domingo, 26 de maio de 2013
Ela faliu uma loja de 1,99 vai afundar o BRASIL
Faltando 17 meses para as eleições presidenciais de 2014, Dilma Rousseff começa a repetir a trajetória de Cristina Kirchner. O atual índice de aprovação de Cristina é de 29% na pesquisa da M&Fit de abril. A imagem era outra há 18 meses. Cristina se reelegeu com mais votos (54%) do que os antecessores. Agora, 59% a rejeitam. Se a Argentina enfrenta uma economia totalmente desorganizada e denúncias comprovadas de corrupção envolvendo ela e os altos escalões do governo, pelo menos ainda tem crescimento econômico. Cresce três vezes mais do que o Brasil. Como lá, aqui existem tentativas de calar a Justiça e a Imprensa. A economia está parada. Os níveis de corrupção atingem números insuportáveis. A inflação dispara. Não há mais obra pública que não dobre de prazo e de preço. Dilma Rousseff, assim como Cristina Kirchner, acharam que o povo lhes deu um "cheque em branco" para comandarem, de forma ditatorial, os seus países. Uma agarrada à imagem do marido falecido. A outra à imagem de um ex-presidente populista e que lhe deixou uma herança maldita. Ao que tudo indica, os próximos 18 meses marcarão a "cristinização" de Dilma, afogada pela crise econômica e pelos escândalos de corrupção envolvendo o seu governo. É o famoso efeito Orloff. Agora não só na economia, mas também na política.
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