segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Maquiagem contábil do MANTEIGA E DA DILMA.
GOVERNO DILMA FAZ MANOBRA CONTÁBIL PARA "MOSTRAR" QUE ATINGIU A META DE SUPERÁVIT.
"OPERAÇÕES", FEITAS PELO GOVERNO DILMA, MINAM A CREDIBILIDADE DA POLÍTICA ECONÔMICA.
A "manobra contábil", feita pelo governo para cumprir a meta de superávit de 2012 DETERIORA A POLÍTICA FISCAL, MINA A CREDIBILIDADE DA POLÍTICA ECONÔMICA, E LEVANTA SUSPEITAS de que esses artifícios possam ser usados também em 2013.
Nos últimos dias, o governo publicou uma série de medidas de triangulação financeira, envolvendo o Fundo Soberano, o Fundo Fiscal de Investimento e Estabilização (FFIE), a Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para "engordar" o caixa do Tesouro em R$ 19,4 bilhões em dezembro.
A "operação" consumiu a maior parte dos recursos depositados no Fundo Fiscal de Investimentos e Estabilização (FFIE) - onde estavam aplicados os recursos do FUNDO SOBERANO DO BRASIL (FSB), que tem como objetivo: apoiar projetos estratégicos do País, ampliar a rentabilidade dos ativos financeiros mantidos pelo setor público, formar poupança pública, absorver flutuações dos ciclos econômicos e promover a internacionalização de empresas brasileiras!
Essas "OPERAÇÕES", publicadas no Diário Oficial da União desde a semana passada e ALGUMAS COM DATA RETROATIVA a 31 de dezembro de 2012, são legais, MAS NÃO SÃO LEGÍTIMAS, avalia o economista-chefe da SulAmérica, Newton Rosa.
Para ele, o GOVERNO DEVERIA ASSUMIR que teve que adotar uma política fiscal expansionista no ano passado, DEVIDO A DESACELERAÇÃO ECONÔMICA,, e que por isso NÃO PODERÁ CUMPRIR A META de superávit primário de R$ 139,8 bilhões.
“O GOVERNO ESTÁ USANDO DE ARTIFÍCIOS CONTÁBEIS para buscar um número melhor para o superávit, mais próximo da meta. MAS ISSO NÃO ESCONDE A DETERIORIZAÇÃO DA POLÍTICA FISCAL", disse Rosa.
“O USO DE MECANISMOS CONTÁBEIS É A PIOR MANEIRA DE SE FAZER SUPERÁVIT",
disse Rafael Bistafa, economista da Rosenberg Associados.
Todo esse "malabarismo contábil" está sendo bombardeado até mesmo dentro da área econômica do governo.
Além disso, ficou difícil qualquer avaliação sobre a qualidade do resultado, com influência negativa também sobre as contas públicas em 2013 e nos anos seguintes.
"O SUPERÁVIT PRIMÁRIO, QUE ESTAVA MORIBUNDO, AGORA FOI SEPULTADO", disse um integrante da equipe econômica.
Fontes:
O Estado de São Paulo, Agência Estado e Brasília em Tempo Real
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