domingo, 17 de fevereiro de 2013
7 sinais para o fim dos tempos.
OS SETE SINAIS PARA O FIM DOS TEMPOS
De acordo com numerosos profetas haverá sete sinais perfeitamente visíveis a todos antes que chegue o final dos tempos e o início de uma nova Era na qual não terá espaço para nada disto que vemos em nossa sociedade dita civilizada.
1 - Os judeus regressão à terra de seus pais.
- Isso aconteceu em 1948. Isso é amplamente mencionado em profecias.
2 - Israel será reconhecido como nação entre as nações, menos pelos amalecitas, que serão seus inimigos perpétuos, de acordo com a Bíblia. Mas Israel será suficientemente forte para se defender, e terá ajuda de outros.
– Se observarmos, o povo judeus tem vencido todos os obstáculos que se opõem ao reconhecimento do Estado de Israel, particularmente pelos árabes e outros países muçulmanos como o Irã. Todavia, devido à força bélica de Israel e o apoio incontestável dos EUA a Israel, os muçulmanos estão divididos e, como bem disse Jesus, uma casa dividida não pode subsistir.
3 - O grande conflito seguido de uma grande calamidade.
- O desejo de destruição por parte dos amalecitas (árabes, por extensão países muçulmanos) levaria a um grave conflito que resultaria na restauração da Torá devido a “milagres” incontestáveis até mesmo pelos ateus, a ocorrer durante este conflito, que não seria longo, mas traria consequências gravíssimas, menos pela guerra e muito mais pelos acontecimentos que viriam dos céus, e que porão forçosamente fim à guerra: a humanidade perceberá que dividida não subsistirá à, literalmente, intempérie celeste, mas não de água: pedras! Grande parte da população deve desaparecer devido à catástrofe natural, possivelmente 1,7 bilhões de pessoas.
4 - Reconstrução do Templo de Jerusalém, que será capital do mundo.
- Após este acontecimento, que resultaria na destruição do domo da Rocha (não pelos judeus, mas pelos belicosos do Norte gelado contrários ao sentimento religioso, como o foram no passado), o Templo de Jerusalém será reconstruído, e os judeus retornarão à Torá. Jerusalém será então capital do mundo, e exercerá o papel que a ONU tem hoje em Nova York.
5 - Um período de paz, e de grandes maravilhas, e conversão de muitos judeus.
- Nem curto nem muito longo, possivelmente 35 anos, e neste tempo a tecnologia avançará extremamente rápida. Nestes 35 anos a humanidade progrediria mais do que em toda a sua história, o mundo será, como diz a Profecia do Monge Aranha Negra, “uma catedral em festa”. Pousará em Marte, estabelecerá colônias na Lua e, sobretudo, decodificará a natureza, e fará muitos prodígios.
Surgiria um homem especial, de ascendência judaica - o Consolador prometido por Jesus - e saído do ramo da flor de lis da monarquia francesa surgiria que os judeus reconheceriam como seu Cristo esperado, porém ele seria cristão, e esse fato mudaria significativamente a visão que muitos judeus tem de Jesus, aliado à descoberta de novos e importantes documentos que simultaneamente mudariam a visão que tanto nós cristãos, assim como os muçulmanos, têm de Jesus. De certo modo as coisas se arranjarão naturalmente, e Nossa Senhora será colocada nos altares de todo o mundo ao lado de Jesus. Os Evangelhos serão pregados em todo o mundo.
6 - Chegada do Anticristo
- Depois deste período de fausto, novamente os poderes religiosos vão pulular, introduzindo o mundo num período de caos que deverá durar ao menos 27 anos, período este que o mundo conhecerá não um, mas três Anticristos depois de uma nova calamidade vinda dos céus atingir o planeta, possivelmente um asteroide de 1260 metros de diâmetro (segundo Nostradamus). Comparativamente, o asteroide que arrasou a Terra eliminando os dinossauros tinha cerca de 10 km. Com 1260 metros é possível que equivalha a cerca de 1000 bombas atômicas de grande potência explodindo simultaneamente no planeta.
A figura do Anticristo é muito polêmica, afirmando uns que será ateu, e outros, ao contrário, que difundirá uma nova religião , digamos, "new age", e que negará os valores cristãos. Outros, entretanto, acreditam que será um muçulmano, e ainda outros um papa judeu que tentaria modificar as crenças cristãs. Porém, Nostradamus nos diz que haverá três anticristos, e não se refere nem a Napoleão e muito menos a Hitler: ambos eram religiosos, Hitler inclusive assistia a missas e rezava, além de assinar um pacto de não agressão à Igreja, enquanto o casamento de Napoleão foi realizado pelo papa e a Igreja tinha total liberdade de culto.
7 - Acontecimentos apocalípticos e sobrenaturais, e ações animais do homem. E eventual volta de Jesus.
- Possivelmente também um enorme cometa “raspará” no polo norte alterando completamente o ângulo do eixo de rotação do planeta, a tal ponto que todos os astros mudarão completamente de posição e, dizem numerosos profetas, a terra girará ao contrário! Essa parada do eixo de rotação, de 3 dias, simplesmente arrasaria tudo o que conhecemos como nossa civilização. Mas haveria sobreviventes, uns 144 mil no total, muitos retirados pelos “anjos” em suas naves ou mesmo por “empuxos”, e outros de alguma forma conseguirão se salvar. Esses são os chamados “eleitos”. Talvez a nata dos seres humanos.
Os diferentes grupos religiosos acreditam que seus membros serão os felizardos, que serão “transformados” e levados para lugar seguro e que após o grande julgamento, onde os mortos e vivos serão julgados, comandado por Jesus e com a presença do próprio Deus em pessoa, os salvos do fogo do inferno viverão felizes com Cristo que, finalmente, retornaria.
Alguns acreditam que Jesus retornaria no tempo do sexto item desta lista, junto com o Anticristo, para combatê-lo. Essa visão é passada em Epístolas dos apóstolos. Outros, que seria somente depois do fim da lista, quando a Terra já estaria mondada e preparada para o seu reino. E outros ainda acreditam que seria no final do terceiro item desta lista, mas não o próprio Jesus, mas sua epiginia, que as profecias chamam de O Grande Monarca.
QUAL A PROBABILIDADE DISTO ACONTECER?
O primeiro sinal sabemos que já aconteceu.
O segundo sabemos que está acontecendo, e que eventualmente pode se transformar em um grande conflito e assim realizar automaticamente também parte do terceiro (pois o fim de um gera automaticamente o cumprimento do início do outro).
O cerco ao Irã, os boatos de ataque àquele país e a intenção declarada de poderes sem autoridade alguma de se pretender eliminar Israel do mapa, creio que se está caminhando também para a realização. Convergem ainda para isso a superpopulação mundial, o alto custo do petróleo, que em 2000 custava menos de $20 e hoje (final de 2012) já passa dos $100, e total desrespeito pela economia ocidental por parte daqueles que detêm esta commodity crucial. Um ataque ao Irã - e ele acontecerá, isso é profeticamente mencionado - ou deste a qualquer país que considere inimigo no Golfo Pérsico, ou uma mudança drástica na Rússia (que os profetas dizem ocorrerá, e o país se tornará novamente ateu, e estamos vendo que a Rússia caminha para o conflito) ou no Oriente Médio, ou a instalação de governos teocráticos no mundo muçulmano, baseados na Shariá, seguindo o modelo do Irã, como o domínio da Irmandade Muçulmana no Egito (mencionado também em profecias, com consequente muito sofrimento para a comunidade cristã daquele país, isso Nossa Senhora menciona em suas profecias) pode elevar o preço do barril a perto e até mais de $200. Esta é uma possibilidade concreta, segundo analistas econômicos, e é a razão do Irã não ter sido atacado até agora, e é uma bengala de ferro, a ponto de lhes dar a liberdade de impingir a ideia de que eles são os mocinhos e o Ocidente o grande bandido. Fato é que não há mais lugar para sociedades teocráticas com preceitos completamente anacrônicos, não estamos mais na Idade Média.
Mas o que aconteceria se nos negassem o petróleo, mesmo que o Ocidente se submeta a pagar $200? Isso já aconteceu em 1973, por cinco meses, para punir o Ocidente pelo apoio a Israel na guerra do Yom Kipur, que os árabes perderam novamente de forma vexatória, ainda que comemorassem o contrário. Israel defendeu-se sozinho sob as asas das promessas da Bíblia de que nenhuma vicissitude o derrocaria quando YHVH-Deus os trouxesse de volta à terra de seus pais, conforme está no segundo item desta lista dos sete sinais do fim dos tempos.
O leitor deve se lembrar que este é um site sobre profecias, e é sob este ângulo - e somente sob este ângulo - que faço essas análises e emito minha opinião. Todos nós sabemos que o Ocidente não é nenhum santinho, e também quais são os seus pecados, e que não poucos. Não se entenda, pois, como crítica pura e simples ao mundo muçulmano: o que quero que fique claro é que haverá sim - e isso é certo, segundo as profecias - um grande confronto de civilizações. Não somente as profecias são muitíssimo claras quanto a isso, mas também filósofos, analistas políticos como Samuel Huntington e outros pensadores. Mesmo no mundo muçulmano há analistas que advogam o fim de um sistema de coisas anacrônicas e completamente fora de contexto (na opinião deles) do modo de ver o mundo, como o jornalista e intelectual paquistanês, e fiel muçulmano Ziauddin Sardar, que se especializou no pensamento islâmico - particularmente no que concerne ao futuro do Islã -, sendo autor de numerosos livros a este respeito, vários deles publicados em português.
Também temos Wafa Sultan, uma psiquiatra síria que imigrou para os EUA, e tem dedicado sua vida ao combate da institucionalização da "jihad", conforme define em seus numerosos vídeos que podem ser encontrados no Youtube.
Também o aumento do terrorismo internacional e a própria necessidade que a natureza tem de eliminar o excesso e o antigo para estabelecer o novo.
Por enquanto estamos caminhando do segundo para o terceiro.
Os muçulmanos acreditam que o fim dos tempos e o grande julgamento não ocorrerão sem que antes todos os judeus sejam exterminados da face da Terra, e caçados onde quer que se encontrem (inclusive os palestinos colocaram este preceito islâmico em seu Estatuto que no momento é a virtual Constituição de um eventual futuro Estado palestino, já reconhecido como Membro Observador da ONU). Como para nós, povos cristãos, a Bíblia nos garante que o povo judeu nunca será exterminado - até pelo contrário, afirma numerosas vezes que seus inimigos é que serão grandemente humilhados (é só examinar a História: onde está Roma? Onde esta a Alemanha nazista?) e no Novo Testamento a Bíblia nos assegura que grande parte dos judeus, perto do fim dos tempos, aceitarão Jesus (veja Romanos, capítulo 11) e que "outros", segundo o profeta Isaías, protegeriam Israel. Hoje sabemos que esse "outros" são EUA, a Roma de nossos dias, e maior potência de todos os tempos.
Vai daí que nunca haveria fim do mundo, mas mudanças radicais.
Surgirão os que tentarão realizar crenças anacrônicas na esperança de que apressar o fim do mundo é vontade de Deus. É assim que guerras começam: loucos se julgando emparelhados com um Deus vingativo que lhe outorgou uma missão "divina" no planeta.
Muito me alegraria deixar um espaço aberto para a discussão destes temas proféticos, mas a maldade do tempo atual é maior do nunca: de lado os antissemitas poluiriam de tal a forma o debate que o tornaria impossível; e de outro lado o pensamento de que "muçulmano é terrorista" igualmente poluiria o espírito democrático que tanto lutamos para ter e agora estamos a ponto de o perder em função daqueles que não aceitam seu erros e ainda os imputam aos outros.
Infelizmente estamos vivendo tempos que não somos tão democráticos quanto pensamos, e a própria democracia está nos pondo uma corda no pescoço ao dar espaço para aqueles que a querem destruir em nome de um suposto "Deus"; e o homem continua um bode demoníaco como sempre tem sido desde que "foi expulso do paraíso", que nunca vai encontrá-lo de novo senão depois de ser eliminado, em sua quase totalidade, deste planeta, pelas suas maldades e crenças anacrônicas sobre Deus e sobre si mesmo, e pelos seus atos e pela sua ignomínia contra a sua natureza e a natureza deste planeta.
UMA NOVA TERRA
Após o fim de nossa era, e o mundo for “zerado” e mondado, uma nova era despontará, um novo homem que desfrutará de uma era de paz e prosperidade de uns 1000 anos, numa Terra completamente renovada (em todos sentidos, inclusive em sua conformação continental), numa grande comunidade universal, onde a morte, a dor, o sofrimento, o suor e as guerras, e a religião não existirão mais. Para os cristãos este é o reino no qual Jesus será rei eterno. Para outros é domínio completo da Ciência, provando que o homem é o único Deus se pode conhecer.
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