Exclusivo – O risco maior para
inviabilizar o governo federal e o de vários estados está prestes a se realizar.
Carlinhos Cachoeira pretende mesmo revelar tudo que sabe sobre o modus curruptus
da petralhada e de seus principais aliados. O empresário do ramo de jogos tem
material em vídeo, áudio, fotografia e muito papel com potencial suficiente para
implodir a base do governo do crime organizado – do qual ele próprio faz
parte.
Com saúde abalada pela prisão e com previsão de puxar mais cadeia, quando não tiver mais como recorrer judicialmente, Cachoeira vai romper o estranho silêncio que mantém até agora motivado por vingança. O lobista da jogatina cansou de ser ameaçado de morte e humilhado por aqueles a quem ajudou. Por isso, guarda,em vários locais seguros e com pessoas de sua extrema confiança pessoal, um explosivo arsenal de dossiês contra políticos – principalmente do PT.
Cachoeira é aconselhado por alguns advogados a não pegar pesado por enquanto. Mas ele não deseja seguir tais conselhos defensivos e prefere partir para a ofensiva contra aqueles que tentaram – e praticamente conseguiram – destruí-lo. Se possível, Carlos Augusto Ramos ainda quer levar vantagens na operação. Sonha com o complicado benefício de uma delação premiada, ao se dispor a colaborar com a Justiça. Também gostaria de faturar R$ 10 milhões vendendo seus principais dossiês a órgãos de imprensa que se comprometessem a publicá-los.
Enquanto Lula e Dilma não são alvos maiores do jogo de Cachoeira, os petistas sem-noção e os petralhas que sabem tudo de corrupção começam a aloprar de forma burra, radical e suicida, embarcando na cega defesa do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva – para eles um santo, quase Deus, que não pode ser atacado pelos profanos inimigos políticos. Foi um gesto desesperado a decisão apressada da estressada base aliada do governo de convocar Fernando Henrique Cardoso, o Procurador-Geral da República Roberto Gurgel e o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, General de Exército José Elito Carvalho Siqueira, para prestarem depoimentos na Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI) do Congresso Nacional.
As convocações ocorreram em retaliação à vontade da “oposição” de convocar Marcos Valério, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, e a ex-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha, para falarem de todos os escândalos recentes que envolvem o desgoverno Lula-Dilma. Ainda no plano dos efeitos especiais, a base aliada conseguiu adiar a votação, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, para convocar o publicitário Marcos Valério a prestar esclarecimentos sobre as acusações feitas, em depoimento à Procuradoria Geral da República, de que o ex-presidente Lula da Silva deu aval ao esquema de desvio de recursos públicos para financiar o PT e comprar apoio no Congresso
Com saúde abalada pela prisão e com previsão de puxar mais cadeia, quando não tiver mais como recorrer judicialmente, Cachoeira vai romper o estranho silêncio que mantém até agora motivado por vingança. O lobista da jogatina cansou de ser ameaçado de morte e humilhado por aqueles a quem ajudou. Por isso, guarda,em vários locais seguros e com pessoas de sua extrema confiança pessoal, um explosivo arsenal de dossiês contra políticos – principalmente do PT.
Cachoeira é aconselhado por alguns advogados a não pegar pesado por enquanto. Mas ele não deseja seguir tais conselhos defensivos e prefere partir para a ofensiva contra aqueles que tentaram – e praticamente conseguiram – destruí-lo. Se possível, Carlos Augusto Ramos ainda quer levar vantagens na operação. Sonha com o complicado benefício de uma delação premiada, ao se dispor a colaborar com a Justiça. Também gostaria de faturar R$ 10 milhões vendendo seus principais dossiês a órgãos de imprensa que se comprometessem a publicá-los.
Enquanto Lula e Dilma não são alvos maiores do jogo de Cachoeira, os petistas sem-noção e os petralhas que sabem tudo de corrupção começam a aloprar de forma burra, radical e suicida, embarcando na cega defesa do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva – para eles um santo, quase Deus, que não pode ser atacado pelos profanos inimigos políticos. Foi um gesto desesperado a decisão apressada da estressada base aliada do governo de convocar Fernando Henrique Cardoso, o Procurador-Geral da República Roberto Gurgel e o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, General de Exército José Elito Carvalho Siqueira, para prestarem depoimentos na Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI) do Congresso Nacional.
As convocações ocorreram em retaliação à vontade da “oposição” de convocar Marcos Valério, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, e a ex-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha, para falarem de todos os escândalos recentes que envolvem o desgoverno Lula-Dilma. Ainda no plano dos efeitos especiais, a base aliada conseguiu adiar a votação, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, para convocar o publicitário Marcos Valério a prestar esclarecimentos sobre as acusações feitas, em depoimento à Procuradoria Geral da República, de que o ex-presidente Lula da Silva deu aval ao esquema de desvio de recursos públicos para financiar o PT e comprar apoio no Congresso
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