quinta-feira, 28 de março de 2013
Governo Dilma está destruindo a PETROBRÁS.
Brasília - O que deveria ser uma bonança de petróleo virou uma nuvem de incertezas. A produção de petróleo do Brasil está caindo. Até mesmo a indústria de etanol do país, uma vez modelo de energia renovável invejado, teve de importar dos Estados Unidos.
Cinco anos se passaram desde a descoberta do pré-sal pela Petrobras – um trunfo para o país se posicionar entre as principais companhias do mundo. Mas hoje temos uma outra realidade: a gigante Petrobras, conhecida por sua força, não consegue acompanhar as demandas de crescimento de energia do país.
A Petrobras enfrenta uma dívida que só cresce, grandes projetos estão atolados em atrasos e campos mais antigos, antes prodígios, produzem cada vez menos petróleo.
Em vez de simbolizar a ascensão do Brasil como uma potência mundial, a Petrobras incorpora a lentidão da economia brasileira.
Até pouquíssimo tempo, a Petrobras era a segunda em valor para a ExxonMobil (empresa multinacional de petróleo e gás dos Estados Unidos). Contudo, suas fortunas caíram a ponto de valer menos do que a companhia nacional de petróleo da Colômbia! O debate está cada vez mais amargo para Dilma Rousseff, que usa a Petrobras para combater a inflação, que volta a assombrar a população brasileira, e a desaceleração da economia do país.
Para Adriano Pires, consultor de energia, “A Petrobras, antes, era indestrutível. Hoje, não é mais o caso. A Petrobras é hoje uma ferramenta de curto prazo para a política brasileira, usada para proteger a indústria nacional da concorrência e combater a inflação. Se este processo for mantido, o resultado será desastroso.”
Analistas de energia afirmam que o governo está usando a Petrobras para promover seus próprios objetivos políticos. A administração de Dilma, por exemplo, tem lavradas às medidas destinadas a relançar a indústria de construção naval do país, exigindo a Petrobras a comprar muitos de seus navios e plataformas de petróleo a partir de estaleiros brasileiros.
Até a revista Exame, descrevendo a acumulação de problemas da Petrobras acusou o governo de “destruir a maior empresa do Brasil”.
O sentimento, não só no país, é de desânimo. E este desânimo reflete, pelo menos em parte, a estatura da Petrobras.
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