quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Soberania Brasileira ameaçada.


A Executiva Nacional do PT vai mesmo aplicar um criminoso golpe contra a soberania do Brasil. O partido passará por cima do Supremo Tribunal Federal e recorrerá aos Tribunais internacionais para conseguir um perdão para os membros de sua cúpula condenados por corrupção no Mensalão. Na prática, os nazicomunopetralhas romperão com a ordem institucional brasileira, desmoralizando, globalitariamente, a instância maior do nosso Poder Judiciário.

O Presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, terá a obrigação constitucional de defender a soberania do Brasil e do próprio Judiciário. No STF e no Conselho Nacional de Justiça, reservadamente, já se estuda como os advogados dos mensaleiros e os petralhas poderiam ser enquadrados, legalmente, por desrespeitar uma decisão soberana da Corte Suprema. Ainda mais que o Brasil não vive, ao menos formalmente, em um regime político de exceção – como tentarão alegar os defensores do Governo do Crime Organizado.

Um outro conflito institucional pode ficar conflagrado a partir de segunda feira. A maioria do STF tende a determinar a cassação dos mandados dos deputados já condenados, além de impedir que José Genoíno possa assumir a vaga de suplente do PT que será aberta no começo do ano. O presidente da Câmara, o petista radicalóide Marco Maia, insiste que é o parlamento, corporativamente, quem deve decidir sobre a cassação de seus pares. A guerra entre o Legislativo e o Judiciário pode ter consequências imprevisíveis.

A situação é surreal. Mesmo que agindo no pragmático sentido da autopreservação quando uma crise institucional maior se avizinha, tecnica e juridicamente, o STF faz o que há de ser feito: condenar quem praticou crimes objetivos de corrupção. Perigosamente, os larápios da Câmara tentam se agarrar nos cargos. Após uma certa embromação e firulas, se o Supremo vacilar, é grande a chance de o espírito negativo de corpo do parlamento vencer. Até agora, na cínica verborragia da malandragem criminosa, os mensaleiros desfilam alvissareiros e pimpões pelos corredores do poder. Mandam cusparadas para o outro lado da Praça Praça dos Três Poderes que ousou afrontá-los
A grande pergunta nessa guerrilha psicológica entre os Poderes é: Como os militares estão encarando tanto desrespeito a ordem jurídica constitucional. Como enxergam o risco de uma quebra da soberania do Brasil – que a eles cabe resguardar – com o recurso dos condenados a supostos tribunais internacionais de Justiça?

Nossa CF, também batizada de “Cidadã”, prevê que as Forças Armadas podem ser convocadas por qualquer um dos Poderes para garantir o respeito à soberania nacional. Ninguém se surpreenda se as “legiões” forem chamadas a atuar como “moderadoras”, restabelecendo o equilíbrio entre os poderes, sem a necessidade dos tradicionais “golpes”.

A grande dúvida, lançada ontem por um senador de oposição, é: será que os generais verde-olivas, brancos e azuis terão “aquilo roxo” para impedir que a coisa fique preta entre os poderes republicanos? Ou vai prevalecer o espírito “melancia” de agir de forma passiva para preservar a mão dos podres poderes que alimentam privilégios para parte da cúpula militar.

A Oligarquia Financeira Transnacional já ataca Dilma Rousseff como nunca antes na história deste País. Os controladores globalitários dão indicações – via discursos de presidentes de grandes corporações e pela mídia por eles amestrada – de que não dá mais para fazer negócios seguros em um Brasil com tanta corrupção, altos impostos, juros escorchantes e insegurança jurídica-contratual.

Por isso, o golpe nazicomunopetralha contra a Justiça tem tudo para ser um tiro que sairá pela culatra. O que não está claro, neste cenário de risco de ruptura institucional, é quem será o setor hegemônico com poder suficiente para administrar o processo de transição – para uma tentativa de democracia ou de mais uma costumeira ditadura disfarçada, liderada por alguém que seja do interesse da Oligarquia Financeira Transnacional.

Que vai dar m... é certo. O risco é quem vai cuidar, depois, da limpeza imediata do vaso sanitário e da posterior gestão do grande banheiro institucional, sem cometer novas e piores sujeiras contra o Brasil

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