quarta-feira, 20 de março de 2013

Efeito dominó.

Os mercados financeiros mundiais voltaram seu foco para uma pequena ilha no mar Mediterrâneo, ao sul da Turquia: o Chipre. Membro da União Europeia, é o quinto país a buscar ajuda financeira da zona do euro na crise da dívida do bloco --depois de Grécia, Irlanda, Portugal e Espanha. Em crise, o país fechou um acordo polêmico com representantes da zona do euro e do Fundo Monetário Internacional (FMI) para um plano de resgate de 10 bilhões de euros. Porém, em contrapartida, pode ter de confiscar parte do dinheiro depositado nas contas bancárias no país. Segundo a primeira versão do acordo, que ainda pode ser alterada, os correntistas com mais de 100 mil euros (cerca de R$ 257.800) no banco pagariam um imposto de 9,9%, enquanto os que possuem menos de 100 mil euros pagariam 6,75% de imposto. Por exemplo, uma pessoa com 20 mil euros no banco, teria 1,350 euros abocanhados pelo governo cipriota. Já um correntista com 200 mil euros, "pagaria" 19.800 euros. Com essa taxa, o país conseguiria mais 5,8 bilhões de euros para seu resgate. Apesar de a economia do Chipre representar apenas 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro, os mercados temem que medidas semelhantes abram precedentes e sejam tomadas em países maiores, como Espanha, onde o sistema bancário também está frágil. comentário: No Brasil já houve o CONFISCO DISFARÇADO, com essa alta carga TRIBUTÁRIA que pagamos. ex: em uma garrafa de vinho o contribuinte paga ao governo cerca de 45% só de IMPOSTOS. Quando a D.Dilma anuncia IMPOSTO ZERO na cesta básica ela poderia estender esse beneficio como o GOVERNO faz na linha de AUTOMOVEIS, ao povo...mas como os CORRUPTOS iriam ficar????sem dinheiro ????NÃO PODEMOS ESQUECER que nós CONTRIBUINTES somos o COMBUSTIVEL que eles PRECISAM para fazer girar a USINA DA CORRUPÇÃO, DA INEFICIENCIA na SAÚDE, EDUCAÇÃO, SEGURANÇA etc...

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