONARIA.

Derrota do PT na Maçonaria Marcos José da Silva foi reeleito Soberano Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil. O Senador Mozarildo Cavalcanti ficou em segundo lugar na eleição para o “presidente” da maior potência maçônica do Brasil. Quem perdeu feio – e ficou PT da vida – foi o advogado sindical Benedito Balouk, ligado ao PDT, que os petistas gostariam de ver comandando a Maçonaria, para tentar aparelhá-la...

sexta-feira, 22 de março de 2013

Mais rebaixamento.

O governo acendeu ontem o sinal ultravioleta com suas estatais de economia mista. Depois do rebaixamento nas classificações de risco de BNDES, Caixa e BNDESpar, o time de Dilma teme novas surpresas desagradáveis. Os próximos alvos de agências internacionais de risco podem ser a Petrobrás, a Eletrobrás e, para desespero ainda maior da equipe de Guido Mantega, o Banco do Brasil.

Câncer de LULA progride para o pulmão.

Exclusivo - O ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva volta a ter graves problemas de saúde. Semana passada, na quinta e no sábado, sempre no meio de madrugada e dentro de uma ambulância bem equipada, Lula fez duas idas de emergência ao Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. O problema dele agora é um nódulo no pulmão. O novo câncer pode ser uma metástase ocorrida a partir do enorme tumor na laringe – que a equipe do médico Roberto Kalil garantiu ter curado completamente com químio e radioterapia, sem necessidade de cirurgia, no ano passado. A despeito da enfermidade gravíssima, Lula segue com seu ritmo frenético de viagens, em jatinhos de empreiteiras, para articulações de negócios. O ambiente gelado dos voos, e as alterações de pressão no sobe e desce, podem agravar seu quadro - que requer cuidados extremos, principalmente para quem fumou, muito, a vida inteira. Além disso, Lula tem se desgastado com a situação grave da política econômica, principalmente com a instabilidade de seu afilhado Guido Mantega, programado para deixar o Ministério da Fazenda assim que a conjuntura permitir. Problemas políticos na Petrobrás também mexem com o emocional de Lula, com reflexos diretos em sua saúde. A recente perda do grande amigo Hugo Chávez – que ainda sequer foi sepultado, só confirmando a farsa do boneco de cera de um corpo que sequer foi embalsamado – pode ter mexido com o emocional de Lula, provocando uma queda de sua imunidade. No pós-tratamento ao câncer de laringe, Lula ainda é obrigado a tomar medicamentos a base de corticóide, para evitar qualque evolução de células cancerígenas. O problema é que tais remédios causam inchaços no corpo, por reterem líquido, e ainda têm como efeito colateral o cansaço. A área de inteligência do Exército já sabe do novo problema de Lula - que é guardado como segredo a sete chaves. A informação vazou de médicos e funcionários do hospital. Um dirigente de uma grande transnacional da área de saúde, que tem relações muito próximas com a área militar de inteligência, confirmou a triste informação classificada de 1-A-1. Uma advertência No Brasil, tem-se a cultura esquisita de tratar de graves casos médicos como “tema tabu” – que a imprensa sempre abafa conforme as conveniências. Pode ser que o novo problema de Lula, a partir do vazamento de agora, gere uma pronta resposta de seus médicos – que foram forçados pelas circunstâncias a agir com a máxima transparência no tratamento do problema na laringe.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Conluio entre JUIZES e ADVOGADOS.

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CAIXA, BNDES foram rebaixados por agência INTERNACIONAL.

A Caixa foi uma das financiadoras da fracassada e atrasada obra – orçada em R$ 27 milhões. Por essa e outras, torrando dinheiro público em negócios pretensamente sociais e sem qualidade, que a Caixa, o BNDES e a BNDESpar foram rebaixadas pela Agência Moody`s. Agora, o motivo foi “a deterioração na qualidade de crédito intrínseca dos bancos” e o apoio deles às políticas anticíclicas (cheias de manipulação de grana e números) do governo Dilma

O Conto do PAC ou seria PACO???Mais dInheiro sendo TORRADO!!!

Assim deveria ser retraduzida a sigla PAC, diabólico conto do paco de um programa de aceleração do crescimento com obras superfaturadas, inconclusas e cheias de graves erros em projetos, causando prejuízos aos cofres públicos. Causa espanto a notícia de que terão de ser demolidos pelo menos dois dos 11 prédios, erguidos em Niterói pela construtora Imperial Serviços Limitada, para abrigar sobreviventes da tragédia do Morro do Bumba, dentro do demagógico programa “Minha casa, minha vida”. Enquanto a obra desanda, 268 pessoas, sendo 144 crianças, sobrevivem em meio ao lixo e sem condições de higiene em uma favela em que se transformou o glorioso 3º Batalhão de Infantaria (BI), em São Gonçalo – unidade que o empobrecido EB resolveu desativar.

Demissões na PETROBRÁS. Desemprego A VISTA.

A Petrobrás – com necessidade urgente de cortar custos – deve ser uma das primeiras a se aproveitar da decisão do Supremo Tribunal Federal que derrubou a estabilidade no emprego para funcionários de estatais e empresas de economia mista. Quando avançar em seu processo de reengenharia, a Petrobrás poderá mandar embora empregados que não aceitem cumprir funções mais pesadas – hoje a cabo de terceirizados, cujos contratos serão extintos em sua maioria. O programa de incentivo a aposentadorias está quase pronto e deve anteceder a um mais drástico plano de demissões – voluntárias ou não.

Rede GLOBO CENSURA VIDEO SOBRE BBB

quarta-feira, 20 de março de 2013

Juiz é recompensado por liberar 900 mil a réu falecido.

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) decidiu, em sessão nesta terça-feira (19), aposentar compulsoriamente o juiz João Borges de Sousa Filho, que era responsável pela 2ª Vara Cível de Picos (308 km de Teresina). Entre as irregularidades apontadas no PAD (Processo Administrativo Disciplinar) está a decisão do juiz que liberou quase R$ 900 mil com base na "assinatura" de um réu já falecido na data do documento apresentado. A definição do CNJ refaz a decisão estadual do TJ-PI (Tribunal de Justiça do Piauí), que havia arquivado, em 2011, o processo contra o magistrado. O pedido de revisão ao CNJ foi feito pela promotoria de Justiça de Picos. Em uma das liminares concedidas pelo juiz, e questionadas pelo CNJ, o beneficiário de R$ 895 mil foi uma pessoa já falecida. Segundo o processo, o réu na ação já "havia falecido anos antes do próprio documento que ele teria eventualmente assinado e que fundamentava o pedido de cautelar". O relator do caso, conselheiro Tourinho Neto, citou outras irregularidades cometidas pelo juiz. Outro caso mostra que o então magistrado liberou R$ 139 mil em uma ação cautelar de arresto (quando um bem é retirado da garantia) sem a devida caução, sem citação da parte e com documentos falsos incluídos nos autos. "O magistrado não nenhuma medida para combater as irregularidades nem sequer oficiou ao Ministério Público, à Polícia ou à OAB", disse Tourinho Neto, classificando a atuação do magistrado como "negligente". Nas duas ações questionadas no caso, haveria documentos e informações falsas nos autos, além outras falhas processuais. Outro ponto questionado pelo CNJ é que, apesar de tramitar em Picos, nenhuma das ações, advogados, autores ou requeridos eram residentes na cidade. Apesar de apontar as irregularidades, o relator apresentou voto pedindo apenas a advertência ao juiz. Porém, diante das gravidades das denúncias, todos os demais conselheiros decidiram pela aposentadoria compulsória, que é a maior punição administrativa ao juiz. Outro lado A reportagem do UOL tentou localizar João Borges, mas a Justiça não informou os telefones do juiz. Como o caso correu de forma sigilosa, o acompanhamento processual do CNJ não informa o nome do advogado do magistrado. Em entrevista à imprensa piauiense, em fevereiro de 2012, o juiz alegou inocência e explicou que, no caso do valor destinado ao réu morto, determinou o estorno do valor, e não houve o pagamento irregular. Aposentadoria é a pena mais alta Segundo o juiz e professor titular da cadeira de Direito Criminal da Universidade Federal de Alagoas, Alberto Jorge Correia de Barros Lima, a aposentadoria é a pena administrativa mais alta possível a um juiz, que ainda pode recorrer da decisão ao CNJ no STF (Supremo Tribunal Federal). Mesmo aposentado, porém, ele continua recendo o salário, que no Piauí varia de R$ 19.643,95 (juiz substituto) a R$ 22.911,74 (juiz de entrância final). "Mas essa aposentadoria é uma pena, pois ele é expurgado do cargo. Além disso, a aposentadoria é proporcional ao tempo de serviço. Ele pagou a previdência e vai receber por aquilo que contribuiu. Se tiver mais de 35 anos de contribuição, vai ser integral. Mas se tiver um ano apenas, está perdido", disse, complementando que existem cinco tipos de penas aos magistrados: "Ele pode ter advertência, censura, remoção compulsória, indisponibilidade temporária e a aposentadoria". Lima ainda informou que ao contrário do que muitos imaginam, um juiz pode, sim, ser demitido do cargo e perder o benefício da aposentadoria. "A Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman) prevê que um magistrado pode perder completamente o cargo e não receber nada, caso ele seja processado criminalmente. Se for condenado, ele perde o cargo, a aposentadoria, tudo. Mas apenas administrativamente isso não pode ocorrer", disse. Declarações polêmicas Durante a sessão que analisava o caso do magistrado do Piauí, o presidente do CNJ, Joaquim Barbosa, criticou o que chamou de "conluio entre juízes e advogados", afirmando que é o "que há de mais pernicioso" no judiciário brasileiro. "Sabemos que há decisões graciosas, condescendentes e fora das regras", informou, citando o exemplo piauiense. A fala de Barbosa teve repercussão rápida e gerou críticas de dirigentes de associações de magistrados. Nino Toldo, presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, disse que "os códigos de ética da magistratura não proíbem a amizade com advogados. O juiz não faz voto de isolamento social. É um exagero superdimensionar as situações pontuais". O presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, Renato Sant'Anna, disse que "esse tipo de acusação genérica não é compatível com um membro do Judiciário. Se existe irregularidade, é preciso apontar quem, onde e quando". Henrique Calandra, presidente da Associação dos Magistrados do Brasil, disse que "o comportamento dos juízes é reto, e os casos que chegam ao CNJ são exceções". (Com informações da "Folha de S.Paulo") comentário: Isso é um prêmio para esse JUIZ TOGADO BANDIDO, e como ele existem milhares espalhados vendendo sentenças, e o contribuinte (todos nós) ainda somos OBRIGADOS a pagar os salários desses VAGABUNDOS por toda a VIDA. ISTO É UMA ABERRAÇÃO. ESTE É UM PAÍS DE TOLOS. e ainda são PROTEGIDOS "seu processo corre em segredo), deveria sim ser ESTAMPADO a foto desse VAGABUNDO em todos os meios de COMUNICAÇÃO. A

Deputado desinfeta cadeira de PETISTA.

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Efeito dominó.

Os mercados financeiros mundiais voltaram seu foco para uma pequena ilha no mar Mediterrâneo, ao sul da Turquia: o Chipre. Membro da União Europeia, é o quinto país a buscar ajuda financeira da zona do euro na crise da dívida do bloco --depois de Grécia, Irlanda, Portugal e Espanha. Em crise, o país fechou um acordo polêmico com representantes da zona do euro e do Fundo Monetário Internacional (FMI) para um plano de resgate de 10 bilhões de euros. Porém, em contrapartida, pode ter de confiscar parte do dinheiro depositado nas contas bancárias no país. Segundo a primeira versão do acordo, que ainda pode ser alterada, os correntistas com mais de 100 mil euros (cerca de R$ 257.800) no banco pagariam um imposto de 9,9%, enquanto os que possuem menos de 100 mil euros pagariam 6,75% de imposto. Por exemplo, uma pessoa com 20 mil euros no banco, teria 1,350 euros abocanhados pelo governo cipriota. Já um correntista com 200 mil euros, "pagaria" 19.800 euros. Com essa taxa, o país conseguiria mais 5,8 bilhões de euros para seu resgate. Apesar de a economia do Chipre representar apenas 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro, os mercados temem que medidas semelhantes abram precedentes e sejam tomadas em países maiores, como Espanha, onde o sistema bancário também está frágil. comentário: No Brasil já houve o CONFISCO DISFARÇADO, com essa alta carga TRIBUTÁRIA que pagamos. ex: em uma garrafa de vinho o contribuinte paga ao governo cerca de 45% só de IMPOSTOS. Quando a D.Dilma anuncia IMPOSTO ZERO na cesta básica ela poderia estender esse beneficio como o GOVERNO faz na linha de AUTOMOVEIS, ao povo...mas como os CORRUPTOS iriam ficar????sem dinheiro ????NÃO PODEMOS ESQUECER que nós CONTRIBUINTES somos o COMBUSTIVEL que eles PRECISAM para fazer girar a USINA DA CORRUPÇÃO, DA INEFICIENCIA na SAÚDE, EDUCAÇÃO, SEGURANÇA etc...

terça-feira, 19 de março de 2013

Ministério Público OMISSO!!!!

A presidenta Dilma Rousseff e seu futuro-provável candidato a vice-presidente, Serginho Cabral, simulacro de governador do Rio de Janeiro, deveriam ser processados por crime de (ir) responsabilidade diante da incompetência em reduzir o impacto mortal das chuvas na região serrana fluminense. A incompetência gerencial da dupla Dilma-Cabral é responsável direta por pelo menos mais 18 mortes em previsíveis temporais em fim de verão. Por que Dilma não bota sua turma de aspones para acompanhar a execução de obras de contenção de encostas, orçadas em R$ 60 milhões, no sempre prometido e nunca acabado Programa de Aceleração do Crescimento – o famoso conto do PACo? Por que Sergio Cabral e os prefeitos da região serrana não cumprem a lei e o bom senso, retirando milhares de moradores de áreas de risco, antes que as tragédias aconteçam. E por que o Procurador-Geral da República ou os Procuradores estaduais de Justiça não processam os omissos pseudogestores – que nunca cumprem o dever legal, moral e funcional? Os milhões de reais, em dinheiro público para obras fundamentais, nunca chegam na hora. E quando chegam, sempre atrasados, acabam apenas fazendo a alegria dos empreiteiros e políticos. A verba termina superfaturada em termos aditivos aos contratos e o excedente acaba distribuído, de forma corrupta, nos mensalões ou nas “doações” para a próxima campanha eleitoral (festa cínico-cívica de roubalheira que temos a cada dois anos) para o cassino da urna eletrônica eleger quem pouco ou nada fará pelo interesse público, de forma muito bem remunerada. Ontem, foi patético ouvir a Presidenta Dilma dar mais uma de suas desculpas esfarrapadas diante de tragédias, diretamente do passeio em Roma para a audiência especial antes da posse do Papa Francisco. Como de costume, tentando forjar a imagem completamente falsa de “grande gerente”, Dilma prometeu medidas mais rigorosas para evitar novas vítimas nos grandes “tsunamis serranos”. Tradicionalmente defensivo, o discurso dela foi: “A nossa prevenção não estava com nenhum tipo de problema. O problema é que, muitas vezes, as pessoas não querem sair. Acho que vão ter de ser tomadas medidas mais drásticas para que as pessoas não fiquem nas regiões em que não podem ficar". No fim das contas, corrupção, demagogia, burocracia, descaso e incompetência se misturam, maleficamente, para produzir tragédias humanas previamente anunciadas no Brasil – a cada dia mais um País de Tolos. Quem resumiu muito bem a situação de sempre diante das chuvas e suas previsíveis tragédias foi o professor do Departamento de Geografia da PUC-RJ, Rogério Ribeiro de Oliveira, em entrevista ao jornal O Globo: “A obra é sempre para remendar. Para prevenir, os investimentos quase não existem. As áreas de risco recebem muito pouca atenção. Existe uma frouxidão do poder público, que só aparece quando há tragédia”. Na verdade, no Brasil, a tragédia é o suposto poder público – por trás do qual se esconde o Governo do Crime Organizado. comentário: Em Física nós temos uma Força chamada de "Força Resultante", analisando melhor em todas as estruturas do Estado, variando do Municipio ao Estados e Distrito Federal, tem-se um "Ministério Público conivente e criminoso, tal qual o governo que nos representa, são todos FARINHA DO MESMO SACO. Não processam e nem processarão GOVERNADORES, PREFEITOS E AUTORIDADES visto que eles se AUTOPROTEGEM. é um órgão CONIVENTE E OMISSO, E SUA OMISSÃO É CRIMINOSA, FAZENDO PARTE DO CRIME ORGANIZADO PAGO COM DINHEIRO DO CONTRIBUINTE. SOMENTE CABIDE DE EMPREGOS!!!! E se um CIDADÃO rasga um documento público aí SIM ees mostram a FORÇA QUE O ESTADO POSSUI contra este POBRE CIDADÃO...não é mesmo MINISTÉRIO PUBLICO????ou eu estou dizendo INVERDADES SOBRE VOCÊS????

domingo, 17 de março de 2013

Luz versus TREVAS, a batalha continua.

Alguns Generais quatro estrelas do Exército Brasileiro, que recebem informações privilegiadas e confiáveis da área de inteligência, já sabem de um plano montado pela cúpula do PT para tentar desmoralizar, pessoalmente, o presidente do Supremo Tribunal Federal. Barbosa pode ser vítima de uma espécie de extorsão moral e política, como vingança pela mão pesada contra os mensaleiros. Barbosa acaba de ser vítima de uma arapongagem ilegal que pode prejudicar sua imagem protegida pelo Santo Guerreiro e sua turma. Se eu fosse o Joaquim Barbosa, procuraria, com a máxima urgência, o novo Papa Francisco. Sempre é recomendável recorrer a Deus – seja na forma de religare (diretamente) ou indiretamente, via representantes dele – no momento em que os podres poderes das trevas nos ameaçam. No caso de Barbosa, não está resolvendo gritar, simbolicamente, “Salve, Jorge”. Nem a cúpula do EB consegue saber como ajudá-lo na covarde escaramuça armada agora pela arapongagem petralha. O caso é tão grave que não devo e nem posso publicar aqui. Te cuida, Barbosa! Te cuida, EB! Salve, Jorge, de for possível! Outro que deveria trocar de Pai de Santo (como sempre me recomendava meu fiel amigo e fotógrafo Jorge Britto) é o ricaço Eike Batista. No caso dele, igualzinho ao Barbosa, também recomendo que procure o Francisco. Ainda mais que ele assumiu o compromisso de defender os necessitados – sem preconceito no volume da conta bancária. Quem tem uma fortuna bilionária – mas também tem dívidas bilionárias com bancos internacionais – pode ser ironicamente classificado de pobre – mesmo, claro, que não se sinta assim. Desde a semana passada, ocorrem tensas reuniões para encontrar uma solução para as empresas do grupo EBX. Já se identificou que o “X” do problema são o excesso de endividamento, o não cumprimento de metas firmadas com acionistas/investidores e a perda de credibilidade com reflexos nas constantes quedas de cotações nas Bolsas de Valores. Eike estaria em um mato com os cachorros rosnando ferozmente contra o bolso e o patrimônio bilionário dele. No meio do governo, quem anda falando horrores de Eike é o empresário Jorge Gerdau. Por isso, se Eike gritar “salve, Jorge!” toma um ferro – literalmente, com o “patrocínio” do grupo Gerdau... Eike não pode quebrar. Qualquer problema sério com os negócios bilionários dele significa o atestado de óbito da política econômica de Lula-Dilma. Na propaganda, vivemos no melhor dos mundos possíveis, rumo ao crescimento e ao desenvolvimento. No mundo real, o Brasil se consolida, cada vez mais, como um País mal gerenciado, que exporta pouco e com baixa qualidade e que importa menos ainda e com qualidade muito mais duvidosa. Basta dar uma olhadinha atenta nos números oficiais exibidos no assustador artigo de Edmar Bacha, publicado pelo Valor Econômico no último dia 11 de março e que não recebeu a devida atenção dos analistas econômicos: Existe uma cura para a doença brasileira? Se na questão econômica financeira tudo parece infernal para Eike, na vida pessoal, pelo menos, Deus o abençoa com um presente divino: um novo filho. Ontem, na praia de Ipanema, os terríveis paparazzi cariocas fotografaram a barriguinha da linda e jovem namorada de Eike, a advogada Flávia Sampaio, de 32 anos. Eike deve ter odiado a invasão de privacidade. No entanto, deve estar feliz com a exibição de sua nova paternidade. Nestes tempos de alta tensão empresarial, Eike pode até se aproveitar daquele dito popular que se aplica a pais com dificuldades de grana: “toda criança vem ao mundo com um pedaço de pão embaixo do braço”... Por isso, repito o conselho: Barbosa e Eike, procurem o Francisco. Mas, antes, reescutem aquela musiquinha dos Engenheiros do Havaí: O Papa é Pop. Não liguem para a letra daquele verso: “O Papa é Pop. E o pop não poupa ninguém”. Nosso hermano Francisco, até agora, faz o correto. Transmite uma imagem de austeridade, honestidade, simplicidade, humildade, ética, bondade e, sobretudo, amor. Todos esses valores andam escassos no mundo profano e até no religioso. Francisco sinaliza mudanças importantes não só para o catolicismo. A simbologia dos atos, gestos e pensamentos do novo Pontífice podem e devem se espalhar universalmente. Os farsantes ideológicos que se cuidem. Os jesuítas, pela primeira vez ocupando o trono de Pedro, já perceberam que o Globalitarismo e seus anti-valores precisam ser contidos e refreados. Antes que Juízo Final se precipite, engolindo todo mundo. Barbosa e Eike vivem momentos pessoais de extrema gravidade. Por isso, pela terceira vez, aconselho: procurem o Francisco, urgentemente! E que Deus os ajude! Porque, de fato, ninguém está salvo... Como cantam os Engenheiros do Havaí, em seu clássico... E o Francisco, lá do fim do mundo, também precisa do socorro divino... No ritmo que vai, será alvo das trevas do globalitarismo...

sábado, 16 de março de 2013

Diferença entre um País sério e outro onde a JUSTIÇA é comprada.

Chris Huhne, ex ministro britânico, perdeu o cargo e foi condenado a oito meses de prisão porque forçou a ex mulher (também condenada) a assumir pontos na carteira de habilitação por excesso de velocidade, a fim de evitar que ele perdesse a habilitação. Esse exemplo de civilidade, respeito às leis e à sociedade, causa inveja ao cidadão brasileiro, hoje acostumado a ver os ladrões que ocuparam e ocupam a maioria dos ministérios brasileiros roubarem descaradamente o erário e quando caem nas malhas do que resta da imprensa séria, estrategicamente saem de cena sem serem incomodados pela justiça, deixam os cargos temporariamente para depois voltarem ao poder eleitos pelo voto de miseráveis e analfabetos desinformados. Infelizmente meu país foi tomado e está sendo destruído por uma espécie de gente outrora só encontrada no interior dos presídios; hoje abundante no poder Executivo e principalmente no Legislativo, que prepara-se para após as eleições de 2014, receber e blindar mais um nobre, a candidatíssima a deputada federal "Rose"... sim, ela mesmo, Rosemary Noronha. Um bando sem escrúpulos, sem civismo e sem moral tomou conta do governo e usa o dinheiro público além de todos os meios escusos para se perpetuar no poder. Apoderaram-se dos grandes meios de comunicação, através da oferta de publicidades oficiais superfaturadas que esvaziam os cofres da Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil e da falida Petrobras e compram jornalistas de caráter duvidoso para divulgarem entre o pobre substrato cultural brasileiro pacotes de mentiras. A presidente da república, desrespeitando regras, está em plena campanha pela reeleição. Aparece na televisão e demonstrando o maior cinismo nos chama de idiotas ao anunciar renúncias fiscais, redução na conta de energia, desoneração de cesta básica etc. Impedir a roubalheira generalizada entre os "cumpanhero" para que sobrem recursos para os investimentos, isso não é feito. Vergonhosamente acaba de criar mais dois ministérios para abrigar politiqueiros, donos de currais eleitorais que futuramente lhes darão apoio político-eleitoral. Saibam que ela transfere recursos do BNDES, dinheiro público, para obras no paraíso de Fidel Castro e para a destroçada Venezuela, país sul americano pioneiro na produção de múmia. Um vergonha infelizmente chamada Brasil. Humberto de Luna Freire Filho é Médico.

sexta-feira, 15 de março de 2013

BRASIL não é NAÇÃO, e sim PROJETO.

O Supremo Tribunal Federal voltou ontem a meter o dedo em dos mais graves tumores que infestam a segurança do Direito em Federação de mentirinha: o calote oficial nos precatórios contra os cidadãos-eleitores-contribuintes. O STF decidiu que é inconstitucional o criminoso atraso ou o parcelamento no pagamento de dívidas reconhecidas judicialmente pelos Estados, municípios (e, também, pela União Federal). Até o primeiro semestre de 2012, a dívida de estados e municípios com precatórios atingia absurdos R$ 94 bilhões. O problema, agora, é se os caloteiros entes federativos farão o óbvio de cumprir a lei (coisa cada vez mais difícil no Brasil da corrupção, da impunidade e da injustiça). Mas quem tem precatório a receber do poder público ainda precisa esperar mais um pouco. O STF ainda vai modular os efeitos da decisão no caso de credores que já receberam seus créditos em leilões ou negociações com as Fazendas Públicas. No abusivo e criminoso Capimunismo tupiniquim, as coisas erradas funcionam assim: o poder estatal, sempre que deve, nada teme e dá calote ao arrepio da Justiça. Nada obriga ao Estado cumprir a Lei. O contribuinte quando deve ao Estado tem seu nome imediatamente negativado nas terríveis listas negras. Dependendo do caso, além de multa, juros altos na correção da dívida e muita coerção, o devedor pode até acabar preso ou ter a vida econômica pessoal inviabilizada. Por isso, foi feliz a sensata declaração do ministro Celso de Mello, para que se acabe com a “verdadeira legião de credores que desesperados em busca da satisfação de créditos”. Enfim, os descarados calotes nos precatórios são um dos mais graves indícios de nossa falência moral e ética como “projeto” de Nação.

Visão de BRASIL, por um dos maiores empresários de nossa era.

O empresário Jorge Gerdau acha que o Brasil precisa "trabalhar com meia dúzia de ministérios ou coisa desse tipo" e não com as 39 pastas existentes na administração da presidente Dilma Rousseff. Esse inchaço se dá por contingências políticas, mas "tudo tem o seu limite", diz o presidente da Câmara de Políticas de Gestão da Presidência da República. Em entrevista ao Poder e Política, projeto da Folha e do UOL, na última terça-feira, ele completou: "Quando a burrice, ou a loucura, ou a irresponsabilidade vai muito longe, de repente, sai um saneamento. Nós provavelmente estamos no limite desse período". Apesar da frase quase beligerante, Gerdau disse conversar sobre esse assunto com a presidente da República, a quem elogia. "Eu já dei um toque na presidenta" e ela está "totalmente ciente" do que se passa, declara. "Dentro da estrutura brasileira, o conceito de política atrapalha bastante a gestão. Mas... [pausa] a gente tem que encontrar os caminhos dentro das realidades que cada país tem", afirmou o empresário em uma de suas raras entrevistas. Embora enxergue avanços na gestão do país, suas previsões são de longo prazo. "Para deixar o país com planejamento competitivo em todas as frentes" um prazo de "dez anos é pouco". Um exemplo de como Gerdau avalia hoje a administração pública federal: "No Brasil, só tem quatro ou cinco instituições em que a estrutura de meritocracia e profissionalismo funcionam: Banco do Brasil, Banco Central, Itamaraty e Exército. Tem ainda o BNDES também". Entre os resultados de seu trabalho voluntário no governo federal, Gerdau cita "pequenas coisas". Por exemplo, a capacidade de atendimento no aeroporto de Guarulhos: cerca de 900 passageiros por hora em 2011 e 1.500 agora. A seguir, trechos da entrevista: Folha/UOL - Há quase dois anos à frente da Câmara de Políticas de Gestão, o que foi possível avançar? Jorge Gerdau - O trabalho mais pesado que nós fizemos foi na Casa Civil. Com o PAC, que era uma estrutura que trabalhava dentro da Casa Civil. Foi para o Ministério do Planejamento. Foi necessário fazer uma reorganização para dar condições de administração para que a presidente possa acompanhar todos os projetos. Fez-se toda uma estrutura de informática. Avançamos em várias coisas. No Ministério da Saúde, na área de logística, compra de remédios etc. Trabalhamos fortemente no Ministério dos Transportes. Tem algum resultado objetivo? Essa área de logística. [O Ministério da Saúde] tinha uma capacidade de atendimento de 40% da demanda. Até junho, nós vamos atingir um ritmo de atendimento de 80%. É um avanço concreto em benefício da população. Outro exemplo prático foi em Guarulhos. O aeroporto tinha uma capacidade de atendimento de 900 pessoas por hora. De 2011 para 2012, nós conseguimos atingir um número próximo a 1.500 por hora. O que foi? Pequenas coisas. Ampliar o número de balcões, o atendimento dos passaportes e do controle da bagagem. Pequenas mudanças no layout. Coisas simples. Apesar de avanços pontuais, dá impressão de que a máquina pública empaca ou anda sozinha. O sr. se frustra? Não digo que tenha frustração, mas tive que desenvolver uma paciência que, historicamente, eu não tinha. As coisas vão, muitas vezes, mais devagar. Mas avançam. O sr. diria que a política atrapalha a gestão? [longa pausa] Dentro da estrutura brasileira, o conceito de política atrapalha bastante a gestão. Mas... [pausa] a gente tem que encontrar os caminhos dentro das realidades que cada país tem. A política faz com que as tecnologias e a profissionalização das gestões da administração sejam insuficientes e insatisfatórias. Você tem que separar os três níveis: as funções e interesses de Estado, as de governo e de administração. País civilizado troca de ministro e muda duas, três pessoas de relação pessoal. A administração não muda. A estrutura de governança pode ter modificações de decisão política. Muda o partido, a cabeça do líder. Mas, no Brasil, só tem quatro ou cinco instituições em que essa estrutura de meritocracia e profissionalismo funcionam. Quais são elas? Banco do Brasil, Banco Central, Itamaraty e Exército. Tem ainda o BNDES. São órgãos que você vê funcionarem. Lógico que a direção desses organismos obedece a uma orientação política. Mas elas são profissionalizadas. O sistema privado todo trabalha em cima da meritocracia. As promoções são feitas por avaliações de competência. Isso é um passo que o Brasil ainda tem que atingir. O Brasil acaba de ganhar, agora, o seu 39º ministério. O Brasil precisa ter 39 ministérios? Não. Deveria trabalhar com meia dúzia de ministérios. Fazer um agrupamento de ministérios. Agora, na realidade, por contingência das estruturas políticas que você tem... Eu não sei quantos partidos nós temos hoje. A cada meio ano vem mais um. A cada composição dessas, novamente tem que ajeitar um ministério. Novamente falta o conceitual básico de que as decisões políticas tem que existir, mas a estrutura gerencial tem que ter estruturas administrativas. Esse fenômeno de ter esse número de partidos é consequência da estrutura política partidária que nós temos. O número de ministérios... O número de partidos faz com que eu tenha um ministério ou dois, conforme o número de partidos. Fica dividindo o bolo não por conceitos administrativos, mas por conceitos políticos. O número de partidos vai aumentar. É uma lógica perversa. A gente vai acabar tendo cada vez mais ministérios? É. Eu diria o seguinte: tudo tem o seu limite. Quando a burrice, ou a loucura, ou a irresponsabilidade vai muito longe, de repente, sai um saneamento. Nós provavelmente estamos no limite desse período. Do jeito que está hoje, a presidente teria poder para reduzir o número de ministérios? Poder, tem. Mas como o número de partidos vai crescendo cada vez mais, é quase impossível. O que a presidenta faz? Ela trabalha com meia dúzia de ministérios realmente chave. O resto é um processo que anda com delegações de menos peso. A administração pública federal tem, mais ou menos, 20 mil cargos de confiança. É excessivo? Absolutamente excessivo. Dentro do esquema que eu falei: funções de Estado, de governo e o resto seriam administrações estruturadas, com carreira, com meritocracia. Você deveria ter meia dúzia de cargos de confiança por ministério. O resto tem que ser de carreira. O sr. fala isso para a presidente? Como ela reage? Eu já dei um toque na presidenta sobre esse tema. A presidenta me deu a explicação que dei para vocês. Que ela fica premida pela situação política? Que a estrutura hoje é essa e tem que gerir nesses termos. Causa angústia? Ah, totalmente. Lógico. Mas eu tenho convicções de que esse processo de maturação tecnológica é um trabalho de anos. O governo federal tem todas as condições para avançar. O trabalho talvez mais interessante que nós estamos fazendo é estruturar em todos os ministérios o mapa estratégico. O que seria isso? Um processo desenvolvido em Harvard. Definir as metas principais sobre a visão estratégica. Depois, uma visão financeira. E depois uma visão de processo e de recursos humanos. Você faz uma definição clara da missão daquela organização. É um instrumento para que todo mundo que trabalha naquele ministério entenda para que esse ministério existe, quais são as metas. O Brasil está com o mercado de trabalho superaquecido. Os salários pressionam. Como o país achará uma saída para esse quadro? Buscar soluções de produtividade. No Brasil há um tema que é a não-competitividade do produto brasileiro e outro que é a análise da produtividade. São duas coisas que deveriam ser analisadas separadamente. Eu tenho áreas na Gerdau com patamares de produtividade homem-hora semelhantes aos melhores do mundo. Agora, se eu tomar o que um operário no Brasil tem sobre o que ele leva líquido para a casa... Ele tem mais de 100% de baixo para cima. Outros países não têm. No Chile, por exemplo, um operário leva quase 85% para a casa daquilo que ele custa. Custa para a empresa? Para a empresa. Nos Estados Unidos os custos adicionais são extremamente pequenos. Poucos países usam a folha de pagamento como instrumento arrecadatório. O certo seria que a relação contratual entre a empresa e empregado se vinculasse apenas naquilo que é a relação de trabalho. O sr. está dizendo que sem reforma trabalhista o país não sai desse labirinto? Desse labirinto da não competitividade. Não há mais o que fazer na gestão? Na gestão tem o que fazer. Mas tem outros temas. Um é a educação, um fator decisivo na busca por produtividade. Nas boas empresas só entra gente educada. Mas a produtividade acontece no chão de uma pequena atividade. Da capacidade de uma caixa saber fazer rapidamente as contas. Coisas desse tipo. Eu tenho um amigo meu que diz assim: 'Pega uma garçonete lá na Alemanha e vê a produtividade. Ela leva o dinheiro no bolso [e faz as contas e o troco na hora]'. A soma dessas coisas é que faz a produtividade. Isso atinge toda a cadeia. A presidente Dilma é ciente desses problemas? Totalmente ciente. Mas a presidente e o PT já estão há dez 10 anos no poder. Não foi tempo suficiente? São perfis completamente diferentes da visão de liderança. Mas ela foi chefe da Casa Civil em grande parte do governo anterior... Mas como chefe de Casa Civil ela procurou organizar o PAC. Um instrumento importante para botar controle no que se investe no país. Mas isso não quer dizer que você conseguisse eficiência operacional em todos os ministérios. Quanto tempo o sr. acha que nesse ritmo a presidente Dilma colherá resultados muito concretos? Cada ano, cada dia, avança um pouco. Mas, para deixar o país com planejamento competitivo em todas as frentes, eu acho que dez anos é pouco. Pouco? Pouco. Vinte anos? Vinte talvez seja muito.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Dilma diz que a miséria acabou, veja a verdade nua e crua????

A luta contra a pobreza extrema é uma bandeira que não se abandona com facilidade. Pode-se mesmo dizer que ela se tornou suprapartidária, embora identificada de imediato com o PT: todos se sentem moralmente impedidos, hoje em dia, de criticar políticas assistenciais voltadas para a parcela miserável da população. Soa atraente, nesse contexto, o slogan "O fim da miséria é apenas um começo", lançado recentemente pela presidente Dilma Rousseff. Como peça publicitária, sobretudo em face de sua mais que provável candidatura à reeleição, a frase tem seus méritos. Como descrição da realidade, porém, esbarra no truque propagandístico e presta um desserviço ao país. A campanha do governo federal afirma que, em dois anos, 22 milhões de brasileiros galgaram a linha da miséria. Segundo a publicidade oficial, todos os beneficiários do Bolsa Família deixaram a pobreza extrema.Restaria, agora, identificar alguns milhares de miseráveis não cadastrados para erradicar essa chaga social. Oculto nas entrelinhas da planilha governista está o fato de que o critério de miséria adotado pelo Brasil em 2011 -R$ 70 de renda mensal familiar per capita- é ultrapassado e insuficiente. Ultrapassado porque, há pelo menos duas décadas, especialistas têm afirmado que a dimensão monetária não pode ser a única variável no cálculo da pobreza. Equações mais modernas computam diversos outros indicadores, como saúde, educação, saneamento básico e moradia. Insuficiente porque, como demonstrou reportagem desta Folha, R$ 70 não bastam nem para comprar os alimentos mais baratos da dieta mínima recomendada pelo próprio governo. As porções recomendadas pelo Ministério da Saúde não saem por menos de R$ 103 mensais (a desoneração da cesta básica pouco mudará aí, pois parte do itens já estava livre de impostos). Para alcançar tal preço -quase 50% acima da linha de miséria oficial-, seria preciso ingerir, todos os dias, os mesmos itens. Uma alimentação balanceada custaria ainda mais. Mesmo que não exista consenso sobre a melhor forma de medir a pobreza, há pouca divergência quanto à importância de qualquer métrica levar em conta, no mínimo, a capacidade de garantir o consumo alimentar básico. A conclusão é inescapável: o valor estabelecido pelo governo Dilma é baixo e precisa ser atualizado. Presta-se antes ao ilusionismo que ao efetivo combate à indigência. Decretar que deixou de ser miserável um grupo que mal pode alimentar-se é apenas uma forma de mantê-lo exatamente como está.

Kátia abreu DETONA Paulinho.

Na reunião de hoje da Comissão que discute a MP dos Portos, Paulinho da Força Sindical, pelego dos grandes empresários, donos dos portos no Brasil, atacou a senadora Kátia Abreu (PSD-TO), que defende os portos privados funcionando em regime diferente dos portos públicos. Paulinho da Força abre seu pronunciamento atacando a Fiesp e à senadora. Kátia Abreu contesta e exige respeito aos convidados. Vale a pena ouvir a resposta da senadora, nos últimos 3 minutos finais, ao sindicalismo podre e corrupto que ainda domina certos setores do país

terça-feira, 12 de março de 2013

Método para descobrir a VERDADE!!!!

É muito simples descobrir a VERDADE!!! veja como: Quando o Govêrno fala que a INFLAÇÃO caiu, raciocine ao contrário: SUBIU. Quando eles dizem que ZERARAM a pobreza, a pobreza quadruplicou!!! Quando eles dizem que a PETROBRÁs está com lucro nas alturas e voce deve investir nela, na realidade perdeu 40% do valor de mercado. Quando eles impõem uma multa (LEI SECA) de quase 2.000,00 reais, para "proteger" as pessoas no trânsito, no fundo eles querem ARRECADAR cada vez mais!!!da classe média. Quando o Govêrno diz que o PIB em 2013 vai ser entre 3 a 4%, é porque será de no máximo menos de 1%, cresce feito rabo de cavalo. Quando o Govêrno diz que reduziu a tarifa de ENERGIA ELÉTRICA, é porque eles já subiram 20% e retiraram 15%, ou seja ficou como antes, esse é o preço correto. Quando eles dizem que o indice de EMPREGO está subindo, é por que na VERDADE ele está caindo, deixando milhares desempregados. Quando eles dizem que o País não terá mais APAGÕES, pode se preparar para o RACIONAMENTO de ENERGIA. Quando eles dizem que ZERARAM o imposto da CESTA BÁSICA, é por que eles COMPENSARAM isto em outro IMPOSTO. Quando eles dizem que vão INVESTIR na SAÚDE , eles estão querendo dizer que vão ROUBAR A SAÚDE. Quando o STF diz que "CONDENOU" os MENSALEIROS é que no fundo, ninguém vai cumprir pena alguma. Quando eles instalam RADARES em excesso para "proteger' as pessoas no tRÂNSITO o intuito é arrecadação, é cumprimento de meta!!! Quando eles dizem que os AEROPORTOS são de primeiro mundo, é por que na REALIDADE, é uma verdadeira aventura viajar. Quando eles dizem que vão "MODERNIZAR" os nossos portos, é por que no fundo eles querem ser os INDICADORES dos empregos para a iniciativa privada. Quando eles dizem que o País está com SUPERAVIT PRIMÁRIO, é que eles ja MAQUIARAM a CONTABIIDADE para mostrar um resultado positivo. Quando o govêrno "demite" um MINISTRO por ROUBO de dinheiro público, no fundo eles estão deixando a OPINIÃO PÚBLICA esquecer para chamar esse sujeito para ROUBAR mais. Quando a JUSTIÇA diz que vai "PUNIR" um corrupto, no fundo eles querem a parte deles para deixar o criminoso LIVRE. .... Portanto por aí vai...se você acredita no nosso govêrno, na nossa justiça, nos nossos politicos e no nosso País, é por que acredita em PAPAI NOEL. Paciência!!! tem muito ILUDIDO neste mundo.

PETROBRAS perdeu 40% de valor de mercado na administração do PT.

A executiva nacional do PSDB realiza nesta terça-feira um seminário em Brasília para debater a situação da Petrobras Criticados por petistas pela suposta tentativa de privatizar a empresa no governo Fernando Henrique Cardoso, os tucanos querem mostrar a gestão temerária da estatal sob a administração do PT. Um dos sinais é a perda de 40% do valor de mercado da empresa só nos últimos três anos. Segundo os tucanos, a Petrobras está longe de garantir a propalada autossuficiência do Brasil na produção de petróleo. O seminário "Recuperar a Petrobras é o nosso desafio - A favor do Brasil, a favor da Petrobras" está marcado para começar às 14h, em um dos plenários da ala das comissões da Câmara. Estarão presentes dirigentes dos principais partidos de oposição, PSDB, DEM e PPS. Também foram convidados representantes da área sindical. Entre os tucanos, já confirmaram presença o presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), o presidente do Instituto Teotônio Vilela, ex-senador Tasso Jereissati, e o senador Aécio Neves (MG), que deve fazer um pronunciamento. Antes da fala de Aécio, provável candidato a presidente da República, haverá palestra dos quatro autores do livro "Petróleo - reforma e contrarreforma do sistema petrolífero brasileiro": Wagner Freire, engenheiro, geofísico e ex-diretor da Petrobras, Luiz Paulo Vellozo Lucas, ex-prefeito de Vitória (ES), engenheiro e funcionário de carreira do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Adriano Pires, economista e diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), e Alfredo Renault, engenheiro químico e superintendente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip). O prefácio do livro é de FHC, que não participará do seminário porque está fora do país. (Da Folha )

domingo, 10 de março de 2013

Dilma a PLAGIADORA.

Wanda Engel está achando "ótima" a disputa entre tucanos e petistas pela paternidade do Cadastro Único de programas sociais federais, criado por ela quando ministra da Secretaria de Assistência Social na segunda gestão de Fernando Henrique Cardoso. "É ótima. Há um tempo essa não era nem uma questão no centro das atenções políticas", disse ela sobre o cadastro, lembrando que, no início do governo Lula, a prioridade era o Fome Zero, e não as transferências de renda alavancadas pelo cadastro. Nele estão reunidas hoje informações de mais de 23 milhões de famílias de baixa renda (algo em torno de 40% da população brasileira). Uma ferramenta de gestão de políticas públicas, ele veio à superfície do debate sobre o fim da miséria após uma nova expansão do Bolsa Família realizada em fevereiro. A ação zerou o número de miseráveis no cadastro, levando assim à erradicação da "miséria cadastrada". Com base nesse resultado, o governo passou a usar o slogan "O Fim da Miséria é só um Começo", provável mote eleitoral de Dilma no ano que vem. Foi o suficiente para que a presidente e um de seus prováveis rivais em 2014, o senador tucano Aécio Neves (MG), trocassem nas últimas semanas críticas sobre quem afinal criou o cadastro. "Criamos um cadastro, porque não existia cadastro. É conversa que tinha cadastro", disse Dilma na semana passada. Aécio retrucou que Dilma precisa "respeitar o passado" e o PSDB entrou com um pedido via Lei de Acesso à Informação para obter dados provando que o cadastro funcionava antes do início do governo Lula. Para Engel, "as pessoas gostam de reescrever a história". "Antes, ninguém dava bola para isso. Aí começaram a dar bola e todo mundo quer ser o pai da criança. Tanto o cadastro quanto o cartão [para pagamento de programas] foram [inventados] de 2000 a 2002 [no governo FHC]". O decreto 3.877, de julho de 2001, penúltimo ano do governo tucano, é claro em seu objeto: "Institui o Cadastramento Único para Programas Sociais do governo federal". A própria Tereza Campello, ministra do Desenvolvimento Social, agradeceu no ano retrasado em discurso aos "muitos que, ao longo da história, ajudaram a construir o cadastro, como é o caso da professora Wanda Engel". (Folha de São Paulo) Este blog publicou todos os documentos que comprovam que Dilma quis se apossar do cadastro único criado pelo PSDB

Venezuela enterra boneco de cera. Lula e Dilma ajudam a montar a farsa!!!

Talvez por esquizofrenia, deficiência mental ou falta de caráter, aqueles que pensam e agem de maneira burra, radicalóide e sem ética, se dizendo socialistas, comunistas, fascistas, nazistas, etc, costumam atentar contra a Verdade – definida como realidade universal permanente. Mas os bolivarianos exageraram na dose da mistificação na gestão da morte do mito Hugo Chávez Frias. Nos meios diplomáticos e na área de inteligência militar argentina circula uma informação 1-A-1 acerca dos procedimentos ante e pós fúnebres do Presidente e revolucionário inventor da República Bolivariana da Venezuela. A revelação bombástica é que o corpo exibido, cheio de sigilo e segurança, em um super-caixão lacrado, não é de um ser humano normal, deformado por um terrível câncer. O cadáver seria um boneco de cera. O simulacro de um Chávez “embalsamado”. A surpreendente descoberta de que o corpo no faraônico féretro bolivariano não correspondia ao Hugo Chávez original foi da “Presidenta” da Argentina Cristina Kirchner. A grande amiga de Chávez estava escalada para fazer o mais emocionado discurso politico do velório. No entanto, Cristina se sentiu enganada no momento em que chegou perto do defunto. Ficou tão revoltada e contrariada que arranjou uma desculpa esfarrapada para voltar urgentemente a seu país – deixando até sem carona o presidente uruguaio José Mujica, que com ela veio até Caracas. A explicação bombástica para o retorno súbito de Cristina é relatada pela inteligência militar argentina. Cristina teve um choque emocional quando se viu envolvida na farsa bolivariana montada para o velório de Chávez. Não acreditando no que seus olhos lhe mostravam, Cristina escalou uma oficial ajudante-de-ordens para investigar, de imediato, se não estaria diante de uma “brincadeira de mau gosto com a morte de alguém que lhe era muito querido”. A oficial argentina interpelou um alto-membro do Exército pessoal de Chávez – que praticamente confessou a armação: ali não estava o corpo original do amado comandante. A militar transmitiu a informação imediatamente para Cristina – que surtou. Saiu esbravejando do Velório para o hotel, avisando que não mais faria o discurso para um boneco. O presidente imposto da Venezuela, Nicolas Maduro, tentou convencê-la do contrário, sem sucesso. Cristina voltou voando para casa. A Presidenta Dilma Rousseff, que levava o ex Luiz Inácio a tiracolo, foi informada do incidente. Dilma e Lula deram uma breve olhada no caixão de Chávez, conversaram rapidamente com os presentes, e também foram embora o mais depressa possível – alegando coisas urgentes a serem resolvidas no Brasil. A exemplo de Cristina, não quiseram participar da farsa completa do sepultamento daquele que era o líder operacional-militar do Foro de São Paulo (organização que reúne as esquerdas revolucionárias, guerrilheiras ou simplesmente gramcistas na América Latina e Caribe). História à parte do “boneco de cera” – uma versão completamente não-oficial das exéquias de Chávez -, tudo em torno de sua morte soa como uma grande farsa, digna do mais cínico e mentiroso socialismo bolivariano que transformou a Venezuela em um país em decomposição política, econômica e social. Tudo indica que Hugo Chávez já veio morto de Cuba – onde morreu não de problemas diretamente relacionados ao sarcoma que sofreu metástase. O que levou Chávez realmente deste para outro mundo foi uma brutal infecção hospitalar, que detonou-lhe o pulmão. Tal fato jamais será admitido oficialmente, já que a lenda-dogma comunista prescreve que a ilha perdida dos irmãos Castro tem “uma das medicinas mais avançadas do mundo”. Caso tivesse se tratado no Brasil – como fizeram Dilma, Lula e o ex-presidente paraguaio Fernando Lugo -, Chávez poderia estar vivinho da silva... Azar dele que o Hospital Sírio Libanês não aceitou receber milhões para tratar, sem transparência e em “segredo socialista”, do grave caso médico. Outro fato que a inteligência dos Estados Unidos já deixou bem evidente nos meios diplomáticos. Chávez morreu, provavelmente, no começo de janeiro. O prolongamento mentiroso de sua vida foi apenas uma armação para permitir a inconstitucional posse de Nicolas Maduro, através da geração de um dramalhão popular em torno da torcida pela “salvação” e cura do bem amado mito Chávez. O problema para o regime venezuelano é que o atraso na revelação da verdade contribuiu para as mentiras aflorassem... A tendência política na Venezuela é de vitória eleitoral do presidente imposto Nicolas Maduro, na eleição marcada para 14 de abril. Mas a temporada de brigas internas e traições entre os bolivarianos é só uma questão de pouco tempo. Embora tenha sido motorista de ônibus profissional, antes de cair no mundo fácil da vida sindical praticamente sem trabalho, Nicolas não está maduro para liderar a revolução bolivariana. Chávez é insubstituível. E como um mito nunca morre, deve assombrar Maduro – que terá de suportar às pressões da oposição, em crescimento natural, e as traições e rebeliões internas que devem surgir principalmente na área militar venezuelana (em franca divisão e conflito entre Exército e Marinha). O socialismo bolivariano implodiu a Venezuela. A demagogia seduziu o eleitorado pobre ou miserável – sempre a massa moldável de manobra de toda a História. Mas as classes média e alta da Venezuela comem o pão que o Chávez amassou. A moeda de lá – o bolívar – vale tanto quando a verdade para os ideólogos socialistas. A crise de desabastecimento de produtos básicos é assustadora. A inflação totalmente fora de controle. O desemprego só aumenta. A estatal petrolífera PDVSA opera em regime de ineficiência. A grana dos petrodólares é usada mais para demagogias que para investimento em infraestrutura real. As instituições venezuelanas encontram-se em decomposição. O Judiciário é uma desmoralização só. O Legislativo uma peça manipulada pelo Executivo autoritário e arbitrário. A ingerência ideológica de elementos do aparelho repressivo cubano no governo bolivariano é um fenômeno politicamente dantesco. O nível de corrupção venezuelano é de fazer inveja ao mais escroto mensaleiro no Brasil. A Venezuela tem tudo de pior que pode ter um país de terceiro mundo, subdesenvolvido, cheio de desigualdades e onde explode uma onda de violência sem perspectiva de controle. A situação venezuelana pouco fede ou cheira para o Brasil. Problemas concretos são apenas dois. O calote da da PDVSA na parceria com a Petrobrás na superfaturada refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, ainda longe de sair do papel. Outro rolo são os empréstimos a perder de vista do BNDES tupiniquim para grandes empreiteiras brasileiras fazerem mega-obras – também superfaturadas – em terras bolivarianas. No mais, a Venezuela tem relação comercial pífia com o Brasil. Uma previsível queda do regime bolivariano – que é questão de pouco tempo – pode gerar um efeito cascata (sem trocadilho) entre os países afetados pelo câncer ideológico e ideocrático do Foro de São Paulo. A primeira vítima de uma pós-derrocada venezuela deve ser a Argentina – onde as coisas vão de pior a mais ruim ainda na gestão da Cristina. Cuba também deve ter ainda mais problemas se a casa bolivariana desabar. O resto entra no tradicional “efeito orloff” (vodca que se consagrou com o lema publicitário “eu sou você amanhã”). A prematura morte do comandante Chávez custará muito cara aos regimes de democradura e capimunismo do Foro de São Paulo. A metástase política já começou, com muitos tumores políticos entrando em fase de implosão. Resta esperar para ver como a araruta cancerosa vai se transformar em mingau estragado pelas mentiras comunizantes. Ainda bem que não existe mal que sempre dure e nunca acabe... Reflitamos sobre a representação da imagem falsificada de Hugo Chávez (no topo do artigo) para constatarmos que tudo de bom ou ruim sempre tem um fim...

sexta-feira, 8 de março de 2013

Quadrilheiro queria fugir, mas foi impedido.

O STF acaba de negar o pedido estranhíssimo do chefe da quadrilha do Mensalão, José Dirceu, condenado a 10 anos e 10 meses de prisão, de ir ao velório de Hugo Chávez. A suspeita é que o meliante estivesse planejando uma fuga do país. Joaquim Barbosa, ironicamente, alegou que o falecido e o condenado nem mesmo eram parentes.

GUERRILHEIROS do MST invadem FAZENDA produtiva.

O deputado federal Irajá Abreu (PSD-TO), filho da senadora Kátia Abreu, informou, nesta tarde, que as 500 mulheres da Via Campesina, milícia do MST, deixou a propriedade da família. Abaixo, a nota à imprensa: Sobre a invasão na Fazenda Aliança pela Via Campesina/MST, nesta madrugada ( 07.03.13) esclarece: a Fazenda é familiar. É produtiva há mais de 40 anos e não está embargada. A invasão provocou danos, como a destruição do viveiro com aproximadamente 500 mil mudas, para plantio de florestas, gerando um prejuízo de meio milhão de reais. Bloquearam a BR 153, provocando um congestionamento de 40 km por mais de 4 horas, causando perdas ao País. Os 48 trabalhadores da propriedade foram transformados em reféns pelos invasores e impedidos de sair da fazenda para retornar às suas residências. Esta ação orquestrada pelo MST não intimida a figura pública da senadora Kátia Abreu e do deputado federal Irajá Abreu , mas demonstra o desrespeito à ordem, e as leis do Brasil, criando um clima de total insegurança jurídica aos que produzem. As providências jurídicas sobre o fato estão sendo tomadas. Como todos sabem, trabalhadores rurais não destroem plantas ou plantações. Os invasores não merecem um palmo de terra. Não é à toa que os assentamentos do MST não produzem e se transformam em favelas rurais. Esta gentalha nunca trabalhou a terra. São apenas terroristas de uma guerrilha rural

BC do B ia aumentar a taxa SELIC,

Mudanças profundas no modelo de gestão da Petrobras, a impressão de menos interferência do governo nas decisões do Banco Central, a tentativa de uma leve recessão mantendo o consumo sob controle e a insistência para que os bancos aceitem facilitar o crédito, abrindo mão de margens de lucros maiores. Estas são as apostas da Presidenta Dilma Rousseff para garantir uma estabilidade econômica que tornará viável e menos complicada sua reeleição em 2014. Os nove iluminados do Comitê de Política Monetária do BC do B queriam ontem aumentar a taxa de juros da economia para 8,25% - sinalizando que a autoridade monetária não quer brincar com a inflação. Mas sentiram o poder interventor da Presidenta da República – que manda na economia. No meio da reunião do Copom, veio uma ordem direta do Palácio do Planalto para não tocar na taxa de jeito nenhum. Os obedientes conselheiros deixaram tudo como dantes, a 7,25% - para Dilma poder viajar em paz para o velório do Hugo Chávez. No Banco Central, onde Dilma interfere pessoalmente, o objetivo imediato é tentar convencer o mercado de que isto não acontece. Mas a missão é impossível. No teatrinho econômico do João Minhoca, o Copom sinalizou de que pode aumentar os juros nos próximos meses. No governo, a orientação é transmitir a imagem de que o BC do B age de maneira independente para cumprir as metas de controle inflacionário, para garantir a suposta “estabilidade” econômica. No mercado, analistas ainda temem medidas duras do BC do B, a qualquer momento, se a casa ameaçar cair. Dilma também manda na Petrobras. Tanto que deu sinal verde para que sua amiga, a presidenta Maria das Graças Foster, promova um choque de gestão na estatal de economia mista. Dilma autorizou o recente aumento do diesel, apostando que não terá tanta influência sobre a taxa de inflação. Só que o reajuste teve uma condição imposta: a Petrobras tem de enxugar imediatamente seus custos operacionais, principalmente na área de pessoal. Antes de um plano de demissões voluntárias, em estudo, a receita ortodoxa prevê incentivos a aposentadorias e cortes imediados de gastos com terceirizados, substituídos por empregados já concursados. Será uma reengenharia em todos os setores da empresa, principalmente na área de produção, cujo desempenho deixa a desejar – na visão do mercado e do próprio acionista-interventor majoritário (o governo federal). Mais complicada mesmo para Dilma é a injeção de dinheiro na economia em recessão, através do financiamento bancário. O mercado engole com dificuldades a ideia de criar um fundo, com grana do Tesouro Nacional, para ficar à disposição dos bancos, viabilizando que eles abram mão dos lucros estratosféricos e liberem crédito para grandes empreendimentos, sobretudo em infraestrutura. Ainda é baixa a crença na eficiência e viabilidade desta espécie de “BNDES do B” – no qual os bancos deveriam funcionar, originalmente, como bancos... Uma facção minoritária da equipe econômica do governo, apesar do discurso esquizofrenicamente otimista, ainda teme uma queda de investimentos, mais dificuldades no crédito, redução na taxa de emprego e aumento do endividamento das famílias, com diminuição do poder de compra e geração de descontentamento no eleitorado de classe média. Mas a facção majoritária aposta que a recessão disfarçada dará um breque na psicológica alta de preços. A aposta do governo é que surta efeito no mercado a “ameaça” deixada no ar pelo Copom de voltar a subir os juros básicos. Outra aposta – esta mais complicada de acontecer conforme o governo espera – é o retorno de “grandes investimentos diretos estrangeiros” ao Brasil. Os problemas na Petrobras e Eletrobras – que deixam acionistas com ataques nervosos – funcionam como propaganda negativa para se jogar dinheiro no Brasil. No entanto, o que o governo quer é a volta ao País do dinheiro aplicado lá fora por dois segmentos: as grandes transnacionais que aqui atuam e o “capital motel” (o dinheiro que entra e sai do Brasil pertencente a grandes investidores daqui e de fora). Se os juros subirem de novo, eles voltam correndo... Enquanto arma uma pretensa estabilidade para garantir a reeleição, o governo Dilma-Lula não faz as reformas necessárias. Ensaia algumas desonerações casuísticas e pontuais, mas não senta com os governadores para discutir uma reforma tributária de verdade. O governo também não diminui seus gastos em excesso, e até sinaliza mais endividamento interno, com a criação do tal “Fundo do Tesouro”. Neste cenário, quem continua pagando a conta altíssima da ineficiência, incompetência e roubalheira é o cidadão-eleitor-contribuinte. Nesta sexta-feira, à meia-noite, o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo registrará R$ 300 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais pagos pelos brasileiros desde o 1º dia do ano. Em 2012 esse valor só foi alcançado no dia 14 de março, ou seja, seis dias mais tarde na comparação entre os dois períodos. O PIB (produto interno bruto que mede tudo que a economia produz) cresce feito tartaruga, enquanto a impostura bate sucessivos recordes de arrecadação. O Estado pune a maioria de contribuintes, enquanto beneficia uma minoria de empresários parceiros da politicagem hegemônica com a grana do BNDES ou dos Fundos de Pensão de estatais (onde o governo injeta bilhões). Por isso, o Capimunismo tupiniquim passa por seu momento mais delicado, no fio da navalha entre uma estabilidade econômica de araque e um risco concreto de fracasso das políticas monetária e cambial. Os erros políticos podem comprometer a capacidade futura de crescimento do Brasil. Mas, se as falhas passarem menos percebidas pela maioria do eleitorado – iludida pelos demagógicos programas de distribuição de renda e por promessas fáceis da candidata chapa-branca -, a reeleição de Dilma se viabiliza, e o Capimunismo brasileiro segue seu caminho em marcha batida a lugar nenhum.

quarta-feira, 6 de março de 2013

O que é pior? A reeleição do "poste" ou a volta do apedeuta??

Não foi por acaso que Lula antecipou a campanha eleitoral. Só fazendo isso ele poderia voltar a ter importância no processo político do país. Tomou esta atitude sem dó e nem piedade, acabando com o mandato de Dilma, dois anos antes do prazo, em plena crise econômica, que ele torce para que se aprofunde. Não esqueçam que Lula disse que só voltaria em caso de grave crise econômica ou política. Decidiu criá-la. Um governo que já era ruim, tende a ficar ainda pior. O que vemos, nos últimos dias, é uma presidente completamente perdida, tornando-se refém dos partidos políticos, dos sindicatos e de lobbies empresariais. Tudo planejado por Lula. Tudo organizado por Lula. Esta campanha antecipada, baseada na compra de apoios, vai mergulhar o país num poço sem fundo. Os apoios ficarão caríssimos e o fisiologismo correrá solto. Lula destruiu o segundo mandato de Dilma. Agora organiza rachas na base aliada. Lula aposta no caos. É no caos que ele pretende voltar, como o salvador da pátria. Observem bem o que está acontecendo. Lula está jogando pesado contra Dilma. Resta saber o quanto de apetite a presidente poste terá para reagir e manter a sua reeleição. Ou se vai abrir mão para Lula. O que seria pior para o Brasil?

Agora o Apedeuta encarnou LINCON

terça-feira, 5 de março de 2013

JUSTIÇA BANDA PODRE está em Pânico.

A já elevada temperatura nos bastidores togados deve esquentar ainda mais hoje, na sessão do Conselho Nacional de Justiça. O presidente Joaquim Barbosa tentará aprovar a decisão que impede juízes de contratarem procuradores da Fazenda Nacional para ajudá-los em decisões. Barbosa defende a tese de que a Receita Federal estaria sendo muito favorecida quando ocorre tal assessoria, em detrimento dos contribuintes. A decisão – sobre um tema de rotina do Judiciário – tem tudo para aprofundar uma guerra aberta e declarada entre Joaquim Barbosa e entidades representativas de magistrados. O presidente do STF e do CNJ se recusa a comentar o teor de um manifesto contra ele lançado pelos presidentes da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra). Barbosa não abre mão de seu pensamento sobre a necessidade de uma reforma do Judiciário: "O Judiciário que aspiramos a ter é sem firulas, floreios ou rapapés". No comando do CNJ, Barbosa já investiu em duas decisões que mexeram com o corporativismo togado. A primeira foi limitar a 30% do custo total o patrocínio privado a eventos de juízes. A segunda, que causou mais pânico, é a proposta de diminuir os 60 dias de férias da magistratura. O medo maior das entidades representativas de juízes é com a proposta de Barbosa para o novo Estatuto da Magistratura. AMB, Ajufe e Anamatra sequer foram consultadas por Barbosa sobre o assunto. O presidente do Supremo apenas criou uma comissão interna para estudar o assunto que será entregue ao Congresso Nacional. Barbosa sequer recebe os dirigentes das três entidades, como faziam seus antecessores Cezar Peluso e Ayres Britto – o que gera ira e ciumeira entre os togados postos de lado. As entidades reclamam que tais “ataques” de Joaquim Barbosa aos juízes e desembargadores representam um risco para a liberdade e a independência da magistratura brasileira. A gota d´água para o ataque unido a Barbosa foi a comparação - feita pelo ministro - entre magistrados e membros do Ministério Público, em recente entrevista a correspondentes estrangeiros. Barbosa cutucou seus colegas de toga: “As carreiras jurídicas são muito parecidas. Por exemplo, as carreiras de um juiz ou de um procurador ou promotor de Justiça, são muito próximas. Os concursos são os mesmos, a remuneração é a mesma, o pessoal quase todo sai das mesmas escolas. Uma vez que se ingresse em uma dessas carreiras, as mentalidades são absolutamente díspares. Uma é mais conservadora, pró status quo, pró impunidade. E a outra rebelde, contra status quo, com pouquíssimas exceções”. Barbosa também causou frisson entre seus adversários na toga, ao reafirmar aos jornalistas estrangeiros sua visão sobre o papel político do Supremo Tribunal Federal: “Eu costumo dizer aqui, em palestras, que isso aqui não é só um tribunal, né? Isso aqui é um órgão de equilíbrio, de ajustes da Federação, do sistema político, que decide muitas coisas de interesse imediato da sociedade. Então não é uma corte de justiça comum, é um órgão político no significado essencial da palavra, de igual para igual com o Congresso Nacional e a Presidência da República. É isso que muita gente não entende, sobretudo os europeus”. O Judiciário está em guerra intestina. Os inimigos de Barbosa alegam que ele tem um projeto político articulado – provavelmente para 2014. Pessoas próximas a Barbosa – e ele próprio – descartam tal possibilidade. Perante a opinião pública, Barbosa está bem na fita. O Judiciário como um todo, não. Resta esperar para ver no que vão redundar os conflitos contra Barbosa e os ataques dele ao modelo de Justiça no Brasil.

Como arrancar mais dinheiro da CLASSE MÉDIA?

Circula na internet reprodução do diálogo entre Colbert e Mazarino durante o reinado de Luís XIV, entre 1643 e 1715, na peça teatral Le Diable Rouge, de Antoine Rault: Colbert: - Para arranjar dinheiro, há um momento em que enganar o contribuinte já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é possível continuar a gastar quando já se está endividado até o pescoço… Mazarino: - Um simples mortal, claro, quando está coberto de dívidas, vai parar à prisão. Mas o Estado é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se… Todos os Estados o fazem! Colbert: - Ah, sim? Mas como faremos isso, se já criamos todos os impostos imagináveis? Mazarino: - Criando outros. Colbert: - Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres. Mazarino: - Sim, é impossível. Colbert: - E sobre os ricos? Mazarino: - Os ricos também não. Eles parariam de gastar. E um rico que gasta faz viver centenas de pobres. Colbert: - Então, como faremos? Mazarino: - Colbert! Tu pensas como um queijo, um penico de doente! Há uma quantidade enorme de pessoas entre os ricos e os pobres: as que trabalham sonhando enriquecer e temendo empobrecer. É sobre essas que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Quanto mais lhes tirarmos, mais elas trabalharão para compensar o que lhes tiramos. Formam um reservatório inesgotável. É a classe média

E ainda dizem que o capeta não existe!!!

O Apedeuta tem Pânico deste vídeo.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Eeição ao Grão Mestrado - GOB

No próximo dia 9, cerca de 40 mil homens que frequentam rituais secretos semanais, usam códigos para reconhecimento mútuo e se tratam socialmente como "irmãos" irão às urnas para escolher seu líder máximo. Em quase 3.000 lojas maçônicas pelo país, os maçons que ostentam o título de "mestre" do Grande Oriente do Brasil (GOB) --o maior ramo da maçonaria brasileira-- irão escolher seu próximo soberano grão-mestre geral. Cheia de simbolismos, a organização reproduz internamente a hierarquia institucional da República, com deputados, juízes, governadores e outros. Dentro da instituição, e guardadas as proporções, o cargo em disputa equivale ao da presidente Dilma Rousseff. A maçonaria costuma ser definida pelos próprios maçons como um clube que reúne "homens livres e de bons costumes", patrióticos e engajados em promover os princípios do lema "liberdade, igualdade e fraternidade". Os rituais secretos são feitos em templos decorados com imagens celestes, falsas colunas gregas e símbolos do zodíaco. Lojas são os grupos fixos de maçons que se reúnem para os rituais. Dentro da ordem há várias designações, usadas conforme o status do filiado: chanceler, guardião, soberano, venerável, eminente e sapientíssimo são algumas delas. Em certos locais, maçons são reconhecidos pelo engajamento em ações filantrópicas. No senso comum, levam a fama de homens influentes e misteriosos que se ajudam para enriquecer, "um estereótipo bem distante da realidade", diz o engenheiro Francisco Anselmo, deputado maçom e estudioso do assunto. DISPUTA Na eleição do GOB, o Grande Oriente do Brasil, o candidato mais conhecido é o senador (da República mesmo) Mozarildo Cavalcanti, do PTB de Roraima. Como maçom, ele é deputado da Assembleia Federal Legislativa da entidade. "Sou o único brasileiro deputado e senador ao mesmo tempo", gosta de repetir. Concorrendo pela terceira vez --ele perdeu em 1993 e 1998--, Mozarildo tirou quatro meses de licença do Senado para dedicar-se com mais afinco à campanha. Com isso, deixou de participar da eleição de Renan Calheiros (PMDB-AL) para presidente do Congresso, por exemplo. O nome de Mozarildo ganhou algum destaque no noticiário na época da demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Ele era contra a remoção dos fazendeiros da área, mas acabou derrotado quando o Supremo Tribunal Federal bateu o martelo sobre o tema. Mozarildo ainda costuma ser citado como o campeão do uso da Cota para Exercício da Atividade Parlamentar, a verba para reembolso de viagens, consultorias e outros gastos. Em 2012, ele usou R$ 464 mil contra uma média de R$ 268 mil de seus colegas. Em 2011, também liderou. Editoria de Arte/Folhapress Na maçonaria, porém, ele é mais conhecido como o maior propagador da ideologia maçônica no Congresso. Uma pesquisa simples no site do Senado lista 87 pronunciamentos de Mozarildo sobre o assunto. Para efeito de comparação, o site informa que Eduardo Suplicy (PT-SP) fez 77 pronunciamentos com a expressão "renda básica". No plenário, Mozarildo já leu o Manifesto da Grande Loja Maçônica de Roraima, já prestou homenagem ao Dia do Pai Maçom e já fez "uma análise do papel histórico da maçonaria no mundo, ressaltando a operosidade da instituição no contexto social". Um dos maiores orgulhos do senador no parlamento é o livro "O Senado e a Maçonaria" (472 páginas), assinado por ele e pelo ex-senador Efraim Morais (DEM-RN), também maçom. Impressa na gráfica do Senado, a obra reúne 44 discursos de atuais e ex-senadores sobre o tema. TRADIÇÃO Em campanha, Mozarildo faz discurso pela abertura do Grande Oriente. "A maçonaria precisa sair da clausura, ser menos conservadora", diz. "Não pode se contentar em ser uma entidade só de cerimônias e condecorações." Suas ideias de abertura, porém, não contemplam a revisão de algumas regras discriminatórias da entidade, como a recusa à participação de mulheres e o veto à filiação de deficientes físicos, tradições herdadas da Idade Média, dos primeiros grupos de pedreiros de templos, muralhas e castelos na Europa--a origem da instituição. Outra cláusula fundamental da maçonaria é a não aceitação de ateus. Todo filiado é obrigado a acreditar em algum ser superior, independentemente da religião. Como pode ser qualquer deus, esse ser superior é chamado internamente de Grande Arquiteto do Universo, simbolizado pela letra "G". Um dos concorrentes de Mozarildo na disputa é o atual grão-mestre geral do Grande Oriente do Brasil, o servidor público aposentado do Banco Central Marcos José da Silva, candidato à reeleição. Editoria de Arte/Folhapress Silva faz campanha ressaltando realizações de sua gestão, sempre dando ênfase aos aspectos financeiros. Além da manutenção de anuidade de R$ 90 por cinco anos "sem reajuste", o destaque é a construção de um centro cultural maçônico de 4.900 m² em Brasília, "obra de R$ 12 milhões totalmente paga à vista", ressalta João Guimarães, seu chefe de gabinete. O terceiro aspirante é o advogado Benedito Marques Ballouk, membro do Tribunal de Contas do Município de São Paulo na "vida profana", como diz o jargão maçom; ex-grão-mestre de São Paulo na "vida maçônica", o equivalente a governador. Na disputa, Ballouk também clama por modernização. Depois de exaltar a participação de maçons ilustres na Independência, na Proclamação da República e na Abolição da Escravatura --exaltações, aliás, feitas por todos os maçons ouvidos para esta reportagem--, Ballouk repete o mantra de sua campanha: "A maçonaria precisa voltar a ser parte da elite estratégica do país; hoje somos só uma elite convencional". INFLUÊNCIA Fundado em 1822, o Grande Oriente do Brasil é uma das três maiores "potências" maçônicas do país. Em 1927, por divergências eleitorais, um grupo saiu e fundou uma ordem concorrente, conhecida como Grandes Lojas. Em 1973, após nova ruptura, surgiu a "obediência" Grandes Orientes Independentes. Estima-se que, juntas, as três tenham 220 mil maçons. O próximo comandante do Grande Oriente deverá assumir o controle da entidade num momento histórico paradoxal em seus 190 anos. Contando mestres (os únicos votantes), companheiros e aprendizes --os três estágios internos--, são 78 mil maçons associados à ordem. A entidade nunca teve tanta gente. Mas, numa avaliação bastante comum entre os próprios adeptos, nunca foi tão pouco influente. Entre os notáveis sempre louvados estão figuras como José Bonifácio, Patriarca da Independência e primeiro grão-mestre da instituição, D. Pedro I, Rui Barbosa, marechal Deodoro da Fonseca e Joaquim Nabuco. Hoje, o mais ilustre é o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), que, no entanto, não costuma ser citado com muito entusiasmo por seus "irmãos". "Faz tempo que ele não aparece por aqui, acho que está inativo", diz o coronel aposentado da Polícia Militar de São Paulo Antonio Carlos Mendes, maçom oficial de gabinete do Grande Oriente paulista. Nas contas de Mozarildo, há hoje 58 deputados federais maçons no Congresso Nacional e outros seis senadores. "Uma das minhas propostas é organizar a bancada da maçonaria", afirma. "Imagine só: seria maior que a de muitos partidos de hoje." Enquanto a bancada não se organiza, os maçons da Câmara e do Senado só são notados quando sobem à tribuna para prestar homenagens à organização quando é 20 de agosto, o Dia do Maçom. No Senado, os seis que sempre comparecem, além de Mozarildo, são Alvaro Dias (PSDB-PR), Cícero Lucena (PSDB-PB), Gim Argelo (PTB-DF), Jayme Campos (DEM-MT), Sérgio Souza (PMDB-PR) e Valdir Raupp (PMDB-RO).

sábado, 2 de março de 2013

PTistas estão DEVORANDO a PETROBRÁS.

Petrobras perdeu R$ 53,9 bilhões em valor de mercado somente em 2013, até ontem, 28 de fevereiro, segundo cálculos da consultoria Economatica. O montante é maior que o verificado em todo o ano de 2012, de R$ 36,7 bilhões. Segundo a consultoria, o recuo no primeiro bimestre deste ano é o terceiro maior da história da empresa, fazendo-se a comparação com os resultados anuais fechados. A maior queda de valor de mercado da Petrobras aconteceu em 2008, quando a companhia perdeu R$ 205,9 bilhões. Em 2011, a perda foi de R$ 88,683 bilhões. Desde o fim de 2010, a estatal perdeu R$ 179,3 bilhões de valor de mercado – passou de R$ 380,2 bilhões para R$ 200,9 bilhões no último dia 28 de fevereiro. No mesmo período, outra blue chip, a Vale, perdeu R$ 82,6 bilhões, passando de R$ 275,0 bilhões em dezembro de 2010 para R$ 192,3 bilhões no fim de fevereiro de 2013. Nos dois primeiros meses deste ano, a Vale perdeu R$ 22,772 bilhões em valor de mercado, ante ganho de R$ 17,164 bilhões em todo o ano de 2012. O levantamento da Economatica mostra também que, atualmente, a Petrobras é a segunda maior empresa em valor de mercado do Brasil, atrás da Ambev (R$ 274 bilhões). A diferença para a terceira colocada, a Vale, é de apenas R$ 8,6 bilhões, ou 4,4%. Por Reinaldo Azevedo

Financial Times diz a VERDADE sobre a economia do BRASIL

Xiii… O Financial Times vai ver a bronca que vai levar da Dilma. Outro dia a Economist criticou Guido Mantega, e a presidente quase mandar invadir a Inglaterra… Agora é o Financial Times! Pô, o pessoal daquela ilha tá a fim de sacanear Banânia, é? Leiam o que publica a VEJA.com. O jornal britânico Financial Times aproveitou o resultado frustrante do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 2012 para ironizar o governo – sobretudo a figura do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que teima em fazer previsões inatingíveis para a economia brasileira. “O Brasil vai crescer entre 3% e 4% em 2013! E isso quem diz é Guido Mantega, o ministro da Fazenda, também conhecido como ‘Guido, o Vidente’, então deve ser verdade”, informava o site do jornal, em artigo cujo título era “O disco quebrado de Guido Mantega”. Segundo o FT, o otimismo persistente do ministro não tem colaborado para a melhora da credibilidade do governo. “É compreensível que o Mantega esteja na defensiva depois que o IBGE publicou outro conjunto de dados frustrantes nesta sexta”, escreveu o jornal, ressaltando também a importante queda na taxa de poupança e investimentos na economia brasileira, mostrada também pelo IBGE. A taxa de poupança ficou em 14,8% do PIB, ante o porcentual de 17,2% em 2011. Já a de investimentos terminou o ano em 18,1% do PIB, ante 19,3% no ano anterior. O jornal afirma que os resultados de 2012 mostram a realidade que muitos temiam que ocorresse: ao cortar gastos públicos para equilibrar as contas, em vez de reduzir as despesas correntes e o tamanho da máquina pública, o governo acabou prejudicando os investimentos e afugentando os empresários. “O Brasil deu início a uma série de iniciativas para impulsionar o investimento de novo, mas todas deram pouco ou nenhum resultado”, diz o FT. “Nada disso, no entanto, tirará o sorriso da cara de Mantega”. Bons ventos - A crítica do FT se refere às declarações do ministro nesta sexta-feira, após uma conversa com a presidente Dilma na noite de quinta-feira. Mantega demonstrou otimismo – em alguns momentos exagerado – com a situação atual da economia brasileira. Para ele, os dados preliminares do primeiro trimestre mostram um nível de atividade em recuperação, repetindo o desempenho do quarto trimestre. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) subiu 0,62% do terceiro para o quarto trimestre de 2012. O ministro espremeu os dados e reforçou que as vendas no varejo continuam em alta. O consumo foi o modelo de crescimento escolhido pelo governo para empurrar a expansão da economia brasileira nos últimos anos, mas a estratégia parece mostrar sinais de esgotamento. No segundo semestre do ano passado, houve uma perda constante no indicador, que teve retração de 0,5% em dezembro ante novembro. Mesmo assim, fechou em 8,4% no ano, segundo o IBGE. Mas, como no início do ano passado, quando previu um crescimento robusto, o tal “pibão” que a presidente Dilma tanto cobra, Mantega repetiu o discurso agora. “O crescimento para este ano ficará entre 3 e 4%”, afirmou. Desde o segundo governo de Getúlio Vargas, em 1951, a média de crescimento do biênio inicial de Dilma Rousseff só é melhor que o mesmo período de Fernando Collor de Mello, quando a economia brasileira estava em recessão. Para se defender, Mantega afirma que não é correto fazer comparação com o passado, principalmente porque desde 2003 os governos Lula e Dilma elevaram o patamar de crescimento médio da economia brasileira. “Criamos condições para que o crescimento volte ao patamar de 4%”, reforçou. Por Reinaldo Azevedo